quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Indonésia: Agentes da Sharia estupram uma jovem por "não se vestir de forma descente"

Vários agentes da Polícia encarregada de  velar pelo cumprimento da lei islâmica (sharia) na província de Aceh, na Indonésia, estupraram uma mulher e cometeram outras violações dos Direitos Humanos, segundo a Human Rights Watch (HRW).

A Organização informou que, uma estudante universitária de 19 anos, foi acusada de indecência e detida, após ter sido flagrada sobre uma moto junto com seu noivo em uma plantação. A HRW informa que três policiais a estupraram.

Aceh é a única província da Indonésia governada pela Sharia, em outras zonas existem leis inspiradas pela lei islâmica.

A Human Rights Watch disse que Aceh, província no Oeste do país, deveria rechaçar as normas islâmicas refletidas em sua lei, incluindo a que obriga homens e mulheres a "verti-se de forma decente".

A organização citou um estudo de campo realizado entre abril e maio no qual a Polícia que fiscaliza o cumprimento da Sharia, conhecidos como Wilayatul Hisbah, tem realizado controles de virgindade e tem cometido diversos estupros.

Um tribunal da cidade afastou os três oficiais do cargo depois do ataque, a jovem ainda não voltou a universidade devido o trauma.

O governo central tem dado mais poder para as autoridades regionais para aumentar a sua autonomia e desenvolvimento. Mas, em algumas áreas as autoridades estão usando o poder para aplicar regras mais restritivas com base no islamismo.


Na "moderada"Jordânia mulher chuta israelenses de seu restaurante

"Quanto aos incrédulos, nem as suas riquezas, nem os seus filhos, de nada lhes servirão ante Deus, e serão combustível do inferno". (Alcorão 3:10)

Uma mulher jordaniana ganhou fama  após recusar a receber um grupo de turistas israelenses em seu restaurante em protesto contra os crimes do Estado judaico contra o povo palestino.
Várias associações profissionais e organizações de direitos humanos elogiaram as medidas tomadas pela jordaniana Salwa al-Barghouti, quando ela decidiu chutar turistas israelenses para fora de seu restaurante na cidade costeira de Al-Aqaba, a 370 quilômetros da capital Amã.
 
"Barghouti representa todo o povo da Jordânia em sua rejeição ao estado sionista", disse Maysara Malas, chefe do Alto Comitê Executivo.
 
"Muitos jordanianos tomam medidas similares, mas ninguém sabe sobre eles, porque a mídia não o que eles fazem".
A notícia da ação de Barghouti se espalhou por todo a Jordania e, pouco depois, a mídia disputava por um entrevista dela.
 
"Eu ouvi que os clientes que entram na restaurantes falavam hebraico", disse ela à imprensa. "Me senti extremamente irritada e lembrei de todos os crimes que Israel está cometendo contra os palestinos, por isso pedi para sairem."
 
Barghouti disse que não aprova a atenção especial que foi dado a sua acção pela mídia.

Os turistas israelenses que foram expulsos, acrescentou Barghouti, apresentaram uma denúncia contra ela e ela foi chamada pela segurança do estado.
 
 "Eles me pediram para assinar um documento se comprometendo a não maltratar os turistas ou expulsá-los do meu restaurante de novo, mas eu recusei."

Barghouti insistiu em sua postura e sublinhou que ela vai agir da mesma forma, se uma situação semelhante se acontecer.  "Minha posição nunca vai mudar e eu nunca permitirei israelenses em meu restaurante", concluiu.

Fonte: Al Arabiya 

O homem de Obama, o primeiro-ministro queniano pró-Xaria, ordena a prisão dos gays

Obama e Odinga, em
campanha no Quênia
 

Pamela Geller: Atlas Shrugs, 1 de dezembro de 2010
Tradução: Dextra


Este é o Quênia de Obama. Todo ele. Dê uma olhada neste link - de 2008, muito obrigado. Obama e Odinga, cada veja mais juntinhos, detalhadamente documentado em meu livro, The Post-American Presidency: The Obama Administration's War on America [A presidência pós-americana: a guerra da administração Obama contra a América].

Juntos como bandidos.

Mas lembre-se: o verdadeiro problema são os "extremistas" cristãos que se opõe ao casamento gay. Obama fez campanha para Odinga, embora ele tenha denunciado uma iniciativa semelhante a esta na Uganda. Alerta do Quênia sobre a Xaria:  "Prendam os gays, ordena o primeiro-ministro queniano," por Bernard Momanyi, para a Capital News, 29 de novembro:

NAIROBI, Quênia, 28 de novembro - O primeiro-ministro Raila Odinga deu ordens para uma repressão nacional aos gays no Quênia. 

O Sr. Odinga disse no domingo que a polícia deve prender qualquer um que seja encontrado praticando tais atos e tomar as medidas legais cabíveis contra eles.


"Nós não toleraremos este tipo de comportamento no país. A constituição é muito clara a respeito deste assunto e os homens ou mulheres encontrados praticando o homossexualismo não serão poupados," disse o Sr.
Odinga.                                                                                                       

"Qualquer homem encontrado praticando atos sexuais com outro homem deve ser preso. Mesmo as mulheres encontradas praticando atos sexuais serão presas," avisou o premiê...

"Este tipo de comportamento [homosexual] não será tolerado neste país. Homens e mulheres encontrados praticando tais atos merecem ser presos e serão presos," disse ele à multidão.

Uma iniciativa da Uganda para apresentar um Projeto de Lei que estabelece longas penas de prisão ou a pena de morte em alguns casos de homossexualismo recebeu a condenação internacional, com o presidente americano Barack Obama o descrevendo como "odioso."

Ele disse:  "Mas certamente concordaremos que é absurdo atacar os gays e as lésbicas por serem quem são, seja aqui, nos Estados Unidos ou... num caso mais extremo, por meio de leis odiosas que estão sendo propostas mais recentemente na Uganda."

Mas não obstante os comentários de Obama, as práticas homossexuais agora são ilegais na Uganda e rendem penas de até 14 anos de reclusão.

***

Nós: No mundo todo é assim: os gays apóiam os partidos e movimentos de esquerda, que apoiam os partidos e movimentos islâmicos, que, por sua vez, pregam a perseguição e o assassinato dos gays. Nos EUA, o esquerdista muçulmanóide Obama tenta obrigar o exército a aceitar os gays em suas fileiras, ao mesmo tempo em que endossa a candidatura de um sujeito do Quênia que, agora primeiro-ministro, criminaliza o homossexualismo. No Brasil, o PT, que tenta criar uma lei que criminaliza as opiniões negativas a estas práticas e que tem uma agenda que prevê instituição do "casamento gay", também apóia, ao mesmo tempo, a ditadura iraniana que enforca os veados em praça pública.

A explicação para esta demência toda talvez seja que a essência dos movimentos revolucionários todos, tantos os esquerdistas quanto os islâmicos, seja puramente negativa, tratando-se, todos eles, de agremiações políticas que querem reinventar toda a estrutura da realidade a partir de algum programa político-ideológico revolucionário-anti-cristão. O anti-cristianismo militante dos movimentos gays, dos esquerdistas de diversas matizes e dos islâmicos é que põe todos estes elementos juntos no mesmo barco contra os valores tradicionais de nossas sociedades ocidentais cristãs. Daí nós vermos

o mesmo demagogo socialista Lula, aqui ao lado
"socialista, adolescente e gay" E-Jovem,


também apoiando, aqui, o projeto da bomba atômica
 do sociopata islâmico Ahmadinejad...


...cujo regime faz isto aqui com os gays lá na terra deles.


Conclusão: Um bando de doentes. Cada grupo com suas especificidades. Assassinos os islamofasistas, de fazerem isso com os gays, cínicos os esquerdistas, de apoiarem esses loucos, e trouxas os veados, de apoiarem os esquerdistas. Deus que nos ajude!

SEM CORTES NEM CENSURA: múltiplas decapitações de jovens soldados russos por muçulmanos chechenos (ATENÇÃO: IMAGENS EXTREMAMENTE CHOCANTES)

Bare Naked Islam: 21 de novembro de 2010
Original post / Post original
Tradução: DEXTRA

Eu já postei estas cenas antes neste site, mas nunca num só vídeo.

No começo de setembro de 1999, cerca de duzentos combatentes MUÇULMANOS chechenos atravessaram a fronteira com o Daguestão. Liderados por um certo Emir Omar Karpinski, os chechenos atacaram os arredores do vilarejo de Tuhchar, onde um grupo de policiais daguestaneses estavam estacionados juntamente com 13 soldados da força internacional russa e um [veículo de infantaria] BMP-2, em um posto de controle. Eles atacaram pela retaguarda, cercaram e inflingiram grandes perdas aos russos, ao bombardeá-los.

Por ordens do Emir Omar, os prisioneiros foram levados  a uma clareira próximo ao posto de fronteira. O acontecimento foi registrado em detalhes pelo operador de câmera Islanu Mukaeva. O Emir Omar estava puto com o fato de que seus próprios homens haviam sido explodidos pelo BMP-2 e ordenou a execução dos prisioneiros, chamando todos os homens para assistirem. O Emir Omar então ordenou que seus homens cortassem as cabeças dos soldados.

Cinco dos homens, incluindo o tenente Taskin, tiveram suas gargantas cortadas pela metade ou foram praticamente decapitados, exceto pelo soldado Alexey Lipatov, que foi morto a tiros após conseguir se esquivar e escapar. O militante perseguindo Lipatov cansou-se rapidamente e simplesmente atirou nele. O último homem morto no vídeo ( talvez a imagem mais bárbara da filmagem) foi executado pelo próprio Emir Omar Karpinski. 

GoreGrish: Obrigado, anOn

Terroristas na Rússia

Separatistas chechenos podem ter executado dois ataques a bomba no metrô de Moscou, os útimos numa série de ataques desde que as forças russas invadiram a região. Uma seleção dos incidentes:

2002
Rebeldes chechenos fazem cerca de 800 reféns, matam 6 num teatro de Moscou;
Caminhão-bomba destrói a central do governo checheno, mata 72 pessoas

2003
Caminhão-bomba mata pelo menos 60 pessoas na Chechênia;
Homem-bomba mata pelo menos 18 pessoas em meio a multidão de peregrinos;
Carro-bomba próximo a ônibus viajando para base aérea de Mozdok mata pelo menos 16;
Caminhão-bomba arrasa hospital militar próximo à Chechênia, mata 50.

2004
Explosão no metrô de Moscou mata 41;
Bomba em estádio de Grozni (capital chechena) mata presidente da província e outros 24;
Homem-bomba responsabilizado por explosão do lado de fora de parada do metrô de Moscou que mata pelo menos 10;
Centenas de pessoas, incluíndo 200 crianças, feitas reféns em escola na Ossétia do Norte
[Nota de Dextra: os muçuns massacraram 344 pessoas, 186 das quais crianças].

2005
Cerca de 15 mortos quando carro da polícia é explodido próximo a Grozni.

2006
Explosão em base militar russa próximo a Grozni mata 13.

2010
Duas mulheres-bomba matam pelo menos 35 pessoas e ferem outras no metrô de Moscou.

***
Nós: A respeito do fascínio único que o Islam sente pelo assassinato de seus opositores por meio da decapitação, como meio de humilhar e aterrorizar os não-muçuns, veja os seguintes ensaios (em inglês):

O Islam e a decapitação
A decapitação em nome do Islam
O Islam é conivente com decapitações?
O que está por trás da enorme negação de que as decapitações estão ligadas ao Islam?
Para assistir a vários outros vídeos terríveis de muçuns decapitando suas vítimas, clique aqui.

NOTE QUE por mais chocante que todo este conteúdo seja, muito pior é o fato de que ele é não é falso, mas estritamente exato. A verdade sobre o Islam já é pavorosa o bastante. Não é preciso falsificá-la ou pintá-la em cores ainda mais negras. Ajude-nos a divulgá-la.

Bala no urso gângster!

Este texto já havia sido publicado antes, mas não com os vídeos a que ele se refere

Ontem eu estava aqui lendo uma notícia no site da Fox quando um amigo me mandou uns vídeos para eu dar uma olhada. Era uma série de comerciais de tv de uma campanha publicitária árabe para um alimento matinal, uma marca de queijo egípcia chamada Panda. São três propagandas, com o mesmo roteiro. Nelas, as pessoas, em ambientes diferentes, são intimidadas por um cara fantasiado de urso panda, o mascote da marca, a provarem ou adquirirem o tal produto, depois de já terem declinado polidamente a oferta. O urso quebra tudo em torno e força os sujeitos a provar ou comprar o troço. O vídeos são estes e a notícia que eu lia é a que se segue logo abaixo, em itálico.


Associated Press via Fox News, 18 de outubro de 2010.
Artigo original: Husband Can Hit Wife, Children If No Marks Left, UAE Says

ABU DHABI, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS– O órgão judiciário mais alto dos EAU diz que um homem pode bater em sua mulher e nos filhos novos, desde que a surra não deixe marcas físicas.

A decisão da suprema corte mostra a forte influência da lei islâmica nos Emirados, apesar de seu cosmopolitismo, já que o número de residentes estrangeiros supera em muito a população local.

A corte emitiu a sentença no começo deste mês, no caso de um homem que deixou cortes e hematomas em sua esposa e na filha adulta, depois de uma surra.

Ela diz que o homem era culpado de ter causado dano às mulheres, mas notou que os códigos islâmicos permitem a "disciplina", se não ficarem marcas. Também diz que os filhos que chegaram à "idade adulta" - a puberdade, aproximadamente - não podem apanhar.

A sentença foi relatada segunda-feira, no jornal de Abu Dhabi O Nacional.

O tal "Mundo" árabe é isto aí: atraso, fanatismo religioso e brutalidade inimagináveis, inidissociavelmente soldados à psique coletiva. Dos vinte e dois países que o compõe a criatura, vinte são ditaduras selvagens que causariam horror aos generais-ditadores latino-americanos. As exeções são a Cisjordânia e o Iraque, que, significativamente, vivem sob ocupação estrangeira. Deixados totalmente por sua conta, eles também certamente elegeriam algum partido islâmico delinquente para o poder, como os "palestinos" de Gaza, que assim que puderam elegeram o Hamas, que, por sua vez, deu um golpe sangrento contra os rivais do Fatah na primeira oportunidade.

Então você vê: a suprema corte de um dos países deles declara em alto e bom som que o Islã (certamente a fonte das suas leis), autoriza, sim senhor, ao marido bater na mulher. Por isso, é claro que um monstro que espanca a cônjuge, como o réu mencionado no artigo, só estava errado porque deixou hematomas e cortes no corpo da infeliz. O governo bem que podia, então, incentivar os maridos a adotarem técnicas de tortura tortura branca (não deixam marcas na vítima), ou pô-los para assistirem algum vídeo em que os imãs ensinem como surrar adequadamente a esposa, dentro de puros preceitos islâmicos.

Uma simples propaganda de um alimento matinal de outro país, o Egito, tem que que girar em torno daquilo que muito árabe e muçulmano por aí parece ver como a melhor estratégia de convencimento: a intimidação pura e simples.

- Come logo essa merda, seu fdp, senão, olha aqui o que eu vou fazer com vc...

Alguém vai dizer, é claro, que a propaganda em si mesma é muito engraçada e que pessoas de outros países também poderiam ter gravado uma peça publicitária como esta. Mas para quem acompanha este blog ou outras páginas semelhantes na internete, é óbvio demais que há um padrão civilizacional mais amplo de comportamento envolvido aqui. Se pusessem Maomé (vocês aí, que conhecem o "profeta" de outros Ramadans) naquela roupa ridícula de urso e ele ficasse à vontade pra convencer aquelas pessoas que teimavam em contrariar seus interesses, recusando o tal produto, a lhe obedecer de fato, como é que você acha que ele agiria, hein filhinhos?

Aliás, já puseram Maomé numa roupa ridícula de urso, em abril último, num episódio do desenho South Park.


O resultado foi um monte de árabes e muçulmanos jurando os cartunistas de morte e a não exibição do episódio na data prevista. - Por que será que eles fazem isso, hein?

Foi a terceira vez em uns poucos anos que estas comunidades se engajam em campanhas planetárias de intimidação contra o que eles julgam ser blasfêmias contra sua "religião", com ameaças de morte e arruaças de rua mundo a fora. Você se lembra das charges dinamarquesas de Maomé, em 2005, e eles também pedindo a cabeça dos cartunistas? Você se lembra deles ameaçando o papa Bento XVI, em 2006, por ele ( o papa) ter feito comentários associando Maomé à violência? Para falar como o Olavo de Carvalho, "Que palhaçada é essa"?

Como diz o aiatolá libanês Muhammad Hussein Fadtallah num vídeo de 7 de julho de 2008, legendado em inglês pelo MEMRI:

No Mundo Árabe, a Ditadura Começa em Casa
 

"Nós [árabes] fomos criados para sermos submissos (...) Em casa, o pai não deixa ninguém mais falar. A esposa não tem o direito de falar. As crianças não têm o direito de falar. O pai diz: 'Eu decido e ninguém pode contradizer ou discordar'(...) Você sabe a que esta educação leva? (...) Quando consideramos os partidos políticos, lá, também, ninguém se opõe, discorda ou critica o líder. Quem critica o líder está fora. Isto é verdade até para os partidos seculares. Eles pedem liberdade (...) Mas dentro do partido, as pessoas têm seus direitos negados (...) Isto acontece em todo o Oriente Médio, não estou falando de um lugar específico. Nós educamos nosso povo para se submeter aos fortes (...) Eles têm medo, é melhor não falar, melhor não contradizer. É por isto que temos tiranos que são como deuses."

Quem diz isto não sou eu, é um aiatolá árabe. Vai ver ele diz isto porque é islamofóbico, ignorante e racista.

Um panda médio-oriental. Quebrando tudo em torno de pessoas atônitas, para convencê-las a comerem ou adquirirem o tal produto que ele estava anunciando. Enquanto eu assistia o vídeo, me vieram à mente árabes e muçulmanos incendiando e destruindo coisas na Suécia e na França, indignados com alguma coisa - eles estão sempre indignados com alguma coisa. Árabes e muçulmanos intimidando os alemães em seu próprio país. Muçulmanos árabes jogando dois aviões contra prédios cheios de gente nos Estados Unidos, supostamente também para convencê-los de algo, com o apoio explícito e festivo de árabes e muçulmanos de todo o mundo.

Como o aiatolá Muhammad Hussein percebeu, o resultado de se deixar intimidar sistematicamente é ser tiranizado e reduzido à escravidão. Imagine o tipo de vida que a mãe e a filha a que o artigo de O Nacional se refere devem ter levado, estes anos todos, ao lado do patife do réu. Que diferença há entre ele e esse urso gângster da propaganda ou entre os dois e os islamofascistas do mundo todo? A doença espiritual e civilizacional é a mesma.

Surrar uns. Matar outros. Meter processos nos que denunciam essa demência diabólica toda e não der pra surrar ou matar, ao menos por hora. Aí, todo mundo fica quietinho. Eles têm medo, é melhor não falar, melhor não contradizer.

E falando nisso: o amigo que me passou o vídeo dos comerciais disse que nunca tinha visto nada tão engraçado. Eu disse: Isso aí é gangsterismo puro, seu idiota. Não tá vendo que é isso aí que eles fazem com vocês, aí fora?

- Come logo essa merda, seu fdp, senão, olha aqui o que eu vou fazer com vc...
- COME LOGO, O CARALHO, URSO DE MERDA!
POU! POU! POU!
 
Fonte: DEXTRA

Justiça proíbe líder paquistanês de perdoar Asia Bibi

REUTERS - A Justiça paquistanesa proibiu nesta segunda-feira o presidente Asif Ali Zardari de perdoar uma cristã condenada à morte pela acusação de insultar o Islã. 
 
Asia Bibi, 45 anos, mãe de quatro filhos, foi condenada à morte em 8 de novembro, num caso que começou como um conflito numa aldeia. Ela solicitou o perdão presidencial, mas a Alta Corte de Lahore proibiu Zardari de concedê-lo, atendendo à petição do cidadão Shahid Iqbal. 

Allah Bux Laghari, advogado de Iqbal, disse à Reuters que o perdão seria ilegal porque a corte já está avaliando um recurso contra a sentença. 

Grupos de direitos humanos pedem a revogação da lei paquistanesa relativa a blasfêmias, argumentando que ela discrimina minorias não-islâmicas, que compõem 4 por cento dos 170 milhões de paquistaneses.
Na semana passada, um ministro disse que uma investigação inicial sobre o caso de Asia Bibi mostrou que ela não cometeu blasfêmia, e que teria sido falsamente acusada em uma briga de vizinhos. 

Condenações por blasfêmia são comuns no Paquistão, mas nunca resultaram em execuções. Em alguns casos, porém, pessoas acusadas de blasfêmia foram linchadas.

Espanha desmantela grupo com vínculos extremistas

AE - Agência Estado - A polícia espanhola prendeu sete homens em Barcelona suspeitos de roubar passaportes para células radicais islâmicas na Tailândia e no Paquistão. Existe a suspeita de que eles colaboravam com um grupo que realizou os ataques de 2008 em Mumbai, na Índia, informou hoje o Ministério do Interior em Madri.
 
Os suspeitos eram seis paquistaneses e um nigeriano. Acredita-se que eles eram parte de uma rede europeia que supostamente obtinha passaportes para que eles fossem adulterados na Tailândia. Os passaportes eram depois distribuídos para células de extremistas, entre elas a Al-Qaeda e o grupo paquistanês Lashkar-e-Taiba, que realizou os ataques em Mumbai, matando 175 pessoas, e o Exército de Libertação dos Tigres do Tamil Eelam (LTTE), do Sri Lanka, informou o ministério em comunicado.

É a última de uma série de ações da polícia nos últimos anos contra grupos locais ligados à Al-Qaeda. Terroristas islâmicos não atacam a Espanha desde os atentados com bombas em Madri, em 2004, que mataram 191 pessoas, mas seguem ativos no país. O chefe do grupo vive na Tailândia e é um cidadão paquistanês. Segundo o ministério espanhol, ele foi preso junto com outro paquistanês e um cidadão tailandês.

A polícia espanhola informou que o grupo roubou grandes quantidades de passaportes estrangeiros na Espanha - praticamente todos na região de Barcelona - durante o período de 18 meses em que foram monitorados. Os roubos haviam sido supostamente pedidos pelo líder do grupo, que vive na Tailândia e pedia passaportes com nacionalidades e idades específicas, para que se falsificassem os documentos posteriormente. As informações são da Dow Jones.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More