quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Bala no urso gângster!

Este texto já havia sido publicado antes, mas não com os vídeos a que ele se refere

Ontem eu estava aqui lendo uma notícia no site da Fox quando um amigo me mandou uns vídeos para eu dar uma olhada. Era uma série de comerciais de tv de uma campanha publicitária árabe para um alimento matinal, uma marca de queijo egípcia chamada Panda. São três propagandas, com o mesmo roteiro. Nelas, as pessoas, em ambientes diferentes, são intimidadas por um cara fantasiado de urso panda, o mascote da marca, a provarem ou adquirirem o tal produto, depois de já terem declinado polidamente a oferta. O urso quebra tudo em torno e força os sujeitos a provar ou comprar o troço. O vídeos são estes e a notícia que eu lia é a que se segue logo abaixo, em itálico.


Associated Press via Fox News, 18 de outubro de 2010.
Artigo original: Husband Can Hit Wife, Children If No Marks Left, UAE Says

ABU DHABI, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS– O órgão judiciário mais alto dos EAU diz que um homem pode bater em sua mulher e nos filhos novos, desde que a surra não deixe marcas físicas.

A decisão da suprema corte mostra a forte influência da lei islâmica nos Emirados, apesar de seu cosmopolitismo, já que o número de residentes estrangeiros supera em muito a população local.

A corte emitiu a sentença no começo deste mês, no caso de um homem que deixou cortes e hematomas em sua esposa e na filha adulta, depois de uma surra.

Ela diz que o homem era culpado de ter causado dano às mulheres, mas notou que os códigos islâmicos permitem a "disciplina", se não ficarem marcas. Também diz que os filhos que chegaram à "idade adulta" - a puberdade, aproximadamente - não podem apanhar.

A sentença foi relatada segunda-feira, no jornal de Abu Dhabi O Nacional.

O tal "Mundo" árabe é isto aí: atraso, fanatismo religioso e brutalidade inimagináveis, inidissociavelmente soldados à psique coletiva. Dos vinte e dois países que o compõe a criatura, vinte são ditaduras selvagens que causariam horror aos generais-ditadores latino-americanos. As exeções são a Cisjordânia e o Iraque, que, significativamente, vivem sob ocupação estrangeira. Deixados totalmente por sua conta, eles também certamente elegeriam algum partido islâmico delinquente para o poder, como os "palestinos" de Gaza, que assim que puderam elegeram o Hamas, que, por sua vez, deu um golpe sangrento contra os rivais do Fatah na primeira oportunidade.

Então você vê: a suprema corte de um dos países deles declara em alto e bom som que o Islã (certamente a fonte das suas leis), autoriza, sim senhor, ao marido bater na mulher. Por isso, é claro que um monstro que espanca a cônjuge, como o réu mencionado no artigo, só estava errado porque deixou hematomas e cortes no corpo da infeliz. O governo bem que podia, então, incentivar os maridos a adotarem técnicas de tortura tortura branca (não deixam marcas na vítima), ou pô-los para assistirem algum vídeo em que os imãs ensinem como surrar adequadamente a esposa, dentro de puros preceitos islâmicos.

Uma simples propaganda de um alimento matinal de outro país, o Egito, tem que que girar em torno daquilo que muito árabe e muçulmano por aí parece ver como a melhor estratégia de convencimento: a intimidação pura e simples.

- Come logo essa merda, seu fdp, senão, olha aqui o que eu vou fazer com vc...

Alguém vai dizer, é claro, que a propaganda em si mesma é muito engraçada e que pessoas de outros países também poderiam ter gravado uma peça publicitária como esta. Mas para quem acompanha este blog ou outras páginas semelhantes na internete, é óbvio demais que há um padrão civilizacional mais amplo de comportamento envolvido aqui. Se pusessem Maomé (vocês aí, que conhecem o "profeta" de outros Ramadans) naquela roupa ridícula de urso e ele ficasse à vontade pra convencer aquelas pessoas que teimavam em contrariar seus interesses, recusando o tal produto, a lhe obedecer de fato, como é que você acha que ele agiria, hein filhinhos?

Aliás, já puseram Maomé numa roupa ridícula de urso, em abril último, num episódio do desenho South Park.


O resultado foi um monte de árabes e muçulmanos jurando os cartunistas de morte e a não exibição do episódio na data prevista. - Por que será que eles fazem isso, hein?

Foi a terceira vez em uns poucos anos que estas comunidades se engajam em campanhas planetárias de intimidação contra o que eles julgam ser blasfêmias contra sua "religião", com ameaças de morte e arruaças de rua mundo a fora. Você se lembra das charges dinamarquesas de Maomé, em 2005, e eles também pedindo a cabeça dos cartunistas? Você se lembra deles ameaçando o papa Bento XVI, em 2006, por ele ( o papa) ter feito comentários associando Maomé à violência? Para falar como o Olavo de Carvalho, "Que palhaçada é essa"?

Como diz o aiatolá libanês Muhammad Hussein Fadtallah num vídeo de 7 de julho de 2008, legendado em inglês pelo MEMRI:

No Mundo Árabe, a Ditadura Começa em Casa
 

"Nós [árabes] fomos criados para sermos submissos (...) Em casa, o pai não deixa ninguém mais falar. A esposa não tem o direito de falar. As crianças não têm o direito de falar. O pai diz: 'Eu decido e ninguém pode contradizer ou discordar'(...) Você sabe a que esta educação leva? (...) Quando consideramos os partidos políticos, lá, também, ninguém se opõe, discorda ou critica o líder. Quem critica o líder está fora. Isto é verdade até para os partidos seculares. Eles pedem liberdade (...) Mas dentro do partido, as pessoas têm seus direitos negados (...) Isto acontece em todo o Oriente Médio, não estou falando de um lugar específico. Nós educamos nosso povo para se submeter aos fortes (...) Eles têm medo, é melhor não falar, melhor não contradizer. É por isto que temos tiranos que são como deuses."

Quem diz isto não sou eu, é um aiatolá árabe. Vai ver ele diz isto porque é islamofóbico, ignorante e racista.

Um panda médio-oriental. Quebrando tudo em torno de pessoas atônitas, para convencê-las a comerem ou adquirirem o tal produto que ele estava anunciando. Enquanto eu assistia o vídeo, me vieram à mente árabes e muçulmanos incendiando e destruindo coisas na Suécia e na França, indignados com alguma coisa - eles estão sempre indignados com alguma coisa. Árabes e muçulmanos intimidando os alemães em seu próprio país. Muçulmanos árabes jogando dois aviões contra prédios cheios de gente nos Estados Unidos, supostamente também para convencê-los de algo, com o apoio explícito e festivo de árabes e muçulmanos de todo o mundo.

Como o aiatolá Muhammad Hussein percebeu, o resultado de se deixar intimidar sistematicamente é ser tiranizado e reduzido à escravidão. Imagine o tipo de vida que a mãe e a filha a que o artigo de O Nacional se refere devem ter levado, estes anos todos, ao lado do patife do réu. Que diferença há entre ele e esse urso gângster da propaganda ou entre os dois e os islamofascistas do mundo todo? A doença espiritual e civilizacional é a mesma.

Surrar uns. Matar outros. Meter processos nos que denunciam essa demência diabólica toda e não der pra surrar ou matar, ao menos por hora. Aí, todo mundo fica quietinho. Eles têm medo, é melhor não falar, melhor não contradizer.

E falando nisso: o amigo que me passou o vídeo dos comerciais disse que nunca tinha visto nada tão engraçado. Eu disse: Isso aí é gangsterismo puro, seu idiota. Não tá vendo que é isso aí que eles fazem com vocês, aí fora?

- Come logo essa merda, seu fdp, senão, olha aqui o que eu vou fazer com vc...
- COME LOGO, O CARALHO, URSO DE MERDA!
POU! POU! POU!
 
Fonte: DEXTRA

Justiça proíbe líder paquistanês de perdoar Asia Bibi

REUTERS - A Justiça paquistanesa proibiu nesta segunda-feira o presidente Asif Ali Zardari de perdoar uma cristã condenada à morte pela acusação de insultar o Islã. 
 
Asia Bibi, 45 anos, mãe de quatro filhos, foi condenada à morte em 8 de novembro, num caso que começou como um conflito numa aldeia. Ela solicitou o perdão presidencial, mas a Alta Corte de Lahore proibiu Zardari de concedê-lo, atendendo à petição do cidadão Shahid Iqbal. 

Allah Bux Laghari, advogado de Iqbal, disse à Reuters que o perdão seria ilegal porque a corte já está avaliando um recurso contra a sentença. 

Grupos de direitos humanos pedem a revogação da lei paquistanesa relativa a blasfêmias, argumentando que ela discrimina minorias não-islâmicas, que compõem 4 por cento dos 170 milhões de paquistaneses.
Na semana passada, um ministro disse que uma investigação inicial sobre o caso de Asia Bibi mostrou que ela não cometeu blasfêmia, e que teria sido falsamente acusada em uma briga de vizinhos. 

Condenações por blasfêmia são comuns no Paquistão, mas nunca resultaram em execuções. Em alguns casos, porém, pessoas acusadas de blasfêmia foram linchadas.

Espanha desmantela grupo com vínculos extremistas

AE - Agência Estado - A polícia espanhola prendeu sete homens em Barcelona suspeitos de roubar passaportes para células radicais islâmicas na Tailândia e no Paquistão. Existe a suspeita de que eles colaboravam com um grupo que realizou os ataques de 2008 em Mumbai, na Índia, informou hoje o Ministério do Interior em Madri.
 
Os suspeitos eram seis paquistaneses e um nigeriano. Acredita-se que eles eram parte de uma rede europeia que supostamente obtinha passaportes para que eles fossem adulterados na Tailândia. Os passaportes eram depois distribuídos para células de extremistas, entre elas a Al-Qaeda e o grupo paquistanês Lashkar-e-Taiba, que realizou os ataques em Mumbai, matando 175 pessoas, e o Exército de Libertação dos Tigres do Tamil Eelam (LTTE), do Sri Lanka, informou o ministério em comunicado.

É a última de uma série de ações da polícia nos últimos anos contra grupos locais ligados à Al-Qaeda. Terroristas islâmicos não atacam a Espanha desde os atentados com bombas em Madri, em 2004, que mataram 191 pessoas, mas seguem ativos no país. O chefe do grupo vive na Tailândia e é um cidadão paquistanês. Segundo o ministério espanhol, ele foi preso junto com outro paquistanês e um cidadão tailandês.

A polícia espanhola informou que o grupo roubou grandes quantidades de passaportes estrangeiros na Espanha - praticamente todos na região de Barcelona - durante o período de 18 meses em que foram monitorados. Os roubos haviam sido supostamente pedidos pelo líder do grupo, que vive na Tailândia e pedia passaportes com nacionalidades e idades específicas, para que se falsificassem os documentos posteriormente. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ocupação na Vila Cruzeiro e Complexo do Alemão: Analista israelense traça paralelo entre o Rio e a Faixa de Gaza

Pixação feita por traficantes
RIO - Se a topografia das favelas cariocas remete às aldeias xiitas no sul do Líbano, a superpopulação e a desordem urbana podem ser comparadas à Faixa de Gaza. Becos e vielas da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão remetem aos campos de refugiados de Khan Yunis e Jabaliya, onde soldados israelenses pareciam brincar de gato e rato com militantes islâmicos em violentos embates. Diante da ocupação, além de presenciar a chegada das forças de segurança fortemente armadas, em Gaza, civis foram usados como escudos humanos por militantes em fuga - experiência longínqua que pode servir de advertência à polícia carioca na primeira fase da tomada das comunidades. 

- Aqui era comum ver militantes de grupos islâmicos, como o Hamas, infiltrarem-se em casas de civis em busca de abrigo. As famílias não tinham como desobedecer. Muitos morreram em ofensivas israelenses por conta de situações como essa. Para as Forças Armadas, é muito difícil distinguir civis de criminosos armados - adverte o analista militar israelense Hanan Grinberg, do site do portal Ynet. - Imprensa e sociedade civil terão papel fundamental no monitoramento das ações da polícia. 

Ocupação, sozinha, não afasta a violência 

As imagens de crianças brincando em ruas de terra e famílias marcadas por desesperança, pobreza se misturavam à presença policial e militar em Gaza. A varredura de milhares de residências, becos e vielas, desordenadas e superpovoadas, em busca de armas e militantes, envolve táticas de guerrilha urbana num labirinto de casebres. E exige cautela máxima de oficiais já tensos -- para que nenhuma vida civil seja perdida num movimento, eventualmente interpretado como suspeito. 

O estágio de busca é arriscado para ocupantes e moradores. Mas, em Gaza, o histórico aponta que as incursões israelenses não impediram a ação de grupos islâmicos: o exército de Israel entrou, fez a chamada "limpa" do território, prendeu suspeitos, apreendeu armas e saiu. E o rastro de destruição deixado pode ser um lembrete ao Rio, de que a ocupação, sozinha, não afasta a violência das comunidades. 

- Temos um confronto por questões de nacionalidade e terra. Vocês lutam contra vocês mesmos. É o Rio contra o Rio. O governo precisará de recursos e criatividade para que as comunidades tenham um futuro digno. Aqui, por exemplo, o governo palestino nunca teve como melhorar a vida dos moradores de Gaza por inúmeras questões internas. Após a ocupação de Israel e da saída, quem reassumiu o comando? O vácuo? O Hamas - disse Grinberg ao GLOBO. 

Fonte: O Globo

País rendido! Análise de Pame Geller sobre a rendição dos EUA ao Islã

O peru [do feriado de Ação de Graças] sendo servido na quinta-feira passada pela elite dirigente era o povo americano. Como ela estava usando um absorvente que impedia a visão de seus genitais pelo agente da revista, um funcionário da TSA  submeteu uma mulher* a um afago "tão invasivo que eu depois chorei com as lembranças de molestamentos sexuais anteriores e que eu pensava que já tinha resolvido há anos."

Quando foi que concordamos em nos rendermos ao Islam? Sério. Quem foi que indicamos ou elegemos para negociar esta rendição? Nossa rendição foi parcelada na perda de liberdade, na acomodação e na submissão a exigências de supremacistas islâmicos e em uma política externa inerte diante do Irã e que está tentando ficar amiguinha do Talibã.

Me expliquem como -- depois do 11 de setembro e de dezenas de milhares de ataques islâmicos ao redor do mundo, que foram cometidos em nome da jihad desde então, bem como a miríade de sublevações muçulmanas em vários países, a destruição acelerada da civilização ocidental na Europa e as centenas de conspirações jihadistas frustradas no Ocidente -- o povo americano foi sacrificado sem ser consultado.

Nós não podemos tratar da jihad ou dos ensinamentos que determinam o imperalismo e a violência islâmica pela glória de Alá. Nada está sendo feito para derrotar o que inspira o inimigo. Barack Obama proibiu as palavras que se relacionem com o Islam e a jihad no léxico anti-terror. Quando esteve na Índia, ele foi indagado a respeito de sua opinião, seu "palpite" sobre a jihad e ele rendeu-se em sua resposta, dizendo que "O Islam é uma das grandes religiões do mundo."

Todo dia somos obrigados a nos submetermos a alguma forma de lei islâmica, a Xaria, em empresas como a Disney, a Wal-Mart, a Target, as Rising Star Industries, e a J.B. Swift. Pessoas estão perdendo o emprego por insultarem o Islam -- nós vemos a mesquitização dos locais de trabalho, finanças islâmicas, jihad acadêmica, anti-semitismo islâmico virulento, revisionismo histórico e outros avanços do supremacismo islâmico em todos os aspectos de nossas vidas diárias.

Enquanto isto, os que denunciam a coisa toda são marginalizados, aviltados e silenciados. Meu site, AtlasShrugs.com, foi proibido na Secretaria dos Veteranos, junto com o JihadWatch.org, de meu colega Robert Spencer. Ambos foram proibidos por expressarem "opiniões controvertidas."

Eu me pergunto o que os veteranos sentem a respeito. Combater a jihad é controvertido? Então, o que nossos soldados estão fazendo no Afeganistão e no Iraque? Não dá mesmo para entender.

E isto tudo representa uma rendição social em larga escala da parte da administração Obama e nossas elites políticas. E quem é que amacia a carne para este suicício civilizacional? A mídia.

Quem escolheu a mídia para negociar a rendição?

A NBC está declarando um garçom que virou mafioso que virou um agente imobiliário impostor, Sharif El-Gamal, como "pessoa do ano" porque ele está por trás da construção de uma mesquita triunfal no Marco Zero, o local do mais hediondo ataque em solo americano na história dos Estados Unidos.

E ainda há este escândalo: um dos candidatos a "Pessoa do Ano" da revista TIME é o imam radical da mesquita do Marco Zero, que disse que "os Estados Unidos têm mais sangue muçulmano nas mãos do que a al-Qaida tem sangue de não-muçulmanos inocentes nas mãos" e que Osama bin Laden foi fabricado nos EUA. Seu projeto de mesquita, lembrem-se, chama-se Movimento Córdoba; Córdoba é a cidade que no mundo Islâmico tem o valor de ícone da conquista muçulmana do Ocidente.

Enquanto isto, mais uma vez temos que olhar para o Norte se quisermos encontrar uma liderança com uma bússula moral. O Canadá vai boicotar* uma conferência antisemita sobre o racismo planejada pela ONU para setembro de 2011, a Durban III, em Nova Iorque, porque ela promete não ser nada mais do que uma "ódiofest" amplamente dirigida a Israel.

D_us abençoe o Canadá. Obama, mais uma vez você nos envergonha.

Os Estados Unidos deveriam ter sido os primeiros a se posicionarem contra o genocídio e o Apartheid. Mas Obama não vai fazer isto; ele estará em Durban III, rebaixando os Estados Unidos ainda mais do que já rebaixou. E nós vamos estar lá, também: meu grupo, a Iniciativa de Defesa à Liberdade Americana, já está planejando protestos contra Durban III. Vamos estar lá com milhares de defensores da liberdade e dos valores ocidentais e que se recusam a permitir um segundo holocausto. O mal não vai vencer desta vez. Seis milhões de judeus não vão ser sacrificados aos Islam.

Planeje suas férias, folga, licença por motivo de saúde para setembro -- vamos combater juntos o supremacismo islâmico.

E em algum momento, todos os que amam a América e a liberdade vão ter que fazer um grande tour de pedidos de desculpa ao mundo livre pela presidência de Barack Hussein Obama. 

Pamela Geller : The American Thinker, 28 de novembro de 2010
Original: Surrendered Nation
Tradução e links*: Dextra

'Palestinos' reivindicam para si o local mais sagrado do judaísmo


Bare Naked Islam, 29 de novembro de 2010
Original: 'Palestinians' claim holiest site in Judaism as their own
Tradução: Dextra


Não há palestinos, apenas árabes da Palestina. Um estado palestino foi criado pela ONU em 1948, mas os árabes tomaram a terra e a rebatizaram de Trans-Jordânia (a Jordânia de hoje). A Jordânia É o estado palestino. Eles não precisam de um outro.

Israel deveria ter removido todos os árabes para fora do estado judeu em 1948, como todos os países árabes fizeram com suas populações judaicas. Os árabes da Palestina estão tentando roubar cada pedaço de uma história judaica de mais de 5 000 anos e torná-la sua.

NY POST - Da próxima vez que a Casa Branca criticar a relutância do primeiro-ministro israelense  Benjamin Netanyahu em apoiar a Autoridade Palestina, ela deveria considerar o modo ultrajante como aqueles palestinos estão tentando reescrever a história.

O ministério da informação da AP publicou esta semana um "estudo" oficial declarando que o Muro das Lamentações, na Parte Velha de Jerusalém -- reverenciado por 2 000 anos como um dos locais mais sagrados do Judaísmo -- não é de modo algum judaico. Na verdade, afirma o relatório de um alto funcionário ministerial, ele não é mais do que o muro ocidental da Mesquita de Al-Aqsa e só tem sido um local de culto judaico para os judeus desde a Primeira Guerra -- e isto por "tolerância dos muçulmanos."

Isto, deve-se observar, não está vindo do Hamas. Isto vem dos mesmos palestinos "moderados" que os presidente Obama e o resto do mundo apoiam, aos quais fazem concessões e em quem confiam para a segurança de longo prazo de Israel.

Infelizmente, os esforços árabes para apagarem a história judaica não são uma novidade. O que é repugnante é que estes esforços estejam sendo cada vez mais endossados pelo mundo como um todo.

Mês passado, a Unesco endossou as exigências da AP de que a Tumba de Raquel, nas cercanias de Belém -- há muito reverenciado como um local de culto judaico --, não apenas fosse removido de entre os locais históricos declarados de Israel, mas fosse de fato declarado como uma mesquita. Nem mesmo Yasser Arafat fez uma reivindicação dessas até 1996 -- e mesmo assim, sem nenhuma sombra de evidência histórica.

A Unesco também declarou que Israel não pode reivindicar a Tumba dos Patriarcas, o local do enterro dos antepassados bíblicos da nação judaica, segundo a tradição, como um patrimônio histórico nacional. E ainda por cima, a Unesco depois votou para remover do registro oficial o protesto do delegado israelence contra a votação, chamando-o de "muito agressivo."

E é preciso observar que até a administração Obama atacou publicamente Israel por acrescentarem aqueles dois locais à lista de seu patrimônio histórico nacional -- um gesto que torna possível a sua preservação.

A razão toda desta atividade contínua é apagar qualquer ligação judaica com a terra bíblica de Israel -- com vistas a negar a exitência do moderno estado de Israel.

Tanto mais certo está Netanyahu em agir devagar -- e em resistir aos que afirmam que os palestinos estão dispostos a co-existirem com Israel.


A tibieza do Ocidente e a tentação de desistir do bom combate .

Por Evandro Monteiro

Sentado nos banquinhos da História, como se estivesse no vaso sanitário durante um surto de diarréia, está o Ocidente.

Atacado pela diarréia do obscurantismo ateísta.

Carcomido pelos vermes do hedonismo.

Atingido pela mais completa apatia, preguiça e auto-suficiência.

Atacado pela crise do revisionismo, que lhe fez crer que todo o progresso e desenvolvimento levados aos quatro cantos foi uma obra do colonialismo e da escravidão.

Nos tempos de outrora, ao menor sinal do inimigo, que vinha disposto a atacar e destruir a civilização, o Ocidente, para não cair escravo da barbárie, resistia: empunhava a espada, disparava os canhões e implorava ao Senhor dos Exércitos o auxílio necessário para combater o bárbaro infiel.

Hoje não só não combate o bárbaro infiel como ainda o convida para se deitar em sua própria cama. Se dependesse de muitos ocidentais, ainda ofereceria o café no quarto e uma bela massagem nas costas – afinal, o caminho até o Ocidente é longo, cansa muito!

Digo que o Ocidente está com diarréia porque vive desnutrido, sem a energia da bravura, sem o vigor da defesa e sem a humildade de reconhecer de que só foi grande enquanto teve a espada por segurança, a Igreja como farol e Cristo como Senhor.

A partir do momento em que abdicou da auto-defesa – tida por muitos como xenofobia, racismo ou fascismo – o Ocidente permitiu a entrada de seres alienígenas, estranhos à cultura ocidental e de raízes judaico-cristãs, desde a febre comunista até a lombriga islâmica, passando pelo hedonismo materialista e egoísta.
Quando digo “Ocidente”, não me refiro tão somente à Europa, mas também à América, esse Novo Mundo liberto da escuridão dos cultos pagãos ameríndios, que em muitas sociedades era cruel e assassino, onde até hoje existem casos de infanticídio, por exemplo.

Como se isso tudo não bastasse, ainda temos, trancados em suas salas refrigeradas, muitos bispos que, ao viverem na mordomia de sua dignidade episcopal, deixaram de lado o anúncio do Evangelho e a conversão dos pecadores, para poderem gozar melhor das benesses políticas e das reuniões com figurões e artistas.
Deverão pensar alguns deles, “Ora, há cristãos perseguidos lá fora? Isso não é comigo, pois esses mesmos perseguidores são meus amigos aqui na minha terra! Eu não sou baleado e nem muito menos minha matriz é explodida”. Ledo engano.

Grandes homens da cristandade, como São João de Capistrano, não tinham essa cabeça: ao menor sinal do avanço dos turcos, eis que esse já ancião, sem espada nem espingarda, munido só com o crucifixo, admoestava a todos os soldados cristãos para marchar, independente do resultado da batalha.

Falta ao Ocidente a retomada do espírito cruzado que inspirou muitos homens e mulheres, no combate ao inimigo – carnal e espiritual.

A tentação de desistir é enorme! O peso das várias derrotas nos impõe uma sensação de impotência. Às vezes a vontade é de deixar o exército e voltar, principalmente quando vemos muitos “capitães e generais” (padres, bispos e às vezes até o Santo Padre) não darem o combate necessário.

Acorda, Ocidente! Desperta enquanto ainda há tempo! Retorna às suas verdadeiras raízes cristãs, onde o Evangelho “iluminava as nações”, como bem disse S. S. o Papa Leão XIII!

Blog O Cruzado Missionário

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More