segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Atentado taleban mata governador de distrito no leste do Afeganistão

Efe

CABUL - O governador de um distrito afegão da província oriental de Nangarhar morreu nesta segunda-feira, 30, em uma explosão em seu veículo, em um atentado talibã no qual também foram registrados quatro feridos, informou uma fonte oficial.

O fato aconteceu perto da cidade de Jalalabad, capital da província, quando explodiu a carga colocada sob o veículo do chefe do distrito de Lal Por, Said Muhamad Pahlauan, informou à agência afegã AIP o porta-voz do Governo de Nangarhar, Ahmad Zia Abdulzai.

Segundo esta fonte, Pahlauan morreu no ataque e outras quatro pessoas ficaram feridas. As forças de segurança isolaram a região depois da explosão.
Um porta-voz taleban, Zabihulah Mujahid, assumiu a autoria do atentado, no qual assegurou que além do governador de Lal Por morreram seus guarda-costas.

O movimento dos talebans afegãos tem suas principais fortificações nas províncias situadas no leste e no sul do país, onde os ataques contra as forças de segurança e as autoridades públicas são frequentes.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Outro Imã "moderado" defensor da Mesquita do Ground Zero nega-se a reconhecer o Hamas como terroristas




Por Andrew C. McCarthy do National Review, 25 de agosto:

Na noite passada, eu estava no show de David Asman no Fox Business Channel, debatendo com o Imã Dawoud Kringle do sistema penitenciário de Nova York, um dos grande apoiadores da construção do Centro Islâmico no Ground Zero. Imã Kringle, que parece ser alguém muito agradável, desenrolava os pontos principais de como o Islã proíbe o terrorismo, e, portanto, se alguém comete um ato de terrorismo agi por definição própria e não por um preceito islâmico.

Então veio o momento da verdade: A pergunta era muito simples: "É o Hamas uma organização terrorista?".

E assim como seu amigo, o Imã Feisal Rauf, Kringle não respondeu a pergunta. Ressaltei que era uma questão muito simples. E ela é: Independente do fato de que o Hamas é formalmente designado como uma organização terrorista pelos EUA, o próprio Hamas deixa isso bem claro- na verdade ele usa como um distintivo de honra- que o Hamas só existe com a finalidade de conduzir Israel para fora da Palestina através da Jihad violenta. No entanto, o imã não pode pôr-se a dizer que o Hamas é uma organização terrorista...


Este é um jogo da Sharia, e da promoção islâmica que Feisal Rauf levantou como uma forma de arte. Como explico no debate, ele afirmam com toda a seriedade aparente que eles condenam o terrorismo, e ainda acham desculpa para apoiar o Hamas e a teocracia iraniana - o Estado líder do terrorismo no mundo. Eles não consideram a matança de não-muçulmanos que tem o Islã como adversário como terrorismo, mas chamam tal fato de resistência. Eles sabem que se eles condenarem o terrorismo, a mídia e a esquerda irão chamá-los de moderados. Mas o que você ouve e o que eles realmente falam, são duas coisas muito diferentes.

Fonte: National Review

Militares matam ativistas da Al-Qaeda na Argélia

Três indivíduos armados foram mortos nesta quinta-feira em uma operação militar na província de Tizi Ouzou, na Argélia, disseram à agência EFE fontes oficiais locais que pediram o anonimato. As fontes asseguraram que os mortos fazem parte da organização terrorista Al-Qaeda no Magrebe Islâmico.

A operação ocorreu perto da localidade de Tadmait, quando os três terroristas circulavam em um veículo em direção ao vilarejo de Dellys, na província vizinha de Boumerdès.

Os três indivíduos foram seguidos por soldados à paisana que esperaram o momento propício para interceptá-los.

Uma equipe de atiradores de elite estava montada na saída de Tadmait, a centenas de metros de uma parada de ônibus.

Os três terroristas foram mortos em uma troca de tiros e seus fuzis Kalashnikov, apreendidos, segundo as mesmas fontes.

Os três cadáveres foram levados ao necrotério do hospital de Tizi Ouzou para serem identificados.

Fonte: Terra

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A Mesquita no Marco Zero e o brasileiro preso no Egito

Por Jefferson Nóbrega

Os “tolerantes” Islamitas têm protestado e gritado contra a iniciativa de barrar a construção do Centro Islâmico próximo ao Marco Zero.

Os opositores do Centro tem sido acusados de preconceito contra o Islão, dizem que é inadmissível a construção ser barrada simplesmente por ser uma obra mulçumana.

Até um líder do grupo terrorista Hamas entrou na polêmica, Mahmoud al-Zahar disse que os muçulmanos "devem construir onde quiserem"... “assim como judeus e cristãos constroem seus locais de oração”.

Mas, a hipocrisia muçulmana foi calada novamente com a prisão de Dagnaldo Pinheiro Gomes, o brasileiro de 36 anos preso no Egito.

Dagnaldo foi detido no último dia 18 de agosto, acusado de proselitismo religioso, o que é proibido pelas leis egípcias. A prisão aconteceu quando ele visitava as pirâmides. Policiais teriam encontrado bíblias e folhetos evangélicos no carro em que ele viajava.

Ora, os muçulmanos que exigem respeito, não possuem tal respeito pelos Cristãos. Os que gritam contra a Islafobia são os mesmos que apóiam a Sharia, regime onde nós (Cristãos) somos verdadeiros criminosos.

Mas, alguém pode argumentar: O Crime não é ser Cristão, mas fazer proselitismo de sua fé...

Então quer dizer que a pessoa pode ser Cristã, mas não pode professar sua fé, no entanto, os muçulmanos "devem construir onde quiserem"?

Só terão o devido respeito no dia em que os Cristãos não forem mais assassinados no Paquistão, condenados a morte por tribunais no Afeganistão, expulsos e perseguidos em Mogádicio, deixarem de serem massacrados na Nigéria, de serem proibidos no Egito, de terem suas Igrejas atacadas no Iraque, de se tentar extinguir no Irã e etc.

Faço repetir a frase gritada no protesto contra a construção da Mesquita:

"Vocês podem construir sua mesquita no Marco Zero quando nós pudermos construir nossas sinagogas em Meca"



Jefferson Nóbrega
Pax et bonvs!

Fonte: O Candango Conservador






Polícia diz que suspeitos presos planejavam ataques no Canadá

Três homens detidos no Canadá acusados de atos ligados ao terrorismo planejavam ataques à bomba e tinham relações com um grupo que luta contra as forças da coalizão no Afeganistão, informou a polícia nesta quinta-feira.

Um dos presos teria se candidatado para participar do programa de televisão "Canadian Idol".
A polícia prendeu dois dos homens em Ottawa na quarta-feira e um terceiro em London, Ontario, após quase um ano de investigações no maior trabalho anti-terror desde um plano para explodir ícones canadenses, descoberto em 2006.

O investigador-chefe do caso disse que a polícia fez as prisões nesta semana por acreditar que um ataque seria iminente.

"Esse grupo apresentava uma ameaça real e séria à região da capital nacional e à segurança nacional do Canadá", disse a repórteres Serge Therriault, investigador-chefe da polícia real canadense.
"Nossa investigação criminal e as prisões preveniram a montagem de quaisquer bombas e a realização do ataque terrorista ou ataques".

A polícia disse ter encontrado os suspeitos, todos eles canadenses, com instruções de fabricação de bombas e mais de 50 circuitos eletrônicos que seriam usados para detonar explosivos improvisados.
Os suspeitos foram identificados como Hiva Mohammad Alizadeh, de 30 anos, Misbahuddin Ahmed, 26, ambos de Ottawa, e Khurram Syed Sher, de London, Ontario.

A polícia se recusou a especificar as acusações feitas contra eles e disse que a investigação prossegue. Os homens são acusados de conspirar com outros grupos no Canadá, Irã, Afeganistão, Dubai e Paquistão.

Fonte: Estadão

Taliban sinaliza ataque contra estrangeiros que levam ajuda ao Paquistão

Associated Press
MIR ALI - O Taleban considera "inaceitável" a presença de trabalhadores estrangeiros para ajudar as vítimas das enchentes no Paquistão, disse nesta quinta-feira, 26, um porta-voz da milícia, ameaçando também realizar ataques.

Segundo Azam Tariq, os EUA e outros países que têm "outras intenções" ao ajudar as vítimas das enchentes no país, embora não tenha dado detalhes. "Quando dizemos que algo é inaceitável para nós, cada um pode tirar suas próprias conclusões", disse o representante.

"Por trás das cenas, eles têm outras intenções. Mas o que mostram é que estão ajudando. A ajuda não está chegando a quem precisa e quando as vítimas não recebem nada, isso se torna inaceitável para nós", disse Tariq.

A Organização das Nações Unidas (ONU), que coordena o envio de ajuda, porém, disse que a ação dos insurgentes não vai interromper as ações. "Ainda há muito trabalho a fazer e milhões de pessoas precisam da nossa ajuda. Seria desumano se alguém nos atacasse, efetivamente ameaçando a vida de pessoas que podemos salvar", disse Maurizio Giuliano, porta-voz da entidade.

O órgão, porém, já anunciou que deve revisar as medidas de segurança de seus funcionários no país. As condições precárias aumentaram os temores de que a população e os estrangeiros seriam alvos fáceis para as organizações terroristas que agem no país.

A crise humanitária causada pelas enchentes no Paquistão começou há quase um mês. Segundo a ONU, mais de 17 milhões de pessoas foram de alguma forma afetadas pelas enchentes. Além disso, 1,2 milhão de casas foi destruído e 5 milhões de pessoas estão desabrigadas.

Palestinos e polícia da fronteira entram em choque em Jerusalém

JERUSALÉM - Moradores árabes do bairro de Silwan, de Jerusalém Oriental, entraram em confronto com a polícia da fronteira israelense nesta quinta-feira, 26, incendiando quatro carros e duas motos e atirando pedras contra os bombeiros. As informações são do jornal israelense Ha'aretz.

Um judeu de 22 anos morador da região se feriu levemente ao ser atingido por uma pedra. Os palestinos também colocaram fogo em árvores, latas de lixo e em uma cabine policial.

Segundo os manifestantes, os conflitos começaram quando colonos judeus tentavam derrubar um portão de uma mesquita. "Às 3 horas, quatro colonos chegaram e pediram para passar pela mesquita e cortar caminho. Um dos muçulmanos presentes na mesquita os viu e gritou para que eles fossem embora", disse um residente da região.

Os palestinos passaram a atirar pedras contra os colonos e suas casas depois do incidente, e a polícia da fronteira fez disparos de alerta. Durante os confrontos, vários veículos foram depredadas.

Os envolvidos no incidente negaram as alegações dos palestinos e disseram que "a história sobre o portão é completamente desconhecida". Um representante dos colonos disse que os confrontos começaram no início da noite de quarta, e não de madrugada, como descrito pela testemunha. "Não sabemos o que aconteceu, essa áreas é tranquila geralmente. Está claro que grupos extremistas estiveram envolvidos, e sabemos que vários moradores não queriam que isso tivesse acontecido", disse o representante.

As tensões em Silwan aumentaram nos últimos meses devido aos planos do governo de Israel de demolir casas construídas ilegalmente na área.

Fonte: Estadão

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