domingo, 14 de outubro de 2012

Alá está morto – porque o Islão não é uma religião



Segue abaixo o resumo de um livro muito interessante escrito por Rebecca Bynum intitulado Alá está morto: porque o Islã não é uma religião (Allah is dead: why Islam is not a religion). Este livro discute, dentre outras coisas, que o Islã não precisa de deus pois ele, como religião, é fechado dentro de regras rígidas que tornam irrelevante qualquer forma de espiritualidade.
 Alá está morto – porque o Islão não é uma religião

por Rebecca Bynum 

Tradução: Infiel Atento

Talvez nunca antes na história do mundo houve tanta necessidade de se separar as realidades espirituais vivas das formas mortas, doutrina e dogmas em que elas estão agora presas, dogmas estes que podem de fato terem sufocado qualquer pensamento espiritual original que possa ter existido, dogmas que confundem conformidade com aquilo que é correto, e fé por consentimento para crer. Pessoalmente, eu não acredito que a “vontade de Deus” jamais possa ser contida dentro de um livro santo ou, de outra forma, dentro de um código, honrável ou não, ou mesmo dentro da Razão em si, por que a vontade de Deus é uma realidade do espírito vivo. É dinâmica e adaptável. Sua vontade é viver a verdade, procurada, mas nunca totalmente capturada, sentida, porém nunca completamente conhecida. E a fé é uma segurança viva, uma certa paz que ultrapassa o entendimento. O homem moderno comete um erro grave ao confundir crença com fé e ainda aumenta mais este erro ao forçar a uniformidade de pensamento e ação e, no caso do dogma islâmico, censurando e buscando apagar a própria personalidade, o próprio ponto focal do contato com a humanidade, a fonte da individualidade.

Espírito é a verdade viva, o pão da vida, a ponte entre o tempo e a eternidade, a porta para a vida eterna. É por isso que os homens temem isto; pois isto não pode ser controlado humanamente. Aqueles que tentam controlar a fé, encerrando-a em forma e ritual, só conseguem asfixia-la ou matá-la, às vezes rapidamente, às vezes muito lentamente. Eu acredito este ter sido o caso com o judaísmo que tinha se tornado moribundo e escravizado à tradição durante a vida de Jesus, como ele salientou repetidamente. Islã, no entanto, está em situação muito pior do que isso, pois, como uma religião, é totalmente regressivo e, de fato, está imerso em fetichismo e tabu, dos mais antigos arquétipos religiosos, bem como sendo dominada pelo materialismo e medo.

Não há dúvida em minha mente que o Alcorão é um livro fetiche. Ele é venerado não tanto por qualquer inspiração que possa ou não conter, destinada a enobrecer o coração humano, mas sim, é fetichizado como um objeto. Seus versos são sagrados não na base de seu poder na condução das pessoas a Deus, mas simplesmente porque são parte de um fetiche coletivo: assim, a noção de profanação torna-se uma causa certa para a violência em sua defesa, enquanto que qualquer dúvida sobre sua veracidade suba rapidamente para a noção de blasfêmia, um crime punível com a morte. Esperança para a reforma do Islã nessa situação, claro, é pequena ou inexistente, porque envolve a destruição do fetiche, que é o coração dessa religião. Considere também a pedra fetiche preta localizada na Caaba em Meca, que é um foco para o impulso religioso muçulmano. Orações muçulmanas são inclusive dirigidas em direção a ela e, claro, estas orações são formas. A individualidade é anulada, mesmo durante o ato mais pessoal de oração.

O Islã é definido diretamente em oposição à uma realidade espiritual viva, mutante e crescente, e por isso é esmagadoramente hostil aos afetos humanos naturais, pois no fundo, ele nega o valor do Amor. Para os muçulmanos, o Islã em si é o valor mais alto, e o amor é raramente considerado; e muito menos consideração é dada aos conceitos de Beleza, Verdade e Bondade que são pura e simplesmente ausentes da cena teológica islâmica. Pelo Islã, esses valores são ignorados ou explicitamente negados. Porém, quando pressionados, os muçulmanos vão dizer-lhe que toda a verdade está contida no Alcorão e que não há verdade fora dele. Portanto, é preciso dizer, o Islã é uma religião que nega a realidade do Espírito pois o Islã não reconhece nenhum valor acima de si mesmo.

O foco do Islã é inteiramente sobre o mundo material. As suas noções de puro e impuro são expressamente materiais do mesmo jeito como é o seu conceito de soberania religiosa. Soberania islâmica é a soberania territorial, não a soberania do espírito sobre os corações dos homens; ao invés disto, o Islã está totalmente ligado à expansão territorial - a disseminação da lei da Sharia - a "lei de Deus" sobre a terra de Deus e sobre as pessoas que habitam essa terra e que são forçadas a se submeterem ao Islã de uma forma puramente material. O Islã está preocupado apenas com os corpos, não com as almas dos seres humanos, com o pão literal e não com o pão espiritual. Ao controlar as mentes dos homens, o Islã ganha controle sobre seus corpos, e ele faz isso a fim de criar a sociedade "perfeita". As almas humanas são deixadas a definhar nesta prisão de barras mentais. Questionamento cético é amortecido porque o Islã envolve e incide sobre todos os assuntos, assim, a liberdade de pensamento extingue-se gradualmente para que a justiça islâmica, conformidade com o Islã, prevaleça. Auto-expressão, auto-realização e auto-conhecimento individuais são limitados por todos os lados.

A verdadeira justiça, por outro lado, a justiça que não é coagida, resulta naturalmente do amar os vizinhos "como a si mesmo", como na tradição judaico-cristã. Aqui, a primazia está no indivíduo e não no grupo, e a vontade do indivíduo em amar a Deus com todo o seu coração e mente como pré-requisito, faz com que a vontade individual, não um conjunto de códigos de conduta, seja o fator determinante do que é considerado como justiça. Além disso, a aceitação individual do amor de Deus reorienta a pessoa como "filho" de Deus e assim ele se torna obrigado a amar outros homens como seus "irmãos" no sentido espiritual. Mas a responsabilidade recai sempre sobre o indivíduo que é livre para descobrir a vontade de Deus por si mesmo; e isto deve ser entendido como verdadeiro, mesmo que a vontade contradiga os ensinamentos da autoridade religiosa do dia. O relacionamento supremo é entre o indivíduo e um Espírito vivo e dinâmico. Assim, o pecado poderia possivelmente ser redefinido como a rebelião deliberada contra essa liderança interior divina, e pode, portanto, ser cometido mesmo seguindo a autoridade religiosa do dia, que pode não estar de acordo com a vontade de Deus para aquele indivíduo naquele momento.

Deus não é material e, assim, sua vontade não pode ser encaixotada dentro de um conjunto de códigos, ou listas de "não farás." Esta é uma verdade que os liberais exaltam, mas os conservadores instintivamente recorrem à tradição e à autoridade, temendo a morte da religião e a dissolução da sociedade como um resultado deste "pensamento livre". No entanto, Deus, a sua vontade viva, e seu "reino" da vida eterna, é livre para ser descoberto dentro de cada pessoa. E essa descoberta contém o objetivo e a essência da vida. A verdadeira religião não é uma questão material de fazer certas obras para a obtenção de certas recompensas. A vontade de Deus é única para cada um de nós, e, de fato, esse conceito de comunhão individual com este bom espírito efetivamente impede o conceito de doutrina como um fim em sí mesmo, não importa o que as autoridades religiosas dos nossos dias possam reinvidicar ou procurem reinvidicar.

Por outro lado, o Islã nega a comunhão espiritual indivídual em favor da adesão doutrinária comum. A doutrina islâmica usurpa tão completamente a prerrogativa divina que o Islã efetivamente substituiu Deus. Para todos os efeitos, para os muçulmanos, o Islã é Deus.

Na raiz do Islã, eu suspeito, existe uma negação da finalidade do sofrimento como evidenciado pelo esforço para tornar a sociedade em uma máquina que funcione suavemente, onde não existam grades contra ninguém, porque "pecado" foi banido. Piedade é assegurada pela polícia (de pensamento, religiosa e outras) e punições rígidas são distribuídas em casos quando a virtude, significando aqui conformidade, não é acolhida. Pessoas não estão autorizadas a sofrer as conseqüências naturais de seus pecados; adúlteros, blasfemos, e assim por diante, são eliminados para que o grupo seja  descontaminado. No caso da blasfêmia (fala impura) e apostasia (pensamento impuro) o indivíduo deve ser permanentemente apagado; pois a pureza do grupo, como evidenciado no pensamento, palavra e ação dos indivíduos que compõem o grupo (Ummah) deve ser mantida para garantir a coesão do grupo. Como um enxame de abelhas, o grupo deve ser protegido com o sacrifício do indivíduo. O Islã é a abelha-rainha para quem todo o sacrifício indivídual, de fato a essência da própria vida, suas alegrias e felicidade, deve ser sacrificado, incluindo a suprema satisfação de conhecer a Deus e fazendo sua vontade (porque é o correto); tudo isso se torna um sacrifício.

Devemos lembrar que o leito do rio não é o rio. A forma e a tradição, o ritual e a doutrina de uma religião, podem realizar e transmitir a água da vida, mas elas não são a própria água. Muitas pessoas confundem religião com a tradição dogmática em que é realizada. Se Jonas não pudesse ter sido literalmente engolido por uma baleia, se o Mar Vermelho não pudesse ter se separado para Moisés, porque esses eventos assim descritos desafiam as leis conhecidas da física da natureza, então o homem moderno está tentado a desconsiderar toda a religião como uma simples massa de superstição, para ser descartada tão facilmente como jogar o lixo fora. Mas então, o homem moderno é deixado sem saída para o seu impulso religioso natural inato, e tão logo a religião volta a ser magia e encantos, como vemos de forma tão proeminente na chamada "Nova Era", ou continua a reverter ainda mais para fetiche e tabu como no islamismo.

O Islã se descreve como a religião original para a qual as pessoas revertem ao invés de se converterem, e nisso eu acredito, os muçulmanos estão corretos. A sociedade está caindo ladeira abaixo e o Islã está nos esperando lá no fundo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aliança de Obama com a inscrição "Não há Deus exceto Allah"?

Por Jacques Nunes - Blog De Olho na Jihad 


Uma das polêmicas que giram em torno de Barack Obama, além de sua nacionalidade, é sua profissão velada do credo islâmico. E, fotos publicadas pela revista The New Yorker, trouxeram algumas questões interessantes para alimentar ainda mais essa fogueira.

Inscrição no anel de Obama
As fotos recém-publicadas, datadas de 1980, ou seja, antes do casamento com Michelle, mostram o jovem Obama no então Occidental College , usando o mesmo anel que hoje ostenta como sua aliança de casamento. Mas, até aí não há nada de extraordinário ou complicador no fato. No entanto,  uma minuciosa análise feita nas incrições contidas no anel trouxe à tona algo que para uns é surpreendente, e para outros não: Na aliança há à inscrição: "Não há Deus exceto Allah".

Isso mesmo, a aliança que Obama usa a mais de 30 anos está adornada com a primeira parte da declaração de fé islâmica, a Shahada.

A Shahada é o primeiro dos Cinco Pilares do Islã. A recitação sincera da Shahada é o único requisito para se tornar um muçulmano.


O WND publicou a análise feita pelo especialista egípcio, Mark A. Gabriel, que afirmou que sem dúvida a primeira parte da Shahada esta inscrito no anel. "Não há dúvidas de que, alguém usando a inscrição "Não há Deus exceto Allah", tem uma relação muito estreita com as crenças islâmicas", afirmou Gabriel que nasceu no Egito, cresceu imerso na cultura islâmica, memorizou o Alcorão com 12 anos de idade, e tornou-se mestre pela prestigiada universidade sunita, Al-Azha, do Cairo. Ele explica com mais detalhes o que há no anel.

Segundo Gabriel, a frase "Não há Deus exceto Allah", está escrito em duas seções, uma por cima da outra.

Na parte superior está grafado "Não há Deus", em letras árabes da direita para a esquerda: Lam, Alif, Alif, Lam, Ha.

Na parte inferior é "exceto Deus", escrito em letra árabes, da direita para esquerda: Alif, Lam, Alif, Alif, Lam, Lam, Ha.

Na parte inferior a palavra "Allah" está escrita parcialmente sobre a palavra "Não", observou Gabriel, autor de  “Islam and Terrorism” e “Journey Inside the Mind of an Islamic Terrorist.

A imagem abaixo mostra como as letra árabes estão incrustradas no anel:


Mark A. Gabriel destacou ainda que usar a Shahada em jóias é atestar que Allah está no controle de todas as circunstâncias: "Allah controla você, porque é único e um".

As fotos abaixo mostram Obama usando a aliança antes mesmo de sequer conhecer Michelle:



A foto ampliada:



Agora compare com essas:




Obama na livraria do Occidental College:


Ampliado:


Eis mais imagens ampliadas:





A importância da Shahada para os muçulmanos
  
"Definitivamente, não existe uma afirmação maior e mais importante do que "La ilaha illa Allah" (não há divindade que mereça ser adorada senão Allah)" "...Esta declaração é uma obrigação que se impõe ao descrente para que se torne um muçulmano e, na medida em que a pessoa que a pronuncia com toda a lealdade tem seus bens e vida protegidos neste mundo, também é uma obrigação para todo muçulmano que quiser entender o Din do Islam, para perceber seu significado, princípios, condições e seu lugar na vida.. ." (texto tirado de um site muçulmano).

Diante da importância da Shahada, como sendo o primeiro dos Cinco Pilares do Islã, que são a base da fé muçulmana, e do fato de Obama está com o anel há mais de 30 anos, fica claro que não é uma mera jóia, mas a demonstração de que ele possui uma importância sem igual. 

E qual é essa importância?

"Não há Deus exceto Allah"! Para os muçulmanos e para Barack Obama.

Fotos e informações contidas no WND

O manual islâmico para um casamento feliz

bookislam“Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com uma vara”
 
O crescimento do islamismo nos EUA e na Europa é fato inegável. E com sua crescente influência, livros com temas islâmicos começam a aparecer, revelando a realidade dos costumes islâmicos.


O livro “A Gift For Muslim Couple” (Um Presente para o Casal Muçulmano), disponível no Canadá, chocou o público canadense por trazer instruções de como maridos islâmicos podem bater nas esposas com a mão ou com uma vara, ou puxá-la pela orelha.

O livro de 160 páginas, escrito pelo acadêmico muçulmano Maulavi Ashraf Ali Thanvi, é dedicado a recém-casados muçulmanos.

O manual dá instruções de como ter um casamento feliz e evitar problemas, e avisa que o marido deveria se controlar para não bater excessivamente na esposa.
Embora o livro tenha recebido reações indignadas do público canadense, está amplamente disponível em lojas virtuais muçulmanas, sem maiores consequências.

Bater na esposa como instrução matrimonial pode parecer estranho para pessoas no Brasil, EUA e Canadá, mas é uma prática comum e generalizada no mundo islâmico. Evidentemente, os líderes muçulmanos negarão que sua religião seja violenta ou que permita que as esposas apanhem, mas a realidade…

A escalada de violência contra as mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que quase mil mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela polícia. 

FakhraAs esposas que não são assassinadas podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa Fakhra Younus, que se suicidou recentemente com a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido. Só em 2011, mais de 8 mil ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres, por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido.

Contudo, não é só nos países islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos. Na Inglaterra, mais de mil meninas, algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital, onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando ela casar. Líderes islâmicos da Inglaterra já foram flagrados defendendo essa mutilação.

Essa mutilação, ao que se supõe, tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas das famílias não muçulmanas é totalmente diferente.

Na Inglaterra, gangues de estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número elevado de 10 mil meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas.

Se uma gangue muçulmana é pega e seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original, a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar autoridades islâmicas de outro país.

Por causa das leis antipreconceito, as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva, mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não branca.

Na Inglaterra, o estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal. Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde gangues muçulmanas também estão mirando meninas brancas.

Os direitos das mulheres e das meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas.

Contudo, o que aconteceria se 10 mil meninas islâmicas estivessem em poder de gangues evangélicas de estupradores ingleses na Arábia Saudita ou Paquistão? As autoridades muçulmanas teriam igualmente medo de lançar uma feroz campanha policial contra os estupradores ingleses por causa de leis antipreconceito? Os jornais e TVs falariam vagamente de certo problema com meninas, sem citar a origem especifica dos estupradores? Ao serem pegos, os ingleses poderiam fugir do país com a consciência tranquila de que as autoridades islâmicas nunca teriam coragem de exigir a extradição deles?

Em qualquer país islâmico, uma gangue de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia.  A própria população, sob os olhos e consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos.
No entanto, o que ocorre na Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave problema de gangues de estupradores que mantém 10 mil meninas inglesas sob seu poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes.

A cegueira do multiculturalismo da Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a dignidade, a honra e os direitos humanos delas.

Meninas têm menos dignidade, honra e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de países que não são islâmicos.

Enquanto homens como Jimmy Carter dizem que há opressão contra as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual.

Com informações do Daily Mail.
www.juliosevero.com

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Tunísia - Revista infantil traz instruções detalhadas de como fazer um Coquetel Molotov

A revista infantil, Kaws Kouzah, publicou em uma recente edição um passo a passo detalhado de como fazer um coquetel molotov. O Ministério para Mulheres e Família, mostrou preocupação, pois a publicação expõe as crianças ao perigo e incentiva "a violência e o terrorismo". Além do passo a passo para a construção a revista contava brevemente a história dessa arma caseira.

O coquetel molotov é uma arma química incendiária geralmente utilizada em protestos e guerrilhas urbanas e tornou-se bastante popular no mundo muçulmano com a famigerada "Primavera Árabe".


França: Muçulmanos pressionam comerciantes para impedir a venda de bebidas alcoólicas, carne de porco e roupas femininas no mercado


Na cidade francesa de Nimes, já há grupos de muçulmanos salafistas que, nos dias de vendas no mercado de Chemin Bas Avignon, aproximam-se doscomerciantes que vendem bebidas alcoólicas, carne de porco e vestimentas femininas para  "pedir" que parem de comercializar  estes produtos. Alguns dos vendedores já deixaram de frequentar pontos de trabalho no mercado por medo de represálias. As autoridades mostraram-se céticas quanto as denúncias, mas prometeu investigar.

Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Alerta Digital

Blogueira, anti-talibã, de 14 anos, sofre atentado


Li hoje com pesar e revolta que Malala Yusafzai, uma blogueira anti-talibã, de apenas 14 anos sofreu um tetantiva de assassinato. O blog de Malala Yusafzai, foi algumas vezes para nós, fontes de informações preciosas sobre os ataques e crueldades praticadas por jihadistas no Afeganistão.

Malala Yusafzai, de 14 anos, é conhecida no exterior por seu blog, hospedado no site da BBC, no qual denuncia os atos de violência cometidos pelos talibãs no Vale de Swat, onde brevemente tomaram o poder antes de 2009. No ano passado, a adolescente recebeu o primeiro Prêmio Nacional da Paz, criado pelo governo paquistanês, e foi indicada ao Prêmio Internacional para Crianças para a Paz da Fundação Kids Rights. "Malala estava subindo no ônibus escolar depois da aula quando homens armados dispararam contra ela. Ela ficou apenas ferida", declarou o porta-voz da polícia local, Rasul Shah.


O ministro da Informação da província de Jyber Pajtunjua, Mian Iftijar Husain, confirmou o ataque em Mingora, a principal cidade da região de Swat, e acusou "terroristas" de estarem por trás dos fatos. Por sua parte, os rebeldes talibãs reivindicaram a tentativa de assassinato. "Uma bala atingiu seu crânio, mas não alcançou cérebro. Ela está fora de perigo", declarou o dr. Maj Mohamed, do hospital Saidu Sharif de Mingora. Em 2009, o exército paquistanês retomou o controle do Vale de Swat depois de uma grande ofensiva para desalojar os talibãs, que, dois anos, haviam assumido o controle do lugar.


 

domingo, 7 de outubro de 2012

Brasil: Islã martírio e fé na bandeira brasileira

O que reproduzo abaixo são duas imagens da Sociedade Islâmica do Maranhão, postadas em um artigo no qual protestam contra o Detran espalhado pelo país que tem exigido que mulheres muçumanas tirem o véu para a foto da CNH.

As imagens falam por si só:







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