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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Rebeldes Sírios declaram que conquistarão Israel, Espanha e Portugal

Por Jacques Nunes

Em um momento em que o mundo tem cedido seu apoio a coalizão de rebeldes sírios que atende pelo nome de Coalizão Nacional das Forças de Oposição e Revolucionárias, grupo que outorga a representatividade da oposição síria, o MEMRI, traz um vídeo importantíssimo.

Apesar do apoio do ocidente essa organização não conta com o suporte da maioria dos rebeldes e nem desfruta de popularidade entre os sírios. Hoje, a principal força anti-Assad, são os terroristas islâmicos, liderados principalmente pela Frente Nusra, uma filial da al-Qaeda no território sírio.

No entanto, como demonstra o vídeo, esses “rebeldes” islamitas não ameaçam apenas Bashar al-Assad, mas todo o mundo democrático e livre.

No vídeo divulgado, os terroristas nascidos no calor da fictícia “Primavera Árabe” falam sobre futuras operações e profetizam a conquista sobre Israel, Espanha e Portugal.


“Seguiremos adiante (...) limparemos a Síria, e nada nos deterá aqui. Continuaremos até as fazendas de Shebaa e Kfar Shuba, passaremos pelas Colinãs de Golã até Jerusalém”, diz um dos rebeldes. “ E depois, direto a Pérsia”, grita outro. “Em seguida, limparemos o ...Quando tivermos terminado com o Iraque, atacaremos Constantinopla e por fim Córdova e Al-Andalus . Agora temos armas e não temos intenção de depô-las”, conclui o terrorista.

O discurso é claro, o objetivo dos terroristas sírios não é apenas a queda de Assad, mas a destruição do xiismo e a reconquista dos “territórios muçulmanos” perdidos. Entre esses territórios, que segundo eles, pertecem aos muçulmanos, está al-Andalus, ou seja, entre suas metas após a derrota do regime sírio, está a conquista de Espanha e Portual, antigo al-Andalus.

domingo, 9 de outubro de 2011

Richard Dawkins: "Escolas muçulmanas ensinam lixo alien"

Richard Dawkins
O conhecido biólogo ateu, Richard Dawkins, atacou as escolas islâmicas dizendo que elas ensinam "lixo alien".
O famoso biólogo esquerdista, ex-professor da Universidade de Oxford, disse que os alunos das escolas islâmicas são ensinados a ignorar evidências científicas em favor dos ensinamentos do Corão.

Dawkins afirma ter encontrado um muçulmano professor de ciência que acreditava que a terra tinha apenas 6.000 anos de idade. O biólogo afirma ainda que as escolas islâmicas são as piores, pois o estudo passa antes pela influência religiosa.

Em entrevista ele relatou uma visita feita a um colégio islâmico de Leicester, ao qual classificou como deplórável. De acordo com o Daily Telegraph, ele disse que "cada pessoa que conheceu acredita que se houver discordância entre a ciência e o Alcorão, vale o que ensina o livro sagrado muçulmano".

"É absulutamente deplorável que as crianças britânicas estejam tendo suas mentes recheadas com esse lixo estrangeiro", afirmou Dawkins.

O biólogo acrescentou ainda que a doutrinação permanece quando os alunos ingressam na universidade. "As vezes meus colegas palestram em universidades, e grande parte dos alunos que abandonam a sala quando falamos de evolução, são muçulmanos", concluiu o biólogo ateu.

Blog De Olho na Jihad com informações do Daily Mail


Nota do blog: O pensamento de Dawkins é um dos responsáveis pelo suicídio da Grã Betanha e sua derrota perante o Islã. E se até o esquerdista começou a reclamar, é sinal que a situação tornou-se caótica. 
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Imã de Bissau envia "condolências" à família de Bin Laden

O imã da Mesquita Central de Bissau, Mamadou Sissé, manifestou a sua "tristeza" pela morte de Osama Bin Laden e enviou as condolências à família.

A morte "é o destino de Deus", disse o imã, numa entrevista à Voz da América, salientando que quando essa hora chega, não vale a pena fazer nem dizer nada.

"Nós ficamos tristes porque ele é um religioso muçulmano e quando morre um religioso muçulmano nós ficamos tristes", disse.

Mamadou Sissé declarou "não ter a certeza daquela parte", referindo-se ao facto de Bin Laden ser considerado um terrorista. E disse que, para ele, o líder da al-Qaeda é, tão só, um líder religioso.

Clique na barra sobre este texto para ouvir as palavras de Mamadou Sissé.

Fonte: Voa News

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Muçulmanos em Moçambique "tristes" com a morte de Osama bin Laden

Os muçulmanos em Moçambique estão “tristes” com  a morte de Osama Bin Laden e “aliviados” por este já não ser mais um pretexto para ataques contra muçulmanos.

A avaliação foi feita pelo secretário-geral do Conselho Islâmico de Moçambique, numa entrevista à Voz da América.

Abdul Carimo disse que as reacções na comunicade islâmica de Moçambique são de tristeza, porque os muçulmanos não acreditam que osama bin Laden seja responsável pelos ataques de 11 de Setemvro de 2011, contra os Estados Unidos.

Segundo ele, os Estados Unidos têm "pouca credibilidade" e há quem acredite na responsabilidade do governo americano nos ataques de 11 de Setembrto - numa alusão às teorias da conspiração sobre os atentados.

Abdul Carimo disse que outra reacção da comunidade islâmica é de "alivio" porque, com bin Laden morto, os Estados Unidos já não podem usá-lo como pretexto para ataques contra muçulmanos que fazem vítimas civis.

Clique na barra sobre este texto para ouvir a entrevista com Abdul carimo, secretário-geral do Conselho Islâmico de Moçambique.

Fonte: Voa News

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quarta-feira, 30 de março de 2011

VÍDEO: Wafa Sultan desafia o Islão

Como diz em minha terra: "Essa mulher tem mais cunhão que muito macho por aí". Sua declaração é simplismente magnífica! Vejam:


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domingo, 20 de março de 2011

Conselho Europeu de Fatwa e Pesquisa: O apóstata é morto a fim de proteger a religião e a comunidade de sua corrupção

Título: Matar pode ser interpretado como uma forma de limitar a liberdade de consciência?

Pergunta: Alguém que se convertiu ao Islã de Polônia, foi perguntado por um ateu perverso sobre a pena por alguém que se apostata da religão de Alá Todopoderoso. Como deve responder? Ele entende a matança como limitando a liberdade da consciência.


A resposta do Conselho Europeu para Fatwa:  A A questão de matando o apostáta é uma função do estado. Seu julgamento pertence ao governo Islámico. Esta não é a preocupação das fundações Islámicas, nem das associações ou dos centros. Um grupo dos Salafis e Imãs são da opinião que nem todo apostáta merece a matança, mas só aqueles que abertamente cometem a apostasia, ou chamam pela fitna, ou pronunciam coisas prejudiciais em contra de Alá e seu Profeta (que a paz esteja com ele) e os crentes. [O apostáta] se mata para proteger a religião e a comunidade de sua corrupção, e não para limitar as liberdades, pois ele por sua ação está infringindo nos direitos dos outros. Os interesses do estado e da sociedade vêm em frente do interesse pessoal dos indivíduos. Em verdade, esta questão é parecida do que se chama na lei contemporária como a "alta traição" por causa do dano que causa.


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terça-feira, 15 de março de 2011

Fatwa: A democracia é contra o Islã

O líder espiritual do influente do movimento Salafista da Argélia emitiu uma fatwa (decreto religioso) de 48 páginas, instando os muçulmanos a ignorar os apelos para as mudanças, pois segundo ele "a democracia é contra o Islã".

A fatwa do Sheikh Abdelmalek Ramdani, que vive na Arábia Saudita, vem em um momento oportuno para o presidente Abdelaziz Bouteflika com os crescentes protestos dos argelinos inspirados pela Tunísia e Egito, por reformas políticas e econômicas.

Enquanto o comandante da nação é um muçulmano, você deve obedecer e ouvi-lo. Aqueles que estão contra ele estão apenas buscando substituí-lo, e isso não é lícito", escreveu Ramdani na fatwa obtida pela Reuters.

"Durante a agitação, homens e mulheres são misturados, e isto é ilegal em nossa religião", disse Ramdani, que afirma ter centenas de milhares de seguidores no país.

A Argélia tem sido abalada desde janeiro por uma onda de protestos desencadeada por um aumento nos preços dos alimentos. 

Fonte: Reuters 

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segunda-feira, 7 de março de 2011

O Papa reza pelo ministro católico assassinado no Paquistão e pela Líbia

VATICANO, 06 Mar. 11 / 05:39 pm (ACI)

Ao concluir a oração do ângelus dominical, o Papa Bento XVI elevou suas orações pelos diversos conflitos atuais em alguns países da África como a Líbia e fez votos para que o assassinato do ministro católico, Shabbaz Bhatti, no Paquistão dê lugar à defesa da liberdade religiosa.

O funcionário paquistanês foi assassinado brutalmente por membros do Al Qaeda na quarta-feira passada, dia 2 de março, por sua oposição à Lei de Blasfêmia, que dispararam contra seu automóvel durante dois minutos com armas automáticas quando o ministro se dirigia de sua casa ao seu escritório.

Os panfletos deixados pelos assassinos do ministro na cena do crime continham frases como "foi morto porque era cristão, infiel e blasfemo", seu assassinato é parte de "uma guerra de religião para eliminar a aqueles que desejam modificar a lei sobre a blasfêmia"; e "por graça de Alá, todos os que são membros da Comissão de revisão da lei, irão ao inferno".

A Lei de Blasfêmia é uma norma cuja base está na lei Xaria (islâmica) que condena qualquer ofensa contra Maomé ou o Corão. Qualquer muçulmano pode denunciar alguém por transgredi-la sem necessidade de testemunhas ou provas. As punições chegam à pena de morte e com freqüência esta lei é usada para perseguir os não-muçulmanos como os cristãos.

Após a Missa de exéquias do ministro católico na sexta-feira 4 de março, o Arcebispo de Islamabad (Paquistão), Dom Anthony Rufin, disse que Bhatti "deu sua vida pela fé. Estou seguro de que a Igreja, seguindo seus tempos, o proclamará como mártir".

Depois de rezar o Ângelus dominical, o Papa pediu este meio-dia "ao Senhor Jesus que o comovedor sacrifício da vida do ministro paquistanês Shahbaz Bhatti gere nas consciências a coragem e o esforço por tutelar a liberdade religiosa de todos os homens e, de tal modo, promova sua igual dignidade".

Bento XVI também elevou suas orações pela Líbia, "onde recentes enfrentamentos provocaram numerosos mortos e uma crescente crise humanitária".

Os protestos contra o regime do presidente Muamar Ghadaffi (que leva 42 anos no poder) tiveram início no último 14 de fevereiro. Há poucos dias Ghadaffi ordenou bombardear com seus aviões a população da capital Trípoli, deixando um saldo de 2 000 mortos e é cada vez maior o número de pessoas que procuram sair do país para escapar da violência.

Atualmente a informação sobre os enfrentamentos é contraditória: enquanto as forças leais a Ghadaffi afirmam que têm o controle de distintas cidades, os opositores assinalam o contrário nesses mesmos lugares. A violência aumenta a cada dia.

O Papa assinalou que "a todas as vítimas e àqueles que se encontram em situações angustiosas asseguro minhas orações e minha proximidade, enquanto invoco a assistência e o socorro para as populações afetadas".

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terça-feira, 1 de março de 2011

Clérigo Anjem Choudary : “Democracia e liberdade são anátema para o Islã e a sharia”

O clérigo britânico Anjem Choudary, declarou que o presidente Obama deve abraçar o Islã como uma forma de vida ou enfrentar as consequencias de um julgamento no âmbito do sistema tribunal da sharia.

Choudary, fundador e ex-chefe de dois grupos islâmicos dissolvidos pelas autoridades britânicas com base na legislação anti-terror, está planejando um protesto em Washington no final desta semana, onde diz que irá chamar os muçulmanos americanos à revoltar-se contra o país e aplicar à sharia.

Durante uma entrevista ao repórter investigativo, Aaron Klein, em seu programa na New York WABC , Choudary afirmou que Obama estava travando uma guerra contra o Islã.

"Obama prometeu a todos os muçulmanos de Guantanamo que seriam libertados. No entanto, eles ainda estão definhando lá, mesmo sabendo que eles são completamente inocentes", afirmou Choudary.

"Além disso, ele [Obama] aumentou o número de forças dos EUA e no Afeganistão, ele é um senhor da guerra como seu antecessor”. “E em terceiro lugar e mais importante", disse Choudary, "os muçulmanos não querem à democracia e a liberdade. Democracia e liberdade são anátema para o Islã e a sharia ".

Choudary disse que em seu protesto, programado para ocorrer quinta-feira em frente à Casa Branca, ele vai chamar Obama e todos os americanos a "abraçar o Islã, não só como uma religião, mas como uma forma de vida".

"E, ao mesmo tempo, estaremos emitindo um aviso de que a presença das forças dos EUA nos países muçulmanos, é perigoso para seus interesses. Acho que os muçulmanos estão em ebulição ao redor do mundo. Isso é algo que eles [americanos] devem levar muito a sério. " Continuou o clérigo.

Choudary voltou sua ira para Obama, afirmando que o presidente estava cometendo "crimes" contra os muçulmanos no Iraque e no Afeganistão.

Ele alertou Obama: "Eu acredito que a única maneira para ele salvar a si mesmo é adotando o Islã, isso vai erradicar todos os seus pecados, ele será igual a quando sua mãe deu à luz,  mas quando implementar-mos a sharia, obviamente ele terá de enfrentar as consequências de um julgamento no âmbito de um  tribunal islâmico ".

O clérigo britânico declarou publicamente que a bandeira do Islã sobrevoará a Casa Branca. Ele repetiu essa alegação em sua entrevista de hoje com Klein: "Eu acredito como muçulmano, que todo o mundo será regido pela sharia. "Então, simbolicamente, a bandeira do Islã vai voar à partir de cada país, cada nação".

Choudary diz que espera milhares de pessoas no protesto desta semana, que segundo ele está sendo organizado com a Islamic Thinkers Society, um grupo extremista com sede em Nova York.

Não se sabe se sua entrada nos EUA será permitida.

Anjem Choudary  apresenta-se como um professor e um líder islâmico da corte da Grã-Bretanha. Ele é fundador e ex-chefe da Al Muhajiroun, um grupo britânico que tentou impor um estado islâmico no Reino Unido e que aliou-se com os objetivos da Al-Qaeda.

O grupo Al Muhajiroun, foi oficialmente dissolvido pelo governo britânico,com base nas leis de anti-terrorismo em 2004, e seu principal líder, Omar Bakri Muhammad, foi banido do Reino Unido em 2005. Choudary, em seguida, tornou-se um líder da Al-Ghurabaa, que teria sido uma continuação da Al Muhajiroun. Al Ghurabaa foi proibida em 2006 pelo Reino Unido por supostamente apoiar o terrorismo.

De Olho na Jihad 01/03/2011 com informações da WorldNetDaily 




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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Atentado em Moscou / Attack in Moscow

Nota do Ministério das Relações Exteriores do Brasil sobre o ataque em Moscou:

24/01/2011 - O Governo brasileiro recebeu com consternação a notícia do ataque ocorrido no aeroporto Domodedovo, em Moscou, que resultou na morte de dezenas de pessoas. O Governo brasileiro transmite sua solidariedade e seu pesar ao Governo da Federação Russa e às famílias das vítimas.
Ao deplorar a ação de grupos radicais que recorrem a atos de violência contra civis, o Governo brasileiro reitera sua veemente condenação a atentados dessa natureza, praticados sob qualquer pretexto.

*****

The Brazilian Government is saddened to learn of the attack at Moscow’s Domodedovo airport, which resulted in the loss of many lives. The Brazilian Government wishes to extend its solidarity and sympathies to the Government of the Russian Federation and the families of the victims.
The Brazilian Government, in denouncing the action of radical groups that resort to violent acts against civilians, reiterates its staunch condemnation of such attacks, regardless of its motivations.

Fonte: Itamaraty

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ONU condena ataques a minorias religiosas em todo o mundo

Alta comissária de Direitos Humanos disse que países devem mostrar determinação no combate à violência; Navi Pillay pediu a autoridades para combater políticas que conduzem ao extremismo.




Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.


As Nações Unidas condenaram a onda recente de ataques contra minorias religiosas em várias partes do mundo.

Em nota, emitida na sexta-feira, a alta comissária de Direitos Humanos, Navi Pillay, disse que os atentados estão sendo praticados por grupos fanáticos. O comunicado citou ataques no Egito, no Iraque, no Irã, na Nigéria e no Paquistão, entre outros países.

Receio

Segundo Pillay, os governos devem tomar medidas para combater este tipo de violência e promover a tolerância religiosa.

A alta comissária da ONU citou o ataque a bomba contra uma igreja cristã em Alexandria, no Egito, que matou pelo menos 21 pessoas e deixou dezenas feridas. O atentado ocorreu durante o Ano-Novo.

Ela elogiou a reação de islâmicos egípcios que saíram em defesa de congregações cristãs no país, apesar do receio de novos ataques.

Alerta


Segundo Pillay, a violência contra igrejas, mesquitas, sinagogas e outros templos religiosos, além de indivíduos, tem que servir de alerta para todos.


Ainda em nota, ela lembrou que os ataques sectários na Nigéria contra cristãos e muçulmanos causaram centenas de mortes no ano passado.


O mesmo tem ocorrido com minorias religiosas no Paquistão. Na Malásia, 11 igrejas, uma mesquita, um templo Sikh e várias salas de oração foram atacadas em 2010.


Agendas Políticas


Para a alta comissária, os países precisam punir o ódio religioso, além de combater políticas que alimentam a discriminação e o extremismo.


Ela encerrou a nota dizendo que as autoridades precisam condenar a exploração da religião como tema de agendas políticas antes que a situação saia do controle.

Fonte: Rádio ONU

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ATENTADO NO EGITO: COMENTÁRIO DE PADRE SAMIR, ESTUDIOSO DO ISLÃ

Roma, 03 jan (RV) - O estudioso jesuíta do Islã, Pe. Samir Khalil Samir, divulgou uma nota relativa ao atentado perpetrado, no último dia 1°, contra a comunidade cristã copta, em Alexandria, no Egito.

Segundo o estudioso, observa-se no Egito, uma crescente tensão entre muçulmanos e cristãos. O país é o centro do fundamentalismo islâmico que, nos últimos anos, se tornou mais forte porque a autoridade política leiga é fraca. "Os fundamentalistas buscam explorar a atual crise econômica para enfraquecer a posição do Governo. Através de ataques terroristas buscam enfraquecer o Governo e tomar o poder de maneira definitiva" – frisa o jesuíta.

"Isso nos entristece porque a sociedade egípcia não é bem educada e considera a religião de maneira muito simples. Também isso ajuda os fundamentalistas a ganharem consenso através da inspiração de conflitos e ações contra a população cristã" – disse ainda o sacerdote.

"O objetivo é criar um clima de conflitos para a desestabilização do Governo. Os cristãos são somente um pretexto para reforçar a posição dos fundamentalistas islâmicos" – disse Pe. Samir.

O sacerdote ressalta que numerosos intelectuais, representantes do Islã, condenam os ataques contra os cristãos. "O período de preparação do Natal, celebrado no Egito segundo o calendário copta na noite de 6 e 7 deste mês, estava previsto como um período espiritual, marcado pela oração e jejum. Ao mesmo tempo, nós no Egito, estamos conscientes de que somos a Igreja dos mártires. Hoje, novamente devemos estar prontos para dar a vida para defender a fé" – ressalta na carta Pe. Samir.

O jesuíta recorda que os coptas "são uma população originária desta terra, provenientes dos antigos cidadãos do Egito e dizem de si mesmos: Somos os descendentes dos faraós. Todos são inclusive os muçulmanos, e também os políticos. Para os coptas, os muçulmanos são uma população forasteira, imigrada" – frisa o sacerdote.

"Durante anos estas populações viveram num clima de paz. As discriminações e as perseguições começaram com o nascimento do Islã radical, cerca 40 anos atrás. Isto se nota também nas discriminações da legislação. Os cristãos pedem somente igualdade social, que não é garantida pela lei islâmica" - conclui Pe. Samir. (MJ)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Marine Le Pen: preces muçulmanas nas ruas francesas são como uma ocupação nazista

A filha de Jean-Marie Le Pen, e possível líder do Front National, disse em um comício que de 10 a 15 lugares em que muçulmanos faziam orações nas ruas eram territórios ocupados.

"Para aqueles que querem falar muito sobre a II Guerra Mundial, se é sobre ocupação, então nós poderíamos também falar sobre isso (preces islâmicas nas ruas), porque isso é ocupação de território", ela disse em um encontro em Lyon.

"É uma ocupação de seções do território, de distritos em que leis religiosas se aplicam. É uma ocupação", ela disse em um comício que foi parte de seu apelo para tomar a liderança do partido, quando seu pai sair em janeiro.

Fonte: Telegraph via Europenews.dk

A tradução ficou por parte do Mente Conservadora

Marine Le Pen poderá ser processada. Veja a declaração da Liga dos Direitos Humanos: "A Liga dos Direitos Humanos anunciou sua decisão de entrar com uma queixa, junto ao procurador de Paris, contra Marine Le Pen, por incitação à discriminação, ódio e violência depois de sua comparação de orações de rua às ocupações".

Fonte: Fdesouche

No caso, Marine Le Pen estava se referindo a isto:

  

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

'Nunca reconheceremos Israel', diz líder do Hamas Ismail Haniyeh

O Hamas poderia considerar um "cessar-fogo" com Israel, mas nunca reconhecer o Estado judaico, afirmou hoje o líder do grupo Ismail Haniyeh. A declaração é dada no 23º aniversário da fundação do grupo militante palestino, data comemorada por milhares de pessoas na Faixa de Gaza.

Haniyeh citou a guerra entre Israel e o Hamas e o cerco israelense na Faixa de Gaza, além de "planos internos e externos" do rival, para justificar sua postura de que o Hamas "nunca reconhecerá Israel". "Nosso fundador, xeque [Ahmad] Yassin disse: ''Liberem o que vocês puderem da Cisjordânia, da Faixa de Gaza e de Jerusalém, e onde não puder ser liberado, declarem um cessar-fogo", afirmou ele. Yassin era o líder espiritual do grupo e foi assassinado por Israel em 2004.

As fortes declarações contrastaram com as dadas em 1º de dezembro, quando Haniyeh sugeriu que o Hamas poderia aceitar um acordo negociado, caso a população palestina e os que vivem na diáspora votem a favor. O Hamas "irá respeitar os resultados do referendo mesmo se eles estiverem em conflito com posições do Hamas", afirmou então ele, em diálogo com líderes estrangeiros. "Nós aceitamos um Estado palestino com total soberania sobre a terra ocupada em 1967, com Jerusalém como capital e uma solução para a questão dos refugiados."

Hoje, porém, o clima era bem menos conciliatório. Antes da festa, Sami Abu Zuhri, um porta-voz do Hamas, disse que a intenção era mostrar como o grupo era popular entre a população da Faixa de Gaza. Atualmente, o grupo controla sozinho a região.

O nome Hamas é um acrônimo de Movimento Islâmico de Resistência. O grupo foi fundado em 14 de dezembro de 1987, no início da primeira Intifada (levante palestino, ocorrido entre 1987-1993). O grupo ficou associado a atentados suicidas contra Israel nos anos 1990 e durante a Segunda Intifada (2000-2005). As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Entrevista de Geert Wilders ao jornal israelense Yedioth

"Para dizer a verdade, sim, eu temo por minha vida".

"Eu sou apenas um homem. O perigo não vem apenas da Holanda. Ele vem de fora também. Há ameaças muito graves a partir de vários grupos terroristas, e quando alguém está ciente do grau de perigo, é apenas humano a pensar que algo ruim vai acontecer. Mas eu não posso permitir que esses pensamentos afetem meu trabalho. Se eu moderar a minha voz por causa das ameaças, parar de dizer o que está na minha mente, ou deixar de ser um político, aquelas pessoas terão utilizado meios anti-democráticos, ameaças e assassinatos para silenciar outros. Eles vão ganhar. Não os deixarei ganhar".
"É triste que, enquanto luto pela liberdade do meu país, eu perdi a minha própria", disse Wilders em uma entrevista especial para o Yedioth. "Eu só tenho a liberdade de expressão e pensamento. Ameaças à minha vida provam que meus argumentos são justos. Eu tenho certeza que se eu falasse com críticas sobre o Cristianismo ou o Judaísmo, não haveria resposta tão radical. Não haveria manifestações no Vaticano. A bandeira holandesa não seria queimada. Um milhão e meio de pessoas que votaram em nós, nas últimas eleições, não me veriam como um fascista ou um racista".

"Israel é o farol e a única democracia nesta parte retrógrada e ditatorial do mundo", ele proclama. "Israel é muito próximo de nós, à nossa identidade europeia. Israel luta a nossa guerra".

Poucos dias atrás, um tribunal holandês decidiu não punir um rapper muçulmano que escreveu em uma de suas músicas que iria atacar Geert Wilders. Em uma de suas músicas, ele dizia: "Geert, isto não é uma brincadeira. Na última noite, eu tive um sonho de arrancar a sua cabeça". Em outra parte, a música diz que "qualquer um que falar de muçulmanos será morto".

Há seis anos atrás, quando o governo holandês já não tinha casas seguras, Geert e sua esposa ficaram na prisão.

"As celas em que nós vivíamos tinha sido anteriormente ocupada por dois agentes líbios, responsáveis por abater o avião "Pan Am". Nós não estávamos lá como prisioneiros, mas como pessoas protegidas. Nós também dormimos em bases militares ao redor da Holanda e aviões militares nos levaram, se necessário fosse, para as nossas reuniões. Foi uma loucura. Houve momentos em que eu tive que colocar uma peruca, um bigode falso, e um par de óculos escuros para evitar que outros me reconhecessem".

Extrema-direita? Fascista? Racista? "Eu sou o oposto direto de tudo isso", protesta Wilders. "Nós usamos somente os meios democráticos. Nós definitivamente não somos racistas; nós não nos importamos com a cor da pele das pessoas. É ridículo afirmar que todos os nossos eleitores são fascistas. É um insulto - não apenas para mim, mas para eles também. Não pode haver tantas pessoas insanas na Holanda. Mas a elite política, que não conseguiu resolver os problemas que falamos abertamente - a imigração em massa, os índices de criminalidade, o islamismo - ainda pensa que não é politicamente correto falar sobre isso. Eles nos vêem recebendo amplo apoio e nos demonizam como resposta".

Wilders diz que os partidos estabelecidos em toda a Europa não têm nenhuma ideia de como tratar partidos como o dele. "Eles tentam colocar todos os tipos de rótulos em nós e, em seguida, copiam o que fazemos. Algumas semanas atrás eu fiz um discurso em Berlim. Eu disse aos alemães "Por favor, esqueçam seu passado. As novas gerações não são responsáveis pelo que aconteceu. Livrem-se do seu passado, porque ele impede que você fale livremente sobre os problemas criados pela imigração em massa e Islão.

Em sua entrevista, Wilders reitera que o Islão não é uma religião

"É uma ideologia totalitária. Nela, não há lugar para nada, a não ser o próprio Islão. Ela quer controlar não apenas a vida privada das pessoas, mas a vida da sociedade também. Se você é um ateu, um cristão ou um judeu vivendo em uma sociedade onde o islamismo é dominante, sua vida é muito difícil. É por isso que comparações devem ser feitas entre o Islã e outras ideologias totalitárias como o comunismo eo fascismo.


"Eu não tenho nada contra os muçulmanos como seres humanos. A maioria deles são pessoas que respeitam a lei como eu e você. Mas sou contra a imigração em massa de países muçulmanos, porque os imigrantes trazem sua cultura para cá, que, se permitida ser dominante, vai mudar a nossa sociedade. Já em países com uma considerável minoria muçulmana, essas mudanças para o pior pode ser vistas".

Wilders também admite a sua grande admiração a Israel e a Ariel Sharon: "Sharon foi demonizado no Ocidente, também, mas ele foi um grande político, e eu o tenho como um exemplo".

"Acredito que o conflito entre Israel e os palestinos não é territorial. Quem afirmar o contrário não tem idéia do que está falando. Se você der a Cisjordânia e Jerusalém Oriental e deixar os palestinos tê-los, isso não acabaria com o conflito. Vai levar algum tempo - um mês, um ano, dez anos - mas eles exigirão o resto do seu país, porque é um conflito ideológico. A solução, portanto, não poderia ser territorial, mas tem que ser ideológica.

"Palestinos acreditam - e esta é a natureza do Islão - que Israel é deles, e através da luta contra Israel eles combatem o ocidente não-muçulmano. A luta contra Israel é a luta contra nós. Nós somos Israel. A razão para o bom sono dos pais holandeses com nenhuma preocupação com os seus filhos é que os pais em Israel passam noites sem dormir porque seus filhos estão no Exército. Isso não significa que Israel não possa ser criticado, mas eu não tenho vergonha de lutar por Israel".

Na conferência, Wilders tentará convencer o público que os palestinos já têm o seu próprio país. "A Jordânia é a Palestina", afirma. "Isso foi verdade no passado, após o acordo Sykes-Picot, e, portanto, é uma solução para o conflito. Mesmo os reis da Jordânia, Abdullah e Hussein, disseram isso no passado. Só depois, quando eles perceberam que essas declarações poderiam pôr em perigo o seu reinado, porque os palestinos são maioria na Jordânia, eles mudaram suas mentes. Eu sou contra a idéia de transferência ou de limpeza étnica, mas se a Jordânia se tornasse a Palestina, seria possível encorajar os palestinos a se mudarem para lá. É claro que não será uma pessoa que decidirá como acabar com este conflito. Israel é uma democracia e decidirá por si próprio qual é a melhor solução para ele. A decisão é sua".

Entrevista completa no blogue de Geert Wilders
Tradução: Mente Conservadora

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ismail Haniya do Hamas: "Nós somos uma nação de Jihad e Martírio

 Segue um trecho do discurso que foi proferido por Ismail Haniya, político do Hamas e premiê da ANP:


Ismail Haniya: Nós somos uma nação de Mujahidin, uma nação que faz sacrifícios, uma nação de Jihad. Nosso gritos são da Jihad por amor a Deus. Esta é uma nação de martírio, uma nação de Jihad por amor a Deus.

As pessoas fazem um grande sacrifício. Eles sacrificam seus filhos por causa da Palestina e para o bem da terra, do Islã e dos muçulmanos. O poder da nação da Jihad é revelado sobre a terra da Palestina, assim como no Iraque, Afeganistão e Sudão, e em todas as outras frentes de confronto com os inimigos de Alá.

Esta é a nação cujo o coração batendo não conhece fraqueza ou confusão. Seu coração batendo é a Palestina e o povo palestino. É a nação do martírio e do sacrifício.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sellin Khan Panni: É uma missão divina matar Judeus e Cristãos e estuprar suas mulheres"

Hizbut Tahir
Segundo informações publicadas pelo Sri Lanka Guardian , após a proibição do famoso grupo de militância islâmica Hizbut Tahir no Bangladesh, seu líder e um dos fundadores no país, Bayejid Khan Panni, também conhecido como Selim Panni, tem estreitado laços com a Al Qaeda, com a Lashkar-e-Toiba, e outros grupos terroristas com o objetivo de levantar a "revolução islâmica" no Bangladesh. 

Bayejid Panni costuma afirmar que as mulheres envolvidas na política e que trabalham são prostitutas. Também afirma que os homens devem se casar com quantas mulheres quizerem, pois segundo ele "as mulheres foram criadas para o prazer sexual dos homens, essa é sua única tarefa".

Selim Panni também classifica os Judeus e Cristãos como os males da humanidade e como verdadeiras pragas que devem ser mortas, por isso "matar Judeus e Cristãos e estuprar suas mulheres é uma missão divina".

Constantemente como porta-voz do Hizbut Tahir, ele convida os muçulmanos a Jihad contra os Judeus e Cristãos.

Taqiuddin al-Nabhani
O Hizbut Tahir, foi fundado por Taqiuddin al-Nabhani em Jerusalém no ano de 1953. O objetivo da organização é unir todos os países islâmicos sob um califado. Ao lado da Irmandade Muçulmana é uma das organizações islâmicas mais influentes do mundo, tendo membros em quase todos os países islâmicos e em países ocidentais. O grupo rejeita tudo que vier do ocidente, defendem que os não-muçulmanos não possuam direitos nos estados islâmicos, pregam que o papel da mulher é ser "mãe e esposa", e dizem lutar de forma não violenta. Apesar de condenarem ações violentas, suas campanhas estão sempre com um fundo de Jihad, o que causou a proibição do grupo em diversos países ocidentais e árabes.



De Olho na Jihad 19/11/2010



segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Chefão do Hezbollah diz que seu grupo está preparado para mais uma guerra com Israel

Jihad Watch, 12 de novembro de 2010
Article link / Artigo original
Tradução: DEXTRA

Mais um capítulo na jihad sem fim se aproxima. "Hizbullah: Estamos prontos para mais uma guerra com Israel," do Jerusalem Post, 11 de novembro (Agradecimentos a Elvis):

Nasrallah diz que grupo irá "cortar a mão" de qualquer um que tente prender qualquer membro do partido por envolvimento com o assassinato de Hariri. O Hizbullah está pronto para mais uma guerra com Israel, disse o líder do grupo Hassam Nasrallah em discurso televisionado na quinta-feira à noite. 

Referindo-se ao que ele se referiu como um hábito de Israel se envolver onde não é bem-vindo, ele enfatizou que seu grupo terrorista libanês não teme de forma alguma outros futuros conflitos.

Com o progresso do Tribunal Especial para o Líbano (STL [em inglês]), incumbido de investigar o assassinato d[o entrão primeiro ministro libanês] Rafik Hariri, em 2005, e o indiciamento do Hizbullah sendo esperado, Nasrallah também disse que o Hizbullah vai "cortar a mão" de qualquer um que tente prender qualquer membro do partido.

"Os que imaginam que nós permitiremos a prisão ou detenção de qualquer um de nossos combatentes estão enganados,' disse ele a milhares de correligionários no sul de Beirute ontem, por meio de um vídeo."Vamos cortar a mão que se extenda para pegar qualquer um deles."...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Al Qaeda se prepara para conquistar Ceuta e Melilla da Espanha

 

Através de seu site os terroristas da Al Qaeda no Magreb Islâmico publicam habitualmente seus comunicados, dessa vez eles afirmam que Ceuta e Melilla serão recuperadas "pela força, porque pela força foram tomadas".

O comunicado foi intitulado de "Ceuta e Melilla, tesouros perdidos", e anuncia que as duas cidades se encontram"embaixo do império cruzado espanhol, e fora do império de Deus". Portanto, devem ser recuperadas para o Islã "pela força, porque pela força foram tomadas", para serem devolvidas a "Nação do Islã".

Curiosamente, a reivindicação de Ceuta e Melilla é feita normalmente pelo Marrocos, que pede sua reintegração a soberania de Mohamed VI. Algo que é falso, pois tanto Ceuta como Melilla se encontra sob a soberania espanhola (Ceuta foi transferida para a Espanha no século XVII por Portugal durante sua independência da Coroa Espanhola) muito antes do reino alauita ter começado.

No entanto, aqui a reivindicação toma outros tons, pois ela não pede a reintegração a um país concreto, que seria o Marrocos, mas pede concretamente que as cidades sejam islamizadas.
O habitual absurdos dos islâmicos ao redor da Lenda Negra
Como é habitual nos fanáticos Islamitas (na prática todo maometanos é um autêntico fanático), oferencem sua própria versão sobre a Península Ibérica Islamizada, Al Andalus, que havia sido islamizada sem violência alguma, somente como manda o próprio significado do Islã, submissa a religião muçulmana, aberta e tolerante.

Porém, um malévolo plano do Vaticano [sic] e sua intolerância (própria da Lenda Negra antiespanhola), acabou com a presença muçulmana na Espanha, um verdadeiro massacre, o pior da humanidade segundo a Al Qaeda. Pura fantasia das Mil e Uma Noites do realismo literário. É como se o redescubrimento dos reinos cristãos sobre os territórios islamizados, que constitui a origem da Espanha, iniciado desde os primeiros anos de uma forma <> nunca tivesse acontecido. O Islã nunca foi imposto pela bondade da palavra e sim mediante a mais pura violência, assim como exigia o profeta Maomé, o primeiro Califa: Mediante a jihad, a guerra santa contra o infiel.

Força essa que a Al Qaeda está disposta a utilizar regurlamente, de acordo com as centenas de terroristas que aparecem no vídeo junto ao comunicado, todos munidos de material de guerra para seguir matando e sequestrando, tudo em nome de Allah, o Deus mais sanguinário e fanático do planeta.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Declaração da Al Qaeda na Península Arábica assumindo a responsabilidade pelo seqüestro do diretor-adjunto de segurança

O “De Olho na Jihad” traz aos leitores o comunicado divulgado pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA) assumindo a responsabilidade pelo seqüestro do vice-diretor de segurança, Ali Muhamma Salah al-Husam, que “liderou redes de espionagem contras os muçulmanos durante 20 anos”.A declaração revelou ainda que “os irmãos Husein, Al Teiss e Mashhoor al-Ahdal foram presos pelos xiitas Huthis em uma de suas regiões que pertencem à Al-Jawf e exigiu sua libertação “no prazo de 48 horas a contar da data de publicação da declaração”.

“Uma das brigadas de Mujahedens, com a graça de Deus, prendeu o vice-diretor de segurança da província de Saa’da, Ali Muhammad Salah al-Husam, no dia dezesseis do Ramadã, no ano 1431 islâmico, correspondendo a 26 de agosto de 2010.

Ele comandou as redes de espionagem contra os muçulmanos durante 20 anos, e aterrorizou pessoas, invadiram suas casas, seqüestraram alunos e prenderam de forma injusta.

E se o governo apóstata estiver interessado em seus espiões, não há nenhuma maneira de salvar o destino deste, exceto pela libertação dos irmãos Husein al-Teiss e al-Ahdal dentro de 48 horas a partir da data de publicação desta declaração.

E nós anunciamos que os irmãos Husein foram presos pelos Xiitas Huthis em uma de suas regiões que pertencem à Al-Jawf. Posteriormente, os xiitas os entregou ao diretor da política de segurança em Saa’da (Yehya al-Marani), de acordo com as confissões do vice-diretor que temos como prisioneiro”.

“Deus está no controle, mas a maioria das pessoas não sabe”.
Organização Al Qaeda na Península Arábica segunda-feira, 20 de setembro de 2010.

Fonte: Flashpoint

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