terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sheikh Shia chama Sunis de homossexuais

De acordo com o video abaixo o Xeique Shia, Yasser Habib, afirma que os amigos mais próximos de Muhammad eram todos homossexuais. A lista inclui Umar e Othman e todos os outros lideres Sunis ate os dias de hoje.

Neste video este Xeique SHIA tambem afirma que Satanás "inverte a polaridade" dos meninos Sunis para serem homossexuais e tambem faz das mulheres Sunis se tornarem prostitutas.

O que ira acontecer, sera o seguinte, os muçulmanos verão este video e atacarão o RAFIK por ter exposto a briga entre Sunis e Shias.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

É PARADOXAL MEU CARO WATSON - NO FACEBOOK AS VIDAS DE CINCO CRIANÇAS PALESTINAS VALEM MAIS QUE DE MIL CRIANÇAS SÍRIAS

Do blog Notícias de Sião

Chamem o Benjamin Netanyahu para fazer um desenho que agora quem não está entendendo nada sou eu!

Numa única chacina, 49 crianças sírias foram assassinadas.
Quantos protestos você viu no Facebook?

Cinco crianças foram mortas na Faixa de Gaza e a brigada-anti-Israel-na-web tomou o Facebook de assalto. O extranho é que mais de mil foram chacinadas na Síria e estes mesmos brigadistas NÃO DISSERAM NADA! Além do mais, as crianças assassinadas na Síria foram escolhidas de forma objetiva, específica, e seus assassinatos eram direcionados. Os assassinos escolhiam as crianças e atiravam friamente com o objetivo único de causar impacto em seus pais, de intimidá-los.

Recentemente um jornalista da CNN levantou esta questão: “Por que um regime, mesmo uma ditadura brutal [como a de Assad], envia seus capangas para matar mulheres, crianças, até bebês? Faz algum sentido, mesmo diante da lógica distorcida que é um conflito armado de rebeldes contra tiranos?”

A resposta a este questionamento é de revoltar qualquer pessoa sensata e não é algo restrito à realidade síria. Há uma “lógica” perversa e doentia que perpassa os demais movimentos daquilo que se convencionou chamar de “Primavera Árabe”. Para os repórteres da CNN que cobrem a guerra civil síria, Bashar al Assad está tentando restaurar o equilíbrio através do medo, pois este é a arma mais poderosa que os tiranos tiveram nas mãos ao longo da história. E matar crianças faz parte desta macabra estratégia de intimidar a oposição.

Já as crianças que morrem em Gaza prestam-se, involuntariamente é claro, a outro macabro papel: Servir de propaganda midiática para os escusos propósitos do grupo terrorista Hamas. Estas crianças, que já tem suas mentes obliteradas pelo massacrante doutrinamento islâmico, são agora usadas como escudos humanos com o propósito único de gerar fotos como estas que estão sendo usadas no Facebook.

O que tenho achado interessante, para não dizer outra coisa, é o paradoxo de alguns desses protestos. Afinal de contas, entre os milhares de mortos na Síria, além das crianças e mulheres, há dezenas de homossexuais, pois tanto o regime de Bashar al Assad quanto os rebeldes têm ojeriza a tal “diversidade”. Entretanto, muitos dos facebookianos anti-Israel surpreendente são gays ou simpatizantes da causa. Fico cá com uma dúvida: Estes nobres defensores das crianças árabes são mal informados, estúpidos ou as duas coisas juntas?

Respondendo a uma das provocações que li no Facebook eu escrevi a seguinte mensagem logo abaixo da foto das crianças mortas em Gaza:


“É realmente impressionante a insensatez dos pais árabes! Enquanto Israel constrói abrigos anti-bombas para proteger suas crianças dos mais de 1.400 mísseis que foram lançados SÓ NESTE ANO CONTRA ISRAEL, os árabes colocam suas crianças justamente nos locais de onde partem os foguetes, pois sabem que Israel terá que neutralizar as bases de lançamento e com isso imolam seus filhos em troca de fotos como estas. Fazer o que, está no DNA religioso deste povo oferecer os filhos para a morte. E a sorte deles é que se trata de Israel, que tem uma política de atacar apenas os pontos de lançamento, pois se a guerra fosse entre eles mesmos aí é que a coisa seria feia. Haja visto o que está acontecendo com as crianças da Síria e que podes ver nesta reportagem de um jornalista… árabe.”

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ASSISTIR REPORTAGEM DA TV CNN SOBRE A MORTE DE CRIANÇAS ÁRABES LEVADA A CABO PELOS PRÓPRIOS ÁRABES

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A verdade sobre o Exército [terrorista] Livre Sírio (Atenção imagens chocantes)

Vejam os queridinhos da mídia ocidental. Esse é o tipo de vídeo que nunca veremos ser noticiado. São 20 minutos de terror demonstrando a crueldade dos rebeldes contra o seu próprio povo.


Obs: O fato de considerar os rebeldes sírios como terrorista, não quer dizer que somo à favor de Assad.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

“A Esfinge e as Pirâmides devem ser destruídas”


Khaled Abu Toameh

Fundamentalistas muçulmanos do Egito estão agora clamando pela destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge de Gizé, sob o pretexto de que o Islã proíbe ídolos.
Se os extremistas não têm respeito algum pela vida humana, por que deveriam se importar com uma pirâmide ou uma estátua?
Murjan Salem al-Johari, um dos líderes egípcios dos Wahhabis (inspirados pelos sauditas), também conhecidos como “Salafis”, disse que era o dever de todo muçulmano destruir as Pirâmides e a Grande Esfinge assim como foi o dever do Taliban destruir duas antigas estátuas de Buda no Afeganistão em 2011.
“Todas as estátuas no Egito devem ser destruídas”, disse al-Johari numa entrevista à televisão. “Os muçulmanos devem implementar as leis da Sharia e nós vamos destruir as estátuas de Esfinge e as Pirâmides porque elas são ídolos”.
O apelo à destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge veio depois de extremistas muçulmanos terem destruído, no início do ano, inestimáveis estátuas budistas nas Ilhas Maldivas.
Em 2011, o Taliban destruiu insubstituíveis artefatos históricos no Afeganistão depois que seu líder emitiu uma fatwa [decreto religioso] contra todas as “imagens idolátricas” de humanos e animais.
O apelo à destruição das Pirâmides e da Grande Esfinge de Gizé é, além disso, um outro sinal da crescente influência dos “Salafis” e outros grupos islâmicos radicais no Egito como conseqüência da “Primavera Árabe”.
Não há muito que o presidente egípcio Mohamed Morsi, da Fraternidade Muçulmana, possa fazer para impedir os extremistas de atingirem seu objetivo.
Ao invés de dirigir seus protestos contra os terroristas muçulmanos que estão intimidando cristãos egípcios e ameaçando colocar abaixo as Pirâmides e a Grande Esfinge, Morsi se ocupa de tentar impedir Israel de defender-se contra os foguetes e mísseis lançados da Faixa de Gaza pelo Hamas e outros grupos terroristas.
Morsi tem falhado em livrar o Sinai do controle de extremistas, que tornaram a península uma entidade de terror. Se o exército egípcio foi incapaz de impedir o assassinato de 16 guardas de fronteira por terroristas muçulmanos em sua própria base no Sinai, como esperar que eles protejam as Pirâmides e a Grande Esfinge?
Publicado no site da Gatestone Institute

Original em inglês: "The Sphinx and Pyramids Must be Destroyed"

Free Tommy Robinson: "Braço direito" de Bin Laden é libertado enquanto Robinson continua preso


Braço-direito de Osama, Abu Qatada

O imã radical jordaniano Abu Qatada, que já foi considerado o braço direito de Osama Bin Laden na Europa, foi libertado nesta terça-feira (13/11) da prisão inglesa de Long Lartin após o pagamento de uma fiança, depois que a justiça britânica bloqueou sua extradição à Jordânia. As redes de televisão britânicas mostraram Qatada, com uma espessa barba grisalha, deixando a prisão de Long Lartin, perto de Birmingham (centro da Inglaterra), no assento traseiro de uma caminhonete preta que deve transportá-lo para sua casa no noroeste de Londres. 

O islamita, de 51 anos, será submetido a rígidas condições durante sua liberdade condicional, incluindo um toque de recolher de 16 horas diárias em sua casa, da qual poderá sair apenas entre 8h e 16h. Também será obrigado a usar uma pulseira eletrônica e terá acesso restrito a certas pessoas, assim como à internet, condições similares a sua libertação condicional anterior, entre fevereiro e abril.

A libertação de Qatada ocorreu um dia após a Comissão Especial de Apelações Sobre Imigração (SIAC), uma jurisdição especial encarregada de casos relacionados à segurança nacional, bloquear sua extradição à Jordânia para enfrentar um novo julgamento por seu suposto envolvimento em atentados terroristas. Os juízes da Comissão decidiram que, apesar das garantias dadas pela Jordânia, não podiam ter certeza de que o imã radical nascido em Belém (Cisjordânia) teria um julgamento justo em seu país, onde algumas provas contra ele foram obtidas sob tortura.

Tommy Robinson
Em contra-partida, o ativista anti-islâmico, Tommy Robinson continua trancafiado pela justiça, agora sob a acusação de que tentou entrar inlegalmente nos EUA. A prisão de Robinson é claramente política, já que apenas quase um mês depois de sua detenção a justiça pronunciou-se dando um motivo. De início as autoridades britânicas afirmavam que Robinson havia sido levado para sua própria segurança.

A decisão foi um duro golpe para o governo britânico, que tenta há anos extraditar Abu Qatada, cujo verdadeiro nome é Omar Mohammed Othman. Segundo números oficiais, o caso pode ter custado ao contribuinte britânico cerca de um milhão de libras (1,6 milhão de dólares, 1,25 milhão de euros). A ministra do Interior, Theresa May, classificou o veredicto de "profundamente insatisfatório" e anunciou na Câmara dos Comuns a intenção de recorrer e seguir lutando para "se livrar" de Abu Qatada. "Qatada é um homem perigoso, um suposto terrorista, que é acusado de um crime grave em seu país, Jordânia", declarou.

Em mais uma ação contra a militância anti-islâmica no Reino Unido, o site da EDL, foi atacado por hacker's. Na Grã-Betanha, há uma clara colaboração entre grupos esquerdistas que se intitulam "anti-facistas" como militantes islâmicos.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Horror na Síria: cristãos sendo executados

Escrito por Michael Carl | 12 Novembro 2012
Notícias Faltantes - 
soldadosperseguição
“Eles estão se sentindo muito fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e adorariam convertê-los ou matá-los.”


Relatos prov
enientes da Síria indicam que membros do Exército Sírio Livre começaram a executar cristãos enquanto estão afirmando que estão atirando em soldados sírios.
Um vídeo de um ataque em 1 de novembro em que rebeldes sírios vestidos de preto teriam matado 28 homens foi postado no YouTube. Uma reportagem da Agência France-Presse sobre o ataque identificou as vítimas como soldados sírios.
Mas William Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que duas das vítimas tinham ligações oficiais com sua organização na Síria. Sua organização distribui assistência.
As vítimas não eram soldados, disse ele, mas civis da mesma vizinhança, “de modo que todos os 28 homens eram provavelmente cristãos”.
Ele argumentou que até mesmo um rápido exame das fotos do ataque indica que as vítimas eram civis.
“Eles não estavam armados e nunca haviam sido combatentes”, disse Murray.
Um ativista de direitos humanos que trabalha na Síria cujo nome foi mantido em sigilo por razões de segurança disse que dois dos homens eram cristãos.
“Dois dos homens tenho certeza de que eram cristãos e foram primeiramente raptados de sua vizinhança, então levados para o campo e mortos a tiros”, disse o ativista.
Brigitte Gabriel, fundadora e presidente da organização Act for America, disse que todos sabem muito bem que os rebeldes sírios estão executando cristãos.
“Os sírios estão sem dúvida executando cristãos. Eles são notórios por aplicarem tortura tática em seus inimigos”, disse Brigitte.
“Os homens que estão se levantando contra Assad e estão sendo esmagados são todos da Irmandade Muçulmana, os quais Hafez Assad, pai de Assad, esmagou 30 anos atrás em Hama”, disse Brigitte.
Brigitte acrescentou que os rebeldes se sentem muito fortalecidos, o que só estimula seu ódio aos cristãos.
“Eles estão se sentindo muito fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e adorariam convertê-los ou matá-los”, disse Brigitte.
Murray disse que as próprias execuções provam que são os rebeldes que estão desencadeando as matanças.
“Quando toma prisioneiros, o Exército Sírio os fotograva e mostra as fotos”, disse Murray.
“As matanças ocorreram enquanto Ayman al-Zawahiri, líder da Al-Qaeda, disse numa mensagem de rádio para animar os combatentes al-Shabaab, filial na Somália, que os ataques contra as instalações dos EUA no Cairo e Benghazi eram “derrotas para os EUA”.
“Eles foram derrotados no Iraque e estão saindo do Afeganistão, e o embaixador deles em Benghazi foi morto e as bandeiras de suas embaixadas foram baixadas no Cairo e em Sana, e no lugar delas foram levantadas as bandeiras de tawhid (monoteísmo) e jihad”, o líder da Al-Qaeda disse, conforme reportagem de Thomas Joscelyn, jornalista e especialista em terrorismo.
Murray disse que se alguma evidência a mais da natureza equivocada da política fosse necessária, dá para achá-la na edição mais recente dos relatórios do Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (cuja sigla em inglês é MEMRI).
O MEMRI relata que os rebeldes sírios afirmam que a derrubada de Assad é só o primeiro passo. Os rebeldes querem impor a lei islâmica na Síria.
Murray disse que as intenções dos rebeldes são óbvias porque eles hasteiam a bandeira negra dos jihadistas.
“Os combatentes usam lenços negros com a inscrição da declaração islâmica de fé. Eles hasteiam a bandeira da jihad e da Al-Qaeda”, disse Murray.
“Se fosse uma genuína rebelião pela democracia, não haveria a intensa exibição de símbolos religiosos”, disse Murray.
Murray acrescentou que mais uma vez as evidências mostram que o governo dos EUA está sem vontade de encarar a realidade.
“Isso prova de novo que estamos combatendo uma entidade que realmente não compreendemos”, disse Murray.
Murray acrescentou que as execuções junto com a reportagem do MEMRI e a mensagem de al-Zawahiri apontam para o curso perigoso que os Estados Unidos estão adotando na Síria ao designar o embaixador Christopher Stevens para operar o suprimento e distribuição de armas da Líbia para a Síria por intermédio da Turquia.
Recentemente, o WND relatou que o propósito de Stevens na Líbia era enviar armas para os rebeldes da Síria.
O envolvimento de Stevens na Líbia vinha desde um ano atrás, quando analistas de inteligências relataram que ele havia sido inicialmente nomeado como o representante oficial dos EUA para o exército rebelde.
Ele foi elevado a embaixador depois da derrubada do ditador líbio Muamar Kadafi.
Na Líbia, a grande missão de Stevens era suprir armamento, até mesmo pesado, para os rebeldes da Síria.
WND relatou na mesma reportagem que a missão de Stevens o colocou em contato direto com a al-Qaida e outros grupos jihadists.
Clare Lopez, membro do Centro de Política de Segurança, disse que Stevens e altas autoridades do governo dos EUA sabiam que o movimento oposicionista da Líbia era formado por elementos de vários grupos jihadistas radicais, inclusive a al-Qaida, Ansar al-Shariah e o Grupo de Combate Islâmico Líbio (GCIL).
O guerrilheiro Abdelhakim Belhadj organizou o GCIL em 1990 depois de voltar para casa do Afeganistão, onde ele havia lutado junto com os combatentes afegãos contra os soviéticos.
Lopez diz que Belhadj organizou o GCIL por um motivo — derrubar Kadafi.
O grupo de Belhadj foi assimilado pela Al-Qaeda em 2007, mas Lopez acrescentou que em algum ponto do caminho, Belhadj foi interceptado pela CIA e enviado de volta à Líbia onde Kadafi o jogou na prisão.

Tradução e divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bélgica - Tradicional árvore de natal pode ser banida para não ofender muçulmanos

Por Jefferson Nóbrega

Árvore de natal no Grote Markt
Em mais uma amostra do processo de suicídio ocidental, a tradicional árvore de natal que ficava todo ano exposta na Grote Markt, a praça central da capital da União Européia, será banida por ser considerada um símbolo (cristão) que pode ser ofensivo a outras crenças, em outras palavras, ofensiva aos muçulmanos. 

De todas as formas que a Jihad é aplicada para atingir os infiéis, a Jihad Cultural é a mais perigosa e fatal. Nela não há armas, não há explosões, mas há destruição. Como dizia Muamar Kadafi "as armas dessa jihad são os ventres de nossas mulheres (no caso as muçulmanas)". Um país derrotado pela Jihad Cultural, a longo prazo, sofre mais danos do que se tivesse sofrido uma invasão militar, pois não haverá apenas mortes, mas a completa destruição da cultura local, e isso devasta para sempre.

Em 2010, publiquei um texto para o De Olho na Jihad, onde tratava dos planos da Irmandade Muçulmana para conquistar os EUA, a partir de dentro. O plano é simples de ser executado, os muçulmanos deveria ser inseridos em todas as camadas da sociedade, principalmente nos meio jurídicos, legisltativos e na política, para dessa forma trabalharem para o triunfo do islã na sociedade por meios de pequenas ações. Com a integração dos muçulmanos na sociedade ocidental, destruiria a imagem fabricada do islã violento, tornando possível levar o islamismo e seus ideais a todos. Podemos notar que essa estratégia tem sido levada a cabo por toda a Europa, com um detalhe a mais, a imigração desenfreada com o apoio da esquerda.

O  Sheik Abu Imran, do grupo 4ShariaBelgium, declarou: "Em breve, a Bélgica vai desmoronar. Vamos fazer da Bélgica um estado islâmico".

Vemos que os planos islamitas estão se concretizando, não só na Bélgica, mas em todo o velho continente.

Jefferson Nóbrega - Blog Candango Conservador com informações do Brussel Nieuws

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