quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Paquistão: Criança cristã com síndrome de Down detida por blasfémia

Uma criança paquistanesa está detida depois de ter sido acusada de desrespeitar o Corão. O caso da menor, filha de pais cristãos, está a suscitar a ira entre a população maioritariamente muçulmana, que exige que a criança seja punida. A lei paquistanesa prevê a pena de morte para alguns destes casos.
Rimsha, que terá entre 11 e 12 anos e trissomia 21 ou síndrome de Down, foi detida na última quinta-feira em Mehrabad, um bairro em Islamabad habitado por perto de 800 paquistaneses cristãos, depois de uma multidão em fúria ter exigido que fosse punida. O que terá estado na origem da detenção da criança não foi ainda confirmado oficialmente. Um responsável da polícia local disse à agência noticiosa AFP, sob condição de anonimato, que a criança terá sido vista em público com páginas queimadas entre as quais se encontravam versos do Corão e outros textos islâmicos.

Rimsha foi ouvida na sexta-feira em tribunal mas não terá conseguido explicar o que aconteceu e entendido as questões que lhe foram colocadas. Ficou em prisão preventiva durante 14 dias, ao fim dos quais deverá comparecer de novo em tribunal.

O ministro paquistanês para a harmonia nacional, Paul Bhatti, citado pela BBC, sublinhou que a criança sofre de perturbações mentais e tudo indica que não terá “desrespeitado propositadamente o Corão”. Com base nos relatórios a que tive acesso, foi encontrada com um saco de lixo que também teria páginas do Corão”, acrescentou o responsável à estação de televisão britância. “O caso enfureceu a população local e uma multidão começou a exigir que fosse punida. A polícia esteve inicialmente relutante em deter a menina mas cedeu perante a enorme pressão da multidão, que chegou a ameaçar que iria incendiar habitações de cristãos”, contou ainda o ministro.

O Presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, já ordenou que fosse aberto um inquérito à detenção da menor e entregou o caso ao ministro do Interior.

A acusação de blasfémia feita a Rimsha pela maioria muçulmana levou a que muitos cristãos abandonassem temporariamente o bairro de Mehrabad, receando represálias, adianta a AFP. “Estes cristão estão refugiados em casa de familiares noutros bairros da cidade mas já começaram a regressar progressivamente a Mehrabad”, disse à AFP Tahir Naveed Chaudhry, de uma organização que representa as minorias no Paquistão.
Tahir Naveed Chaudhry confirmou à agência noticiosa que Rimsha tem trissomia 21, associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico. As limitações mentais da criança são, no entanto, contestadas pela comunidade muçulmana, que asseguram que esta é "completamente normal" e que apenas tem um comportamento estranho. Fala sozinha e anda de uma forma peculiar, adiantou uma menina que afirma conhecer Rimsha citada pelo Guardian.

A polícia é acusada de impedir que advogados ou outros representantes da sociedade civil visitem Rimsha. “O Fórum de Acção das Mulheres está escandalizado com a total falta de humanismo” neste caso, afirmou Tahira Abdullah, membro da organização de defesa dos direitos das mulheres, exigindo a libertação imediata da menina e que esta seja tratada com base na legislação para menores.

O caso surge numa altura em que se debate a intolerância entre muçulmanos no Paquistão ou as leis contra a blasfémia do islão, que pode ser punida com a pena de morte. Activistas dos direitos humanos no país têm exigido uma reforma da legislação, nomeadamente a lei que prevê a prisão perpétua para quem seja acusado de desrespeitar o Corão.

Em muitos casos, aqueles que são acusados de blasfémia são mortos em ataques de multidões. Um desses casos foi registado no mês passado, quando um homem acusado de blasfémia, mentalmente instável, foi capturado de uma esquadra da polícia para ser queimado vivo na zona de Bahawalpur, na província de Punjab.
A BBC lembra que no ano passado, Shahbaz Bhatti, ministro dos Assuntos Internos, foi morto depois de ter defendido a revisão da lei sobre a blasfémia. Dois meses antes, o governador de Punjab, Salman Taseer, foi também assassinado após ter assumido a mesma posição.

Do nosso parceiro luso Perigo Islâmico

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Alemanha: Manifestantes exibem caricatura de Maomé em frente a uma mesquita

Cinquenta militantes de um pequeno grupo de extrema-direita exibiram este sábado uma caricatura de Maomé em frente a uma mesquita em Berlim, conhecida por ser um feudo salafista, reportou um jornalista da AFP.

As palavras “Fim à islamização” figuravam num cartaz desses militantes da organização ‘Pro Deutschland’, que pretendem realizar diversas acções desse tipo este fim-de-semana.

O grupo deverá deslocar-se hoje para outras mesquitas em Berlim e para organizações de extrema-esquerda no domingo.

Polícias foram deslocados em massa para o edifício religioso do bairro popular de Wedding, segundo a AFP, enquanto 150 militantes antinazis e de extrema-esquerda organizavam uma contra manifestação.

Em Maio, aquele pequeno grupo de extrema-direita, do qual um dos dirigentes é um antigo militante do partido neonazi NPD, tinha já exibido esses desenhos diante de mesquitas em Bona e Solingen, no oeste do país, causando escaramuças com a polícia e os salafistas.

As caricaturas de Maomé do caricaturista dinamarquês Kurt Westergaard provocaram uma vaga de protestos no Mundo muçulmano em 2005.

O salafismo é um movimento do Islão sunita fundado sobre uma interpretação estrita e literal do Corão.

Fonte: CM

Países asiáticos proíbem emigração para Arábia Saudita

A Indonésia, o Quénia e as Filipinas proibiram suas mulheres de emigrarem para a Arábia Saudita devido aos maus tratos que estas sofrem no centro do mundo islâmico: as emigrantes são altamente exploradas, não recebem salários, seus passaportes retidos, não têm liberdade para sairem as ruas e sofrem abusos sexuais.

Note-se que até a Indonésia, um país muçulmano, o maior do mundo islâmico também proibiu... portanto, imaginem o grau de violência essas mulheres sofrem na Arábia Saudita e em países muçulmanos.

O Quênia, marjoritamente cristão, proibiu não apenas as suas mulheres mas também os homens de emigrarem para a Arábia Saudita.

Recentemente, Madagáscar, Sri Lanka e Filipinas tiveram que repatriar mulheres do Líbano e doutros países árabes pelo mesmo motivo.

Há menos de um ano, o site católico AsiaNews informou que as mulheres nepalesas eram vítimas da exploração e da prostituição nos países árabes. As embaixadas do Nepal na região do Oriente Médio dizem receber grande quantidade de nepalesas pedindo refúgio, queixando-se da violência física e sexual dos seus empregadores. Por isso, o Nepal proibiu as mulheres com menos de trinta anos de trabalhar na Arábia Saudita.
 
Onde estão os esquerdistas pseudo-defensores dos direitos humanos?
 
Fontes:
 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A natureza da "tolerância" no Islamismo.

Os actos de violência que os muçulmanos têm cometido na Europa e nos Estados Unidos são geralmente atribuídos a uma minoria “fundamentalista”, mas na verdade todo o Islão se fundamenta em princípios de intolerância e beligerância, especialmente contra o mundo Cristão ocidental. Conheça alguns pormenores bem esclarecedores…

Por Roberto de Mattei – Fonte: A Vida Sacerdotal
 
Nas terras conquistadas pelo Islão, a opção deixada aos vencidos é a conversão ou a morte. Para os adeptos da religião dos “Livros Santos”, cristãos e hebreus, mas também sabeítas e zoroastristas, definidos como “gente do Livro” (ahl el-Kitab) ou “gente do Pacto” (ahl el-dhimma), está previsto um estatuto privilegiado desde que aceitem submeter-se ao Islão. Tal estatuto jurídico de inferioridade, chamado dhimma, é simbolizado pelo pagamento de uma taxa pessoal que indica o reconhecimento público da subordinação ao Islão.

O pacto de Omar, primeiro sucessor do profeta, introduziu o distintivo para os protegidos: castanho para os madeístas, azul para os cristãos, amarelo para os hebreus e, confinando os dhimmos em bairros especiais, antecipa assim o aparecimento da prática dos guetos.

Os dhimmos, desde que aceitem submeter-se ao Islão, são integrados na comunidade islâmica, mas na condição de uma pesada sujeição jurídica. São excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir os imperativos sociais da charia; o proselitismo religioso é punido com a pena de morte, mas os dhimmos devem aceitar o proselitismo dos muçulmanos, mesmo nas suas igrejas ou sinagogas. Por outro lado, os dhimmos não podem construir edifícios mais altos do que os dos muçulmanos, devem proceder aos funerais dos seus mortos em segredo, sem prantos nem lamentos; é-lhes vedado tocar sinos, expor qualquer objecto de culto e proclamar, diante de um muçulmano, as crenças cristãs. Um muçulmano pode casar-se com uma mulher dhimma, mas um dhimmo não pode casar-se com uma muçulmana; a criança nascida de um casamento misto é sempre muçulmana. A sanção que pune os muçulmanos culpados de delitos é atenuada se a vítima for um dhimmo. Os não-muçulmanos nunca podem ser testemunhas contra muçulmanos, sendo o seu juramento inaceitável. Tal rejeição funda-se, segundo os hadith, sobre a natureza perversa e mentirosa dos “infiéis” que insistem deliberadamente em negar a superioridade do Islão. Pela mesma razão, um muçulmano, mesmo que seja culpado, não pode ser condenado à morte, se for acusado por um infiel. Pelo contrário, aconteceu diversas vezes que houve dhimmos condenados à morte no lugar de muçulmanos culpados.

A rejeição das testemunhas dhimmas é particularmente grave quando elas, caso não raro, são acusadas de ter “blasfemado” contra Maomé, delito punido com a pena de morte. Os dhimmos, incapacitados de refutar em juízo as acusações dos muçulmanos, encontram-se, muitas vezes constrangidos a aceitar o Islão, para conseguirem salvar a vida.

O pagamento do tributo a que estão sujeitos os dhimmos, chamado kharadj, é justificado pelo princípio segundo o qual a terra subtraída pelo Islão aos “infiéis” é considerada como pertencente, por direito, à comunidade muçulmana. Por força deste princípio, qualquer proprietário é reduzido à condição de um tributário que detém a sua terra na qualidade de mero usufrutuário por concessão da umma. A taxa vem carregada de um simbolismo sagrado e bélico: é o direito inalienável atribuído por Alá aos vencedores sobre o solo inimigo. Além da kharadj, os dhimmos são obrigados a pagar outro imposto, a djizya, que lhes é imposta no decurso de uma cerimónia humilhante: enquanto paga, o dhimmo é golpeado na cabeça ou na nuca.

É esta a natureza da tolerância no Islão.

“Guerra Justa, Guerra Santa – Ensaio sobre as Cruzadas, a Jihad islâmica e a tolerância moderna”, Livraria Civilização Editora, Porto, 2002, Capítulo II, págs. 65-68.

domingo, 12 de agosto de 2012

Números reveladores sobre os islâmicos - Destruindo o mito do Islã moderado

Ao criticar o Islã, você com certeza deparou-se com a clássica argumentação que o as ações extremistas são na verdade atos de uma ínfima minoria, e que portanto, o Islã é uma religião de paz, pois a grande maioria dos muçulmanos são pacíficos.  Na verdade, mesmo uma pequena minoria de “1%” dos muçulmanos em todo o mundo, representa cerca de 15 milhões de crentes, portanto, de forma alguma um número insignificante. No entanto, a “minoria” dos muçulmanos que aprovam os terroristas, seus métodos e objetivos, é muito maior do que essa cifra. Na verdade, dependendo dos objetivos almejados, já não existe mais a tal “minoria extremista”.

As pesquisas que serão apresentadas abaixo, demonstram a opinião dos muçulmanos acerca do terrorismo, al-Qaeda, Osama Bin Laden, os ataques de 11 de setembro, a violência em defesa do Islã, a sharia, os crimes de honra e questões relacionadas a integração à sociedade ocidental. Os resultados são reveladores. É um tapa no policitamente correto.



Obs: O The Religion of Peace vem recolhendo esses dados durante anos, portanto, alguns são de anos atrás, sendo assim, pode haver dados desatualizados.
 


Eis a face ocultada dos muçulmanos:

Terrorismo

  • Enquete: 20% dos muçulmanos britânicos simpatizam com o atentado de 07/07
  • Pesquisa: 1 em cada 4 muçulmanos britânicos dizem que os atentados de 07/07 foram justificados.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
 

People-press: 
  • 31% dos turcos apoiam atentados suicídas contra ocidentais no Iraque
Fonte: http://people-press.org/report/206/a-year-after-iraq-war  

Ynet:
  • Um terço dos palestinos (32%) apoiam o massacre contra a família judia Fogel
Fontes: http://pajamasmedia.com/tatler/2011/04/06/32-of-palestinians-support-infanticide/
http://www.ynetnews.com/articles/0, 7340, L-4053251, 00.html


World Publicopinion:

  • 61% dos egípcios aprovam ataques a americanos
  • 32% dos indonésios aprovam ataques a americanos
  • 41% dos paquistaneses aprovam ataques a americanos
  • 38% dos marroquinos aprovam ataques a americanos
  • 83% dos palestinos aprovam  os ataques a americanos e os grupos que realizam as ações (apenas 14% se opõem)
  • 62% dos jordanianos aprovam os ataques a americanos e os grupos que realizam as ações (21% se opõem)
  • 42% dos turcos aprovam alguns ou a maioria dos grupos que atacam os americanos (45% se opõem)
Uma minoria de muçulmanos discordam inteiramente com os atentados terroristas contra os americanos:

Egito: 34%; Indonésia 45% e Paquistão 33%

Cerca da metade dos que apoiam ataques aos americanos foram simpáticos com as ações da Al-Qaeda contra os EUA.

Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Pew Research (2010):

  • 55% dos jordanianos têm uma visão positiva do Hezbollah
  • 30% dos egípcios têm uma visão positiva do Hezbollah
  • 45% dos nigerianos muçulmanos têm uma visão positiva do Hezbollah (26% possuem uma visão negativa)
  • 43% dos indonésios têm uma visão positiva do Hezbollah (30% negativos)
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 60% dos jordanianos têm uma visão positiva do Hamas (34% negativo)
  • 49% dos egípcios têm uma visão positiva do Hamas (48% negativo)
  • 49% dos nigerianos muçulmanos têm uma visão positiva do Hamas (25% negativo)
  • 39% dos indonésios têm uma visão positiva do Hamas (33% negativo)
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 15% dos indonésios acreditam que os atentados suicídas são justificados.
  • 34% dos nigerianos muçulmanos acreditam que os atentados suicídas são justificados.
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
Populud Poll (2006):

  • 12% dos jovens muçulmanos britânicos, acreditam que os ataques suicídas contra civis na Grã-Betanha são justificados. Um em cada quatro jovens muçulmanos da Grã-Betanha apoiam ataques suicídas contra as tropas britânicas.
Fontes: http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Pew Research (2007):

  • 26% dos jovens muçulmanos do Estados Unidos acreditam que os atentados suicídas são justificados.
  • 35%¨dos jovens muçulmanos na Grã-Betanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 42% dos jovens muçulmanos da França acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 22% dos jovens muçulmanos da Alemanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 29% dos jovens muçulmanos da Espanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
Fonte: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 8% dos muçulmanos dos Estado Unidos acreditam que os atentados suicídas são justificados (81% dizem que nunca é justificado)
  • 28% dos egípcios muçulmanos acreditam que os atentados suicídas são justificados (38% dizem que nunca é justificado)
Pew Research (2007):
  • Muçulmanos americanos que se identificam mais com a sua religião são três vezes mais propensos a sentir que os atentados suicídas são justificados.
Fontes: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60
 

ICM:
  • 5% dos muçulmanos da Grã-Betanha disseram nas pesquisas que não denunciariam, caso tivessem conhecimento de planos de atentados terroristas contra as autoridades do país.
  • 27% não concordam com a deportação de extremista islâmicos que preguem a violência e o ódio.
Fontes: http://www.scotsman.com/?id=1956912005
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist.html


Federação das Sociedades de Estudantes Islâmicos:

  • Cerca de 1 em cada 5 estudantes muçulmanos da Grã-Betanha (18%) não denunciariam caso algum um comapanheiro muçulmano estivesse planejando realizar ataques terroristas.
Fontes: http://www.fosis.org.uk/sac/FullReport.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


ICM Enquete:

  • 25% dos muçulmanos britânicos discordam que um muçulmano tem a obrigação de denunciar os terroristas à polícia.
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Populus Poll (2006):

  • 16% dos muçulmanos britânicos acreditam que os ataques suicidas contra israelenses são justificados.
  • 37% acreditam que os judeus na Grã-Bretanha são um "alvo legítimo".
Fontes: http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Veja também:
http://wikiislam.net/wiki/Muslim_Statistics_ (Terrorismo)
para as estatísticas sobre o terror islâmico.

Al-Qaeda e Osama Bin Laden

Pew Research (2007):

  • 5% dos muçulmanos americanos apoiam à al-Qaeda(27% são simpáticos ao grupo). Apenas 58% à organização terrorista.
Fontes: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 1 em cada 10 muçulmanos nascidos nos EUA têm
  • uma visão favorável da al-Qaeda.
Al-Jazeera (2006):
  • 49,9% dos muçulmanos entrevistados apoio Osama bin Laden
Fontes: http://terrorism.about.com/b/2006/09/11/al-jazeeras-readers-on-911-499-support-bin-laden.htm

Pew Research:

  • 59% dos indonésios apoiam Osama bin Laden (2003)
  • 41% dos indonésios apoiam Osama bin Laden (2007)
  • 56% dos jordanianos apoiam Osama bin Laden (2003)
Fontes: http://www.forbes.com/2010/02/15/iran-terrorism-al-qaida-islam-opinions-columnists-ilan-berman.html

Pew Global:

  • 51% dos palestinos apoiam Osama bin Laden
  • 54% dos muçulmanos nigerianos apoiam Osama bin Laden
Fontes: http://frontpagemag.com/2010/02/10/blinded-by-hate/
http://pewglobal.org/files/pdf/268.pdf


MacDonald Laurier Institute:

  • 35% dos muçulmanos canadenses são favoráveis a al-Qaeda
Fontes: http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada

Maioria dos muçulmanos concordam com a Al-Qaeda quanto a oposição aos valores ocidentais em países islâmicos:

  • Egito: 88%;
  • Indonésia 76%;
  • Paquistão 60%;
  • Marrocos 64%
Fontes: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

ICM Enquete:

  • 13% dos muçulmanos na Grã-Bretanha apoiariam um ataque da al-Qaeda aos Estados Unidos.
Fontes: http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/guardian-muslims-march-2004.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


World publicopinion – Opinião em relação a Osama bin Laden:


  • Egito: 44% positivas, 17% negativas e 25% uma mistura de sentimentos. Indonésia: 14% positivas, 26% negativas, 21% sentimentos mistos (39% não responderam)
  • Paquistão: 25% positivas, 15% negativas, 26% sentimentos mistos (34% não responderam)
  • Marrocos: 27% positivas, 21% negativas, 26% uma mistura de sentimentos 
  • Jordanianos: 27% positiva, 20% negativos, e 27% sentimentos mistos.
  • Palestinos: 56% positivas, 20% negativas, 22% sentimentos mistos).
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Pew Research (2010):

  • 49% dos nigerianos muçulmanos têm opinião favorável quanto à Al-Qaeda (34% desfavoráveis)
  • 23% dos indonésios têm opinião favorável em relação à Al-Qaeda (56% desfavoráveis)
  • 34% dos jordanianos têm opinião favorável em relação à Al-Qaeda
  • 25% dos indonésios têm "confiança" em Osama bin Laden (em 2003 era 59%)
  • 1 em cada 5 egípcios têm "confiança" em Osama bin Laden
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/ 
Pew Research (2011):
  • 22% dos indonésios têm uma visão favorável da
  • al-Qaeda (21% desfavoráveis)
Gallup:
  • 51% dos paquistaneses sofreram pela morte de Osama bin Laden (apenas 11% ficaram felizes com sua morte)
  • 44% dos paquistaneses veem Osama bin Laden como um mártir
Fonte: http://www.americanthinker.com/blog/2011/05/majority_of_our_pakistani_alli.html 

Populus Limited:
  • 18% dos muçulmanos britânicos ficariam orgulhosos ou indiferentes se um membro da família se unisse a al-Qaeda.
Fontes: http://www.populuslimited.com/poll_summaries/2006_07_04_Times_ITV.htm
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Policy Exchange(2006):

  • 7% dos muçulmanos na Grã-Bretanha admiram a al-Qaeda e outros grupos terroristas.
Fontes: http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Atentados terroristas de 11 de setembro

al-Arabiya:

  • 36% dos árabes entrevistados disseram que os ataques de 9/11 eram moralmente justificados; 38% discordaram, 26% não responderam.
Fonte: http://www.alarabiya.net/articles/2011/09/10/166274.html
Gallup:

  • 38,6% dos muçulmanos acreditam que os ataques de 9/11 foram justificados
Fontes: http://elderofziyon.blogspot.com/2008/05/that-tiny-percentage-of-radical-muslims.html
http://www.washingtoninstitute.org/templateC06.php?CID=1154


Violência em defesa do Islã


  • 40% dos indonésios aprovam a violência em defesa do Islã.
Fonte: http://www.thejakartapost.com/detailweekly.asp?fileid=20060728. @ 03

Pew Global:

  • 68% dos muçulmanos palestinos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 43% dos nigerianos muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 38% dos muçulmanos libaneses dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 15% dos egípcios muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 13% dos muçulmanos indonésios dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 12% dos jordanianos muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 7% dos muçulmanos israelenses dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
Fonte: http://cnsnews.com/node/53865 (Pew Global Attitudes Projeto de setembro de 2009)

Social Cohesion:

  • Um terço dos estudantes muçulmanos Britânicos, apoiam assassinatos em pról do Islã
Fonte: http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf

Policy Exchange:

  • Um terço dos muçulmanos britânicos acreditam que qualquer um que deixe o Islã deve ser morto
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

NOP Research:

  • 78% dos muçulmanos britânicos apoiam  punições aos editores de caricaturas de Maomé
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY

  • Dos muçulmanos ingleses ouvidos, 29% defenderiram agressivamente o Islã.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


Pew Research (2010):

  • 84% dos egípcios muçulmanos apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 86% dos jordanianos muçulmanos apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 30% dos muçulmanos indonésios apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 76% dos paquistaneses apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 51% dos muçulmanos da Nigéria apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

ICM Enquete:

11% dos muçulmanos britânicos consideram aceitável a violência com fins religiosos ou políticos.

http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Terrorism Analysts:

  • 51% das mesquitas nos EUA têm textos extremistas pregando a violência, 30% têm textos classificados como moderadamente violentos, e apenas
  • 19% das mesquitas não têm textos violentos.
Fonte: http://www.terrorismanalysts.com/pt/index.php/pot/article/view/sharia-adherence-mosque-survey/html

Sharia (Lei Islâmica)

  • 83% dos paquistaneses apoiam o apedrejamento de adúlteros
  • 78% dos paquistaneses apoio a morte aos apóstatas
Fonte: http://www.realcourage.org/2009/08/pakistan-78-percent-call-for-apostate-deaths/

Social Cohesion:

  • 40% dos estudantes muçulmanos britânicos querem a Sharia para o país.
Fonte: http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf

ICM Enquete:

  • 40% dos muçulmanos britânicos querem a Sharia no Reino Unido
GfK NOP pesquisa:
  • 28% dos muçulmanos britânicos querem a Grã-Bretanha como um Estado islâmico
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
NOP Research:

  • 68% dos muçulmanos britânicos apoiam a detenção e julgamento de qualquer pessoa que insulte o Islã.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


Toronto Sun:

  • 62% dos muçulmanos querem a Sharia no Canadá (15% dizem querem torná-la obrigatória a todos)
Fonte: http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada
Worldpublic Opinion:

  • 81% dos egípcios querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa.
  • 76% dos paquistaneses querem leis islâmicas rigorosas impostas em todos os países islâmicos
  • 49% dos indonésios querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa
  • 76% dos marroquinos querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Worldpublic Opinion:

  • 64% dos egípcios disseram que era "muito importante para o governo, aplicar castigos tradicionais para alguns crimes. Por exemplo, o apedrejamento de adúlteros".
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
Pew Research (2010):

  • 77% dos egípcios muçulmanos são a favor das flagelações e amputações
  • 58% dos jordanianos muçulmanos são a favor das flagelações e amputações
  • 36% dos muçulmanos indonésios são a favor das flagelações e amputações
  • 82% dos paquistaneses são a favor das flagelações e amputações
  • 65% dos muçulmanos da Nigéria são a favor das flagelações e amputações
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 82% dos egípcios muçulmanos são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 70% dos jordanianos muçulmanos são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 42% dos muçulmanos indonésios são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 82% dos paquistaneses são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 56% dos muçulmanos da Nigéria são a favor do apedrejamento de adúlteros
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Mortes em defesa da Honra


Ministério da Educação Turco:

  • 1 em cada 4 turcos são a favor do assassinato em defesa da honra
Fontes: http://www.realcourage.org/2009/03/turkey-war-on-women/
http://www.todayszaman.com/newsDetail_getNewsById.action?load=detay&link=170502&bolum=100

 
Civitas:

  • 1 em 3 muçulmanos no Reino Unido concordam que uma mulher deve ser forçada a obedecer as ordens de seu marido
Fontes: http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site 20Download.pdf%
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf


BBC Enquete:

  • 1 em cada 10 muçulmanos britânicos apoiam matar um membro da família que tenha cometido uma "desonra".
Middle East Quarterly:
  • 91 por cento dos crimes de honra são cometidos por muçulmanos em todo o mundo.
Fonte: http://www.canadafreepress.com/index.php/article/43207

  • 95% dos crimes de honra no Ocidente são perpetrados pelos pais e irmãos muçulmanos ou seus parentes.
  • Um levantamento das mulheres muçulmanas nos subúrbios de Paris descobriu que três quartos delas usam o véu por medo da violência que podem sofrer, seja física ou psicológica.
Fonte: http://www.nugget.ca/ArticleDisplay.aspx?e=3402230

Integração à sociedade

Os muçulmanos têm maiores índices de dificuldade de se integrarem a sociedade no Reino Unido (24% dos homens, 21% das mulheres)

Em 2010, 16% dos presos no Reino Unido  eram muçulmanos (os
muçulmanos constituem cerca de 3% da população)


Policy Exchange:
  • 1 em cada 4 muçulmanos no Reino Unido nunca ouviram falar do Holocausto; 
  • 34% dos muçulmanos britânicos acreditam que o holocausto nunca aconteceu.
Fontes: http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site 20Download.pdf%
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf


Civitas UK:

  • 51% dos muçulmanos britânicos acreditam que uma mulher não pode casar com um não-muçulmano
  • Apenas 51% acreditam que uma mulher muçulmana pode se casar sem o consentimento do tutor
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

Policy Exchange:

  • 52% dos muçulmanos britânicos acreditam que um homem muçulmano tem direito de ter até quatro esposas.
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

Civitas UK:

  • 61% dos muçulmanos britânicos querem que os homossexuais sejam punidos.
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

NOP Research:

  • 62% dos muçulmanos britânicos não são a favor da liberdade de expressão;
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion /main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


ICM Enquete:

  • 58% dos muçulmanos britânicos acreditam que insultos ao islã devem resultar em processo criminal
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Pew Global (2006):

  • Apenas 7% dos muçulmanos britânicos se consideram primeiramente britânicos (81% dizem que são "muçulmanos" e não "britânicos")
Fonte: http://pewglobal.org/reports/pdf/254.pdf

Policy Exchange (2006):

  • 31% muçulmanos na Grã-Bretanha se identificam mais com os muçulmanos de outros países do que com os não-muçulmanos britânicos.
Fontes: http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf http://www.christiantoday.com/article/religion.still.matters.global.survey.finds/28257.htm

Pew Research (2011):

  • Os muçulmanos americanos são quatro vezes mais propensos a dizerem que as mulheres não devem trabalhar fora de casa.
Fonte: http://www.people-press.org/2011/08/30/section-5-political-opinions-and-social-values/

Pew Research (2007):

  • 26% dos muçulmanos americanos não querem integração com a sociedade(43% apoiam a integração)
Fonte: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 20% dos muçulmanos americanos não querem integração com a sociedade (56% apoiam a integração)
Pew Research (2011):
  • 49% dos muçulmanos norte-americanos dizem que são "primeiramente muçulmanos" (26% disseram ser primeiro americanos)
Pew Research (2011):
  • 21% dos muçulmanos norte-americanos dizem que há grande quantidade de discrusos extremistas em suas comunidades.
Fonte: http://www.people-press.org/2011/08/30/section-6-terrorism-concerns-about-extremism-foreign-policy/

ICM Enquete:

  • 11% dos muçulmanos britânicos consideram violência para fins políticos aceitável.
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

 



Fonte: TheReligionofPeace.com
 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Extremistas muçulmanos matam 16 cristãos que liam a Bíblia

Roma, 07 Ago. 12 / 04:16 pm (ACI).- Uma nova ofensiva de extremistas muçulmanos contra cristãos volta a tingir de sangue uma igreja na Nigéria, onde ao menos 16 pessoas foram assassinadas enquanto liam a Bíblia na localidade de Otite, no estado federal de Kogi, na região central do país.

Uma dezena de homens armados, a bordo de uma caminhonete irromperam na Igreja Deeper Life Bible na tarde de 6 de agosto. Deixaram o edifício às escuras e blindaram a saída para disparar contra os cristãos que nesse momento estavam na metade da leitura do Evangelho, uma atividade que desenvolviam todas as segundas-feiras.

Às portas da igreja, os assaltantes se organizaram em barricada para evitar que os cristãos fugissem.

Conforme informou Agi Yushau Shuaib, porta-voz da Agência Nacional para a Gestão das Emergências (SELO por suas siglas em inglês), um grande número de cristão foi ferido entre os viandantes e estudantes de uma escola próxima, que por duração de vinte minutos, viram-se surpreendidos pelos disparos.

O jornal italiano Avvenire assinala que, embora nenhum grupo assumiu a autoria do crime, atrás do atentado estaria o grupo fundamentalista islâmico Boko Haram, relacionado com o Al Qaeda, e causador da morte de pelo menos 800 pessoas este ano, entre elas 150 cristãos.

Por sua parte, o chefe de estado nigeriano, o cristão Goodluck Jonathan, condenou os fatos e rechaçou firmemente a petição do líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, que através de um vídeo publicado no Youtube, exigiu do mandatário abandonar o poder, arrepender-se, e renunciar ao cristianismo.

O porta-voz do governador, Ruben Abati, explicou que "Jonathan é líder de muçulmanos e cristãos", e certamente, um indivíduo ou grupo de pessoas não o obrigará a demitir.

O último episódio de violência reivindicado pelo Boko Haram, remonta-se ao domingo passado, no qual oito pessoas –seis soldados e dois civis–, morreram quando um carro bomba colidiu contra uma patrulha de militares em Damaturu, capital do estado de Yobe, ao norte do país.

Neste mesmo dia, no extremo nordeste do país, em Maiduguri, capital do estado de Borno, outros dois homens foram assassinados, um comando armado matou um policial e um oficial empregado de imigração.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Relatório da Jihad - Julho de 2012


Eis os números da Jihad no mês de Julho de 2012:

Número de ataques Jihadistas:  225

Número países atacados: 24

Número de mortos: 1075

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1907

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

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