quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Romance paquistanês resulta em perseguição contra os Cristãos

Um Cristão de 20 anos e uma muçulmana de 18, ambos moradores de Saeedabab, localidade próxima a Karachi, fugiram há dias para Faisalabad, onde se casaram e o "Romeu" paquistanês se converteu a fé maometana.

Logo espalhou-se rapidamente a notícia de um casamento inter-religioso, que causou a ira dos islamitas de Saeedabad. Movidos pelo ódio apedrejaram a igreja e ameaçaram a comunidade cristã, caso não reintegrassem a  comunidade a "Julieta" muçulmana.

Agora, como consequência do romance, várias famílias cristãs tem fugido de suas casas. Alguns cristãos, tem levado as crianças e mulheres a locais seguros. Outros, tem se trancado em suas casas. Enquanto isso, os muçulmanos vagam armados pela ruas, e a polícia tem espancado jovens cristãos.
-
As informações são do Dazibao-Ñ

Nota do blog: A verdade é que qualquer coisa é motivo no paquistão para perseguir os Cristãos, não importam os motivos, e se estes não existirem, eles inventam falsas acusações apoiados pela lei de "blasfêmia". Está mais que claro que os muçulmanos paquistaneses querem os extermínio e a expulsão dos Cristãos de suas terras, no entanto, o mundo fecha os olhos para isso. Afinal de contas, são só Cristãos...

Clérigo egipcio Yusuf Al-Badri: Não há coisa alguma como o estupro conjugal


 Seguem-se excertos de um programa religioso do clérigo egípcio Yusuf Al-Badri, que foi ao ar na BBC Arabic TV, em 16 de outubro de 2010:

Yousuf Al-Badri: No Islã, o contrato de casamento é um contrato de prazer, que permite que ambos, marido e mulher, obtenham prazer um do outro. Então, se o prazer decorrente é o cerne do contrato, como podemos chamá-lo de estupro quando um marido tem prazer com sua esposa?

Entrevistador: E se for contra a sua vontade, usando a violência?

Yousuf Al-Badri : Segundo o hadith, se o marido chama sua mulher e ela recusa - provoca a ira de Deus no céu. O marido não tem permissão para estuprá-la, mas ela provoca a ira de Deus. O Profeta Muhammad disse que ela deve ir até ele, mesmo se ela estiver assando no fogo ou a cavalo.

[...]
Entrevistador: Um casamento de contrato não é um ato de posse, em que a mulher abandona sua honra, sua mente, e assim por diante.
 
Yousuf Al-Badri : Esta conversa sobre a honra é uma coisa nova. Nunca ouvi falar disso até os dias atuais. Se uma mulher está em casa com o marido, e ela é sua companheira e comanda a casa, e ele pede para ela dar-lhe comida, bebida e assim por diante - como podemos considerar estupro quando ele obtém prazer dela, mesmo se ela não sentir como ele, ou se ela abomina isso ...  Como é que podemos considerá-lo uma espécie do que é chamado de "estupro"? Isso não é verdade.
 
Entrevistador : Ela é sua esposa! Você justificar espancamentos ou comportamento sádico?

Yousuf Al-Badri : O Islã proíbe bater, a menos que seja feito com um pedaço de pau - um pau do tamanho de um lápis ou um palito.
[...] [...]

Shiraz Maher, ex-mebro do grupo terrorista Hizbut Tahrir, fala sobre a visita do embaixador americano a Mesquita de East London

SHIRAZ MAHER, ex-membro do grupo islâmico radical Hizbut Tahrir: "não consigo entender por que Barack Hussein Obama, enviou o seu embaixador para o Reino Unido visitar a Mesquita de East London, uma das instituições islâmicas mais extremistas da Grã-Bretanha.




Construído com a ajuda financeira da Arábia Saudita, a leste de Londres, a Mesquita é o lar dos muçulmanos em Londres, onde pregadores extremistas são regularmente recebidos com boas-vindas.

Na segunda-feira,a Mesquita recebeu um tipo de visitante muito diferente, o embaixador dos EUA para o Reino Unido, Louis Susman. Instado pelo presidente Barack Obama a se envolver com os muçulmanos britânicos, o Sr. Susman falou de sua "grande admiração" para a mesquita e seu entusiasmo para a reunião.

Por qualquer medida a mesquita do leste de Londres é uma instituição problemática. No ano passado, por exemplo, realizou um evento intitulado "The End of Time: A New Beginning", onde foram distribuídos panfletos mostrando Manhattan desmoronando sob um apocalipse de meteoros, que quebravam a Estatua da Liberdade em pedaços e incendivam a cidade. Um dos palestrantes convidados, Khalid Yasin, descreveu as crenças dos cristãos e judeus como "sujeira". Mais preocupante, o evento também contou com um vídeo ao vivo de perguntas e respostas com Anwar Al Awlaki, o pregador e principal porta-voz da al Qaeda.

Awlaki é um terrorista no nível de Osama bin Laden e Ayman al-Zawahiri. Dois dos terroristas de 11/09, assim como Nidal Hasan, que matou 13 soldados dos EUA em Fort Hood, no ano passado, inspiraram-se em seus sermões. De sua nova base no Iêmen, Awlaki chamava Hasan de "herói" e se gabava de ter dirigido o "atentado da cueca" realizado por Umar Farouk Abdulmutallab, em sua tentativa de explodir um vôo 253 da Northwes Airlines no Natal passado.

Sr. Susman, sua visita ilustra os erros políticos que os ocidentais fazem frequentemente, fazendo dos muçulmanos errados "parceiros de diálogo." O embaixador dos EUA poderia facilmente ter encontrado informações sobre a mesquita e sua simpatia com islamismo extremista, mediante consulta com o governo britânico. Um relatório publicado no ano passado pelo Departamento para Comunidades e Governo Local informou que " a Mesquita do leste de Londres é uma instituição fundamental para a ala do grupo terrorista de Bangladesh JI [Jamaat-e-Islami], no Reino Unido" Jamaat-e-Islami é o principal grupo radical do Sul da Ásia, criado por Syed Abulala Maududi, com o objetivo de criar uma teocracia islâmica na região.

Nada disso deve ser surpresa para o Sr. Susman já que relatórios do Congresso desde o longínquo ano de 1993 têm alertado para as ligações do Jamaat com o terrorismo, especialmente na Caxemira.

Ironicamente, dois anos atrás Jamaat foi praticamente eliminado como força política em Bangladesh, vencendo apenas dois dos 300 lugares disputados. Por outro lado,enquanto o seu "partido mãe" foi decisivamente rejeitado nas urnas, seus aliados na Grã-Bretanha ainda dizem que falam pelos muçulmanos britânicos.

Em contraste com a determinação do povo de Bangladesh para rejeitar a política extremista, o Sr. Susman encorajou seus colegas britânicos. Esta visita vem como um duro golpe para os muçulmanos progressistas e seculares do leste de Londres, que pressionavam contra a mesquita do extremismo. A visita de Susman a Mesquita entusiasma os extremistas em detrimento dos moderados.


Shiraz Maher ex-mebro do Hizbut Tahrir sobre o extremismo muçulmano:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Olha Só! Por que os piratas MUÇULMANOS não vão mais atacar os navios russos tão cedo. Não deixem de ver o vídeo

Bare Naked Islam, 4 de dezembro de 2010
Original: MUST SEE! Why Somali MUSLIM Pirates won’t be attacking Russian ships anytime soonTradução: Dextra


Piratas muçulmanos somalis capturaram um navio petroleiro russo. Forças de elite da Marinha russa rapidamente liberaram seus compatriotas e o petroleiro. Eles levam os piratas de volta a seu próprio navio, procuram por armas e explosivos e deixam os piratas algemados no navio. Depois que os russos saem, eles explodem o navio com os bastardos a bordo.

As forças de elite afundam o navio pirata junto com os piratas e sem quaisquer procedimentos judiciais, advogados, etc. Ou seja, eles usam as leis anti-pirataria dos séculos 18 e 19, pelas quais o capitão do navio de resgate tem o direito de decidir o que fazer com os piratas. Normalmente, eles eram enforcados.



Nós: Os piratas MUÇULMANOS do Norte da África estão sequestrando, assaltando, estuprando, matando e escravizando cristãos desde o início da expansão do Islam. O melhor meio de lidar com estes animais é mesmo pela brutalidade pura e simples.

Em 1785, John Adams e Thomas Jefferson se encontraram em Londres com o Paxá de Trípoli, ‘Abd al-Rahman al-Ajar. O objetivo era selar um acordo de paz com o líder muçulmano que pudesse ajudar a por fim aos ataques de corsários muçulmanos norte-africanos contra navios americanos e europeus (no ano anterir, a brigada Betsy tinha sido apresada por piratas e a tripulação vendida como escrava no Marrocos). Al-Ajar foi muito franco:

“Estava… escrito no Corão que todas as nações que não tivessem reconhecido a autoridade (dos muçulmanos) eram pecadoras; que era seu direito e dever fazer guerra onde quer que pudessem e tornar escravos todos os que pudessem prender; e que todo muçulmano que fosse morto em batalha certamente iria para o Paraíso." [Artigos sobre o caso aqui e aqui]

Os Estados Unidos venceram essas víboras berberes por via da brutalidade militar, que também é a dos russos de hoje. Agora, não deixa de ser interessante que um vídeo como esses sequer chame a atenção da grande imprensa. Mas imagine se as Forças Armadas aí  não fossem russas, mas americanas. Pense na grita universal que haveria contra  "barbaridade" cometida contra os pobres piratas.

De qualquer modo, nota dez pros russos, que têm culhão e não são trouxas.

Abuso em famílias muçulmanas: invisível nas estatísticas

Elas se chamam Zohra, Rabea, Ibtisam e Saida e são vítimas de abuso sexual. Os infratores: pai, tio, primo ou irmão. Elas decidiram quebrar anos de silêncio, por saber que muitas outras mulheres muçulmanas passam pela mesma situação. "Tabus, segredos, vergonha e silêncio e uma comunidade fechada formam o cenário ideal para a ocorrência do abuso sexual”, alerta uma assistente social.

O código de honra dentro da família foi o responsável pelo silêncio de Zohra, Rabea, Ibtisam e Saida. Agora elas contam sua história para romper o tabu que paira sobre a questão do abuso sexual no seio da família muçulmana. Já não se sentem mais vítimas. Sua missão agora é ajudar outras jovens.


Sem dados, sem ajuda


Os casos das jovens muçulmanas não aparecem nos arquivos. Os autores tampouco. "Em casos de delito moral, os homens muçulmanos estão sub-representados. Portanto, os omitimos. Em muitos casos, as jovens não fazem boletim de ocorrência. O abuso então não vem à tona", diz Zohra Acherrat, psiquiatra da Fier Friesland.

Os relatos esporádicos de incesto não são provenientes apenas da Holanda. Os trabalhadores humanitários no Marrocos e na Dinamarca também estão cientes, mas não dispõem de dados.

E a ausência de cifras implica a ausência de ajuda. “Nós não nos baseamos em histórias individuais de mulheres, mas na investigação de centenas de arquivos. Entretanto, não se pode chegar à conclusão de que o incesto seja mais comum em famílias muçulmanas que nas famílias autóctones", diz William Timmons, do Landelijk Expertisecentrum Eergerelateerd Geweld - centro holandês contra a violência relacionada aos códigos de honra familiar.

Jovens vítimas

Suas histórias são diferentes, mas também têm muito em comum. Todas tinham por volta de quatro ou cinco anos quando foram abusadas pela primeira vez por um membro da família. Mantiveram-se em silêncio, sob pressões e ameaças, mas também por receio de violar a honra da família. E pelo risco de que a própria família as culpasse e banisse. Fazer um boletim de ocorrência junto à polícia jamais passou por suas cabeças. Afinal, pedir que dessem esse passo era pedir demais.

Rabea foi abusada pelo pai na tenra infância. Sentiu-se confusa e aturdida consigo mesma, o que a levou a adotar um comportamento bastante rebelde:

"É algo tão pouco natural! Se alguém é espancado na escola ou na rua, busca amparo com os pais ou professores. Mas o que fazer quando o agressor é o próprio pai? Isso vai contra todos os princípios. Eu não sabia a quem recorrer. Foi por pouco que não acabei na prostituição. Felizmente isso não aconteceu. O apoio do próximo e a fé em Jesus Cristo foi que finalmente me deram coragem e força."

Zohra guardou para si a história anos a fio. Ela conta que foi estuprada quando tinha cinco anos pelo primo no Marrocos: "Estava hospedada na casa da minha tia, e certa vez meu primo teve de tomar conta de mim. Jamais esquecerei tudo o que aconteceu naquele dia: ele me privou de tudo. Minha tia nos apanhou em flagrante. Ela me proibiu de contar o ocorrido aos meus pais. Ninguém acreditaria em mim. Eu já tinha perdido a fé. Você se sente como doente por conta do abuso sexual, mas eu aprendi neste meio tempo que é possível curar-se novamente."

Receita para o abuso

A assistente social Kristina Aamand já ouviu histórias como essas muitas vezes. Ela trabalha num centro de acolhimento e ajuda a jovens na Dinamarca, um país com muitos imigrantes muçulmanos. "Isso acontece tanto em famílias de imigrantes como na dos dinamarqueses. A diferença é que mal se conhecem os casos de abuso dentro da família muçulmana. Durante a minha formação profissional, me diziam que eu não precisava aprender nada sobre a questão do abuso sexual em países muçulmanos, por ser estritamente proibido pelo Islã. Muita ingenuidade. Tabus, segredos, silêncio e vergonha e uma comunidade fechada formam quase a receita ideal para que ocorra o abuso sexual.”

Ibtisam foi quase diariamente abusada pelo irmão, dos seis aos doze anos. "Se eu tivesse contado, ele teria colocado a culpa em mim. Eu teria sido ou assassinada ou banida. Sentia-me suja, triste e abandonada pela minha própria família, e muito solitária. Uma morta-viva, que só fazia respirar.” O abuso cessou um ano depois que Ibtisam ameaçou seu irmão de que iria contar o que acontecia.

Saida foi vítima de agressores diferentes. Ela ainda sofre diariamente as sequelas de tais experiências. "Fui vítima de abuso dos quatro aos vinte anos, de autores diferentes. Agora me sinto mentalmente e fisicamente destruída.” Assustada, ainda não consegue tolerar a intimidade com homens, não consegue se apaixonar. “Eu não tive nem uma infância nem uma adolescência normais.” O médico não a levava a sério. Saida montou há alguns anos atrás um projeto-lar. Deu-se então conta de que muitas outras jovens muçulmanas são abusadas, jovens que não contam sua história.

Mais sinais

As histórias de Zohra, Rabea, Ibtisam e Saida não são episódios isolados. Verificam-se muitos sinais de abuso sexual dentro das famílias muçulmanas. O centro de tratamento Fier Frísia acolhe vítimas de violência no âmbito da tradição da honra familiar. Os dados demonstram que mais da metade das meninas acolhidas entre 2008 e 2010 (45 de 86) sofreu abuso sexual por parte de algum parente. Trata-se principalmente de jovens de origem turca ou marroquina, mas também iraquiana, afegã e curda.

Zohra, Ibtisam, Rabea e Saida estão atualmente na casa dos 30, mulheres que conseguiram encaminhar-se novamente na vida. As vezes ainda mantêm contato com os familiares. Elas estimulam outras mulheres a contar sua história a pessoas em quem confiam. "Elas não estão sozinhas. Minha experiência diz que se torna cada vez mais fácil contar a história de um abuso. Espero que as vítimas possam obter a força e a coragem necessárias por meio de nossas conversas ", diz Ibtisam.

Líderes nacionalistas europeus saem em apoio a Israel

Este domingo, 5 de dezembro, um encontro dos partidos políticos da "Aliança dos partidos europeus pela liberdade e direitos civis" se deu em Israel. Participantes da Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Suécia e Dinamarca estiveram presentes. A conferência começou com uma entrevista de imprensa e um simpósio no Colégio Acadêmico de Ashkelom.

Entre os presentes estavam Heinz-Christian Strache (presidente do FPÖ, da Áustria), Andreas Mölzer (eurodeputado do FPÖ), Patrik Brinkmann (pro-NRW, da Alemanha), Filip Dewinter e Franck Creyelmans (ambos do Vlaams Belang, da Bélgica).

Entre 10 e 12 horas, a conferência passou a ser intitulada "A plenitude da Lei dos Atos Militares aplicados por um Estado soberano contra ataques terroristas de fundamentalistas islâmicos". Os participantes incluíram o prefeito Benny Vaknin, de Ashkelom, e um representante de Manhigut-Yehudit, uma facção do Likud (partido de Netanyahu). Entre 13:30 e 14:30, o grupo visitou a cidade de Ashkelom. De 14:30 a 16:30, a delegação foi para a fronteira entre Israel e Faixa de Gaza, se encontrar com o exército israelense e explicar a situação vista por um oficial senior do exército israelense. Das 17:00 às 18:00, a delegação foi recebida pelo prefeito de Sderot, David Buskila, e caminhou pela cidade que é bastante alvo dos ataques da Faixa de Gaza.

Fonte: Novopress

Brasil: Polícia Federal confirma que vigiou supostos terroristas

A Polícia Federal (PF) acompanhou as atividades de um grupo de brasileiros, residentes no Brasil, suspeitos de ter laços com grupos terroristas do Oriente Médio segundo informações da assessoria de comunicação da PF, divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo neste domingo.

Segundo o jornal, a PF e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) receberam informações da CIA norte-americana e passaram a monitorar 20 brasileiros que viajaram ao Irã em 2008 com apoio do Hizbollah e da Jihad Islâmica. A suspeita é que eles tenham recebido treinamento para ações terroristas. A assessoria afirmou que o acompanhamento feito pela polícia "não chegou à conclusão de que foi instalada uma célula terrorista no Brasil".

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More