domingo, 28 de novembro de 2010

Cristão acusado de "blasfêmia" é assassinado no Paquistão

Latif Masih , tinha 22 anos e era um cristão.Ele abriu uma loja de celulares em sua cidade, Godhpur, na região paquistanesa de Punjab. Para a família, sem dúvida, uma vizinha chamada Ijaz Ahmed, filha do aiatolá da vila, queria ficar com o negócio. Depois de várias agressões físicas por nenhuma razão, no final de maio, os policiais o prenderam. Ele foi levado perante o juiz da comarca.  A acusação? Tinha sido visto queimando folhas do Corão.
Latif passou cinco meses em prisão preventiva,Ijaz Ahmed, hesitou em dar declaração judicial e o cristão foi libertado. Ele retornou à sua aldeia no início de novembro, e de acordo com sua mãe, Rubina Bibi Masih, dois homens armados com pistolas chegaram a sua casa e pediu para ele acompanhá-los. Latif, mesmo temendo o que iria acontecer os seguiu. Não muito longe, apenas dois minutos depois, dispararam contra ele cinco vezes.Os assassinos fugiram em uma moto. "Havia vários policiais na rua, mas, eles não tentaram deter os assassinos", queixou-se sua mãe do joven cristão que testemunhou a brutalidade.
O chefe da delegacia local, Rafique Ahmed, fez pouco caso e disse: "Nenhum bom muçulmano tolera um blasfemo."

Como advertiu Tahira Abdullah, muçulmanos e ativistas dos direitos humanos, o mesmo pode aconter a Asia Bibi. "Asia sairá da prisão, mas sua vida está em perigo. Assim como no caso do jovem Latif, líderes radicais islâmicos irão querer  fazer justiça por sua acusação de blasfêmia.Qualquer um pode matar, porque quem defende o nome do Profeta recebe como prêmio o paraíso ", completa Tahira.

Fonte: Minuto Digital 

Paquistão: Assassino de Shazia, a menina Cristã estuprada e morta, é absolvido


Mais um dos fatos da liberdade do mundo islâmico. 

Segundo o Pakistan Christian Post, Munir Masih e sua esposa Ruqqiya Bibi, um casal cristão, foram condenados no Paquistão a 25 anos de prisão por "profanarem" o Corão ao "tocarem nele com as mãos sujas". Munir Masih foi libertado essa semana, no entanto, sua esposa ainda permanece presa.

Da mesma forma Asia Bibi ainda aguarda a revogação de sua condenação a morte por "blasfêmia" contra Maomé.

Em contra partida, conforme noticia o diário espanhol Minuto Digital, o advogado paquistanês Chaudhry Naeem, que estuprou e matou a menina cristã Shazia Bashir, de apenas 12 anos, foi absolvido.

Chaudhry foi acusado junto com sua esposa e seu filho pelo assassinato da garota. A jovem que tinha 12 anos, foi sequestrada e obrigada a trabalhar na casa da família.

Tudo leva a crer que no processo as provas foram manipuladas para favorecer a rica família muçulmana. " A família de Shazia não pode fazer justiça. Não é a primeira vez que os reusultados de processos, deixam impunes influentes famílias muçulmanas, apesar das atrocidades cometidas contra os Cristãos, pobres e indefesos". Afirma Nasir Saeed, diretor do Centro de Assistência, que oferece ajuda aos Cristão do Paquistão.

Peter Jacob, secretário executivo da "Comissão Justiça e Paz" dos Bispos paquistaneses comenta a Fides: " É horrível. Este veredito demonstra que algumas pessoas estão acima da lei. Estes julgamentos garatem a impunidade, e por esta razão, tais fenomenos como a violação dos direitos humanos, o trabalho infantil, a violência contra as mulheres, continuarão a acontecer.

Relatório da Jihad 10/2010


Eis os números da Jihad no mês de Outubro:

Número de ataques da Jihad em outubro: 181

Número países: 17

Número de mortos: 616

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 923

Fonte: Relion of Peace

Canadá: Mesquita é pixada com os versículos ofensivos do Corão

Vândalos canadenses pixaram uma mesquita fazendo referência a versos ofensivos do Corão. Não é primeira vez que a mesquita é pixada e sempre que acontece eles colocam versículos polêmicos do livro sagrado do Islã.


A pixação faz menção a trechos ofensivos do Corão. Corão 5: 51-52

Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos. Verás aqueles que abrigam a morbidez em seus corações apressarem-se em Ter intimidades com eles, dizendo: Tememos que nos açoite uma vicissitude! Oxalá Deus te apresente a vitória ou algum outro desígnio Seu e, então, arrepender-se-ão de tudo quanto haviam maquinado. (Al Maida 51-52)

Fonte: The Religion of Peace

Argélia levará três convertidos ao cristianismo a julgamento pelo crime de "abertura ilegal de lugar de culto"

Segundo publicado pelo jornal Al Arabya, a Argélia levará a julgamento três ex-muçulmanos convertidos a fé cristã pelo crime de "abertura ilegal de lugares de culto".

Os réus que tem entre 35 e 45 anos, foram acusados pela autoridades de abrir uma igreja protestante de forma ilegal. U dos réus também é acusados de acolher um Pastor francês que teria viajado ao país para pregar na igreja.

Segundo a lei do país, lugares de culto só podem ser abertos com autorização do governo.

Nos últimos meses, vários argelinos foram presos no país de maioria islâmica, por violarem os preceitos do Islã, todos eles são ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo.

Um grupo chegou a ir em julgamento por quebrar o "jejum sagrado" do ramadã, mas foram absolvidos das acusações.

Em outubro um jovem foi condenado a dois anos de prisão por quebrar o jejum, mas as autoridades depois falaram que a prisão foi devido ele ter "quebrado a janela de uma delegacia". Que pena grande para quem quebra uma janela hein?

O primeiro ministro Ahmed Ouyahia, em discurso no parlamento garantiu que na Argélia "todos tem liberdade de religião". 

Me engana que eu gosto!

Igreja Nossa Senhora da África em Argel


Soldados israelenses ferem 4 palestinos na fronteira

AE - Agência Estado - Soldados israelenses atiraram e feriram quarto palestinos, neste domingo, durante busca por materiais de construção perto da fronteira de Gaza com Israel, de acordo com fontes da área médica e militar.

Um adolescente de 15 anos estava entre os atingidos, no norte da cidade Beit Hanun, segundo um porta-voz para services de emergência.

O exército de Israel confirmou que seus soldados atiraram contra pessoas que se aproximavam da fronteira depois que estes se recusaram a responder aos tiros de advertência. "Os soldados atiraram em direção a parte baixa do corpo", segundo o porta-voz.

A população regularmente se arrisca na procura por materiais nas ruínas de prédios abandonados na fronteira, apesar da proximidade da zona de exclusão de 300 metros imposta pelos israelenses.

Israel afirma que esta área é indispensável para evitar que atiradores palestinos e bombas atinjam seu território.

Na manhã do domingo, militantes no norte de Gaza lançaram um artefato em direção a Israel, mas não houve feridos nem danos, disse o exército.

''Legado de Yasser Arafat ainda impede um acordo de paz'

Roberto Simon - O Estado de S.Paulo
 
Evelson de Freitas/AETer fama de "falcão" no atual governo de Israel não é privilégio de poucos. Mas seria simplista resumir as ideias e a trajetória política de Silvan Shalom, vice do premiê Binyamin "Bibi" Netanyahu e um dos líderes do partido direitista Likud, à pecha de radical. O mesmo Shalom que bancou a retirada de todos os colonos da Faixa de Gaza, em 2005, quando era chanceler do governo Ariel Sharon, hoje faz campanha contra o congelamento nos assentamentos da Cisjordânia. Gaba-se de ter sido a primeira autoridade israelense a visitar a Tunísia e a falar com o Paquistão, "construindo pontes inéditas com o mundo muçulmano", mas, em seguida, deixa escapar que "a Liga Árabe fala muitas coisas estúpidas".

Evelson de Freitas/AE
 
Visita ao Brasil. Silvan Shalom fala em São Paulp: vice-premiê foi um dos articuladores da retirada dos colonos israelenses de Gaza, ainda em 2005
 
O número 2 do governo de Israel, que também acumula os ministérios da Cooperação Regional e do Desenvolvimento da Galileia e do Deserto do Negev, esteve na semana passada em São Paulo, quando falou com exclusividade ao Estado. Depois, Shalom foi ao Rio e chega hoje a Brasília para se encontrar com o chanceler Celso Amorim e outras autoridades brasileiras.

O sr. acredita que o Irã tem direito de enriquecer urânio para fins civis e sob supervisão internacional?

Todos sabem que os iranianos querem a bomba. Nós e todos os serviços de inteligência das grandes potências temos provas de que o Irã tem um programa com o objetivo de desenvolver armas nucleares. É por isso que essa última rodada de sanções foi imposta. Acredito que essas medidas estão funcionando, ainda que muitos em meu próprio país discordem de mim. Israel jamais aceitará a ideia de um Irã nuclear.

Conclui-se então que, se a diplomacia falhar, Israel atacará o Irã?

Não falamos sobre isso. Mas achar que o Irã pode ter um programa atômico exclusivamente para fins civis desde que dê garantias só pode ser fruto da inocência ou da hipocrisia.

Pois é exatamente essa a posição da diplomacia brasileira.

Não estou falando especificamente do Brasil. Mas o Irã expulsou inspetores, um novo reator em Bushehr acaba de ser revelado e o grau de enriquecimento do urânio está cada vez maior. Todas as empresas de países democráticos, incluindo o Brasil, estão respeitando as resoluções do Conselho de Segurança.

Essas reivindicações de Israel não ganhariam mais força e legitimidade se o país aderisse ao Tratado de Não-Proliferação e abrisse o jogo em relação ao seu próprio arsenal nuclear?
 

Você conhece algum outro país que tem seu direito de existir tão negado ao redor do mundo? Conhece um país que sofre tantas ameaças de ser riscado do mapa? Não é possível falar sobre Israel como se fosse um país qualquer. Trata-se de uma situação muito diferente. Ninguém sofre tantas ameaças de destruição quanto Israel. A doutrina da ambiguidade é nossa política desde 1948 e continuaremos com ela.

O sr. apoia uma petição contra a renovação da moratória de construções israelenses em terra palestina. Por quê?

Sou a favor da paz. Enquanto fui chanceler, abri vários caminhos de diálogo com o mundo muçulmano. Fui a primeira autoridade israelense a visitar a Tunísia, a falar com o chanceler do Paquistão, estive no Marrocos, Mauritânia, Jordânia, Indonésia e em vários outros países muçulmanos que até hoje não posso revelar. Mas, mesmo antes de o congelamento na Cisjordânia ser adotado, em novembro, eu já o considerava um equívoco, pois ele inevitavelmente se transformaria em um obstáculo futuro para o diálogo - como está acontecendo agora. A verdade é que os palestinos nunca haviam exigido a moratória para dialogar. O próprio Abu Mazen (Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina) negociou com o premiê Ehud Olmert por dois anos sem exigir o congelamento dos assentamentos. Yasser Arafat tampouco pediu isso aos premiês Itzhak Rabin, Shimon Peres e Ehud Barak. Dou-lhe ainda dois exemplos: o primeiro-ministro Menachem Begin permitiu que colonos construíssem no Deserto do Sinai até o último dia antes de a região ser devolvida ao Egito. O mesmo ocorreu com Sharon, antes da retirada da Faixa de Gaza.

Estamos em um país que condena os assentamentos israelenses. Até mesmo os EUA, o maior aliado de Israel, critica as construções. Qual é o preço dos assentamentos para Israel em termos de isolamento internacional?

Somos uma democracia. Se Israel alcançar um acordo com os palestinos, não importará se há ou não construções em andamento. Os exemplos do Sinai e de Gaza mostram isso. Precisamos só que os palestinos aceitem o diálogo. É isso que estamos tentando há dois anos. Por que o que eles fizeram com Olmert não pode ser feito com Netanyahu? Por que Arafat negociou com Bibi e hoje Abbas não pode? Para chegar à paz, os lados terão de fazer concessões. Os árabes não desaparecerão, nem os colonos. Infelizmente, Arafat deixou um legado que impede Abbas de chegar a um acordo porque ele não pode aceitar o que seu antecessor rejeitou. Barak propôs a Arafat 97% dos territórios, três quartos de Jerusalém Oriental, soberania na Esplanada das Mesquitas e 100 mil refugiados. Do lado dos palestinos, isso levaria à fórmula "fim das reivindicações, fim do conflito". Arafat não quis e, com esse legado, é muito difícil que Abbas aceite a paz por menos.

Como chanceler de Sharon o sr. apoiou a saída de Gaza. Foi um erro?

O resultado da retirada foi extremamente negativo. O Hamas chegou ao poder e o Irã está armando o grupo até os dentes. Grandes cidades israelenses estão sob alcance de mísseis que são usados contra civis. Não era esse o resultado esperado. Em 2006, dizia-se que Gaza era a nova Cingapura. Agora, o território é muito mais fundamentalista, pobre e o Fatah foi expulso à força.

Antes de tudo isso, porém, o Hamas ganhou eleições limpas cujo resultado Israel, assim como americanos e europeus, não reconheceu.

Sim, o Hamas foi eleito. Foi um grande equívoco dos americanos na época. Segundo o acordo de Oslo, nenhum grupo que defende a destruição de Israel pode disputar a eleição palestina. Mas os EUA queriam mostrar um processo de democratização no Oriente Médio.

A ONU diz que Israel ainda veta a entrada de suprimentos necessários a civis de Gaza. Por que não permitir, por exemplo, a entrada de cimento?

Não há bloqueio a Gaza, isso é um mito. Hoje permitimos a passagem de 280 caminhões, diariamente. Mas a demanda dos palestinos é de apenas 130 caminhões. Você sabe por que? O Hamas não quer perder o lucro com o mercado negro. Após o incidente da flotilha (em maio), a lista de produtos se restringe a itens que podem ser usados em atividades terroristas. Além disso, há uma passagem para o Egito. Por que Israel deve dar suprimentos ao Hamas enquanto eles lançam foguetes contra nossas cidades? Imagine se um país atirasse contra brasileiros inocentes e vocês, mesmo assim, aceitassem ajudá-lo. Sem falar que Gilad Shalit (soldado israelense capturado em 2006) ainda está em Gaza, sem que nem mesmo a Cruz Vermelha possa visitá-lo.

O acordo para libertar Shalit em troca de mil militantes do Hamas ainda está em debate?
Você acha certo trocar mil assassinos por um soldado? Até poderíamos soltá-los, mas desde que todos fiquem em Gaza. Eles querem ir para a Cisjordânia porque ameaçarão o poder do Fatah. Nesse caso, o maior prejudicado seria Abbas. O Hamas seria o herói dos palestinos e o Fatah seria derrotado.

O sr. defende a proposta de lei que obrigaria a submissão de acordos de paz a um referendo em Israel. Para a Liga Árabe, essa é uma forma de seu governo travar um futuro acordo. O que o sr. pensa sobre isso?

A Liga Árabe fala muitas coisas estúpidas, essa é mais uma delas e pouco me importo com isso. O referendo é a forma mais alta de decisão em uma democracia. Você deixa as pessoas decidirem o que o governo fará em um assunto crucial. A França fez um referendo sobre o Tratado de Lisboa, por exemplo.

No caso de Israel, estamos falando de uma ocupação, uma anexaão não reconhecida internacionalmente, como é o caso das Colinas do Golan.

Veja, eu não posso dizer ao Brasil se ele deve ou não convocar um referendo. É uma decisão israelense e ela será tomada por Israel.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More