segunda-feira, 15 de abril de 2013

"O ódio aos cristãos deve ser do fundo do coração", diz erudito muçulmano

Abdullah Bard, licenciado pela "prestigiada" Universidade de Al-Azhar e professor de exegese do Islã, declarou que os cristãos produzem um profundo nojo. E adiantou que os muçulmanos devem odiá-los do fundo do coração.

O erudito egípcio Abdullah Badr, uma eminência em exegese islâmica, durante uma conferência realizada no final de março, afirmou que o sentido autêntico da doutrina "wala bara’awa" (amor e ódio) nada mais é que, de acordo com o Corão, amar seus irmãos de fé e odiar os infiéis. Ele fez questão de ressaltar que este ódio deve ser profundo e sincero, deve ser do fundo do coração, não pode ser apenas uma hipócrita manifestão, mas um repúdio completo e público. O "grande erudito" usou uma ocasião em que humilhou publicamente um hoomem de quem tinha comprado uma propriedade ao descobrir que era cristão.

"Odiará ao teu próximo com toda a tua alma com todo o teu ser", esse parece ser o lema de Abdullah que para jusrificar não precisou de muito trabalho, apenas buscou alguns versículos do Corão:

5.51 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos."

2.104 . "Ó fiéis, não digais (ao Profeta Muhammad): ""Raina"", outrossim dizei: ""Arzurna"" e escutai. Sabei que os incrédulos sofrerão um doloroso castigo."

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

9.23 . "Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos."

9.30 . "Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!"

4.56 . Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Abdullah, jurou por Alá que cortará a língua e lançará aos cachorros de quem ofender Maomé e sua doutrina. Além disso chamou de puta a atriz Elham Shahin, e ameaçou torcer seu pescoço. O prestigiado clérigo também já declarou que os cristãos devem desaparecer do Egito.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Alta moda no Oriente Médio

Tudo bem, só não queimem ou vandalizem o Alcorão!

Todos os dias, camisas como esta são produzidas em massa, colocadas no mercado e vendidas por ambulantes em todo o Oriente Médio, e isto é simplesmente aceitável. O assassinato em massa de 11/09 é um evento comemorado por milhões de pessoas. Engraçado como racismo e ofensa a outras raças, não se aplicam ao muçulmanos.
 
 
Nota do blog: Duas pesquisas importantes revelaram que:
 
al-Arabiya:
  • 36% dos árabes entrevistados disseram que os ataques de 9/11 eram moralmente justificados; 38% discordaram, 26% não responderam.

Gallup:

  • 38,6% dos muçulmanos acreditam que os ataques de 9/11 foram justificados
Recomendamos o artigo: "Destruindo o mito do Islã moderado"

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Relatório da Jihad - Março de 2013


Cristão egípcio sequestrado e torturado por membros da Irmandade Muçulmana

Eis os números da Jihad no mês de Março de 2013:

Número de ataques Jihadistas:  189
 
Países atacados: 21

Número de pessoas gravemente feridas:  2.093

Número de mortos: 988

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

quarta-feira, 20 de março de 2013

A Jihad Anal

Mais uma importante publicação do Lei Islâmica em Ação

Existem várias maneiras de satisfazer os objetivos da Jihad. Existe a jihad econômica, jihad legal, jihad demográfica ... mas jihad anal ... seria cômico se não fosse trágico.

Em um artigo recente intitulado “Sodomia por amor ao islão”, Raymond Ibrahim relata que o “terrorista da cueca” Abdullah Hassan al-Asiri, escondeu explosivos no seu anus na tentativa de assassinar o príncipe saudita Muhammad bin Nayef. Não apenas isso, este “guerreiro sagrado” teve a ajuda dos seus companheiros jihadistas que o sodomizaram repetidamente para alargar o anus, de modo a que os explosivos coubessem melhor. E esta atividade foi feita com a aprovação de fatwas de clérigos islâmicos.

Um vídeo de notícias árabe que foi ao ar na TV Fadak em 2010 dá os detalhes.

Aparentemente, um clérigo, um Abu al-Dema al-Qasab, informou al-Asiri e outros jihadistas de uma forma “inovadora e sem precedentes para executar operações de martírio:. colocar cápsulas explosivas nos seu ânus. No entanto, para realizar esta abordagem jihadista, você deve concordar em ser sodomizado por um tempo para ampliar seu ânus para que ele possa receber os explosivos.”

Mais uma mensagem da 'an-al' Qaeda
Houve um pedido por fatwas formais. Um jihadista, possivelmente al-Asiri, citando o seu desejo de "martírio e as virgens do paraíso", perguntou a outro xeique, "É admissível para mim deixar um dos irmãos jihadistas sodomizar-me para alargar meu ânus, se a intenção for boa ? "

Depois de elogiar a Deus, a fatwa do xeique começou por declarar que a sodomia é proibida no Islã,

No entanto, a jihad vem em primeiro lugar, pois é o auge do Islã, e se o auge do Islã só pode ser alcançado através de sodomia, então não há nada de errado nisso. Para a regra fundamental da jurisprudência [islâmica] afirma que "a necessidade permite o proibido. E se matérias obrigatórias só podem ser alcançados por executar o proibido, então torna-se obrigatório executar o que é proibido, e não há maior dever do que a jihad. Depois que eles o sodomizarem, você deve pedir perdão a Alá e elogiá-lo ainda mais. Eu sei que Alá vai premiar os jihadistas no Dia da Ressurreição, de acordo com suas intenções e sua intenção, se Alá quiser, é para a vitória do Islã, e pedimos para Alá aceitá-la de você.

Ainda no seu artigo, Raymond Ibrahim ressalta dois pontos importantes e complementares que emergem desta questão: 

1) que a jihad é o "auge" do Islã, pois faz com que o Islã se torne supremo (baseado em um hadith de Maomé), e 2) que "a necessidade permitide o proibido." Estes axiomas não estão limitados a fatwas nos dias modernos, mas, na verdade, foram cristalizados séculos atrás, acordado com os ulemás, ou principios doutrinários do Islã.

O resultado é que, porque fazer o Islã supremo através da jihad é a maior prioridade, toda e qualquer coisa que seria de outra forma proibida torna-se permissível. Tudo o que importa é a intenção, ou niyya.

A partir daqui, pode-se entender as incongruências muito ostensivas da história islâmica: mentir é proibido, mas mentir torna-se permitido para capacitar o Islã. Matar mulheres e crianças intencionalmente é proibido, mas permitido durante a jihad. O suicídio é proibido, mas permitido durante a jihad, chamado de "martírio."

Na verdade, os Cinco Pilares do Islã – incluindo oração e jejum – podem ser ignorados durante a jihad. (Tão importante era o dever da jihad que os sultões otomanos, que muitas vezes passaram a metade da vida no campo de batalha, não foram autorizados a realizar a peregrinação obrigatória a Meca).

Mais recentemente, essas idéias apareceram em forma diferente durante as eleições do Egito, quando os líderes islâmicos retrataram o voto como uma forma de jihad, levando ao abuso e até mesmo a  morte dos que não votaram na Irmandade Muçulmana.

De acordo com essas duas doutrinas, que culminam em capacitar o Islã, não importa como, pode-se esperar qualquer coisa de aspirantes a jihadistas, independentemente de quão duvidoso o esforço possa parecer.

Mesmo assim, essa mentalidade inflexível, que é prevalente em todo o mundo islâmico, especialmente ao longo das linhas de frente da jihad, é a mesma mentalidade que muitos líderes e políticos ocidentais acham que podem serem aplacadas com respeito, boa-vontade e concessões por parte do Ocidente.


Isso é um equívoco.

No link a seguir é possível ver o clérigo xiita londrino Abdallah Al-Khilaf: Fatwa Wahhabi permite sodomia para alargar o ânus como um meio de Jihad : http://www.memri.org/clip/en/0/0/0/0/0/0/3496.htm

Este é o tamanho ideal para encaixar uma bomba ...

terça-feira, 19 de março de 2013

Jihad, como definida pela Lei Islâmica

 
 
Introdução

Dentro das diversas religiões do mundo existe um código doutrinal imutável que trata da relação entre o homem e a divindade, do homem consigo próprio, e do homem com os outros homens a partir da sua espiritualidade. Deste código decorrem filosofias e normas morais, éticas e de convívio social. Estas últimas são evolutivas, com o tempo e a com a experiência histórica da sociedade. Se algumas das maiores religiões atuais postulam que a salvação ou a evolução espiritual só é possível para os “adeptos”, nenhuma delas postula a eliminação dos não-adeptos. Por exemplo, se na história das sociedades que se intitularam cristãs, no passado, houveram movimentos de “conversão” pelo uso da força, militar ou do estado, isto decorreu da compreensão e política da época, e não em decorrência da mensagem do Evangelho (distorção política da religião).

Dentre as maiores religiões da atualidade, Cristianismo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo, Judaísmo, Xintoísmo, apenas o Islamismo apresenta a espiritualidade dentro de um contexto de territorialidade, eliminação dos infiéis, e dominação política. E isto se dá através da Jihad.

Jihad

Uma análise fria do Islão leva-nos a concluir que o Islão não é uma religião, mas sim que o Islão é um regime político poderoso e autoritário. A Lei Islâmica (Sharia) define as regras a serem seguidas no dia-a-dia do muçulmanos, incluindo regras de como lidar com os não-muçulmanos que vivam sob o domínio político do Islão. Apenas este fato torna o Islão um caso único: o Islão torna ação política em atividade religiosa. E qual o objetivo final da ação política? A propagação do Islão até que a lei islâmica (sharia) seja a lei da terra. Ao contrário de outras religiões cujo objetivo é o de estabelecer  uma relação pessoal com Deus, o sucesso do Islão é medido pela quantidade de território governado pela lei islâmica (sharia). O Islão é territorialista. E é dever de todo muçulmano lutar para este objetivo final.

É curioso aprender que luta em árabe é jihad. Esta é a tradução. Se algum dia você tiver contato com um muçulmano, ou ouvir ou ler algum líder muçulmano, ou algum apologista do islão, eles vão te dizer que jihad não quer dizer “guerra santa.” Ao pé da letra, eles estão certos. Mas o que eles não vão fazer é definir jihad. Eles não vão fazer isso por ignorância ou de propósito. Ao fazer isso de propósito eles estarão usando o princípio da takkyia que diz que é permitido (halal) aos muçulmanos mentir para os não-muçulmanos se a mentira ajudar a propagação do Islão.

Com a minha experiência eu defino jihad do seguinte modo: Jihad - toda a ação que tenha como objetivo a propagação do Islão. Deste modo existem várias modalidades de Jihad (link), tais como a jihad bélica, a jihad demográfica, a Jihad financeira, a Jihad legal, etc. Jihad se aplica em três modos distintos dependendo do número de muçulmanos disponíveis (link).

Como a lei islâmica define Jihad?

Um capítulo inteiro é dedicado a Jihad. A referência é o manual de lei islâmica Umdat al-Salik, da Al-Azhar Universidade, do Cairo (Egito), a autoridade de maior prestígio no Islã sunita.

Lei islâmica o9.0: Jihad significa guerra contra não-muçulmanos, e é etimologicamente derivada da palavra mujahada que significa guerra para estabelecer a religião. Esta é a jihad menor. Quanto à jihad maior, esta é a guerra espiritual contra o eu interior (nafs) ...

Interessante. A “jihad menor” significa guerra para estabelecer a religião. E a “jihad maior” sgnifica “guerra espiritual interior.” E como nos é dito que o islão é a “religião da paz”, seria de se supor que a lei islâmica iria dar ênfase a “jihad maior” ignorando a “jihad menor”, certo? Errado. De fato, todas as menções a jihad se referem a atividades bélicas. Não existe nenhuma outra menção à tal da “jihad maior.” Em termos práticos, a jihad mais importante é a “jihad menor.”

o9.1 Jihad é uma obrigação comunitária.
o9.2 Jihad é uma obrigação pessoal para aqueles na frente de batalha.
o9.3 Jihad é obrigatória para todos quando o inimigo cerca os muçulmanos.
o9.6 É uma ofensa fazer jihad sem a permissão do Califa (Mas se não existe Califa, não é necessária permissão).

Este artigo é importante por alguns motivos. Primeiro, a falta que faz um Califa. O Califado foi extinto por Ataturk em 1924 e é um sonho de todo bom muçulmano ver o califado sendo refeito. Em segundo lugar, na falta do Califa, quem chama para a Jihad é o imã (o clérigo muçulmano), e na ausência dele qualquer um. Por isso que associado a todos os grupos terroristas existem sempre um imã (por exemplo, a Irmandade Muçulmana tem em Yusuf al-Qaradawi o seu líder espiritual)

o9.8 O califa faz guerra contra os judeus, cristãos e zoroastrianos (Primeiro, ele os convida a se tornarem muçulmanos. Se eles não aceitarem o convite, o califa os convida para para entrarem na ordem social do Islã, pagando o imposto dos não-muçulmanos (jizya). A guerra continua até que se tornem muçulmanos ou então paguem o imposto dos não-muçulmanos.).
o9.9 O califa faz guerra contra todos os outros até que eles se tornem muçulmanos.

Veja que existe um tratamento diferenciado para os cristãos, judeus e zoroastras (que eram os antigos habitantes da Pérsia, e que foram extintos pelo Islão – existem menos de 10 mil hoje) e os demais. O primeiro grupo tem três escolhas, nenhuma delas boa. A terceira parece a melhor, viver dentro a “ordem social do Islã.” Foi esta escolha que levou ao quase total extermínio do cristianismo e judaismo no Oriente Médio e norte da África. Se vocês querem saber, hoje, como é viver sob a “ordem social do Islã” veja como vivem os cristãos, por exemplo, no Egito, no Paquistão e no Iraque: sob perseguição! A idéia é fazer a vida deles tão incômoda que eles acabem achando que para ter sossego a única saída é se tornar muçulmano! (Veja também que o Iraque de Sadam Hussein era secular, por isso não existia a persseguição que vemos hoje.) É por isso também que ocorreu o Genocído Armêno em 1915. Os armênios eram cristãos que viviam sob o Império Otomano. Quando o Império Otomano começou a ruir, os armênios viram a oportunidade de se tornarem independentes, ou seja, de sairem da “ordem social do Islã.” Mas a lei islâmica apresenta a morte como a única alternativa para os cristãos que não se convertem ou não se submetem ao islão. Por isso, aconteceu a matança. As crônicas da época relatam os imãs chamando por Jihad (existem outros dois casos semelhantes sob as mesmas condições: o Genocídio Assírio e o Genocídio do Gregos Pônticos).

o9.12 Quem se tornar muçulmano antes de ser capturado não pode ser morto e nem ter suas posses confiscadas, ou ter seus filhos menores feitos prisioneiros.
o9.13 Quando uma mulher ou uma criança forem capturadas elas se tornam escravos, e o casamento prévio da mulher é automaticamente anulado.
o9.14 Quando um homem é capturado, o califa decide se ele dever ser morto, vendido como escravo ou vendido para resgate... se o prisioneiro se tornar muçulmano ele não pode ser morto, e uma das outras alternativas é escolhida.

Será que eu lí direito? Posses confiscadas? Escravidão? Resgate? Mulheres presas tem o seu casamento anulado? (com que propósito?) Que lei religiosa é essa? Que religião é essa?

Reflita comigo. Durante a história da humanidade, os seres humanos fizeram (e ainda fazem) coisas tenebrosas. Roubar. Matar. Sequestrar. Escravizar. Atos nefastos e tenebrosos da humanidade, que devem ser condenados e combatidos. Mas, o Islão os aceita e encoraja sob certas condições: quando são feitos sob as ordens de um Califa (ou na ausência deste, sob as ordens de qualquer um) e quando são feitos contra não-muçulmanos que não aceitam viver sob a “ordem social do Islã” ou se recusam a se juntar a eles (se tornarem muçulmanos).

As chamadas “eras de ouro do Islão” foram sustentadas com a taxação excessiva dos cristãos vivendo sob o Islão (jizyia) e escravidão (dos europeus brancos e principalmente dos africanos negros – a palavra negro em árabe, abd, significa escravo e também negro, como escravo e negro fossem a mesma coisa; outra palavra para negro é zanjy, de onde deriva o nome Zanzibar ). Com o passar do tempo, a taxação excessiva dos cristãos os levaram a se tornarem muçulmanos, diminuindo a base de impostos e empobrecendo os governos islâmicos, que precisaram deste jeito aumentar o tráfico de escravos (esse é o motivo que condena, com o tempo, qualquer sociedade baseada na lei islâmica ao sub-desenvolvimento: a falta de infiéis produtivos economicamente). A escravidão islâmica (quase nunca mencionada, um crime aparentemente esquecido, e politicamente incorreto de ser mencionado) apenas decresceu (mas nunca terminou, até hoje) quando a escravidão dos negros pelos europeus tornou-se ilegal e os colonizadores começaram a combater a escravidão: a escravidão islâmica decresceu na boca dos canhões dos colonizadores ingleses. Enquanto isso, os turcos Otomanos seguiram a mesma prescrição: taxação excessiva (jizyia) dos cristãos dos Balcans e escravidão. Mas eles encontraram uma forma mais criativa ao combinar taxação e escravidão. Eles desenvolveram um sistema conhecido como devshirme, que consiste em: cada família cristã era obrigada a dar um filho homem, ainda criança, para servirem na tropa de elite do Califa, os Janissários. Estas crianças eram segregadas das suas famílias, geralmente castradas, e criadas dentro de madrassas especializadas, tornando-se muçulmanos fervorosos. Totalmente doutrinadas, e sem interesse em sexo, estas crianças cresciam para se tornarem guerreiros temidos e destemidos.

Só para complementar, o número de cristãos também decresceu porque os muçulmanos podiam se casar com até quatro mulheres, e como não existiam mulheres muçulmanas suficientes, eles se casavam com mulheres cristãs (por bem ou por mal) e, segundo a lei islâmica, os filhos de muçulmanos são muçulmanos. Adeus cristianismo.

o9.16 Trégua ... segue o exemplo da trégua que Maomé fez com os Quraysh de Meca (Trégua de Hudaybiya), como relatado pelos Hadith de Bukhari e Muslim.

Um pouco de história. Quando Maomé estava em posição desvantajosa para com os árabes Quraysh de Meca, ele fez uma trégua de dois anos. Ele usou a trégua para reforçar o seu exército quebrando-a ao alcançar uma posição de força, e conquitando Meca em seguida. Esta foi a Trégua de Hudaybiya.

Somos testemunhas oculares da Jihad. Vamos ficar calados?

Nó somos testunhas oculares desta nova onda de Jihad, que alguns chamam de A Terceira Jihad (a primeira iniciada por Maomé e continuada pelos árabes; a segunda levada a cabo pelos turcos Otomanos). A Jihad atual é financiada pela Arábia Saudita, usando o dinheiro dos petro-dólares. Ela se manifesta na pulverização de organizações terroristas ao redor do mundo. Ela se manifesta na imigração maçiça de muçulmanos para os países infiéis criando getos islâmicos nestes países onde a lei islâmica é implentada de forma oficial (como na inglaterra) ou não. Ela se manifesta na construção de mesquitas mesmo quando não existe justificativa populacional para tal (por exemplo, como se manifesta em São Paulo hoje). Ela se manifesta no controle acionário de importantes órgãos de comunicação no mundo. Ela se manifesta na introdução de comida halal nas terras infiéis (muitas das vezes sem o conhecimento dos infiéis). Ela se manifesta na ação legal através de processos judiciais contra aqueles que se propõem a expor o Islão naquilo que ele é. Ela se manifesta nos bancos que adotam a Sharia Financeira, onde não existem “juros” mas existem taxas extras que financiam os imãs. Ela se manifesta na perseguição aos cristãos, judeus, hindus, Ahmenadis, Bahais. A jihad é registrada diáramente por sites como The Religion of Peace ou Jihadwatch, e em português também em sites como  De Olho na Jihad, Islão a Nú, ou Perigo Islâmico.   

Faça a sua parte e exponha o Islão e a Jihad.

O melhor modo de resistir ao Islão é criando consciência sobre o que o Islão é.

Aos companheiros de Esquerda

E se você for um companheiro de Esquerda. Atenção. O Islão foi montado por neo-cons árabes (reacionários e imperialistas) no século oitavo. Não se iluda com esta estória de simpatizar com o Islão porque ele é anti-americano. Ele também é anti-ocidental. E anti-você (a não ser que você se junte a quadrilha). Apoiar o Islão é se posicionar contra Marx. Apoiar o Islão é se posicionar a favor do imperialismo islâmico. 

Tem existido alguns erros estratégicos no que diz respeito ao posicionamento da Esquerda com relação ao Islão. Por exemplo, o multiculturalismo e o jeito suicida como ele está sendo praticado. Outro erro é o da aliança cega de alguns socialistas e comunistas com o Islão. Alguns pensam que podem “usar” o Islão  e depois jogá-lo fora ... o oposto vai ocorrer.  E cuidado! Sob a lei islâmica existem apenas três opções: morte, conversão, ou aceitar viver sob a “ordem social” do Islão. Todas elas péssimas opções.

 “Você está entrando uma Zona Controlada pela Sharia. Leis Islâmicas são impostas.”
Anúncios como este são encontrados nas ruas dos guetos islâmics na Inglaterra. A Inglaterra reconhece tribunais islâmicos onde a Sharia é aplicada, apesar da Sharia contradizer a Constituição. A Inglaterra se rende ao Islão em nome do multiculturalismo praticado por suas elites contra o interesse do povo nativo.

segunda-feira, 18 de março de 2013

"O novo Papa não deve atacar o Islã", afirma clérigo da Al Azhar

Por Jefferson Nóbrega
Blog In Praelio

Mahmud Ashur, um destacado clérigo da Universidade de Al Azhar, alertou ao novo Papa, para não cometer o mesmo "erro" de Bento XVI de expressar solidariedade aos cristãos perseguidos no mundo muçulmano, fato que fez romper o "diálogo inter-religioso" entre o crescente e a cruz.

"O novo papa não deve atacar o Islã, diz Ashur que continua:  "Tenha cuidado, se tiver a intenção de mostrar qualquer tipo de solidariedade com os cristãos que vivem nas terras dos verdadeiros crentes [muçulmanos]. O Islã é a religião da paz e do amor, e qualquer um que ouse sequer duvidar dessa verdade universal verá a justa repressão muçulmana".

A escolha de Bergoglio do nome Francisco, causou uma inquietude entre os estudiosos islâmicos, devido a natureza missionária dos dois importantes Franciscos da história (S. Francisco de Assis e S. Francis Xavier). "Pelas virgens do paraíso e os rios de vinho e leite! Por esta não esperávamos", declarou surpreso o The American Muslim, ao ser anunciado que o novo papa teria o mesmo nome de São Francisco de Assis que segundo eles é "o santo mais aceitado pelo Islã, que levou a pregação ao Sultão, mas sem a intenção de convertê-lo, afinal como converter quem já é um verdadeiro crente?"

O episódio de São Francisco e o sultão é conhecido e sabemos que ele não só desafiou a crença islâmica como teve sim a intenção de converter o sultão, mas é claro que os muçulmanos mudam a história ao contar o episódio. E quanto a São Francisco Xavier nada falam, já que esse converteu boa parte do Oriente, Índia, Japão e outros lugares.

Mas, enquanto os clérigos egípcios estão preocupados com o novo Papa, os muçulmanos argentinos afirmam que enquanto cardeal, Bergoglio manteve um "respeitoso diálogo" com a comunidade muçulmana, tendo ele mesmo liderado as exigência de o Vaticano condenar a "ocupação" de Israel dos "territórios palestinos".

Para nós que acompanhamos o sofrimento dos cristãos, resta-nos a esperança que o silêncio sobre o genocídio cristão nos países muçulmano seja rompido.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Espanha: Concerto beneficente pela liberdade de Asia Bibi


O HazterOir.org realizará um concerto beneficente com o objetivo de arrecadar dinheiro para custear o processo de Asia Bibi.

A cristã que aguarda a execução na forca pelo crime de "blasfêmia", está trancafiada em uma cela de isolamento devido o perigo de ser assassinada pelas muçulmanas da prisão; com a saúde  cada vez mais frágil.

Espanha e França já se dispuseram a acolher a cristã e sua família caso seja liberta. Por isso o HazterOir tem realizado ações com o objetivo de arrecadar dinheiro para a contraração de um bom advogado.

O De Olho na Jihad tem sido um dos principais veículos em língua portuguesa de informações acerca de Asia Bibi, obtendo-as diretamente do Pakistan Christian Post e da Liga Cristã Paquistanesa que acompanham o caso de perto. Por isso, tendo em vista que temos muitos leitores na Espanha e no vizinho Portugal, divulgamos a ação para quem puder ajudar.

O concerto será realizado no Teatro Fígaro de Madri, com a orquestra La Camerata e os ingressos estão disponíveis no site:
http://es.amiando.com/concierto-por-asia-bibi.html?page=911183

Divulgamos também o convite em espanhol: 
 
REDACCIÓN HO.-Asia Bibi
necesita urgentemente un abogado. HazteOir.org organizará el próximo 19 de marzo, martes, el concierto benéfico Libertad para Asia Bibi, para conseguir fondos que permitan contratar el defensor que precisa esta cristiana, madre de familia y esposa, convertida en un símbolo mundial de la persecución por motivos de conciencia.

Ya puedes comprar tu entrada,
pinchando aquí, por solo 20 euros, o por 15, si compras dos o más. Ayudarás a conseguir su libertad.
El concierto tendrá lugar en el Teatro Fígaro de Madrid, a las 19:30 horas, con un programa de música clásica interpretado por una orquesta internacional integrada por grandes profesores, bajo la dirección del maestro Alex Goldmark.

Sin defensa, no saldrá viva de la cárcel

Todo lo que consigamos recaudar se destinarán íntegramente a la contratación de un abogado para Asia Bibi, cuya situación es extremadamente grave. Durante los tres años que ha pasado en prisión, ha enfermado y ha sentido la terrible angustia de una persona perseguida por su fe. Sin un abogado, no saldrá con vida de la cárcel. Su familia no puede costear su defensa. Y ningún abogado paquistaní se atreve a representarla en los tribunales, por miedo a las represalias de los integristas musulmanes. Su única esperanza es que un buen abogado extranjero la represente.
Asia Bibi no está sola
 
Blog De Olho na Jihad  com informações do hazteoir.org

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