sábado, 7 de janeiro de 2012

Ataque do Boko Haram no nordeste da Nigéria deixam 20 mortos

A polícia da Nigéria informou que homens de uma seita radical muçulmana atacaram a prefeitura de uma cidade rural do nordeste da Nigéria, matando a tiros pelo menos 20 pessoas. O ataque ocorreu por volta do meio-dia (horário local) desta sexta-feira em Mubi, Estado de Adamawa, cidade próxima da fronteira com Camarões.O comissário local de polícia, Ade T. Shinaba, disse que o ataque ocorreu quando um grupo de pessoas do povo Igbo se reunia na prefeitura. Ele responsabilizou a seita conhecida como Boko Haram pelo ataque. O grupo radical, que quer implementar a lei da Sharia em toda a Nigéria, matou mais de 500 pessoas somente no ano passado. 
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Oficial do Fatah: "Israel não tem direito religioso ou histórico a Jerusalém"

O filósofo e membro do Conselho Consultivo do Fatah, Ahmed Ghoneim, chamou para a adoção de um programa pela "palestinização" de Jerusalém, um claro ponto-de-vista palestino para lidar com o que descreveu ser uma suposta "israelização" que o Estado judeu está realizando em Jerusalém. Isso ocorreu durante uma conferência realizada pelo Ministério da Informação em Qalqilya, ao norte da Cisjordânia, na semana passada.

Ahmed Ghoneim falou sobre o contexto histórico de Jerusalém, afirmando que o movimento sionista procurou repetidas vezes uma lenda que reunisse os judeus do mundo inteiro e tornasse os participantes de uma religião numa nação.
Ele acrescentou que a insistência do povo judeu em declarar Jerusalém como sua eterna capital representa uma guerra religiosa, embora, segundo Ghoneim, os judeus não tenham direitos religioso, legal, politico e histórico a Jerusalém.
Fonte: Al-Hayat / Via: Palestinian Media Watch
Tradução e Adaptação: Jônatha Bittencourt - Cessar-fogo.com

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A conexão brasileira do Hamas


Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril passado, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil. Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que durante treze anos financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.

A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. Em 2001, entrou para a lista de organizações terroristas da ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land. Curiosamente,  passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.

Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino. Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia. Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade, e em 1980 se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamal Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas – primeiro na filial do Sudão e, depois, na do Iêmen. Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1.027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalil, em outubro passado. 

Na transcrição de uma ligação telefônica feita no dia 30 de janeiro de 2000, Jamal e Shukri Baker discutem as vantagens de usar um programa de computador para fazer chamadas internacionais para o Brasil. Os contatos com o país natal que realmente interessavam aos irmãos terroristas não eram os familiares. Eles tinham "negócios" por aqui. Prova disso é que a Holy Land pagou viagens de representantes do Hamas ao Brasil, a fim de arrecadar fundos. El-Mezain esteve no país por três semanas em 1993, para conseguir dinheiro e "avaliar como andavam as atividades da Holy Land", diz um documento da fundação. Entre os planos de ação para o ano de 1992 estava "aumentar o número de Ikhwans (milícias jihadistas) no Brasil".

Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA, em julho passado, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira – região entre Brasil, Argentina e Paraguai – eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din. De fato, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um comato "importante" na América do Sul. Noriega também confirmou informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001. O xeque estava à frente da mesquita de Guarulhos havia onze anos, mas pediu demissão em junho passado. Hoje, é diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras). Procurado por VEJA, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira. O libanês chegou a ser preso em 1998 pela Polícia Nacional do Paraguai, suspeito de envolvimento com o grupo terrorista Hezbollah. Depois do fechamento da Holy Land, Ghotme teria passado a comandar uma célula do Hamas especializada em contrabando e tráfico de drogas em Foz do Iguaçu, onde reside até hoje. Na semana passada, a reportagem de VEJA foi informada por seus parentes na cidade de que Ghotme está no Líbano.

Documentos secretos divulgados pelo WikiLeaks revelam que os Estados Unidos não têm conseguido sensibilizar o governo brasileiro para prestar atenção nas conexões do terror estabelecidas no país. Entre novembro de 2002 e fevereiro de 2010, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília produziu 279 telegramas que tocam nessa questão. Em duas dezenas deles, informa-se que os americanos pediram ao governo brasileiro a investigação de dezesseis pessoas e organizações ligadas ao terrorismo internacional. As autoridades  daqui se limitaram a pesquisar no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No âmbito policial, a julgar pelo relato dos telegramas, nenhuma medida foi tomada. O governo brasileiro também hesita em estabelecer uma lei antiterror, alegando que ela atrairia terroristas, o que em raciocínio inverso equivale a dizer que ladrões só roubam porque existem leis de crimes contra o patrimônio. "Não se percebe a relevância de uma lei antiterror porque até agora fomos poupados de ataques", diz Rubens Ricupero, ex-embaixador nos Estados Unidos. Enquanto isso, extremistas estão livres para conspirar no Brasil.

Fonte: VEJA

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Números da Jihad em 2011- 9.015 mortos e 16.917 feridos


  Eis os números da Jihad no ano de 2011:

Número de ataques Jihadistas durante o ano: 1.974

Número países atacados: 57

Número de mortos: 9.015

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 16.917

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace


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Cansados cristãos da Nigéria responderão a ataques de radicais islâmicos


Os cristãos da Nigéria afirmaram nesta quinta-feira, 29, que responderão com seus próprios meios se forem novamente atacados pelos radicais islâmicos do país, já que não podem depender da proteção do Governo nigeriano, informou o jornal local "Punch".

"A comunidade cristã está perdendo rapidamente a confiança na habilidade do Governo de proteger nosso direito à liberdade de religião e à vida", disse na quarta-feira à noite o presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN), Ayo Oritsejafor, durante uma reunião com o chefe de Estado nigeriano, Goodluck Jonathan.

"A opinião generalizada da comunidade cristã da Nigéria é que não foi dada outra opção a não ser responder apropriadamente se acontecerem mais ataques sobre nossos membros, igrejas e propriedades", acrescentou Oritsejafor.

As declarações do presidente da CAN acontecem três dias depois do ataque com explosivos do grupo islamita Boko Haram sobre igrejas cristãs no Natal nas localidades de Madalla, Jos e Damaturu.

Segundo o Governo nigeriano afirmou na quarta-feira, um total de 34 pessoas morreram nos atentados, enquanto outras 62 ficaram feridas, embora fontes dos serviços de emergência que foram ao lugar das explosões asseguraram que pelo menos 40 pessoas morreram.

"Consideramos (este último ataque) como uma declaração de guerra sobre os cristãos e sobre a Nigéria como entidade", disse o presidente da CAN.

"Após ter examinado a frequência com a qual acontecem estes crimes, chegamos à conclusão que se encaixam na jihad islâmica que foi realizada sobre a comunidade cristã nos últimos anos", acrescentou Oritsejafor.

O presidente da CAN criticou durante sua reunião com Jonathan que os líderes islâmicos não tenham condenado adequadamente os ataques, e culpou estes líderes pelo clima de violência que o país vive.

"A comunidade cristã acredita que a resposta do Conselho Supremo de Assuntos Islâmicos (SCIA, em inglês), e de outras organizações islâmicas sobre este assunto são inaceitáveis e representam uma renúncia de suas responsabilidades a favor de seus membros mais extremistas", afirmou Oritsejafor.

"Os líderes religiosos, tradicionais e políticos mais importantes do norte da Nigéria não condenaram as atividades de Boko Haram abertamente. Consideramos que eles são responsáveis por isto que está acontecendo porque não realizaram medidas concretas para controlar os excessos de seus membros", acrescentou.

Com as declarações do presidente da CAN, que pioram o já tenso ambiente da Nigéria, o chefe de Estado do país pediu aos cristãos e muçulmanos que trabalhem juntos para combater o terrorismo, e prometeu que seu Governo renovaria o sistema de segurança para poder enfrentar com maior efetividade os ataques.

"Peço aos líderes religiosos, tanto muçulmanos como cristãos, que trabalhem unidos, porque o terrorismo é como um câncer: brota em um lugar determinado, mas se estende a todos os órgãos do corpo", afirmou Jonathan.

"Estamos fazendo tudo o que podemos em questões de segurança. Vamos realizar uma reestruturação, um reajuste, e vamos fazer com uma equipe que será capaz de enfrentar o desafio", acrescentou.

Na quarta-feira, em uma suposta represália pelos atentados do Natal, pelo menos sete pessoas, seis delas crianças, ficaram feridas na explosão de uma bomba caseira em uma escola alcoranista no sul da Nigéria.

A Nigéria é o país mais populoso da África, com mais de 150 milhões de habitantes, no qual cerca de 50% são muçulmanos, a maioria reside no norte, e outros 50% são cristãos, moradores do sul. 

Fonte: Estadão

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Hackers sauditas divulgam dados de milhares de cartões de crédito israelenses

JERUSALÉM - Hackers sauditas confessaram ter roubado dados de milhares de cartões de crédito israelenses e divulgado a informação na internet.

"Se os dados forem verdadeiros, qualquer pessoa poderá usá-los para fazer compras com esses cartões" advertiu o jornal "Yedioth Ahronoth" nesta terça-feira, 3.

O grupo de hackers sauditas conhecido como Group-XP confessou o roubo e um de seus supostos membros explicou, segundo o "Yedioth Ahronoth" e outros jornais locais, que conseguiu entrar no popular site de esportes "One.co.il" e captar os dados dos clientes.

A informação revelada inclui números de cartões de créditos, os códigos de segurança, endereços pessoais, nomes, números de telefones e da carteira de identidade.

O Banco de Israel estuda nesta terça-feira que medidas adotar em relação ao roubo e pediu à população que esteja atenta ao uso de cartões e cancele caso haja muitas denúncias.

O jornal indicou que os dados correspondem a cerca de 400 mil cartões de crédito, mas nesta terça-feira algumas empresas afirmaram que as listas publicadas são repetidas e ao todo o incidente afetou 14 mil israelenses.

As empresas, de acordo com o jornal "Haaretz", bloquearam todos os cartões da lista e garantiram que devolverão o dinheiro aos clientes se for feita alguma compra não autorizada por eles. 

Fonte: Estadão

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Brasil: Proposta fixa 30 anos de prisão para terrorista

"Não há tipificação específica para esse crime
na legislação brasileira."
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) apresentou na semana passada projeto de lei que define o que é ­terrorismo (PLS 762/11). De acordo com a proposta, poderá ser condenada a até 30 anos de cadeia a pessoa que provocar terror generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação da liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político, racial, étnico, homofóbico ou xenofóbico.

O projeto ainda prevê agravantes, caso o crime seja cometido contra autoridade pública. Caberá à Justiça Federal, segundo o texto, julgar os casos de terrorismo.

A formação de grupos terroristas poderá dar até 15 anos de prisão. A incitação ao terrorismo por meio de material gráfico ou de vídeo, oito anos. Se a incitação ocorrer por meio da internet, a pena poderá ser aumentada em até um terço.

Segundo Aloysio, não há tipificação específica para esse crime na legislação brasileira, apesar de o país ser signatário de tratados internacionais sobre terrorismo. Para ele, o projeto "preenche lacuna grave de nosso ordenamento jurídico, permite o cumprimento de nossas obrigações internacionais e constrói instrumento jurídico para repressão penal de conduta odiosa". 

O texto será analidado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. 

Fonte: Senado Federal

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