segunda-feira, 27 de junho de 2011

Egito: Continuam os ataques aos Cristãos e oa sequestroa de moças da comunidade Copta


Eis o resultado da "primavera" árabe. Segundo informa à Asia News, no último sábado centenas de muçulmanos atearam fogo nas casas de cristãos na aldeia de Awlad Khalaf (Suhaj, alto egito), três pessoas foram feridas no ataque. No mesmo dia duas jovens cristãs foram sequestradas em Minya.

Na aldeia de Awlad Khalaf, os ataques aconteceram por causa da construção de uma casa, os muçulmanos estavam desconfiados que a obra fosse na verdade de uma Igreja por isso tentaram impedir que o projeto continuasse, depois da recusa do propietário, o cristão Wahib Halim Attia, os muçulmanos iniciaram os ataques contra toda a comunidade. Como sempre a polícia que disfarçadamente apoia os muçulmanos, chegou ao local apenas três horas depois do início dos distúrbios.

No mesmo dia em Minya duas garotas cristãs, Nacy de 14 anos e Christine de 16, foram sequestradas por homens muçulmanos. As meninas foram forçadas a se converterem ao Islã e foram achadas pela polícia usando o niqab.

O ativista copta, Mark Ebeid, denúncia que o sequestro e a conversão forçada de garotas coptas aumentou de forma assustadora após a revolução de 25 de janeiro.

Blog De Olho na Jihad 27/06/2011

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A cópia das notícias aqui vinculadas é livre, já que em grande maioria não são de nossa autoria. Os textos de nossa autoria passarão agora a serem classificados como “Editorial”. Portanto, por questão de justiça e honestidade intelectual, pedimos que ao copiar nossos textos cite-nos e também cite a fonte na qual coletamos as informações.

sábado, 25 de junho de 2011

A Mídia que Quebra Bloqueios

"Israel estará flutuando, se afogará num mar de publicidade
negativa ou isso será uma expedição de pesca em águas
tranquilas?"
"Estamos numa batalha e, mais da metade dela, se desenrola no campo dos meios comunicação", disse Ayman al-Zawahiri, o novo líder da Al-Qaeda, em novembro de 2005. Mas o que acontece quando os meios de comunicação tentam definir o campo de batalha físico, tornando-se participantes ativos na história?

Todos devemos estar extremamente preocupados pelo anúncio de que entre os navegantes da iminente flotilha a Gaza há jornalistas dos meios de comunicação, incluindo os do New York Times, e cinegrafistas de CNN e CBS.

Este é um claro exemplo da relação simbiótica entre os meios de comunicação e os agitadores anti-Israel, como os que estão por trás da flotilha. No final das contas, não foi a ação violenta dos passageiros a bordo do Mavi Marmara que causou tantos danos a Israel - foi a tormenta nas relações diplomáticas e públicas por um incidente que ocupou a imprensa internacional durante vários dias depois do evento.

O "martírio" dos nove passageiros turcos constituiu o sucesso de relações públicas para a Fundação Turca pelos Direitos Humanos e Liberdade e Ajuda Humanitária (IHH) e suas multidões. É evidente, então, que a única razão pela qual os meios de comunicação decidiriam subir a bordo da próxima flotilha seria pela possibilidade de captar uma repetição dos fatos. Mesmo assim, os organizadores da flotilha contam com a ajuda da mídia para publicar uma história cujo relato já foi escrito - ou seja, que alguns valentes "ativistas pela paz" estão tentando quebrar um brutal e ilegal bloqueio naval imposto aos pobres palestinos, que vivem em sua prisão ao ar livre.

Imagine uma abordagem da Marinha israelense aos barcos da flotilha, um a um, obrigando-os a desembarcar pacificamente para inspeção no porto israelense. Criar um incidente grave, nesse caso, seria a derrota final dos organizadores, assim como para os meios de comunicação a bordo e que esperam estar na cena reportando o que seria o maior fato das notícias do dia.

Expectativas...

Chegando à conclusão de que tantos os participantes da flotilha quanto os acompanhantes da mídia precisam uns dos outros, podemos, honestamente, contar com que New York Times, CNN e CBS, assim como outros jornalistas "inseridos", informem sobre a situação com objetividade, mesmo que a história não chegue a ser tão dramática como eles esperam?

Ou será que a simples presença dos meios de comunicação serve como um convite à confrontação e à violência em potencial, com os chamados "ativistas" atuando para as câmeras? E o que dizer dos próprios jornalistas? Enquanto que, nos últimos anos, alguns repórteres têm sido mortos ou feridos inadvertidamente pelo exército israelense, não podemos esperar que os soldados entrem numa potencial zona de guerra - como ocorreu com o Mavi Marmara - tentando evitar os integrantes dos meios de comunicação que, a propósito, se posicionaram na linha de fogo. Isso não coloca em risco a vida dos jornalistas, somente, mas também as dos soldados de Israel.

O governo israelense restringiu o acesso dos jornalistas à Faixa de Gaza durante a Operação Chumbo Fundido, aparentemente, por sua própria segurança e para evitar que as tropas das Forças de Defesa de Israel se ocupassem com outro fator fora de seu controle no campo de batalha. Houve uma discussão de que essa decisão foi contra os interesses de Israel. Os meios de comunicação, acampados numa colina com vista para Gaza, foram contrariados e vingativos, enquanto que as imagens estavam sendo controladas pela Al Jazeera e por outras fontes menos objetivas.

Desta vez, Israel faria bem em recordar os jornalistas que estão a bordo da flotilha de que serão participantes ativos numa tentativa ilegal de romper o que é um bloqueio naval legal segundo o direito internacional.

Só podemos esperar que a mídia não se veja influenciada por ideólogos e por "idiotas úteis" que formam os diferentes grupos a bordo, cujo espírito dominante é o ódio a Israel, no lugar do amor dos direitos humanos universais. Teremos que confiar no profissionalismo dos jornalistas para captar a realidade do que ocorrer, livres do prejuízo muito característico nas reportagens sobre Israel.

Baseando-se em experiências anteriores, no entanto, não podemos ter grandes expectativas. Essa flotilha já ergueu âncora. Israel estará flutuando, se afogará num mar de publicidade negativa ou isso será uma expedição de pesca em águas tranquilas?

A flotilha está navegando. É hora de fechar escotilhas, mais uma vez.

Fonte: ReporteHonesto
Tradução e adaptação: Jônatha Bittencourt - De Olho na Jihad / Cessar-Fogo


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Jovem católico martirizado pelo islamismo no Cairo

O jovem católico Abanob Karam foi morto com um tiro no Cairo durante distúrbios anticristãos atiçados por extremistas islâmicos. “Quando chegou em casa, percebeu que havia problemas na igreja vizinha, de São Minas; deixou sua mochila e saiu para defender sua igreja” – narrou o Pe. Renzo Leonarduzzi. As atuais revoluções do Norte da África empregaram termos como “democracia” e “liberdade”. Contudo, por trás dos movimentos “populares” atuam fundamentalistas da conhecida “Fraternidade Muçulmana”, que progridem mais rápida e eficazmente pela falaciosa ostentação de aparência democrática, do que se o fizessem através da posição extremada do islamismo.


Fonte: IPCO

Nota do blog: Veja essa notícia e compare com alguma onde um muçulmano foi "mártir". Sabe a diferença? Geralmente o muçulmano foi mártir levando com ele soldados, crianças, mulheres...


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Farah, uma católica sem “direitos humanos”


Ivan Rafael de Oliveira
Segundo notícia da agência ACI (8/6/11), no Paquistão, polícia recusa resgatar uma jovem católica que está seqüestrada e forçada a converter-se ao Islã.

Na cidade de Rahim Yar Khan – região sul de Punjab – uma enfermeira de 24 anos, Farah Hatim, foi seqüestrada pelo muçulmano Zeehan Iliyas Zeehan, cuja intenção é “convertê-la” ao Islã e induzi-la a um casamento forçado.
Quando sua mãe e seus irmãos recorreram à ação da polícia, esta recusou qualquer intervenção no caso, mostrando total cumplicidade.


Tendo a família recorrido às autoridades superiores, o ministro para as minorias cristãs na província de Punjab, o cristão Kamran Michael, reagiu e denunciou o seqüestro dando ordem à polícia que encontre a menina e a devolva à sua família.

No entanto, o superintendente do Distrito de Polícia local reiterou sua recusa em obedecer a essa ordem e declarou que nada faria para salvar a garota. Concomitantemente, a polícia tentou prender dois irmãos de Farah, para intimidar a família e convencê-la a abandonar o caso.

No cativeiro, a jovem, sob tortura, foi obrigada a assinar uma declaração em que afirma ter-se convertido ao Islã voluntariamente.

A mãe de Farah, Balqees Hatim, viúva e com outros cinco filhos, está agora fazendo um apelo à comunidade internacional para libertar sua filha.

Terá essa família a ajuda que tanto pedem? Ou as forças políticas capazes de socorrê-los mais uma vez provarão que “direitos humanos” nunca se aplicam aos cristãos perseguidos? Se pelo contrário, a mãe alegasse que sua filha está sendo perseguida porque cometeu um aborto, quantos países não estariam gritando agora por “liberdade”?

Fonte: IPCO

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Atentados deixam ao menos 40 mortos no Afeganistão


Dois atentados feitos entre sexta (24) e este sábado deixaram ao menos 40 mortos no Afeganistão. No leste do país, 30 pessoas morreram em um atentado suicida com um carro-bomba contra um hospital da província de Logar. Já no norte afegão, um atentado feito com uma “bicicleta-bomba” em uma praça deixou dez mortos e 24 feridos.

No atentado na praça, que fica na província de Kunduz, ao norte do país, a maioria dos mortos é de civis, entre eles uma criança de dez anos. Segundo testemunhas, no local havia uma grande concentração de policiais.

Os talebans negaram ter responsabilidade no ataque. "De acordo com nossas informações, este incidente se deve a uma hostilidade pessoal entre Rahim e Halim, oficiais (do Governo afegão) da província de Kunduz", declarou à Agência Efe o porta-voz taleban Zabihullah Mujahid.
 
Fonte


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Síria agradece esforço do Brasil na ONU


O mais alto representante do governo sírio no Brasil só tem elogios à postura da diplomacia Dilma em relação ao seu país no Conselho de Segurança. 
 
Em entrevista à Folha, por telefone, o encarregado de negócios da embaixada em Brasília, Ghassan Obeid, agradeceu os esforços brasileiros em evitar uma resolução como a da Líbia.
Segundo ele, com as reformas prometidas pelo presidente, o país voltará a ser um bom parceiro internacional "em um ou dois meses". 
 
Folha- O governo sírio acusa a imprensa de não retratar o que, de fato, está acontecendo na Síria. Qual é a atual situação no país?
Ghassan Obeid - Estamos perto de um fim para a crise na Síria. Depois do discurso do presidente Bashar Assad (na última segunda-feira), milhões de pessoas saíram às ruas para manifestar apoio às reformas que ele anunciou nos dois últimos meses. E essas reformas, que vêm para atender às aspirações legítimas do povo sírio, já começaram com a criação de um novo governo, nomeado por um novo primeiro-ministro. Todos os novos ministros deram início a um trabalho muito intenso para implementar as decisões que vão trazer de volta a calma e a tranquilidade, com diálogo aberto para todos os sírios, sem discriminação e sem exclusão, um diálogo compreensivo. 
 
Mas os protestos da oposição continuaram nesta semana e houve denúncias de mais mortes. Está mesmo próximo o fim da crise?
A calma vai retornar ao país. Não sei se restará problemas em alguns lugares, como no norte, ao lado da fronteira com a Turquia. Mas, na última segunda-feira, os embaixadores estrangeiros sediados na Síria foram até o norte do país e puderam ver que a calma voltou. E a presença dos militares na região ajudará a preservar a calma e dará coragem para que as pessoas que deixaram a Síria sob qualquer pressão possam voltar para suas casas. 
 
Ainda há uma forte presença militar, com tanques, nas ruas?
Sim, como (acontece) em todos os países democráticos do mundo, até no Brasil. O militar é uma presença de confiança para o povo, que quer sair da crise, mas não traz tranquilidade para grupos armados. Além disso, quem pode enfrentar um grupo armado com bombas, metralhadoras e antitanques, se não um grupo armado legal, que são os militares? 
 
Há denúncias de mais de 1.300 civis mortos. Como o governo responde às denúncias de massacre?
Dezenas de civis foram mortos por esses grupos armados, e a polícia e os militares chegaram para proteger o povo. É claro que, em uma troca de tiros entre militares e esses grupos armados, eles perderam gente. E nós perdemos muitos militares. Não sei por que a mídia não fala que perdemos mais de 300 mártires militares. A imprensa vende mais quando há problemas, quando há massacres. 
 
Como seu governo vê os esforços do Brasil em evitar uma resolução do Conselho de Segurança?
Nós agradecemos a posição do Brasil e contamos com ela, e com a de outros países amigos como Rússia, Índia, China, África do Sul. A postura do Brasil dá tempo para que os decretos de reforma na Síria alcancem resultados concretos, e respeita a soberania do país. Os europeus querem uma resolução, que é o mesmo caminho que adotaram para a Líbia. A resolução para a Líbia era só para aplicar uma zona de exclusão aérea, e eles acabaram destruindo todo o país. Agora eles se apressam em ter um texto com a mesma ambiguidade, para abrir a possibilidade de intervenções militares contra a Síria. Mas não são necessárias sanções, porque a Síria não cometeu crimes internacionais. Isso é um assunto interno nosso. Deixem a Síria tranquila por mais um ou dois meses, e voltaremos a ser um bom parceiro internacional, que busca a paz na região. 
 
Quais serão as ações do governo nesse período?
Muitas comissões foram criadas e precisamos de tempo para acabar a redação das leis sobre partidos políticos, eleições e liberdade de imprensa, por exemplo. O presidente já falou que no meio do mês de julho elas devem terminar o seu trabalho e colocar as reformas à aprovação do povo. Esperamos que o novo parlamento já seja eleito, em agosto, sob as novas leis. 
 
Mas a oposição pede a saída do presidente...
Quando as novas leis forem finalizadas e permitirem a eleição do novo parlamento, o parlamento decidirá se vamos ter um novo ministério e, depois, se o presidente deve sair ou ficar. Não teremos mais problemas que não possam ser discutidos. 
 
O que diferencia a situação da Síria dos protestos em outros países árabes?
As manifestações na Síria não foram impulsionadas por um movimento popular, e sim por grupos extremistas armados financiados por fontes externas. Na Tunísia, por exemplo, o povo não queria mais aquele governo e a corrupção, e então se levantou contra ele. No Egito, foi a mesma coisa. Na Síria, o povo sírio ama o presidente e está gostando das reformas que ele tem feito. 
 
Então quem vai às ruas na Síria para protestar contra o governo?
São grupos fanáticos muçulmanos que são pagos por gente de fora da Síria para cometer crimes dentro do país. Tenho um CD com depoimentos de alguns desses homens, que dizem ter recebido US$ 1.000 por dia e armas para sair às ruas e matar civis e militares. Se fossem manifestantes pacíficos, não saíam cheios de ódio para queimar prefeituras, carros de bombeiros. Não matavam médicos em ambulâncias, como vimos acontecer, nem crianças. Não cortavam seus corpos. Eles matam civis para confundir a opinião estrangeira e acusar o governo da Síria de crimes contra a humanidade. Isso é mentira. Como se justifica, em um dia, perdermos 120 policiais sírios? Nem na guerra com Israel aconteceu isso. Eles agiram de uma maneira muito bárbara, que nunca foi vista na Síria. Estavam muito bem armados: tinham bombas muito sofisticadas, telefones por satélite. Eles tinham um direcionamento de como se comportar. 
 
E quem está por trás desses grupos?
A Justiça (síria) ainda trabalha para esclarecer isso. Eles (os prisioneiros) falam de maneira muito vaga sobre quem repassava as armas e o dinheiro ± mas sempre tinha um mediador. E todos contam a mesma história: dizem ter recebido caminhões de armas e dinheiro de fora do país para `fechar os olhos e sair atirando'. E as armas que foram apreendidas com eles, como bombas eletrônicas com acionamento remoto, não existem na Síria. 
 
O governo de Assad desconfia do envolvimento de outros países da região?
Não queremos divulgar essas informações porque a investigação continua. Queremos acalmar a situação interna e depois esses grupos terão sua história revelada. O que nos importa agora é que a Síria já compreendeu de onde chega o financiamento para esses grupos e fechou as portas. 
 
Os jornalistas têm sido perseguidos pelo governo?
Não, isso não é verdade. O que aconteceu é que, logo no início das manifestações, os repórteres da Al-Jazeera inverteram a verdade e a imprensa em geral foi parcial na cobertura, usando fatos falsos para ilustrar o que estava acontecendo na Síria, inclusive imagens do que acontecia em outros países. Por isso, o governo decidiu proibir a entrada de jornalistas até resolver a situação no país. 
 
E por que a ajuda humanitária não tem conseguido entrar no país?
A ajuda internacional pode entrar em contato com a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho e encaminhar ajuda, se for necessário. Mas até agora não precisamos de ajuda de fora. O presidente da Cruz Vermelha Internacional esteve esta semana na Síria e viu pessoalmente como o país atua para ajudar quem precisa. Os militares forneceram comida e bebida a todos que necessitavam. E no caso dos que saíram de suas casas para a fronteira com a Turquia, a Síria ofereceu, com a ajuda do Crescente Vermelho turco, transporte para quem quisesse retornar para casa. 
 
Fonte
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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Líbano: Clérigos sunitas declaram lei que pune o estupro e a violência doméstica como heresia

BEIRUTE - (AFP) - A mais alta autoridade sunita do Líbano rejeitou nessa sexta-feira um projeto de lei que visa proteger as mulheres contra a violência doméstica e estupro conjugal, dizendo que levaria "à morte da família como no Ocidente."

"O Islã é muito consciente e preocupado com ... a resolução de problemas ... mas isso não deve acontecer pela clonagem das leis ocidentais que encorajam a desagregação da família e não se adequam a nossa sociedade", disse o influente líder do Dar al- Fatwa (Tribunal Muçulmano Sunita) em um comunicado em seu site.

O Dar al-Fatwa também criticou como "heresia" uma cláusula no projeto de lei que criminaliza o estupro conjugal, acusando os os criadores do projeto de "inventar novos tipos de crimes."

"Isso terá um impacto negativo sobre as crianças muçulmanas ... quem verão as mães ameaçando os pais com a prisão, em desafio à autoridade patriarcal, que por sua vez, minará a autoridade moral dos pais", disse ele.

"Temos de continuar a seguir a sharia (lei islâmica) no que diz respeito à família muçulmana", acrescentou.

O projeto de lei, elaborado por organizações feministas, advogados e peritos forenses, foi aprovado pelo gabinete do Líbano em 2010 e está atualmente em estudo no Parlamento.

Caso seja aprovada, a lei viria sob o código penal - sob o qual os casos são encaminhados a um tribunal penal - ao invés de leis de status pessoal, que são julgados por autoridades religiosas do Líbano.

O projeto de lei criminaliza o estupro conjugal, em caso de abuso por parte do marido ou de outro membro da família a mulher deve denunciar as autoridades. Se for considerado culpado, os réus pegarão penas que variam desde a reabilitação a prisão em regime fechado.

A Violência doméstica e o assédio continuam sendo tabu no Líbano, considerado o país mais liberal em meio aos consevadores países árabes, mesmo assim são poucas as mulheres que denunciam a violência e a polícia em geral fecha os olhos para os crimes.

Blog De Olho na Jihad 24/06/2011

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