quinta-feira, 10 de março de 2011

A al-Qeda no Magreb Islâmico e seus laços com Brasil, Colômbia e México

Abdelmalek Sayeh, chefe do Escritório Nacional Argelino para Combate às Drogas e Dependência, informou que “a AQIM possui laços estreitos com gangues de narcotráfico brasileiras, colombianas e mexicanas.”



ARGEL, Argélia – Os governos no norte da África estão preocupados com a crescente presença de traficantes da América Latina que estão usando a região como base para o contrabando de drogas para a Europa.

A região do Saara e a parte sul do deserto – conhecida como Sahel – se tornaram um ponto de transporte para as drogas, principalmente cocaína e heroína, destacou o governo argelino em abril de 2010.

O relatório divulgou que 52 toneladas de narcóticos vindas da América Latina foram apreendidas na região do Sahel em 2009, uma quantidade 60 vezes maior do que a confiscada apenas alguns anos antes.


“Aviões carregados com cerca de 4 toneladas de cocaína a cada vôo aterrisaram diversas vezes no Mali e na Mauritânia em 2009”, revela o relatório.


Mais de 20 toneladas cruzaram esses dois países em 2009, ainda segundo o relatório.

“Os cartéis de droga da América Latina intensificaram suas atividades na África”, afirmou Mohamed Benhammoue, presidente da Federação Africana de Estudos Estratégicos, “principalmente depois que se conectaram com redes terroristas filiadas à Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQIM)."

Abdelmalek Sayeh, chefe do Escritório Nacional Argelino para Combate às Drogas e Dependência, declarou que “a AQIM possui laços estreitos com gangues de narcotráfico brasileiras, colombianas e mexicanas.”


“Uma grande parte dessas drogas cruzou o corredor de Sahel”, acrescentou. “[O] dinheiro ganho das gangues do narcotráfico é investido na compra de armamentos no Sahel para fortalecer a AQIM.”


Sayeh informou ainda que o governo argelino possui provas indicando que as drogas contrabandeadas para o Sahel seguem três destinos primários: o primeiro é o Golfo Pérsico, o segundo, a Europa, e o terceiro, a América do Norte, principalmente Estados Unidos e Canadá.


O governo argelino concluiu ainda que a cocaína enviada do Brasil e da Colômbia chega na África escondida em navios e aeronaves, antes de seguir em diferentes barcos e aviões para a América do Norte.


Sayeh denunciou que traficantes “pagam uma grande soma em dinheiro para alguns xeques tribais e a AQIM no Sahel para garantir o transporte das cargas de cocaína e cannabis (para a produção de maconha e haxixe).”


Em vários casos, os narcotraficantes cooperaram com terroristas para o transporte das drogas do Sahel para o norte da Argélia, acrescentou ele.


Elias Boukraa, diretor em exercício do Centro Africano para Pesquisa e Estudo do Terrorismo (CAERT) em Argel, declarou durante um seminário sobre segurança na região que as duras condições de vida enfrentadas pelos moradores da região e a pobreza generalizada “abriram o caminho para a expansão do narcotráfico.”


O comércio ilegal de drogas tem desempenhado um papel fundamental em alinhar os grupos armados africanos com narcotraficantes da América Latina e do resto do mundo. Os cartéis colombianos estão tentando estabelecer presença no Mali, Níger, Chad e Mauritânia, afirmou Boukraa.


Boukraa acrescentou que as redes de narcotráfico estão agindo deliberadamente para comprometer a segurança nesses países e encobrir suas atividades criminosas. A intenção de usar o Sahel como uma base do narcotráfico tem levado grupos do crime organizado a gastar seu dinheiro pela região.


“Pelo menos 50 toneladas de heroína são transportadas diariamente através dos países do Sahel, e um montante de € 100 milhões (R$230 milhões) [em dinheiro] é contrabandeado todos os anos”, detalhou Boukraa. “Isso significa que uma organização como a AQIM tem um orçamento gigantesco que pode ser maior até do que o de alguns países do Sahel.”


Mohamed Slimani, acadêmico e pesquisador em questões de segurança, descreveu que “algumas das redes que lidavam com cannabis indiano passaram a contrabandear cocaína através dos países do Sahel, da Argélia rumo à Europa.”


Slimani afirmou que essas redes preferem lidar com quantidades menores de drogas prontas, como cocaína e heroína, em vez de tentar transportar toneladas de cannabis indiano para a Europa. O contrabando de cannabis é mais comum no norte da África.


Slimani ressaltou ainda que relatórios de segurança indicam que o tráfico de cocaína é predominante pelo Sahel, principalmente em Guiné-Bissau, Guiné, Senegal, Mauritânia, Mali e Níger.


“A vigilância severa imposta por países europeus às gangues do tráfico tem forçado uma mudança na rota de aeronaves pequenas carregadas de drogas de seus destinos regulares em Portugal e na Espanha para os países do Sahel africano, principalmente Mauritânia, Mali e Senegal”, explicou Slimani. “Isso, além da cocaína enviada aos portos nigerianos no Oceano Atlântico, proveniente dos países da América Latina, principalmente Colômbia, Peru, Argentina e Brasil."

Fonte: Infosur Hoy 

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Testamento espiritual de Shahbaz Bhatti.



O Meu nome é Shahbaz Bhatti.

Nasci em uma família católica. Meu pai, professor aposentado, e minha mãe, dona de casa, me educaram segundo os valores cristãos e os ensinamentos da Bíblia, que influenciaram a minha infância. 

Desde menino, tinha o costume de ir à Igreja e encontrar profunda inspiração nos ensinamentos, no sacrifício, e na crucificação de Jesus. Foi o amor de Jesus que me levou a oferecer os meus serviços à Igreja. As espantosas condições nas quais se encontravam os cristãos do Paquistão me perturbavam. Recordo uma sexta-feira de Páscoa, quando tinha somentre treze anos: escutei um sermão sobre o sacrifício de Jesus para a nossa redenção e para a salvação do mundo. Pensei em corresponder aquele seu amor doando amor aos nossos irmãos e irmãs, pondo-me a serviço dos cristãos, especialmente dos pobres, dos necessitados e dos perseguidos que vivem neste país islâmico.

Foi-me exigido pôr fim à minha batalha, mas eu sempre refutei, até mesmo com o risco de perder a minha vida. A minha resposta sempre foi a mesma. Não quero popularidade, não quero posições de poder. Quero somente um lugar aos pés de Jesus. Quero que a minha vida, o meu caráter, as minhas ações falem por mim e digam que estou seguindo Jesus Cristo. Tal desejo é tão forte em mim que me considerarei um privilegiado se – neste meu esforço de batalha em ajudar os necessitados, os pobres, os cristãos perseguidos do Paquistão – Jesus quisesse aceitar o sacrifício da minha vida.

Quero viver por Cristo e por Ele quero morrer. Não experimento nenhum medo neste país. Muitas vezes os extremistas desejaram me matar, prender-me; me ameaçaram, aterrorizaram a minha família. Eu digo que, enquanto eu tiver vida, até o meu ultimo respiro, continuarei a servir Jesus e esta pobre, sofrida humanidade, os cristãos, os necessitados, os pobres.

Creio que os cristãos do mundo, que estenderam as mãos aos muçulmanos atingidos pela tragédia do terremoto de 2005, tenham construído pontes de solidariedade, de amor, de compreensão, de cooperação e de tolerância entre as duas religiões. Se tais esforços continuarem, estou convencido que conseguiremos a vencer os corações e as mentes dos extremistas. Isto produzirá uma mudança positiva: as pessoas não se odiarão, não matarão em nome da religião, mas se amarão umas às outras, trarão harmonia, cultivarão a paz e a compreensão nesta região.

Creio que os necessitados, os pobres, os órfãos, qualquer que seja a sua religião, serão considerados antes de tudo como seres humanos. Penso que aquelas pessoas sejam parte do meu corpo em Cristo, que sejam a parte perseguida e necessitado do corpo de Cristo. Se nós levarmos a termo esta missão, então nós ganharemos um lugar aos pés de Jesus e eu poderei olhá-Lo sem sentir vergonha”.

(aos cuidados de M.Antonietta Calabrò, por gentil concessão da Fundação Oasis e de Marcianum press).
Tradução: Pe. Samuel Pereira Viana


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Eurocâmara denuncia numerosas execuções de menores no Irã


Estrasburgo (França), 9 mar - O Parlamento Europeu denunciou nesta quarta-feira "as numerosas execuções de menores" e os apedrejamentos de mulheres que são registrados no Irã, o país onde mais se pratica a pena de morte do mundo.

Durante o debate de um relatório elaborado pelo conservador holandês Bastiaan Belder a alta representante da União Europeia (UE), Catherine Ashton, se mostrou "atordoada" pela gravidade das violações de direitos humanos no Irã.

No texto, o Parlamento expressa sua "grave preocupação pelas numerosas execuções de menores", assim como pelas "lapidações públicas de mulheres realizadas anualmente" apesar das chamadas internacionais para que o Irã respeite as normas de direitos humanos.

Belder denuncia que, segundo os relatórios anuais sobre a pena de morte no Irã, o número de execuções em 2009 foi o mais alto dos últimos 10 anos.

Neste ano de 2011, já se produziram uma centena de execuções.

Entre os episódios, a representante lembra o caso da cidadã iraniana-holandesa Zahra Bahrami, executada no dia 29 de janeiro, e a qual "não se lhe deu um julgamento justo nem transparente", lamentou Ashton, que reiterou o pedido ao Irã para "a abolição total da pena de morte".

Ao se referir aos apedrejamentos, o relatório expressa "consternação" pelo fato de que, junto com o Afeganistão, Somália, Arábia Saudita, Sudão e Nigéria, Irã continue praticando o castigo das lapidações.

O estudo também denuncia a falta de liberdades fundamentais no país, e as detenções de opositores e manifestantes pacíficos.

A eurodeputada socialista María Muñiz de Urquiza destacou em seu discurso que o Irã "é o contrário de um exemplo em matéria de liberdades democráticas na região".

Além disso, pediu ao Irã que modifique sua retórica com Israel porque "poderia ser um ator relevante na estabilização da região e no processo de paz no Oriente Médio".

Neste sentido, o relatório lamenta que o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, "mostre uma postura radical em nível internacional" com o objetivo de "reforçar sua mensagem antiisraelense" e ter "mais liderança iraniana no mundo muçulmano".

Quanto à proliferação de armas nucleares, o texto aponta que "apesar do direito do Irã a desenvolver energia nuclear com fins pacíficos", os riscos de proliferação em relação com o programa nuclear iraniano seguem constituindo "uma fonte de grave preocupação para a União Europeia e a comunidade internacional".

Fonte: Site do MRE

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Sharia no Brasil? UOL deve tirar game do ar por ofensa a Maomé

O Universo On Line (UOL) está livre de pagar indenização, por danos morais, no valor de R$ 30 mil, a um grupo mulçumano. No entanto, o provedor foi obrigado a retirar de suas páginas eletrônicas o jogo virtual Faith Fighter (Lutadores da Fé) por suposta afronta religiosa. A decisão, por votação unânime, é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A turma julgadora reformou sentença de primeiro grau por entender que não há nas cenas ato lesivo para justificar o pagamento de dano moral coletivo. O provedor de internet foi condenado em primeira instância por deixar o jogo disponível em suas páginas. As partes não recorreram da decisão.
No jogo, oferecido pelo site Clickjogos no UOL, os participantes escolhem deuses ou figuras religiosas para lutarem entre si. Uma das opções é o profeta Maomé, líder máximo do islamismo. A Mesquita Muçulmana de Barretos (cidade localizada a 423 km da capital paulista) entrou com ação na Justiça. Alegou que as cenas atingem a imagem de Maomé, ao colocá-lo como personagem de combate contra divindades de outras religiões.

O jogo é uma versão de outro, o Street Fighter, de combates entre duas figuras. No lugar de escolher personagens com maior capacidade muscular ou de técnicas de artes marciais, o jogador pode lutar por meio de figuras religiosas como Maomé, Buda, Jesus Cristo e Maomé.

O relator do recurso, desembargador Ênio Zuliani, reconheceu como acertada a parte da sentença que mandou retirar o game das páginas do UOL. Ele entendeu que o jogo “constitui uma vulgaridade” que ultrapassa os limites da tolerância e ofende a religião muçulmana. Zuliani destacou, ainda, que a Lei 8.081/90 prevê que o juiz pode interditar mensagens ou páginas na rede mundial de computadores.
O desembargador argumentou que a liberdade de culto não se resume única e exclusivamente na proteção dos locais de reunião e liturgia. Para ele, a tutela é ampla e abrange políticas para impedir a legalização de práticas discriminatórias e preconceituosas. “O game, embora não seja profano, não é ofensivo e causa repulsa a pessoas que não jogam, o que é suficiente pra despertar interesse jurídico”, sustentou Zuliani.


Fonte: Conjur

Eis um vídeo do jogo com Maomé sendo nocauteado:


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Os alimentos Halal no Brasil


Nota do blog: Muito tem se denunciado na Europa a expansão dos alimentos Halal, como mais um instrumento de islamização do velho continente. Pois, a notícia abaixo mostra que eles já estão aqui a bastante tempo, se expandindo na surdina, sem que ninguém perceba.

Obs: O não compactuamos com o entusiasmo da notícia abaixo.
  
Açougues aprovados pelo Alcorão

O bairro do Pari reúne locais que servem carne halal, preparada segundo o código religioso islâmico. Mas não é preciso ser muçulmano para provar as iguarias

Seria uma cena comum em São Paulo. A cliente chega ao açougue, pede um quilo de contrafilé e sai com o pacote para preparar o almoço em casa. A diferença é que a cliente, com a cabeça coberta por um véu, faz o pedido em árabe. É assim nos poucos açougues que vendem carne halal no Pari, na região do Brás, onde vivem muitos muçulmanos que seguem à risca as regras religiosas do Alcorão.

Halal significa lícito em árabe. A palavra é usada para descrever os alimentos permitidos pelos códigos sanitários e religiosos islâmicos. Carnes de frango, boi e cordeiro são as mais apreciadas. O oposto é haram (pecado), que se refere a alimentos proibidos como carnes de porco, cães, elefantes, ursos, gatos e macacos; além de aves de rapina, insetos e anfíbios. Por haram, os muçulmanos entendem também os alimentos transgênicos ou cultivados com pesticidas. Bebidas alcóolicas são proibidas. Outros produtos, desde que respeitem as regras de higiene, são liberados.


Para ser considerada halal, a carne recebe cuidados especiais desde o abate do animal. O processo só pode ser executado por homens muçulmanos que ultrapassaram a puberdade. A cabeça do animal fica na direção da cidade sagrada de Meca, e ele é morto por um único e preciso corte, na jugular, com uma faca bem afiada. “Não pode haver qualquer tipo de tortura”, diz o libanês Mohamad El Youssef, de 51 anos. Junto com a mulher, Siham, ele gerencia há oito anos o açougue e restaurante Zellaya. Todas as terças-feiras, ele levanta às 4h30 e segue para um frigorífico na cidade de Socorro, a 140 quilômetros da capital, onde realiza o abate segundo os preceitos islâmicos. O ritual proíbe ainda que um animal assista à morte de outro, uma precaução para impedir a liberação de toxinas.


Antes do abate, deve-se dizer: “Em nome de Deus, Deus é maior”. Segundo Youssef, as palavras afirmam que a carne que será comida é uma oferenda feita a Alá. O animal é então pendurado, para que todo o sangue escorra para fora de seu corpo.


Os preços da carne halal vendida no açougue do casal variam de R$ 18 a R$ 30 por quilo. O contrafilé custa R$ 22. A casa vende 700 quilos de carne toda semana. O açougueiro afirma, com sotaque carregado, que poderia vender mais. “Há muitos árabes que não seguem a religião. Se fosse para todos, faltaria açougue.” Há 8 milhões de descendentes de árabes no país, mas menos de 28 mil declararam-se muçulmanos no censo de 2000. A Federação Islâmica do Brasil calcula em mais de 1 milhão de fiéis no país. Destes, cerca de 40% vivem no estado de São Paulo.


Embora pouco consumida na capital, a carne produzida no Brasil para alimentar os países árabes rendeu US$ 3,2 bilhões no ano passado, 19% a mais que em 2009, segundo Michel Alby, secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-brasileira. O frango responde por 70% do total exportado.


Há diferenças perceptíveis entre a carne halal e a do supermercado? “Eu não tenho ideia, porque só comi halal”, diz Siham, que prepara a comida no restaurante Zellaya. “É mais rápida para cozinhar, porque não solta tanta água, e o sabor é ótimo, não precisa de tempero”, diz a cozinheira Célia Alves. “E ela é um pouco adocicada.” Célia passou no açougue para preparar o almoço na casa da família árabe para quem trabalha. “Não precisa ser muçulmano para comprar os produtos halal”, diz Mohamad. Pratos árabes famosos entre os brasileiros também têm sua versão lícita. Há esfirras halal de carne e de zátar, um condimento árabe. Com o tamanho de um prato raso, a esfirra halal é usada como base de um sanduíche, com tomate, pepino, cebola, hortelã, rabanete ou limão. Para beber, chá quente em copos pequenos.


Além do ritual de preparo dos alimentos, os muçulmanos seguem uma etiqueta particular à mesa. Segundo a tradição, deve-se parar de comer um pouco antes de ficar satisfeito. “Um dos mandamentos do islã é controlar os instintos”, diz Paloma Awada, ex-funcionária de um frigorífico halal. Em muitas casas, é comum orar antes das refeições. Mas a religião não restringe o cardápio. “Se tem um prato que adoro é lasanha. E arroz e feijão também”, diz Paloma. Enquanto ela fala sobre os costumes culinários islâmicos, seu filho Yasser se delicia com uma esfirra.


Outra frequentadora do Zellaya, Fátima Garib estudou gastronomia e teve dificuldades nas aulas para seguir as regras do Alcorão. “Podia manusear a carne de porco, mas nada de encostar em bebidas, nem na garrafa”, diz. Seu trabalho de conclusão de curso foi uma homenagem à avó e à mãe: um livro com as receitas libanesas aprendidas na infância. E qual seria a delícia árabe que dona Siham gostaria de almoçar naquele dia? “Ah, uma macarronada!”


Fonte: Revista Época


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Viva a “mídia golpista”! Notícias politicamente incorretas


Nota do blog: Abrimos espaço para a divulgação, pois o agregador é uma ótima fonte de notícias sobre o Islã.

Já pararam para pensar porque nosso país é tendencioso à esquerda? Tudo nesse país é corrompido pelos esquerdistas quando podem. Nada escapa. Nas escolas nosso filhos estão sendo doutrinados, aprendendo a odiar os conservadores e a idolatrar os comunistas do período da ditabranda. Nas igrejas a nefasta teologia da libertação continua a corromper a doutrina de Cristo e isso com o aval da CNB do B, a confederação comunista dos Bispos brasileiros. Nos templos protestantes não é diferente, a teologia da libertação trata de corromper e explorar os incautos.

No mundo político não existe um partido de direita sequer. Alguns consideravam o PMDB e o PSDB como partidos de direita, o que é um erro terrível. O PMDB, dispensa comentários, um partido sem ideologia que busca apenas parcelas no poder. O PSDB (e seus aliados, como o DEM) é considerado oposição, mas de forma nenhuma pode ser considerado como Direita ou como Conservadores. É até uma ofensa tal classificação.

Por fim temos a mídia, o jornalismo esquerdista domina o cenário midiático, são pouquíssimos os membros da mídia que não corromperam-se ao horripilante comunismo. E esses que não renderam-se, sempre quando podem, a mídia vermelha tenta de toda as formas desqualificá-los, classificando-os como sensacionalistas ou deturpadores dos fatos. Podemos citar como exemplo a Revista Veja, colunistas como Olavo de Carvalho e Reinaldo de Azevedo ou ainda o jornalista Aluizo Amorim.

Pior que isso, é ver jornais como “O Estado de São Paulo” ser considerado como conservador. Podemos dizer que diante de outros periódicos o Estadão até seja mais “ortodoxo”, no entanto, não pode ser considerado um jornal direitista.

Na última campanha eleitoral, os jornais que não se renderam a onda lulista foram chamados pelo ex-presidente falastrão de “velha mídia”, e classificada pelos petistas de “mídia golpista”. Eis o ódio dos esquerdista por ainda existir nessa país uma mídia que não foi corrompida pelo comunismo e que não vendeu seus princípios em pról da popularidade do “cara”. Sites, jornais e jornalistas que não compactuam com petismo são poucos e podemos citar como exemplo o oásis chamado Mídia sem Máscara.

Portanto, resta a nós, conservadores e anti-comunistas buscar meios alternativos de notícias não manipuladas. Nos restando pouquíssimos jornais confiáveis, alguns ótimos sites e blog’s e a mídia internacional.

Pensando nisso, venho divulgar a todos um agregador de notícias desenvolvido pelo blog Dextra. É uma ótima página onde vocês poderão ler notícias e artigos sem a marca comunista, sem anti-semitismo, sem o antiamericanismo, e o melhor, notícias sem trava na língua.

Convido todos a acessarem  o agregador, e assim encontrar notícias politicamente incorretas, um oasis sem “manchas vermelhas”.

Acessem! Salvem nos seus favoritos! E sejam também parte da “velha mídia”. E viva à “mídia golpista”. 

http://wwwretroggragator.blogspot.com/



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FBI admite não receber muitas informações de muçulmanos

De acordo com o Dep. Peter King, as ações de contra-terrorismo do FBI não recebem muitas informações dos muçulmanos.

Ele citou como exemplo o terrorista americano Bryant Neal Vinas, que teria falado nas mesquitas de Long Island, inclusive revelando sua aspirações jihadistas, e depois se juntado a Al Qaeda no Paquistão e realizado ataques contra soldados americanos. Nenhum muçulmano avisou as autoridades sobre os planos de Bryant.

E agora, onde estão os moderados?

De Olho na Jihad com informações do NY Daily News


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