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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A Europa não é terra do Islã


Por Vincent Revel – Minuto Digital
Tradução e adaptação: De Olho na Jihad


Depois das manifestações “Eu sou Charlie” o que faremos? Como reagiremos e analisaremos a situação dramática onde nós mesmos nos colocamos?

Em nome da convivência e para evitar ofender alguns, estamos proibidos de nomear o perigo que enfrentamos. Alguns falam em terrorismos (assim mesmo no plural!), outros evocam o termo “uns extremistas”, todos com a intenção de manter a confusão sobre o real problema, no entanto, sem meias palavras, o problema é claro: O Ocidente está em guerra contra o Islã político.

Esta constatação é impossível de ser assumida por nossas elites desconexas da realidade, pois obrigaria à contestação do multiculturalismo imposto à força à Europa. Segundo nossos ideólogos, a única resposta que pode ser dada é a luta contra o racismo e a xenofobia! Ou seja, o ocorrido não serviu de lição.

Os islamitas franceses que partiram para e da Síria, os Mohammed Merah, Kouachi, Amedy Coulibaly e outros, assim como os jihadista do ISIS, têm se convertido em exemplos do serviço de propaganda islâmica.

Se não olharmos para o problema os fundamentalistas fecharão nosso olhos! Abandonemos nossos princípios e alguns inculcarão os seus em nossos filhos! Será tarde para reagir. Felizmente, ainda há fortes personalidades europeias que nos recordam nosso dever de lutar e manter vivo nossos valores ocidentais. É o caso de Ayaan Hirsi Ali, covardemente abandonada por seu país de acolhimento, a Holanda, por medo de represálias.

Negar as evidências não fará desaparecer a ameaça dos fundamentalistas muçulmanos. Não importam o que falam sobre convivência, esses loucos de Alá só desejam a morte do Ocidente. Essa é a realidade!

Dizem-nos que devemos respeitar o Islã, porém isso não significa que devamos fazer isso a qualquer preço. Nosso país não tem que adaptar-se aos costumes e valores muçulmanos totalmente alheios e estranhos a nossa civilização.  Não é a França que deve mudar para que o Islã se integre em nossa sociedade. O Islã político, que pretende mudar nossas leis e identidade, não pode ter lugar em nossa terra.

Não fechemos mais nossos olhos diante da loucura assassina perpetrada pelo islamismo. Levamos quase 80 anos para começar a entender o que eram os regimes comunistas da Europa Oriental. Quanto tempo será necessário para perceber que o Islã é a principal praga deste novo século?

É desgraçadamente compreensível que os islamitas de países de maioria muçulmana queiram viver sob a Sharia, já que o Islã não é só uma religião. O Islã pesa como uma lona sobre as liberdades individuais de seus seguidores e também é uma ideologia política com uma selvagem fome de dominação sobre tudo. 
Devemos tomar consciência desse perigo.

Hoje nosso continente se encontra mais uma vez na linha de frente.  E apesar da forte presença do Islã na França, favorecido por uma imigração fomentada por nossa elite decadente, os valores islâmicos não devem se enraizar na terra de nossos ancestrais. A França e a Europa não serão uma terra do Islã!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Atentado contra embaixada francesa em Trípoli

Um atentado com um carro-bomba cometido nesta terça-feira contra a embaixada francesa em Trípoli, capital da Líbia, deixou pelo menos duas pessoas feridas, informou à Agência Efe uma fonte de segurança.
Os feridos, ambos de nacionalidade francesa, são vigilantes da embaixada e um deles se encontra em estado grave. O ataque causou grandes danos em parte do prédio, situado no bairro Al-Andalus.

Duas casas também foram danificadas e vários veículos pegaram fogo. A polícia e o Exército líbios isolaram a zona, para onde foram o ministro das Relações Exteriores, Mohammed Abdelaziz, e o vice-primeiro-ministro, Awad al Barasi. O chefe d Governo, Ali Zidaan, não se encontra no país.

Abdelaziz, que qualificou o ataque de "terrorista", segundo a agência estatal "WAL", informou que uma comissão franco-líbia foi formada para investigar o ocorrido.

Até o momento não se sabe quem é o autor do ataque e nenhum grupo assumiu sua responsabilidade.
A França confirmou hoje que dois soldados ficaram feridos na ação. O presidente do país, François Hollande, condenou "firmemente o atentado" e solicitou ao ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius, que envie "imediatamente" um representante para Trípoli para "tomar todas as medidas necessárias".

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Islã superando o Catolicismo como Religião Dominante na França


Soeren Kern

Enquanto isso, o governo socialista da França inaugurou recentemente uma nova Mega-Mesquita em Paris, como um primeiro passo rumo à “construção progressiva de um Islã francês”.

De acordo com uma recente pesquisa, a maioria do povo francês acredita que o Islã é muito influente na sociedade francesa, e quase a metade vê os muçulmanos como uma ameaça à identidade nacional.

A pesquisa revela uma significante degradação da imagem do Islã na França. Os resultados também mostram que os eleitores franceses estão cada vez mais desconfortáveis em relação à imigração em massa dos países muçulmanos, que tem sido encorajada por uma geração de elites políticas e culturais da Franças dedicadas a criar uma sociedade multicultural.

A pesquisa conduzida pelo Instituto Francês de Opinião Pública (ou Ifop, como é usualmente chamado), e publicado pelo jornal de centro-direita Le Figaro em 24 de outubro, mostra que 60% do povo francês acredita que o Islã tornou-se “muito visível e influente” na França – acima dos 55% de uma pesquisa de dois anos atrás.

A pesquisa também revela que 43% do povo francês considera a presença de imigrantes muçulmanos como uma ameaça à identidade nacional da França, comparado a apenas 17% para os quais eles beneficiam a sociedade.

Além disso, 68% do povo francês atribui a culpa dos problemas associados à imigração islâmica aos imigrantes que se recusam a integrar-se (acima dos 61% de dois anos atrás), e 52% culpam as diferenças culturais (acima dos 40% de há dois anos).

A pesquisa também mostra uma resistência crescente aos símbolos do Islã. Aproximadamente 2/3 (63%) do povo francês diz ser contra o uso do véu por mulheres muçulmanas ou lenços islâmicos na cabeça em público, comparado aos 59% da pesquisa anterior.

Ademais, mostra que apenas 18% do povo francês apóia a construção de novas mesquitas na França (comparado aos 33% em 1989, e 20% em 2010).

“Nossa pesquisa mostra um endurecimento adicional nas opiniões do povo francês”, disse Jerome Fourquet, chefe do departamento de opinião do Ifob, ao Le Figaro. “Nos últimos anos, não tem havido uma semana sequer em que o Islã não seja o centro das notícias por razões sociais: o véu, a comida halal, notícias dramáticas como ataques terroristas ou questões geopolíticas”, ele disse.

A França, que é o lar de um número estimado de 6 milhões de muçulmanos, tem a maior população muçulmana da União Européia. De fato, atualmente há mais praticantes muçulmanos na França do que católicos romanos.

Embora 64% da população francesa (ou 41.5 dos 65 milhões de habitantes) identifique-se como católica romana, apenas 4.5% (ou 1.9 milhão) é realmente praticante, de acordo com uma pesquisa adicional sobre o Catolicismo na França, publicada pelo Ifop em julho de 2009.

À guisa de comparação, 75% (ou 4.5 milhões), dos estimados 6 mihões da maioria étnica muçulmana norte-africana e sub-saariana, identifica-se como “crente”; e 45% (ou 2.5 milhões) diz ser muçulmanos “praticante”, de acordo com um relatório de pesquisa aprofundado sobre o Islã na França publicado pelo Ifop em julho de 2011.

Tomados conjuntamente, os dados das pesquisas fornecem evidência empírica de que o Islã está tendo sucesso na superação do Catolicismo Romano como principal religião da França.

Esta tendência também reflete-se no fato de que constroem-se na França mais mesquitas do que igrejas católicas; aproximadamente 150 mesquitas estão em construção atualmente.

O número de mesquitas na França já dobrou para mais de 2 mil somente durante os últimos 10 anos, segundo o relatório de pesquisa “Construindo mesquitas: o governo do Islã na França e na Holanda”. O reitor da Grande Mesquita de Paris, Dalil Boubakeur, urge para que o número de mesquitas dobre novamente – para 4 mil – para satisfazer a crescente demanda.

Em contraste, a Igreja Católica Romana construiu apenas 20 novas igrejas durante a última década, e fechou formalmente mais de 60,  muitas das quais estão destinadas a tornarem-se mesquitas, de acordo com pesquisa conduzida pela La Croix, um jornal católico romano sediado em Paris.

Durante semanas recentes, tensões têm irrompido devido à proposta de transformação de uma igreja vazia em mesquita na cidade de Verzion, região central da França. A controvérsia envolve a pequena igreja de Saint-Eloi, localizada num bairro operário que foi tomado por imigrantes do Marrocos e da Turquia.

Com seis igrejas para manter e menos fiéis a cada ano, as autoridades católicas de Vierzon dizem que não podem mais permitir-se a manter Saint-Eloi. Eles querem, agora, vender o prédio por 170 mil euros (220 mil dólares) para uma organização muçulmana marroquina que quer transformar a igreja em mesquita.

Numa entrevista para o semanário francês Le Nouvel Observateur, Alain Krauth, o pároco da maior igreja católica de Vierzon, disse: “A comunidade cristã já não é mais tão importante quanto foi no passado. Se muçulmanos moderados comprarem a Saint-Eloi, podemos apenas ficar felizes de que os muçulmanos de Vierzon estarão aptos a celebrar sua religião”. Seus comentários foram recebidos com perplexidade pelos cidadãos locais que, agora, tentam impedir que a igreja se transforme em mesquita.

Cenas similares ocorrem em toda a França.

Perto dali, na cidade de Poitiers, aproximadamente 70 membros de um grupo de jovens conservador chamado Geração Identidade (Génération Identitaire) ocupou recentemente uma mesquita que está sendo contruída no distrito altamente muçulmano de Buxerolles.  A invasão na madrugada de 21 de outubro foi concebida como um protesto contra a crescente influência do Islã na França.

Os protestantes escalaram a abóbada da mesquita (fotos aqui) e desfraldaram um cartaz com a simbólica frase “Geração Identidade 732”, uma referência ao ano de 732, quando Charles Martel impediu o avanço do exército muçulmano invasor ao norte de Poitiers (também conhecido como Batalha de Tours).

Enquanto isso, o governo socialista da França inaugurou recentemente uma nova Mega-Mesquita em Paris como um primeiro passo rumo à “construção progressiva de um Islã francês”.

A nova mesquita, localizada no subúrbio de Cergy-Pontoise, zona norte de Paris, não é vasta somente em suas dimensões (fotos aqui), mas também é significativamente visível e simbólico: espera-se que seu minarete, que foi conscientemente concebido para alterar o céu suburbano por ser maior que qualquer torre de igreja da vizinhança, torne-se o “novo símbolo do Islã na França”.

Falando em nome do presidente François Hollande na cerimônia de inauguração da mesquita de Clergy, o Ministro do Interior Manuel Valls articulou a política do governo socialista a respeito da construção de novas mesquitas na França. Ele declarou: “Uma mesquita, quando erguida numa cidade, significa algo simples: o Islã tem seu espaço na França”.

Artigo publicado pela Gatestone Institute.

Original em inglês: Islam Overtaking Catholicism as Dominant Religion in France

 


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"






 
Na Europa, vizinhanças com uma população marjoritamente muçulmana toram-se  zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guetos imigrantes se tornaram  ghuetos criminosos.

As forças policias recusam-se entrar nestas áreas, a menos que seja em grupos, e muito bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se incediando lixeiras, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-os.
 
O vídeo está no nosso parceiro luso Perigo Islâmico

terça-feira, 9 de outubro de 2012

França: Muçulmanos pressionam comerciantes para impedir a venda de bebidas alcoólicas, carne de porco e roupas femininas no mercado


Na cidade francesa de Nimes, já há grupos de muçulmanos salafistas que, nos dias de vendas no mercado de Chemin Bas Avignon, aproximam-se doscomerciantes que vendem bebidas alcoólicas, carne de porco e vestimentas femininas para  "pedir" que parem de comercializar  estes produtos. Alguns dos vendedores já deixaram de frequentar pontos de trabalho no mercado por medo de represálias. As autoridades mostraram-se céticas quanto as denúncias, mas prometeu investigar.

Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Alerta Digital

terça-feira, 2 de outubro de 2012

União Internacional dos Estudiosos Muçulmanos: O Papa deve pedir perdão pela derrota islâmica na Península Ibérica

O Instituto de Investigação do Oriente Médio (MEMRI) publicou tradução de um comunicado da União Internacional dos Estudiosos Islâmicos (IUMS), que diz: 

"Embora a União [o IUMS] trabalhe para acalmar a ira dos muçulmanos do mundo, [que foi despertada] pelos não muçulmanos ao insultarem o honorável Mensageiro [Maomé], [de modo que] os protestos se limitem a ser pacíficos e não ataquem qualquer embaixada ou local cristão, pedimos ao Papa que se desculpe para com os muçulmanos pela sua conferência [Ratisbona, 2006], a exortação apostólica e as matanças cometidas pelos cruzados no Al-Andalus [Península Ibéria], do mesmo modo como se desculpou com os judeus."

 O IUMS é dirigido pelo xeque egípcio Yusuf al-Qaradhawi, conhecido pelo seu programa na cadeia televisiva al-Jazeera, intitulado "Sharia e Vida" (Sharia - lei islâmica), que tem uma audiência de mais de sessenta milhões de pessoas, e durante algum tempo líder espiritual da Irmandade Muçulmana. Em 2006, considerou que o papa tinha insultado os muçulmanos e incitou-os a expressar a sua ira na sexta-feira (dia sagrado para os muçulmanos) seguinte.

domingo, 25 de março de 2012

Irmão do assassino de Toulouse acusado de cumplicidade

Um juiz tomou esta decisão a pedido do Ministério Público, que abriu uma investigação judicial.

Abdelkader Merah, de 27 anos, e a namorada foram transferidos, no sábado, de Toulouse para a unidade antiterrorista de Paris. A namorada, entretanto, já foi libertada.

Abdelkader Merah admitiu que estava com o irmão quando este roubou a mota que utilizou nos crimes, mas as autoridades que fizeram buscas em sua casa não descobriram nem armas, nem explosivos, nem nenhum indício incriminatório no seu computador.

O irmão do assassino de Toulouse disse estar orgulhoso dos actos do Mohamed Merah.

Mohamed Merah perpetrou três ataques a 11, 15 e 19 de Março, durante os quais matou sete pessoas, entre as quais crianças.

O suspeito foi morto na quinta-feira a tiro pela polícia quando saltou por uma janela do seu apartamento, durante o tiroteio que pôs fim a um cerco de 32 horas.

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Vítimas do massacre de Toulouse são enterradas em Jerusalém


Uma multidão lotou o cemitério de Har HaMenuchot (Monte dos Descansos), na entrada de Jerusalém, para acompanhar o enterro das quarto vítimas do ataque à escola judaica francesa Ozar HaTorah, na cidade de Toulouse, sul da França, na segunda-feira. O clima era de comoção e indignação entre os presentes, a maioria judeus ortodoxos, principalmente quando os corpos do Rabino Jonathan Sandler, de 30 anos, e de seus filhos Gabriel e Aryeh, de 3 e 5, chegaram envoltos, cada um, num talit, xale tradicional judaico branco com listras azuis. Outra vítima, a menina Myriam Monsonego, de 8 anos, foi envolta num tecido de veludo negro com símbolos religiosos.

Inconsoláveis, Yaffa Monsonego, mãe da menina Myriam e a diretora do colégio alvejado pelo atirador, e Ava Sandler, viúva do rabino assassinado, grávida de seis meses, tiveram que ser amparadas por amigos diversas vezes. Jonathan Sandler havia estudado em Israel antes de se mudar para Toulouse com a família, há apenas sete meses. Ele era um dos professores de Torá (Velho Testamento) mais conhecidos e queridos da escola. Ele também escrevia para o jornal ortodoxo “Kountrass” e era voluntário da ONG Shoresh, dedicada a diminuir a distância entre judeus relgiosos e seculares.

Os caixões de madeira com os corpos chegaram ao Aeroporto de Tel Aviv às 5h desta quarta-feira e foram levados diretamente ao cemitério de Har HaMenuchot (Monte dos Descansos), em Jerusalém, por um comboio de carros fúnebres. O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, viajou a Israel no mesmo avião para participar do enterro.

"Vim para mostrar a solidariedade do povo francês com o povo de Israel, que sente como suas as crianças assassinadas", disse Juppé ao presidente Shimon Peres, com quem se encontrou antes do enterro.

Peres respondeu afirmando que a presença de Juppé “é uma expressão única das relações profundas entre França e Israel”. O presidente israelense elogiou a reação do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

"As ações do presidente Sarkozy durante esses eventos difíceis provam que Israel e França estão no mesmo front na busca de paz e na guerra total contra o terrorismo ′", disse Peres.

No enterro, o chanceler francês, que também se encontrou com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmou que a França “está fazendo todo o possível para que haja segurança plena em escolas e sinagogas, para que atos criminosos como esse nunca aconteçam de novo”.

"Sempre que xingam, atacam ou assassinam um judeu no solo de nossa República, é a nação francesa inteira que chora e que deve reagir. O antissemitismo é contra todos os valores da França e é, assim, insuportável", afirmou Juppé, usando a tradicional kipá judaica na cabeça. "Que suas almas e memórias sejam abençoadas ", complementou, em hebraico.

Autoridades israelenses, como o ministro do Interior, Eli Yishai, e da Justiça, Yaakov Neeman, também estavam presentes. O presidente da Knesset, o Parlamento israelense, Reuven Rivlin, fez o discurso mais exaltado.

"O povo judeu enfrenta animais selvagens e insaciáveis, animais selvagens transformados em loucos por seu ódio", afirmou.

Em Ramallah, na Cisjordânia, o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, condenou o ataque à escola judaica e reagiu às palavras do suspeito, o argelino Mohammed Merah, que afirmou ter cometido o crime em reação à morte de crianças palestinas na Faixa de Gaza.

"Chegou a hora de criminosos como esse pararem de assassinar em nome da Palestina", afirmou Fayyad. "Nossas crianças não pedem nada a não ser uma vida justa. Nenhuma criança palestina aceita o assassinato de inocentes".

Da Agência O Globo
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sexta-feira, 9 de março de 2012

Revelador - Estratégia islâmica na Europa: “Sejam discretos e alcançaremos nossos objetivos”

Atualizado as 18:02

Uma rede bem organizada e implantada em várias cidade da França, busca influenciar os centros de poder, as universidades e a UMP (o partido de Sarkozy).

O jornal francês L´EXPRESS teve acesso a um manual de lobby gravado em um CD pirata como se fosse um CD de Carla Bruni. Esse material ultra-secreto estava sendo entregado aos dirigentes da rede islâmica, sessenta pessoas iniciados nos ambientes dos Estudantes Muçulmanos da França (EMF), da União das Organizações Islâmicas da França (UOIF). Este documento apesar do seu entusiasmo e “triunfalismo”, é interessante por demonstrar suas táticas, sua vontade de poder, sua habilidade política e a filosofia política que os movem. Não há qualquer garantia que esse proselitismo tenha futuro, no entanto, precisamos alertá-lo que ele existe.

A bela Carla Bruni se transformou, sem saber, na mensageira dos slogans de uma reunião neoislamita, uma vanguarda clandestina escondida sob o nome de “Veni, vidi, vici”, e distribuída entre Lille, Estranburgo, Lyon, Marsella, Montpellier, Tolouse e Brudeos. Todos eles passaram pela universidade, são jovéns, inteligentes, bem colocados na UOIF (União de Organizações Islâmicas da França e também na Associação dos Estudantes Muçulmanos da França (EMF).

Invocando o nome de Allah, esta falange influente e experiente nos jogos políticos, decidiu se infiltrar nos centros de influência e do poder do Hexágono (a República Francesa). Trata-se de uma luta realizada em sigilo máximo. Lançando mão da tecnologia, suas recomendações e estratégias, são camufladas no interior de cópias piratas de Cd-Rom’s nomeados, inicialmente de forma insuspeita, como o disco de Carla Bruni “Quelqu´un m´a dit“. São no total 70 fichas ultra-confidenciais que expõem. uma por uma, as linhas de luta. Apenas os militantes mais importantes possuem acessos a todos os documentos. É durante os encontros secretos, que são confiadas as chaves para que os documentos sejam decifrados. O Folio de Paris teve acesso a oito palavras chaves e com elas o L´EXPRESS tem conseguido decifrar a estratégia secreta dos neoislamitas.

‘Sejam discretos e alcançaremos os nosso objetivos”

Desde o início, a pequena equipe está convencida de que sua organização está de vento em popa. “Este ano de 2002 tem sido, graças a Allah, e graças a vocês, um ano de êxito para todos nós” . Ele relata muitos sucessos. Primeiramente a entrada, pela porta da frente, na UOIF e no Conselho Muçulmano Francês, e da “explosão” na cena universitária dos Estudantes Muçulmanos da França, que se gabam de ter 39 eleitos nos conselhos da universidade, e graças a mobilização das associações islâmicas elegeram uma dúzia de deputados da UMP. O material escondido no disco de Carla Bruni, é classificado como “um conjunto de experiências” destinado a ajudar os militantes “nesta guerra contra os diversos adversários”.

Após demostra essa vitória, o documento começa a nomear várias diretrizes para a islamização da França e de toda Europa.

“Apoiemos candidatos que estejam do lado muçulmano, que nos vejam como moderados lutando por nosso direitos e ao mesmo tempo não se opondo aos valores ocidentais, para que no futuro possamos levar os valores islâmicos a toda sociedade”.

“Nosso objetivo e dar ao candidato um crescimento significativo de votos, pois assim o candidato ficará em uma situação de dependência com relação ao nosso apoio, assim poderemos obter de sua vitória, os nossos objetivos e ao mesmo tempo fazer com que sinta que sua existência política está em nossa mãos”... “Com o nosso peso político reintroduziremos a islamização, de maneira especial entre os jovens”... “Com isso marginalizamos os laicistas”.

A tática dos neo-islamistas é apresentar o Estado com uma “instituição discriminatória”, para dessa forma sensibilizar a população muçulmana e conseguir o financiamento de sua luta. “Igual a todas as lutas, a nossa requer os meios financeiros para prosseguir, e para a nossa propaganda, por isso temos que fazer a coleta do “zakat” (o imposto religioso) entre os empresários e comerciantes islâmicos.

O documento também orienta os muçulmanos a se infiltrarem em todas as camadas da sociedade, incluindo as forças de segurança: “ Queremos agentes nos serviços de segurança, fiéis a nossa luta”, “com uma boa formação militar”.

O programa está em marcha.

Blog De Olho na Jihad com informações do EuropeNews

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Revista francesa estampa beijo homossexual com muçulmano em resposta a incêndio


O semanário satírico “Charlie Hebdo” volta a suscitar polêmica. Uma semana após sua redação ter sido incendiada por extremistas islâmicos, quando iria publicar caricaturas do profeta Maomé, a publicação voltou às bancas com outra capa provocadora, em que mostra um muçulmano e um cartunista se beijando na boca, sob o título: “o amor é mais forte que o ódio”.

De orientação anarquista à esquerda, a revista faz várias críticas ao integracionismo cristão e muçulmano, além de reivindicar o direito aos desenhistas e redatores escreverem a fazerem piadas sobre o que bem lhes interessar.

“Compreendemos perfeitamente que um muçulmano não queira ver desenhos de seu profeta, nem comer porco, muito menos rir dos desenhos de ‘Charlie’. Mas há outros que não são muçulmanos. Portanto, temos direito de desenhar Maomé, comer porco ou rirmos de qualquer coisa. Também não somos cristãos, judeus ou budistas”, diz o editorial da revista.

O texto também afirma que os muçulmanos “são as primeiras vítimas do incêndio criminoso e noturno que incendiou a sede da revista semanal”, que também coincidiu com um ataque à página do ‘Charlie’ na web, reivindicado por integracionistas turcos. “Só torcemos para que esse incêndio tenha sido, na verdade, organizado pela extrema-direita, com o intuito de desacreditar todos os muçulmanos”.

O novo número da publicação conseguiu ser publicado nas impressoras do jornal francês Libération e utilizando o suporte eletrônico do Le Monde. A revista só saiu com um dia de atraso.

O ataque à publicação não freou as sátiras da revista. Em determinada página, encontra-se uma vinheta com duas nádegas desenhadas que questiona: “Desenhar o traseiro de Maomé pode?”. A revista utiliza o escárnio para comentar os ataques sofridos no Facebook e rebate: “os extremistas se aterrorizam com o humor”.

A revista já possui um histórico complicado envolvendo polêmicas com grupos muçulmanos. Em 2006,a revista reproduziu as charges utilizadas no jornal dinamarquês Jyllands-Posten, que provocou a ira de muçulmaons. Algumas embaixadas da Dinamarca chegaram a ser queimadas em países de maioria islâmica. Algumas das caricaturas comparavam o profeta Maomé com um cachorro e associavam a religião ao terrorismo. A revista foi absolvida em primeira e segunda instâncias na Justiça francesa.

Fonte: Opera Mundi
 
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

França: Muçulmanos apedrejam católicos durante romaria

Esta notícia não vem do Egito nem do Irã, as vítimas são católicos franceses atacados nas ruas por muçulmanos.

Segundo reportado pelo Petit Echos d'Oran, na cidade de Nîmes, sul da França, muçulmanos atacaram e apedrejaram uma procissão católica. O episódio é apenas mais um entre as constantes agressões que muçulmanos tem protagonizado contra os cristãos na França e em outras partes da Europa. Tem tornado-se constante os ataques não apenas contra os cristãos, mas contra suas igrejas e cemitérios. Infelizmente, essas agressões não encontram eco na imprensa, ou quando são noticiadas, omitem a verdadeira motivação por trás dos ataques, com objetivo de proteger e minimizar os atos anticristãos dos muçulmanos.

O ataque ocorreu contra a comunidade católica dos antigos "pés negros" (europeus que viviam na Argélia no período colonial). A reunião atual da confraria "La Joyeuse Union Don Bosco" ocorre em Nîmes, no santuário da Virgem de Santa Cruz, construído pelos repatriados de Orán no final da Guerra da Argélia. Depois das celebrações participantes da Romaria foram apedrejados por jovens imigrantes da região. A polícia imediatamente interveio para proteger aos romeiros. Segundo a imprensa ninguém foi detido.

Fonte: Blog IN PRÆLIO!
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Jornal francês é atacado por caricatura de Maomé

PARIS A sede do jornal satírico francês Charlie Hebdo foi atacada nesta quarta-feira, 2, após a publicação de uma imagem do profeta Maomé na capa da publicação. O editor disse que uma bomba havia sido usada no ataque, embora não haja confirmação.

A edição desta semana mostra um desenho de Maomé e um balão com as palavras: "Cem chicotadas se você não morrer de rir". O título é uma referência à lei islâmica, a sharia, e afirma também que o profeta é o editor convidado da publicação. O site da Charlie Hebdo na internet parecia ter sido invadido, e mostrava imagens de uma mesquita com a mensagem "Nenhum Deus além de Alá".

Muitos muçulmanos acreditam que qualquer representação de Maomé é ofensiva. Desenhos dinamarqueses em 2005 despertaram protestos no mundo muçulmano e pelo menos 50 pessoas morreram. Protestos em abril contra um pastor americano que queimou o Alcorão levou a conflitos no Afeganistão, onde várias pessoas morreram.
Um fonte policial chegou a culpar o incêndio no escritório da revista a uma bomba, e disse que o ataque aconteceu por volta de 1h no horário local, adicionando que ninguém se feriu. "O prédio ainda está de pé. O problema é que não há mais nada lá dentro", disse o editor da revista, Stephane Charbonnier, à rádio Europe 1.

A revista havia recebido diversos e-mails com ameaças e insultos nos últimos dias, disse Charbonnier. "Está claro que é impossível montar uma publicação nessas condições. Para a próxima semana nós devemos encontrar escritórios em outros lugares", disse o editor. "Em todo caso, não há dúvida de que não faremos concessões aos islamistas. Nós vamos continuar." Fonte

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Subúrbios franceses estão substituindo o Estado pelo Islã

Clichy-sous-Bois depois dos distúrbios
Na França, bairros habitados majoritariamente por imigrantes muçulmanos estão cada vez mais distantes do estado Francês, assim como da cultura e da legislação francesa. É o que confirmou uma pesquisa do respeitado cientista político Gilles Kepel.

A pesquisa foi realizada nas cidades de Clichy-sous-Bois e Montfermeil, locais que foram palco de violentos distúrbios em 2005.

O estudo mostra que no subúrbio os valores seculares, bastante forte na sociedade francesa, estão sendo substituídos por valores islâmicos.

As famílias das duas cidades, são em sua grande maioria, compostas de imigrantes do norte e do oeste da África. Eles frenquentam regularmente as mesquitas, jejuam no ramadã e boicotam as refeições escolares por não serem halal.

A França tem a maior população muçulmana da União Européia, os seguidores de Allah somam entre cinco e seis milhões de pessoas. Constantemente o governo tem efrentado o desafio que essas cifras representam.

Nas escolas, as crianças vão para suas residência no horário de almoço, para comerem alimentos halal. Uma pesquisa feita por toda a França mostra que as pessoas não importam-se com casamentos mistos, mas nos subúrbios a mesma pesquisa mostrou que maioria dos muçulmanos não aceitam casamentos com não-muçulmanos.

"Valores islâmicos estão substituindo os valores franceses, substituindo uma república que não conseguiu cumprir com a promessa de igualdade", os moradores do subúrbio já quase não se identificam mais como franceses",diz o estudo.

Kepel completa a pesquisa dizendo que "o futuro da França depende de sua capacidade de reintegrar os subúrbios".

Blog De Olho na Jihad com informações do Al Arabiya News
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos de Paris: "Em breve, iremos as armas!"

Após o anúncio da proibição de que os muçulmanos ocupem as ruas para as orações, militantes do grupo ativista Forsane Alizza saíram as ruas de Paris para convencer os adoradores a não usarem as mesquitas temporárias espalhadas pela cidade. Eles aproveitaram a ocasião para lançar uma ameaça à França, diante das últimas ações do governo contra o Islã: " Em breve, iremos as armas!", avisou o militante.


Fonte: Blog Vlad Tepes
 
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

França: Pais muçulmanos criam problemas nas escolas devido as aulas sobre o Holocausto e as Cruzadas


A agência pública da França que supervisiona a integração dos imigrantes no país, tem alertado que pais muçulmanos estão prejudicando as escolas francesas. Os principais pontos de controvérsia, são a abordagem de temas como o Holocausto e as Cruzadas nas salas de aula.

Segundo informa o FaithWorld (Reuters),o governo publicará no próximo mês um relatório com as queixas dos professores de escolas públicas diante das crescentes reivindicações religiosas feitas por pais muçulmanos.

O relatório é parte da continuação dos debates sobre relação da religião e o ensino escolar que levou a proibição dos símbolos religiosos nas escolas em 2004.

Blog De Olho na Jihad com informações do diário Religión Confidencial e do FaithWorld

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

França: número de mesquitas dobrou em uma década


100 a 150 mesquitas estão sendo construídas atualmente na França, o presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana, Mohammed Moussaoui, disse à RTL. Moussaoui disse que a maioria são financiados pelos crentes e muito poucas do estrangeiro.

O ministro do interior, Claude Guéant, disse há três meses atrás que na última década o número de mesquitas aumentou de 1000 para 2.000. Guéant quer parar com as preces de sexta-feira nas ruas.

(...)

Fonte: AFP via Islam in Europe  / Tradução Mente Conservadora


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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Irã? Afeganistão? É Marselha, Capital Européia da Cultura


A Capital Europeia da Cultura é uma iniciativa da União Europeia que tem por objectivo a promoção de uma cidade da Europa, por um período de um ano durante o qual a cidade possui a hipótese de mostrar à Europa sua vida e desenvolvimento cultural, permitindo um melhor conhecimento mútuo entre os cidadãos da União Europeia.

Em 2013, Marselha, a segunda maior cidade da França será receberá o título de Capital Européia da Cultura. O que encontraremos nessa cidade francesa? Que cultura nos mostrarão?

Vejam abaixo o tipo de "cultura francesa que Marselha tem a nos oferecer:
























Blog De Olho na Jihad 13/07 as fotos são do Minuto Digital

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

França:Terrorista morre ao saltar de janela para fugir da polícia

Um homem morreu terça-feira na cidade francesa de Nice ao saltar de uma janela de um apartamento, na sequência de uma operação policial de combate ao terrorismo.

A vítima, um checheno, encontrava-se no apartamento, situado na área de Ariana, na companhia de outra pessoa, no momento que a polícia da Direcção Central de Inteligência Interna invadiu a residência.

Ambos saltaram pela janela, mas apenas um deles sobreviveu, informou fonte da polícia.

A mesma fonte explicou que esta operação pretendia desmantelar uma rede chechena de apoio logístico a acções no Cáucaso e que, no âmbito da mesma, tinham sido detidos outros seis cidadãos chechenos na cidade inglesa de Manchester.


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domingo, 17 de abril de 2011

"A Marcha dos Porcos" - Protesto contra a dominação dos alimentos Halal na França


Franceses estão organizando uma manifestação contra a dominação dos alimentos Halal, que como diz o cartaz da campanha "reflete a islamização do país".

A campanha pretende ser realizada com muito humor para atrair a atenção de todos.

Se você é francês, compre seu bancon, coloque uma máscara de porco, e vá para as ruas!


Acessem também o site da campanha: http://www.marchedescochons.com/

De Olho na Jihad - Notícia enviada pela nossa colaboradora na França

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domingo, 10 de abril de 2011

Radicais muçulmanos na França: "Nós estamos vindo para tomar de volta o que nos pertence"

Daily Mail  / Tradução Mente Coservadora
Radicais muçulmanos britânicos estavam entre pelo menos 61 pessoas presas hoje em Paris, em conexão com uma marcha ilegal contra a proibição da burca na França.

Eles incluíram Anjem Choudary, o clérigo radical que defende a lei da charia no Reino Unido e que chama soldados britânicos de assassinos.

Omar Bakri e Abu Izzadeen, que também são figuras controversas, tentaram chegar ao evento, mas foram parados pela polícia. Dezenove mulheres veladas foram presas.

Um porta-voz da polícia disse: "Líderes muçulmanos da Grã-Bretanha e Bélgica estão entre os detidos, eles viajaram para o evento.

"O medo era que eles iriam inflamar a situação. Esta foi uma jogada ilegal solicitando que a proibição da burca na França seja demolida e a charia seja introduzida".

Abu Imran, do Sharia4Belgium, filial belga de Anjem Choudary, publicou uma mensagem antes do protesto, chamando Carla Bruni a se converter ao islamismo e usar o niqab. Via Memri:

"Nós estamos vindo dizer: Oh Sarkozy, inimigo de Deus, o cão dos romanos, filho do incrédulo, estamos no nosso caminho. Nós estamos no nosso caminho com 'Allah Akbar', 'Allah Akbar'. Estamos chegando, com nossas bombas nucleares de "Allah Akbar". Estamos chegando, com nossas bandeiras pretas - as bandeiras negras de 'Não há Deus senão Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá'.

"Estamos chegando a tomar de volta o que pertence a nós, para recuperar a nossa terra e purificá-la da incredulidade e dos incrédulos. Estamos chegando com 'Não há nenhum deus além de Alá". Estamos chegando, porque nós rejeitamos a democracia Nós não aceitamos a democracia. Nós não aceitamos nada, exceto o tawhid de Alá. Nós não aceitamos nada, exceto: "Não há nenhum deus além de Alá". Nós aceitamos nada, exceto a charia de Alá.

"Assim como nós governamos muitas terras europeias, estamos chegando para fazer você pensar sobre [a batalha de] Poitiers, para fazer você pensar em Andaluzia, e para fazer você pensar sobre... Por Deus, nós estamos no nosso caminho. O dia que você verá a bandeira negra sobrevoando a Élysée está muito próximo. Eu peço a Alá que nos dê o poder de plantar a bandeira negra sobre o Élysée. Eu digo a todos meus irmãos e irmãs em França: Estamos vindo da Bélgica para apoiá-lo, com o nosso grupo, Sharia4Belgium. Estamos chegando para apoiar vocês".

Veja o vídeo completo aqui. Não há como incorporá-lo. 

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