O Governo mauritaniano vai extraditar para Bamako, 20 malianos, detidos em Fevereiro e acusados de “tráfico de droga e de apoio a Al Qaeda no Maghreb Islâmico (AQMI)”, anunciou, ontem, uma fonte judiciária.
“As formalidades de extradição do grupo para o Mali, a pedido deste país, estão a decorrer a bom ritmo”, indicou referiu fonte.
A decisão de extradição por parte das autoridades de Bamako coincidiu com a visita, a partir de ontem, do Presidente da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, a Bamako, na véspera do jubileu dos 50 anos de independência da República do Mali, antiga colónia francesa, e após a intervenção militar, de sexta-feira para sábado, do Exército mauritaniano contra o grupo da Al Qaeda no Magrebe Islâmico em território maliano.
Os 20 malianos foram detidos, em Fevereiro, no Norte da Mauritânia, numa operação do Exército deste país contra os traficantes de droga, três dos quais foram mortos.
A justiça da Mauritânia acusou recentemente o grupo de “tráfico de droga e de ajuda a uma organização terrorista”, estabelecendo-se uma ligação entre a Al Qaeda do Magrebe Islâmico e o tráfico de drogas.
Fonte: Jornal da Angola
“As formalidades de extradição do grupo para o Mali, a pedido deste país, estão a decorrer a bom ritmo”, indicou referiu fonte.
A decisão de extradição por parte das autoridades de Bamako coincidiu com a visita, a partir de ontem, do Presidente da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, a Bamako, na véspera do jubileu dos 50 anos de independência da República do Mali, antiga colónia francesa, e após a intervenção militar, de sexta-feira para sábado, do Exército mauritaniano contra o grupo da Al Qaeda no Magrebe Islâmico em território maliano.
Os 20 malianos foram detidos, em Fevereiro, no Norte da Mauritânia, numa operação do Exército deste país contra os traficantes de droga, três dos quais foram mortos.
A justiça da Mauritânia acusou recentemente o grupo de “tráfico de droga e de ajuda a uma organização terrorista”, estabelecendo-se uma ligação entre a Al Qaeda do Magrebe Islâmico e o tráfico de drogas.
Fonte: Jornal da Angola





