segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Sera possível criticar o Islam?


Sera possível criticar o Islam?
Alguém ja ouviu ou leu nos livros Gita e Vedas que quem criticar o Hinduismo merece a pena de morte? O próprio Buda se voltou contra o Hinduismo para criar o Budismo!
Existe alguma pena de morte por se criticar o Cristianismo? Certamente não! Centenas de apostatas e ateus escrevem livros afirmando que Jesus nunca existiu e que os discípulos imaginaram toda a historia dos evangelhos. Estes escrevem livros que questionam quase todos os aspectos da Bíblia.
Alguns deles acabam se tornando celebridades como Dan Brown. Ele escreveu o Código de Da Vinci e afirmou que Jesus se casou com Maria Madalena e fundou uma dinastia na França e que acredita que por trás de cada símbolo e código existe uma conspiração para ser desvendada. O povão gosta deste tipo de literatura! Dan Brown agradece e se torna mais rico.
Mas sera que é possível criticar o Islam?
Olhe a sua volta hoje no mundo Árabe: o alvoroço que a revolução árabe esta causando para destronar os seus ditadores do poder. A Tunísia, Egito, Iêmen, Bahrain, Síria, Líbia etc são exemplos da população reagindo contra os seus TIRANOS e na medida em que eles são expulsos do poder ou mortos, a população começa a ELEGER (democraticamente) os seus lideres depois de 20, 30, 40 anos de ditadura.
O resto do mundo que observa PERPLEXO o que esta acontecendo no mundo Islâmico; os radicais muçulmanos estão ganhando as eleições quase toda vez que um ditador é derrubado. Alguns deles são eleitos com 70% dos votos. O mundo “não-muçulmano” se pergunta atordoado: O que esta acontecendo com este povo? Porque eles votam em radicais? 
A resposta para nossa pergunta se torna simples a partir do momento que voce conhece a idiossincrasia (que palavra feia esta, não é?) do povo.
Quando voce recebe uma lavagem cerebral desde que voce nasce (ou se reverte) que a sua religião (o Islam) é perfeita e que abrange todos os aspectos da vida e da morte do individuo e que foi dada diretamente por Allah, para um profeta perfeito, escrito em um livro perfeito, que foi perfeitamente preservado e que guia voce a uma vida perfeita, então so resta uma conclusão: Esta religião esta acima de qualquer criticismo.
Que escolha voce teria? Voce concluiria que a religião é a base da política e quem melhor do que os fundamentalistas (aqueles que levam a serio a religião) para implementar o Islam como ele deve ser implementado?
O Islam é uma religião que somente aceita criticismo baseado em uma so observação: O Governo esta seguindo integralmente, totalmente e completamente o Islam? Porque o Governo ainda não implementou TODO o Islam?
Esta é a única exceção para se criticar o Islam! Pela inabilidade dos governantes implantarem a Sharia (charia) completamente. O Islam demanda exatidão e consistência na execução das suas regras e rituais. O engraçado é que eu sempre ouço meus amigos muçulmanos dizerem que: “Allah somente se esqueceu de nos dizer como eleger o nosso presidente”.
Não foi por esta mesma razão que hoje os Sunnis e os Shiias se matam e se odeiam? Logo depois da morte de Mohamed (Maomé) houve a necessidade de se escolher um líder para o império que Mohamed acabara de criar: os Shiias crêem que Allah escolheu Ali e os Sunnis crêem que Allah escolheu Abu Bakr. A guerra não parou ate hoje.
Quando voce sofre uma lavagem cerebral a ponto de acreditar que NÃO EXISTE NADA na vida de Mohamed para se criticar (mesmo que ele tenha mantido sexo com uma criança de 9 anos, sexo com um cadáver, comandado o estupro de escravas, etc) e que se ele fez algo, o seu comportamento não pode ser criticado como algo inapropriado.
Este é o padrão no mundo Islâmico e isso não me surpreende em nada. A cada dia que estes paises ganham a sua independência dos ditadores, também se tornarão mais fundamentalistas e mais Islâmicos. Eu ja sabia que os fundamentalistas ganhariam uma grande parte do poder quando tudo isso começou.   
Em muitos paises muçulmanos, o fato de alguém criticar o Islam é CRIME punido com a pena de morte. Automaticamente este criticismo se traduz em uma ofensa contra Mohamed e contra Allah.
Recentemente ate “um “ateu” na Indonésia que postou em seu Facebook a expressão “Deus não existe”  pode ser sentenciado a até 11 anos de prisão por quebrar a lei anti-blasfêmia da mais populosa nação muçulmana.” O Islam ate OBRIGA as pessoas a acreditarem em Deus.
Isso cria um outro problema na sociedade: A HIPOCRISIA! A mensagem é que voce pode acreditar no que quiser, mas não deixe ninguém saber o que voce pensa, a menos que isso beneficie o Islam”.  
Não me surpreendeu nada quando alguns muçulmanos começaram a me ameaçar de morte ao criticar o Islam abertamente.
Se o Islam é uma religião que NÃO PODE SER CRITICADA, então onde isso nos ira levar?
Só existe uma coisa poderá convencer a grande massa de muçulmanos perceberem que o Islam não funciona, que o Islam não é a solução mas sim o problema: é permitir que o Islam seja aplicado na sua forca máxima.
Parece uma contradição daquilo que venho dizendo ha anos! Mas não é!
Veja bem, depois de mais de 33 anos da Revolução Islâmica no Irã o povo esta cansado do Islam e milhares de muçulmanos estão se convertendo ao Cristianismo. O mesmo esta acontecendo na Somália. Estes 20 anos de guerra civil e o domínio do grupo terrorista Al-Shabab esta fazendo com que muitos se questionem se o Islam realmente pode resolver os problemas de ódio da Somália.
A lista poderia ser muito longa mas eu gostaria de me concentrar no Irã. Apesar de ser um pais Shiita, o Irã inspirou o mundo Islâmico com a Revolução Islâmica em 1989. A historia é prova de que o governo depois de eleito, implementou o Islam como a base de vida da sociedade. Mais de 30 anos depois o IRANIANO sabe que o Islam FRACASSOU MISERAVELMENTE. O Islam não conseguiu resolver os problemas sociais mais básicos do Irã.
A conclusão obvia é que o Islam não é a solução para o mundo e sim parte do problema do mundo.
O perigo do Islam se torna maior ainda quando esta religião recebe um poder absoluto, que oprime, silencia e elimina qualquer critica as supostas leis de Allah. Mas mesmo assim MILHARES de Iranianos estão abandonando o Islam. Infelizmente a grande maioria se cala e simplesmente procura sobreviver para não sofrer o mesmo tratamento do Pastor Youcef Naderkhani.
David Horowitz acertadamente disse que: “Guerra é a condição natural da humanidade. Sempre houveram guerras desde o inicio. A paz acontecia somente quando havia um acordo entre os poderes, ou um único poder que podia intimidar os possíveis agressores.”   
Minha pergunta então é: O que aconteceria se um sistema autoritário e que não admite criticas como o Islam recebe todo o poder?  
O resultado sera uma mistura de vitória temporária seguida por uma profunda desilusão. Haverá sem duvida uma vitória do Islam militante, porem assim como aconteceu com o Irã, quando se aplica uma cultura de 1400 anos atrás, nos dias de hoje, o Islam mostrara que é incapaz de mudar uma sociedade.
A desilusão vira daqui a uns 30 anos, depois de muito sangue derramado, finalmente o Oriente Médio percebera que o Islam na verdade é o problema e nunca apresentou solução nenhuma para o homem.
Neste dia, milhares e milhares de muçulmanos estarão abertos para outras possibilidades. A grande maioria escolhera o ateísmo porem uma boa parte estará aberto para a verdade de que Jesus realmente é o Senhor do Universo.
Rafik

Relatório da Jihad - Ramadã 2012

Esse grupo de Cristão precisou abandonar suas residências e ir morar escondidos na floresta, após rumores de que um membro da comunidade havia queimado páginas do Corão.

Eis os números da Jihad no Ramadã de 2012:

Número de ataques Jihadistas:  260

Número países atacados: 23

Número de mortos: 1209

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1910

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

Hezbollah treina soldados na Nicarágua com ajuda do Irã

Um meio de comunicação israelense informou que o Hezbollah estabeleceu uma base de treinamento na Nicarágua com o apoio do Irã.

Segundo a Rádio Israel, cerca de 30 membros do grupo libanês Hezbollah estão sendo treinados em uma base no norte da Nicarágua, perto da fronteira com Honduras. O grupo recebe armas do Irã, com o objetivo de se preparar para ataques de retaliação caso os EUA realize um ataque contra as instalações nucleares iranianas.

Em resposta à acusação, o porta-voz do Exército do país latino-americano, Orlando Palácios se recusou a comentar, dizendo apenas que desconhece o assunto.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O que podemos fazer sobre o Islã e a ameaça que ele representa para os valores ocidentais?

O que podemos fazer sobre o Islã e a
ameaça que ele representa para os valores ocidentais?
Texto escrito em novembro de 2006
http://www.thereligionofpeace.com/Pages/WhatToDo.htm
Tradução do parceiro: Infiel Atento


Esta é uma pergunta que infelizmente ouve-se poucas vezes. Aqueles que entendem a história e os ensinamentos islâmicos, e, deste modo, percebem o perigo que ele representa para o nosso futuro, naturalmente, querem saber o que pode ser feito para evitar que isso aconteça.

Nossa conclusão é que educar-se, educar os outros, e falar a verdade sobre a "religião da paz" é o melhor começo. O Islã é o seu pior inimigo no fato em que quanto mais se sabe sobre ele, menos atraente ela se torna ... para todos.
O Islã se espalha como um vírus. Ele se irradia de países muçulmanos, que são demasiadamente doentes para suportá-lo, para sistemas saudáveis, que são saudáveis porque eles tiveram o luxo de se desenvolverem longe do islamismo. Uma vez dentro do sistema hospedeiro, o vírus Islã usa os mecanismos existente para fazer réplicas de si. Com o tempo, o anfitrião faz concessões unilaterais à religião, alimentando-a e apaziguando na vã esperança de que o Islã pode ser pacificado.

Órgãos vitais são cooptados e, eventualmente, se paralizam com o avanço do Islã. Em uma questão de tempo, todo o sistema sofre de uma morte agonizante e assume a condição de uma nação tão doente quanto aquelas que os muçulmanos originalmente saíram (leia, por exemplo, Islão, o Aniquilador de Civilizações). O vírus então procura por novos hospedeiros para canibalizar.

Alguns ocidentais, particularmente aqueles com crianças (e um investimento no futuro), são perspicazes o suficiente para rastrearem como o jogo irá terminar baseando-se nas tendências atuais. Embora muitos muçulmanos sejam pessoas decentes, a própria religião tem sempre uma maneira de trazer os radicais junto com ela. Os radicais então infestam e influenciam a corrente principal - e o resto da sociedade paga o custo.
"O que podemos fazer sobre isso?"
Primeiro, vamos falar sobre o que não deve ser feito sobre isso.

1) Não ferir os muçulmanos. Os ocidentais geralmente não têm problemas com isso de qualquer maneira, e têm mostrado uma contenção notável na esteira dos horrendos ataques terroristas. No fundo: você não conhece nenhum terrorista. Os muçulmanos que você conhece em sua vida privada não são terroristas. Não prejudique-os e nem proteja alguém que faça isso.

2) Não hostilizar os muçulmanos. Os muçulmanos que você conhece pessoalmente provavelmente não são muito diferentes do que você é. Eles têm as mesmas preocupações para o futuro de seus filhos e os mesmos interesses em seguir em frente na vida. Eles não merecem ser perseguidos por causa de uma religião que eles provavelmente não entendem tudo ou que até mesmo não acreditam muito sinceramente nela de qualquer maneira.

3) Não vandalizar a propriedade de muçulmanos. (Pelas mesmas razões.).

4) Não abusar publicamente de cópias do Alcorão. Isto não resulta em nada a não ser de dar aos radicais outro motivo para fazer o jogo de vítima, ficar com raiva, e, talvez, ferir alguém. Também é juvenil e ofensivo. Trate o Alcorão da maneira que você prefere ver os muçulmanos tratando qualquer livro que você considera sagrado.
Se você quer enfrentar o Islã, então você deve ser sincero e objetivo, ao invés de rude e calunioso. Não exagere ou use de absolutos. Não diga que todos os muçulmanos são más pessoas (não são), ou que tudo sobre o Islã é ruim.

A chave para parar o Islã é a educação, porque o quanto mais se aprende sobre esta religião do século 7, menor o seu apelo para o mundo de hoje. Os defensores muçulmanos sabem disso, e é por isso que eles se escondem atrás da censura e proibição de livros no mundo islâmico e os apelos desesperados, mas cômicos, pela ajuda do “politicamente correto” e do multiculturalismo no Ocidente. Organizações muçulmanas, como a CAIR (Conselho Esdatudinense de relações inter-fé), muitas vezes dependem da mentira deslavada para enganar e fazer com que os outros abaixem as suas defesas.

Os não-muçulmanos ocidentais devem entender que não há razão alguma para colocar o Islã ou os muçulmanos acima de qualquer crítica. Na verdade, não há qualquer razão para não fazer isso. A lei islâmicas representam uma ameaça para quase todos os valores de liberdade que o Ocidente tem de mais caro.

Saiba o máximo que puder sobre o Islã por que ele é perigoso. Compreenda a sua história. Saiba como milhares de pessoas podem fazer coisas brutais a cada ano explicitamente em nome do Islã e de Alá, enquanto que um bilhão de outras parecem que nunca se chateam ou ofendem com isso.

Em suma, eduque-se. Então você pode educar os outros. E eles podem educar os outros também. Lembre-se, o Islã não é apenas uma religião, mas também um sistema político.

Escreva para os líderes políticos. Informe-os. Torne-os responsáveis por cada compromisso assumido, e por toda a liberdade perdida, em nome de apaziguamento ao Islã. Exponha as mentiras e duplos padrões. Denuncie a hipocrisia dos países muçulmanos.

Fale a verdade. Fale com muito tato.

Se o Islã ganhar, então a civilização perde ... mas pelo menos vamos perder com honra e lutando.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Nigéria: Ante ofensivas islâmicas , cristãos exigem a renúncia do Presidente do país


ROMA, 26 Ago. 12 / 09:05 pm (ACI/EWTN Noticias).- As Associações Cristãs da Nigéria (CAN) exigiram a renúncia do presidente do país, Goodluck Jonathan, por ter chamado de "irmãos" a seita islâmica de Boko Haram, que mergulhou no terror e insegurança todo o país.


Os membros de CAN, fizeram um pedido de ajuda ao governo após os numerosos ataques contra cristãos, manifestando sua inconformidade com as polêmicas declarações do Presidente Jonathan, que disse que os seguidores da seita Boko Haram "são nossos irmãos, e não se pode usar o exército para remover sua família. "

"De acordo com a agência de notícias Fides, o CAN -". Formado pelas principais confissões cristãs nigerianas e que atua em todos os estados , pede a renúncia do presidente " por não atender prontamente a insurreição liderada pelo Boko Haram. "

A última agressão armada contra cristãos no país ocorreu em 12 de agosto contra a Igreja Católica de Todos os Santos, no nordeste do país, no estado de Gombe, onde morreu um policial que estava de plantão proteger o local de culto. Extremistas tentaram acessar a igreja enquanto os fiéis saiam do culto religioso, e parece que não morreram mais pessoas porque conseguiram fechar as portas e se refugiaram da emboscada a tempo.

Além disso, em 6 de agosto, pelo menos 16 pessoas foram assassinadas durante a leitura da Bíblia, na cidade de Otite, no estado federal de Kogi, no centro do país. Até agora, 16 suspeitos foram presos.

Uma dúzia de homens armados a bordo de uma van invadiram a Igreja : Deeper Life Bible na noite de 6 de agosto. Eles deixaram o prédio escuro e blindaram a saída para atirar contra os cristãos que no momento estavam no meio da leitura dos Evangelhos, uma atividade tradicionalmente desenvolvida nas segundas-feiras.

Às portas da igreja, os assaltantes se organizaram para impedir que os cristãos fugissem. Segundo relatado de Yushau Shuaib Agi , porta-voz da Agência Nacional para a Gestão de Emergências (NEMA por sua sigla em Inglês), há também um grande número de lesões entre pedestres e alunos de uma escola próxima, que duração de 20 minutos, foram surpreendidos pelo tiroteio.

Arcebispo Greco-Melquita deixa a Síria após ataques de jihadistas

Após mais um ataque de supremacistas islâmicos contra cristãos na Síria, o Arcebispo Jean-Clemente Jeanbart, juntamente com vários padres deixaram o país. 

Segundo informou a Fides, os sacerdotes buscaram abrigo no Líbano, depois que islamitas atacaram o escritório do arcebispo, assim como um museu bizantino e um escritório maronita.

O acerbispo afirmou que "grupos não identificados estão tentando arrastar a população para uma guerra religiosa".

Na Síria existe vários grupos cristãos, muitos dos quais existem desde os tempos pré-islâmicos, resta saber se sobreviverão a nova onda de jihad.

Blog de Olho na Jihad com informações do Jihad Watch e da Reuters

Talibã decapita 17 jovens afegãos por frequentarem festas

Insurgentes islamitas talibãs decapitaram 17 pessoas que participavam de uma festa, enquanto 10 soldados afegãos morreram e dois integrantes da Otan foram mortos a tiros em um novo ataque interno em um dia sangrento no Afeganistão.

Os talibãs foram responsáveis por decapitar os civis, incluindo duas mulheres, que estavam em uma festa com música em uma cidade do sul do Afeganistão, informaram autoridades. "Eu posso confirmar que isto é trabalho dos talibãs", afirmou o porta-voz do governador da província de Helmand, Daud Ahmadi, à AFP.
"Duas mulheres e 15 homens foram decapitados. Eles participavam em uma festa com música em uma área sob o controle dos talibãs". Os talibãs eram famosos durante seu governo por execuções públicas e pela proibição de músicas e festas.

Nematullah Khan, o chefe do distrito de Musa Qala, confirmou que os moradores organizaram uma festa com música, e um funcionário local disse suspeitar de que as duas mulheres dançaram.

Durante seu governo, de 1996 a 2001, no Afeganistão, os talibãs, que agora travam uma insurgência feroz contra o governo do presidente Hamid Karzai, apoiado pelo Ocidente, também tentaram deter o contato de homens e mulheres que não fossem parentes.

Os insurgentes foram acusados no passado de decapitar moradores locais, a maioria deles por acusações de espionar para as forças afegãs e para as tropas da Otan, lideradas pelos Estados Unidos.

Haji Musa Khan, um líder tribal do distrito de Musa Qala, afirmou que a região viu um surto de assassinatos deste tipo nos últimos meses. "Tivemos três pessoas decapitadas durante o mês do Ramadã. Outra pessoa, o filho de um líder tribal, foi decapitado recentemente", disse. Khan afirmou que as mortes se seguiram a grandes operações militares realizadas pelas tropas afegãs e da Otan na região.

Horas antes das decapitações, insurgentes talibãs invadiram um posto do Exército afegão na mesma província em um ataque realizado nesta segunda-feira antes do amanhecer, matando 10 soldados, disseram autoridades. Quatro soldados também ficaram feridos e outros seis estavam desaparecidos após o ataque no distrito de Washir, em Helmand, informou o coronel Mohammad Ismael Hotak à AFP.

O porta-voz de Helmand, Ahmadi, confirmou o incidente e disse que o ataque foi uma "conspiração interna" na qual alguns soldados do exército ajudaram os rebeldes a atacar o posto. Se for confirmado que o ataque foi facilitado por soldados, isso marcará uma nova escalada na série de atentados internos contra forças afegãs e da Otan.

Dois soldados da Otan também foram mortos nesta segunda-feira quando um soldado do exército afegão voltou sua arma contra eles em um ataque na província de Laghman, afirmou a Força Internacional de Assistência à Segurança, Isaf, liderada pelos Estados Unidos. "Soldados da Isaf responderam com tiros e mataram o atacante", disse a Isaf.

As últimas mortes de membros da Otan aumentam o balanço de ataques internos para 12 apenas neste mês e para 42 no ano de 2012, o que representa 13% de todas as mortes de membros da Otan neste ano.
A Otan, que tem cerca de 130 mil tropas no Afeganistão, luta para conter os ataques e eles se tornaram um grande problema na guerra do Afeganistão, provocando desconfianças entre as duas forças.

Os insurgentes talibãs reivindicam a autoria de muitos dos ataques, mas a Otan aponta que eles ocorrem, em sua maioria, devido a diferenças culturais, estresse e animosidade pessoal entre as tropas afegãs e seus aliados internacionais.

O porta-voz da Isaf, general Gunter Katz, afirmou nesta segunda-feira à imprensa que os ataques não vão prejudicar a cooperação com as tropas afegãs, num momento em que a Otan se prepara a deixar o país em 2014.

Fonte: Terra Notícias

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