terça-feira, 27 de março de 2012

Tablighi Jaamat - O radicalismo que ameaça Portugal e toda a Península Ibérica

O site espanhol Alerta Digital fala-nos sobre um estudo que adverte sobre o potencial extremista de uma organização islâmica disseminada na Península Ibérica, o Tablighi Jaamat (em urdu: تبلیغی جماعت, árabe: جماعة التبليغ‎, e português: Sociedade para a Expansão da Fé). Fundada na Índia em 1927 por Maulana Ilyas al-Kandhlawi como um movimento reformista islâmico, a organização entende que as sociedades muçulmanas foram corrompidas pelos valores do secularismo e do materialismo, pelo que entende que é preciso retornar aos princípios fundamentais do islão. O Tablighi Jamaat é proibido em vários países - já muitos dos seus membros foram detidos devido ao terrorismo islâmico em países como a França, Marrocos e Estados Unidos - mas, para variar, é perfeitamente tolerado em Portugal, onde os seus membros se reúnem anualmente sem ser incomodado e que, segundo alguns, controla a mesquita de Lisboa (o dirigente da mesquita é o banqueiro Abdul Vaquil, mas na sombra está um dirigente da Tablighi Jamaat). O grupo também tem apartamentos que funcionam como mesquita em Aveiro, em Viseu, no Porto e no Algarve. Locais que servem, com toda a certeza, para os seus membros planearem actividades do grupo que são "incrivelmente secretas", oferecendo "muitas oportunidades aos terroristas"...

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domingo, 25 de março de 2012

Irmão do assassino de Toulouse acusado de cumplicidade

Um juiz tomou esta decisão a pedido do Ministério Público, que abriu uma investigação judicial.

Abdelkader Merah, de 27 anos, e a namorada foram transferidos, no sábado, de Toulouse para a unidade antiterrorista de Paris. A namorada, entretanto, já foi libertada.

Abdelkader Merah admitiu que estava com o irmão quando este roubou a mota que utilizou nos crimes, mas as autoridades que fizeram buscas em sua casa não descobriram nem armas, nem explosivos, nem nenhum indício incriminatório no seu computador.

O irmão do assassino de Toulouse disse estar orgulhoso dos actos do Mohamed Merah.

Mohamed Merah perpetrou três ataques a 11, 15 e 19 de Março, durante os quais matou sete pessoas, entre as quais crianças.

O suspeito foi morto na quinta-feira a tiro pela polícia quando saltou por uma janela do seu apartamento, durante o tiroteio que pôs fim a um cerco de 32 horas.

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Toulouse | Mais uma lição das “vantagens” do multiculturalismo

Editorial do Partido Nacional Renovador de Portugal

A sanha assassina do terrorista islâmico, que nos últimos dias, por motivos funestos, colocou a cidade de Toulouse na ribalta, despoletou uma gorada tentativa de instrumentalização rasteira, abjecta e infame, já que a inicial indefinição quanto à identidade do protagonista da hedionda carnificina, serviu de pretexto aos iníquos anátemas proferidos contra a candidata presidencial Marine Le Pen, por parte dos arautos do «anti-racismo selectivo».

Inclusive, no nosso país, a comunicação social aguardava ansiosa que fosse atribuída a um «ignóbil nazi», partidário de «tenebrosos ideais racistas e xenófobos», a plena responsabilidade pelos desmandos do extremista muçulmano Mohammed Merah, delinquente de origem argelina, detentor de extenso rol de condenações penais, não obstante nem sequer ter completado três décadas de vida.

Subitamente, os ensejos acalentados pelos obstinados do multiculturalismo, desvaneceram-se num ápice com a identificação do assassino de Toulouse. Tal desilusão, todavia, não impediu que a falta de escrúpulos de quantos chafurdam nas águas fétidas da manipulação e calúnia infundada, ficasse patente de novo, ao apelarem cinicamente para que se evitasse estigmatizar a comunidade à qual pertencia o terrorista, quando dias antes, tentavam de forma despudorada, retirar dividendos políticos da tragédia.

Por seu turno, os acontecimentos vieram confirmar de forma inequívoca, as advertências da candidata da Frente Nacional, que há mais de uma década alertava para o crescente controlo dos subúrbios de grandes metrópoles francesas por radicais islâmicos.


sábado, 24 de março de 2012

Líder da Igreja Anglicana diz que os secularistas atacam o cristianismo por terem medo de falar do Islã

No Reino Unido,segundo o The Telegraph, o líder máximo da Igreja da Inglaterra, D. Rowan Williams, arcebispo de Cantuária, declarou que os cristãos estão sendo tratados como suspeitos por parte de alguns grupos secularistas.

D. Rowan Williams
Questionado em público sobre a natureza da atual ofensiva laicista e até ateísta contra o Cristianismo, Williams disse achar que se trata mais de uma reação ao Islão radical do que ao Cristianismo propriamente dito. E acrescentou: "Foi na última década que se viu um grande crescimento do secularismo ansioso, uma verdadeira suspeita contra a religião na esfera pública. E acho que foi o onze de Setembro que impulsionou isso. Estamos por outro lado numa cultura onde pessoas puras e simplesmentes não sabem como é que a religião funciona." Acusou em particular o governo de partir do princípio de que todos os vigários são «imãs de coleira canina» e todos os imãs são «vigários de turbante» e continuou: "O governo assume que há apenas uma maneira de se ser religioso - ou é uma espécie de fanático empenhado que quer submeter tudo à sua agenda ou é uma espécie de liberal ingênuo que pode ser persuadido a alinhar com tudo o que está a acontecer na sociedade. (...)»

Ora apesar de até ser verdade que no fundo o Islão e o Cristianismo, irmãos abraâmicos rivais, têm mais coisas em comum do que em divergência, não deixa igualmente de ser verdade que a elite cultural reinante se sente perfeitamente à vontade para atacar irreverentemente o Cristianismo mas raramente demonstra a mesma irreverência para com o Islão, não apenas porque a atitude de rebelde trocista e contra as instituições e religiões só tem piada quando não se corre o risco de levar um tiro na cabeça, e os muçulmanos não admitem brincadeiras, e portanto irreverência sim mas só contra os inofensivos, não apenas por isso, mas também, e sobretudo, porque o credo da elite culturalmente dominante no Ocidente é o da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente, que consagra o Amado Outro como o único deus a venerar. E, do mesmo modo que na Idade Média se consideravam sagradas as relíquias, isto é, os objectos que alegadamente estavam de algum modo ligados a figuras sagradas - um osso de algum santo, ou um pedaço da madeira da cruz da crucificação - também agora a elite reinante considera como que sagrado tudo o que diga respeito ao Amado Outro: não apenas a pessoa do Amado Outro, mas também a sua cultura, a sua gastronomia (e é «bem» almoçar hoje num restaurante japonês e jantar amanhã num tailandês... e no Reino Unido até há quem queira admoestar as crianças brancas que fizerem má cara diante de comida exótica estrangeira...) e claro, a sua religião. Este é o verdadeiro motivo pelo qual é frequente a acusação de «racismo» contra quem critique o Islão, que nada tem de racial, mas que, aos olhos ocidentais, é a religião do Alógeno por excelência, assumindo portanto, no pensamento politicamente correto, um simbolismo de índole étnica.

Em assim sendo, quando o Cristianismo mete nojo, é fácil, aos "bem-pensantes", atacá-lo de cima a baixo; quando o mal vem das fileiras islâmicas, então o problema está, digamos, "na religião". Ainda me lembro, por exemplo, de ter ouvido o anúncio de um programa sobre a religião nos dias de hoje da à esquerdista TSF que começava mais ou menos assim: "Depois do onze de Setembro, as religiões estão sob suspeita." Note-se que não é o Islão que está sob suspeita, mas «as religiões»... Tive de ouvir o anúncio várias vezes para me certificar de que não me tinha enganado, por mais inverosímil que parecesse tão primária invertebralidade anti-racista.

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Noruega: Extremista islâmico pode testemunhar no caso Breivik

Anders Breivik o Terrorista de Oslo
Um extremista islâmico que atualmente vive na noruega, conhecido como Mullah Krekar, poderá ser convocado para testemunhar no julgamento de Anders Breivik.

Segundo informa o diário norueguês, The Foreigner, os psiquiatras decidirão se Breivik estava são no momento de seus ataques que resultou na morte de 77 pessoas, e seu advogado, Geir Lippestad, diz que seu cliente gostaria que ficasse claro que ele estava em sua plena capacidade mental. Por isso, o advogado pode chamar o extremista islâmico, Krekar, para depor no julgamento. Esse é o desejo de Anders Breivik, pois o depoimento do Mullah Krekar mostraria que os dois consideram que o Islã e o Ocidente estão em guerra.

Mullar Krekar era o líder do grupo iraquiano Ansar al-Islam, considerado uma agremiação terrorista pela ONU e pelo governo dos EUA. Vive na Noruega como refugiado desde 1991, esteve preso, mas foi solto em meio a denúncias de que os testemunhos contra ele foram extraídos mediante tortura.

Mullah Krekar
O Ansar al-Islam tinha cerca de 600 combatentes no norte do Iraque antes de ter suas bases bombardeadas pelos EUA e ser esmagado por milícias curdas rivais. Suspeita-se que o grupo fosse ligado à Al-Qaeda.

No início do mês durante um protesto em Oslo contra a queima do Corão por tropas americanas, Krekar, lembrou em um pronunciamento, o assassinato do cineasta holandês, Theo van Gogh, e elogiou o assassino: Em 2004, Mohammed Bouri, um corajoso jovem marroquino, matou o cineasta holandês no meio da rua, atingindo-o a tiro e esfaqueando-o como retaliação em nome do Alcorão e por amor ao Islão.

Anders acredita que as opiniões de Krekar possam dar forças ao seus argumentos de que ele foi apenas um soldado em uma guerra oculta entre o ocidente e a cultura islâmica.

Blog De Olho na Jihad com informações do The Foreigner

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Árabes Israelenses, Vivendo Um Paradoxo

por Daniel Pipes
The Washington Times
22 de Março de 2012
Original em inglês: Israel's Arabs, Living a Paradox
Tradução: Joseph Skilnik - http://pt.danielpipes.org/10877/arabes-israelenses-paradoxo
 Será que os árabes, que totalizam um quinto da população de Israel, podem ser cidadãos leais ao estado judaico?

Com essa pergunta em mente, visitei recentemente várias regiões habitadas pelos árabes de Israel (Jaffa, Baqa al-Gharbiya, Umm al-Fahm, Haifa, Acre, Nazaré, as Colinas de Golã, Jerusalém) e mantive uma troca de ideias com as principais correntes israelenses, tanto árabes como judaicas.
Ali Yahya, ex-embaixador israelense para a Grécia e a Finlândia.
Constatei que a maioria dos cidadãos de língua árabe encontra-se intensamente ambivalente quanto a viver sob um sistema de governo judaico. De um lado, ressentem o judaísmo, por ser a religião preponderante do país, a Lei do Retorno, que permite apenas aos judeus imigrarem de acordo com a sua vontade, o hebraico por ser o principal idioma do estado, a Estrela de David na bandeira e a menção da "alma judaica" no hino nacional. De outro lado, dão valor ao sucesso econômico do país, ao padrão do sistema de saúde pública, ao estado de direito e ao funcionamento da democracia. Esses conflitos se manifestam de diversas maneiras. A pequena população árabe-israelense, sem instrução e derrotada em 1949 cresceu dez vezes, adquiriu habilidades modernas e recuperou a confiança. Alguns dessa comunidade adquiriram posições de prestígio e responsabilidade, incluindo o Juiz da Suprema Corte, Salim Joubran, o ex-embaixador Ali Yahya, o ex-ministro de estado Raleb Majadele e o jornalista Khaled Abu Toameh.
Mas esses poucos assimilados eclipsam-se diante das massas descontentes que se identificam com o Dia da Terra, Dia da Nakba e o relatório Future Vision (Visão do Futuro). E o mais revelador, a maioria dos parlamentares árabes israelenses, como Ahmed Tibi e Haneen Zuabi, são cabeças quentes que exalam violência antisionista. Os árabes israelenses têm recorrido cada vez mais à violência contra os seus compatriotas israelenses.

Na realidade, os árabes israelenses vivem dois paradoxos. Embora sofram de discriminação em Israel, desfrutam de mais direitos e maior estabilidade do que qualquer outra população árabe vivendo em seus próprios países soberanos (pense no Egito ou na Síria). Segundo, vivem em um país que seus patrícios árabes amaldiçoam e ameaçam aniquilar.

Minhas conversas em Israel levaram-me a concluir que essas complexidades impedem uma discussão sólida, tanto pelos judeus como pelos árabes, sobre todas as implicações da existência anômala dos árabes israelenses. Parlamentares extremistas e jovens violentos não são levados em conta, como se fossem marginalizados, não representativos. Em vez disso, ouve-se que se os árabes israelenses fossem tratados com mais respeito e recebessem mais ajuda municipal do governo central, já seria o suficiente para que o descontentamento atual fosse minorado, que é preciso distinguir entre (os bons) árabes de Israel e (os maus) árabes da Cisjordânia e Gaza, além de uma advertência que os árabes israelenses irão se transformar em palestinos a menos que Israel os trate melhor.

Meus interlocutores, em geral, deixam de lado as questões referentes ao islamismo. Até pareceu indelicado mencionar o imperativo islâmico de que os muçulmanos (que abrangem 84 porcento da população árabe-israelense) tratem de seus próprios negócios e interesses. Discutir a aspiração islâmica de aplicar a lei islâmica atraiu olhares estupefatos e a mudança para tópicos mais imediatos.

Essa rejeição me fez lembrar da Turquia anterior a 2002, quando a corrente predominante dos turcos presumiram que a revolução de Atatürk era permanente e que os islamistas assumidos permaneceriam um fenômeno marginal. Eles confirmaram seu enorme erro: uma década depois dos islamistas chegarem democraticamente ao poder em 2002, o governo eleito foi pouco a pouco aplicando mais leis islâmicas, montando uma potência regional neo-otomana.

Eu prevejo uma evolução semelhante em Israel, conforme os paradoxos árabes israelenses aumentem com mais vigor. Os cidadãos muçulmanos de Israel continuarão a crescer em número, habilidades e confiança, tornando-se simultaneamente mais integrados à vida do país e mais ambiciosos em derrubar a soberania judaica. O que leva a crer que à medida que Israel supera as ameaças externas, os árabes israelenses irão surgir como uma preocupação crescente. Aliás, eu prevejo que eles representem o derradeiro obstáculo para o estabelecimento de um lar judaico vislumbrado por Theodor Herzl e Lord Balfour.

O que há de se fazer? Os cristãos do Líbano perderam poder pelo fato de terem incorporado muçulmanos demais, tornando-se uma proporção pequena demais da população do país para governá-lo. Lembrando dessa lição, a identidade e a segurança de Israel requerem minimizar o número de cidadãos árabes – não reduzir seus direitos democráticos, muito menos deportá-los, mas sim implementar etapas como ajustar as fronteiras de Israel, construir muros ao longo das fronteiras, implantar rigorosas políticas de reunificação familiar, alterar as políticas pró natalidade e examinar cuidadosamente as petições de refugiados.

Ironicamente, o maior empecilho a essas ações é que a maioria dos árabes israelenses deseja enfaticamente continuar sendo desleal ao estado judeu (e contrariamente cidadão leal de um estado palestino). Além disso, muitos muçulmanos de outras regiões do Oriente Médio almejam tornarem-se israelenses (um fenômeno que eu chamo de aliyah muçulmana). Tais preferências, pressuponho, irão entravar o governo de Israel, que não irá criar respostas adequadas, tornando com isso a relativa calma de hoje na crise de amanhã.
O Sr. Pipes (DanielPipes.org) é o presidente do Middle East Forum e ilustre companheiro visitante Taube da Instituição Hoover da Universidade de Stanford. © 2012 por Daniel Pipes. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 21 de março de 2012

A atuação da mídia no massacre de Toulouse

Por Jefferson Nóbrega

É interessante como a mídia esquerdista anseia por motivos para atacar a Direita em qualquer parte do mundo. Quando surgi a suspeita de que a ideologia de direita (ou extrema-direita) causou alguma morte ou massacre, a mídia comporta-se com regozijo, esquece das vítimas, é como se estivesse feliz pelo sangue supostamente derramado pela extrema-direita.

Recentemente, no massacre de criança judias em Toulouse, contestei mesmo sem maiores informações a versão da mídia de que era um ato da "extrema-direita xenófoba". Os argumento usados para defender tal tese eram frágeis demais para merecer manchetes, esqueceram das vítimas e focaram-se na "ideologia que ameaça a Europa".

Para justificar tal tese de xenofobia de extrema-direita, usaram a justificativa que o atirador também havia executado dois soldados francês de origem árabe-africana e deixado um terceiro em coma. Uma tese facilmente derrubada, pois da óptica de um terrorista islâmico, ao servirem o exército francês, esses homens seriam traidores que aliaram-se aos inimigos do Islã. Mas, nada como dar tempo ao tempo, deixar os fatos se desenrolarem, coisa que a mídia já não sabe fazer, para que os fatos fiquem claro.

E a polícia chegou ao atirador, um nigeriano chamado Mohhammed Merah, que afirma ser membro da Al-Qaeda, e diz que cometeu os atentados para "vingar crianças palestinas" e os "crimes" da França no Afeganistão. E o atentado de direita?

A esquerda francesa praticamente comemorou o "atentado de extrema-direita", pois isso mudaria completamente o cenários das eleições e enfraqueceria a retórica anti-islâmica de Marine Le Pen. Percebe-se que para a esquerda não importa as vítimas e sim a derrota de seus opositores.

Mas, esse triste fato deixa para a mídia uma pergunta: No caso de um atentado de extrema-direita a culpa é dessa ideologia, mas e quando o terrorista diz-se membro da Al-Qaeda e diz vingar-se pelos palestinos e pelo Afeganistão, qual ideologia é culpada?

Como a resposta é politicamente incorreta, restará o silêncio!

Jefferson Nóbrega - blog Candango Conservador

 
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