quarta-feira, 9 de março de 2011

Bangladesh: Cristã de 14 anos estuprada por muçulmanos comete suicídio

A jovem cristã Mardi Serafina de 14 anos colocou fogo no próprio corpo. A garota cristã, antes uma menina alegre e sorridente, nunca mais foi a mesma após ter sido estuprada por nove muçulmanos.

O ataque ocorreu ano passado, e o maior absurdo nessa história, é que o pai ao invés de denunciar os estupradores à polícia, fez um acordo por debaixo dos panos. O pai exigiu 1.500 euros e também que um dos estupradores levasse Mardi ao altar para assim "lavar a honra" da família.

O valor foi pago pelos estupradores em nome das irmãs de Mardi, mas o homem que havia aceitado a proposta de casamento, recusou, após saber que não havia lei que lhe obrigasse a tal ato.

O fim dessa história acabou levando a jovem a tomar a mais extrema das atitudes e por fim na própria vida.

Ao saber da morte da jovem, os muçulmanos da aldeia não perderam tempo e denunciaram as autoridades que o suicídio foi resultados das ações ilegais dos cristãos da região que teriam obrigado a jovem a cometer suicídio.

Todos os envolvidos no acordo estão detido pelas autoridades da região.

Fontes: Minuto Digital / The Dayli Stars / Asia News

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

Feminista ingênua crê em revolução no Egito

Por JANER CRISTALDO
Autor do Coluna, "Cristaldo" no Zwela Angola.


Nesta terça-feira, Dia Internacional da Mulher, uma centena de "cidadãos muçulmanos pelos direitos das mulheres" lançou em Paris um manifesto covarde e safado em defesa das ditas. Os cidadãos em questão residem todos na França.

"Nós afirmamos, alto e forte, que nada em nossa crença, nossa prática ou nossa herança islâmica justifica que se discrimine quem quer que seja em razão de seu gênero. Nós condenamos também todas as discriminações, principalmente em relação a emprego e salários, das quais as mulheres são vítimas. Denunciamos todas as formas de violência feita às mulheres, sejam físicas ou morais. Violências que dizem respeito a todos os meios sociais e culturais. Nós consideramos que o igual acesso a todas as formas do saber é uma das primeiras condições de igualdade. Todo questionamento é inaceitável".

O covarde manifesto defende o direito ao divórcio e à contracepção, chega inclusive a condenar a excisão do clitóris e afirma a igual e igual direito de todos os seres humanos, qualquer que seja seu sexo, suas origens, sua religião ou seu modo de vida. "Este é o espírito que nos anima".

Covarde manifesto, escrevi. E por que covarde ? Porque se denuncia a opressão das mulheres, não identica sua causa. Isto é, o islamismo. No mundo ocidental, toda mulher tem os mesmos direitos do homem, tem direito ao divórcio e à contracepção e não é castrada em sua infância. Quanto ao divórcio, os subscritores do documento esqueceram que o divórcio existe nos países muçulmanos. Só para o amo e senhor, é verdade. Sem a burocracia do Ocidente cristão. Nas Arábias, vige a lei dos três talak. Eu te repudio, eu te repudio, eu te repudio e estamos conversados.

Os cidadãos muçulmanos esqueceram de mencionar a sharia, que prescreve o chicoteamento e apedrejamento das adúlteras. Nenhuma palavrinha sobre o véu. Condenar a sharia seria condenar o Islã. E nenhum intelectual muçulmano ousará condenar o Islã. Islamismo rende bons empregos e bons salários no Ocidente.
Coube a uma egípcia de 79 anos, Nawal el Saadawi, a primeira mulher no Egito a denunciar a castração das mulheres, dizer na Europa o que tem de ser dito. Em entrevista ao El País, feita por telefone durante sua estada em Oslo, faz críticas sem peias às leis e à interpretação do Islã que institucionalizaram o patriarcado repressivo e por isso a levaram a perder emprego, à prisão e finalmente ao exílio.

Nestes dias em que a imprensa ocidental saúda a revolução de Tahrir, el Saadawi não tem papas na língua: “A religião é uma ideologia política e temos que separar religião e política. A mulher não pode se libertar sob nenhuma religião, nem cristianismo, nem judaísmo, nem islamismo, porque as mulheres são inferiores em todas as religiões”.

Mas el Saadawi é ingênua. Quando interrogada sobre que significado tem a “revolução de Tahrir” para as mulheres, demonstra desconhecer o mundo em que vive: “Enorme. Pela primeira vez, as mulheres e os homens do Egito foram iguais. Mulheres de todas as idades estiveram na praça Tahrir, inclusive mães com crianças de peito dormiram na praça”.

A feminista se queixa de que as mulheres não foram incluídas no comitê para a reforma da Constituição: “Nomearam oito homens e nenhuma mulher”. Por isso, está sendo organizada hoje, terça-feira, uma marcha de um milhão de mulheres no Cairo”. As marchantes exigem que todos os comitês e instituições do novo Egito contem com mulheres. “Acabou-se isso de ser os homens quem decide.”

Santa ingenuidade! El Saadawi parece não lembrar a revolução da Argélia. Há uns trinta anos, tive oportunidade de conhecer três países islâmicos, Egito, Argélia e Tunísia. A misoginia é flagrante. Raras mulheres nas ruas e quase sempre com véus. Em Argel, estive em época em que os fundamentalistas ainda não haviam mostrado suas garras. Se na casbá o véu era regra, nas proximidades da universidade já se podia ver rostos femininos. Mais tarde os ativistas muçulmanos começaram a jogar ácido no rosto das mulheres sem véu, e suponho que hoje mulher alguma se arrisque a ser desfigurada. É preciso muito ódio ao sexo feminino para deformar um rosto.

Durante a guerra contra os franceses, as mulheres tiveram ocasião de exercer sua independência: eram muito eficazes para carregar bombas. Terminada a guerra, que voltem para a cozinha fazer cuscuz. Aliás, esta situação se repete atualmente. Na hora de explodir-se, as muçulmanas têm os mesmos direitos que os homens. El Saadawi tinha trinta anos quando a França reconheceu, em 62, a independência da Argélia e Ben Bella tornou-se presidente. Foi quando as mulheres voltaram para a cozinha. A Constituição argeliana define hoje o Islã como componente fundamental da identidade do povo argeliano e o país como terra do Islã. Nada indica que a “revolução egípcia” não seguirá os mesmos rumos.

Quanto a um milhão de mulheres, na praça Tahrir, tenho minhas dúvidas. No Cairo, naquelas noites de inverno a sufocantes 30 graus, exatamente na praça Tahrir, vi milhares de homens passeando abraçadinhos, braços no ombro, na cintura, mãozinha com mãozinha, dedinhos entrelaçados. Nem sombra de mulher. Eventualmente, um vulto velado correndo para casa.

Homofilia, diriam os mais gentis. Os cultores de eufemismos que me desculpem: aquilo é homossexualismo. Ora, quem me conhece sabe muito bem que nada tenho contra homossexuais. Mas as mulheres não precisavam ser expulsas dos bares e das ruas, ora bolas.

O Egito continua submisso ao Islã. Duvido que, de trinta anos para cá, algo tenha mudado.

JANER CRISTALDO é Jornalista Brasileiro, formado em Direito, Filosofia, Letras, Jornalismo. Ele é autor de vários livros, incluindo "A Vitória dos Intelectuais". Ele é autor do Coluna, "Cristaldo" no Zwela Angola. Visite o Blog de Janer Cristaldo


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terça-feira, 8 de março de 2011

Relatório da Jihad 02/2011



 Eis os números da Jihad no mês de Fevereiro:

Número de ataques jihadistas em fevereiro: 134

Número de países: 20

Número de mortos: 565

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1058


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FHC e a revolta islâmica

A palavra igualdade, essa que está na boca dos jacobinos como FHC, não passa pela cabeça dos que fazem a subversão no mundo islâmico.

De todos os artigos tolos que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso escreveu o que foi publicado hoje (6) no Estadão (Silêncios que falam) é dos mais notáveis, tentando analisar a revolta ora em curso em alguns países islâmicos. Primeiro, por tentar ver analogia entre os acontecimentos atuais com os de maio de 1968. Segundo, por achar que no meio islâmico há um anseio por democracia, projeção pueril dos valores ocidentais para sociedades que vivem ainda em estágio tribal. Por fim, por não propor, na condição de um ex-presidente da República, uma política consistente com os interesses nacionais, que seja exeqüível.

FHC vê também um elemento de destaque para as novas tecnologias de comunicação na fermentação e eclosão das revoltas. Aqui a primeira contradição. Os novos meios de comunicação não existiam em 1968, fato que não impediu o alastramento da sublevação que aconteceu. Podemos dizer então que os meios de comunicação são "neutros" ou que, ao menos, não formam rebeliões nem as antecipam, podendo acentuá-las apenas. Cabe aqui também um reparo à visão fernandista sobre 68: aquele movimento dependeu de circunstâncias específicas: a Guerra do Vietnã, a revolução gramsciana em curso, que fez da ordem capitalista um anátema, a manipulação dos partidos comunistas controlados pela ex-URSS, sincronizando as sublevações. Por fim, dentro da revolução gramsciana tivemos o destacado papel da Escola de Frankfurt e seu movimento contra-cultural. Nada disso acontece no meio islâmico, muito ao contrário. Vemos o cúmulo do reacionarismo em curso, tentando acabar com o que existe de ordem laica nos países que cooperam com o Ocidente. Gadaffi foi contestado porque perdeu seu ímpeto terrorista e se ajustou ao comércio internacional. Mubarak porque fez a paz com Israel e se alinhava com os EUA. Na Tunísia, algo semelhante. Na sombra, manipulando a insurreição, irmandades muçulmanas e movimentos religiosos extremistas que querem nada menos o extermínio do Ocidente, a começar por Israel. Em muitos países islâmicos sequer podemos dizer que vige uma ordem capitalista. As categorias de análise de FHC são inteiramente inadequadas para aquela realidade.

O artigo de FHC não cita esses fatos capitais. Sua cegueira é digna de dicionários:

"Talvez seja este o enigma a ser decifrado pelas correntes que desejem ser 'progressistas' ou 'de esquerda'. Enquanto não atinarem ao 'novo' nas circunstâncias atuais - que supõe, entre outras coisas, a reconstrução do ideal democrático à base da participação ampliada nos circuitos de comunicação para forçar maior igualdade -, não contribuirão para que a cada surto de vitalidade em sociedades tradicionais e autocráticas surjam de fato formas novas de convivência política. Agora mesmo, com as transformações no mundo islâmico, é hora de apoiar em alto e bom som os germens de modernização, em vez de guardar um silêncio comprometedor."

Falar em ideal democrático em países islâmicos é se submeter ao ridículo. O clero islâmico apóia qualquer poder constituído e agora quer ele mesmo ser o poder, como no Irã. Imaginar que ele quer democracia é delírio, descolamento do real. Ideal de igualdade? Os países islâmicos, como a Arábia Saudita, foram os últimos a abolirem a escravidão jurídica e muitos apontam que nesses países ela subsiste sob um véu de leis que ninguém cumpre. A palavra igualdade, essa que está na boca dos jacobinos como FHC, não passa pela cabeça dos que fazem a subversão no mundo islâmico.
A única coisa que se salva no artigo é a crítica à política externa do governo Lula, por se alinhar automaticamente com tiranos como Fidel, Armadinejad e Gaddafi. Mas não falou da China, o totalitarismo comunista que Lula reconheceu como economia de mercado, em prejuízo do Brasil. E pensar que FHC é o farol teórico da social-democracia brasileira. Estamos carentes de estadistas, no governo assim como na oposição.

Fonte: MSM 

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Autoridade Palestina: Nunca ouvimos o que a América diz, só levamos seu dinheiro

O Palestinian Media Watch publicou uma entrevista importante da Autoridade Nacional Palestina. Na reportagem em questão, Hefez Barghouti editor do jornal oficial da ANP e o presidente Mahmoud Abbas, comentam sobre as revoluções que atingiram o mundo árabe.

As entrevistas são ótimas para mais uma vez desmascarar a suposta vontade de obter a paz que move o governo palestino. Declara primeiramente Hafez Barghouti:

"Entendemos muito bem que os protestos e revoluções nos países árabes têm raízes econômicas e sociais, e que estão relacionados à corrupção e à injustiça social. Entretanto, este é um resultado de estados policiais que levou à opressão por causa de seus laços com os americanos. Todos árabes corruptos tem um sócio estrangeiro, ou israelense... Portanto, as rebeliões contra a opressão e a corrupção devem ser direcionadas para os padrinhos dos ladrões dos recursos naturais e os opressores dos povos, não só contra os seus agentes.”.

Comentando sobre as declarações, Barry Rubin diretor do Global Research in International Affairs (GLORIA), diz: Há, notavelmente, um pouco de humor nesta declaração: "Todos árabes corruptos tem um sócio estrangeiro, ou israelense." Afinal, os líderes corruptos da ANP têm parceiros estrangeiros em abundância. A ANP naturalmente não agradece aos parceiros que ajudam com bilhões de dólares, apesar da incapacidade persistente da Autoridade Palestina de cumprir com seus compromissos. Os palestinos, que você vê, são eternas vítimas e assim têm direito ao apoio ilimitado.O que Barghouti diz em outras palavras, é que as revoltas árabes devem ser dirigidas contra os Estados Unidos e Israel.

O ponto mais importante da entrevista é que o líder da ANP, Mahmoud Abbas, disse na edição de 24 de janeiro do jornal:

"Os EUA estão nos auxiliando no valor de US $ 460 milhões por ano. Isso não quer dizer que eles nos ditem o que eles querem, porque nós fazemos o que é melhor para a nossa causa. Lembro-me que eles disseram, 'Não vá para a Cúpula Árabe em Damasco, mas, nós fomos...”

É claro que a ANP tem todo o direito de trabalhar de acordo com seus interesses, assim como Israel não faz tudo que o governo americano quer. Mas, sabemos assim como aliado de Israel os EUA é um dos grandes financiadores da Autoridade Palestina, mesmo essa não contribuindo para a paz.

O fato, é que como já demonstramos aqui por diversas vezes. O governo palestino é mestre em enganar o ocidente. Constantemente ao falar ao mundo ocidental, ele trata de interpretar o oprimido, o abandonado pelo ocidente e o negociador. Mas, quando fala através da TV da ANP seu ódio ao ocidente e seu anti-semitismo explode, e é em árabe que ele demonstra sua real intenção bem distante da paz.

 Para descobrirem que são os comandantes do povo palestino indico os artigos abaixo:

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Humor: Mohammed

Inauguramos a categoria de humor, que é mais uma forma de protestar pelo direito de crítica ao Islão.
 
O primeiro vídeo postado é um dos meus favoritos. É uma das cenas da peça "Notícias Populares" da companhia de teatro "Os melhores do mundo".

Companhia de comédia Os Melhores do Mundo é um grupo de teatro brasileiro que teve sua origem em Brasília na data de 21 de abril de 1995. O Elenco esta composto por: Adriana Dos Santos Nunes (Adriana Nunes), Adriano Camanho de Assis – (Adriano Siri), Jovani Mendez Nunes – (Jovane Nunes), Ricardo Curi Garcia – (Ricardo Pipo), Victor Ulysses Machado Leal – (Victor Leal) e Welder Rodrigues Bonfim- (Welder Rodrigues).

Para entender melhor...

A cena abaixo mostra um grupo de terroristas preparando um atentado nos EUA, tudo segue o curso normal até uma visita inesperada...

Assistam aos vídeos e tenham boas gargalhadas garantidas:




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Zimbabwe faz proposta para fornecer urânio ao Irã

O ministro das relações exteriores do Zimbabwe, Simbarashe Mumbengegwi, disse que as sanções impostas pela ONU ao Estado Iraniano foram injusta e hipócritas.

Ele afirmou que o Zimbabwe, que também é alvo de sanções por violações dos direitos humanos, perpetrados por partidários do presidente Robert Mugabe, pode se beneficiar economicamente com o acordo.

Um relatório de inteligência sugere que o Irã terá acesso ao urânio do Zimbabwe, em troca de combustível para o país.

O relatório elaborado pela AIEA, informou que o chanceler iraniano visitou o país da Africa Austral para firmar o acordo, e enviou engenheiros para avaliarem os depositos de urânio.

As informações são do The Telegraph. De Olho na Jihad 07/03/2011

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