quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Religião do ultraje eterno

Por Infiel Atento

Tudo ofende o Islão. Tudo. Veja a lista: cruzes, bandeiras, prédios, cristãos, judeus, todas as outras religiões, caricaturas, filmes, TV, teatro, rádio, comida, música, humor, sátira, animais, figuras públicas, mulheres, livros, arte e artistas, cabelo, roupas, etc. O supremacismo do Islão melhor se manifesta no seu ultraje eterno contra tudo que não seja "islâmico." Exemplos abaixo (em construção).

O mais interessante é que além de "ofender as sensibilidades muçulmanas", qualquer coisa serve como pretexto para radicalizar os muçulmanos, até mesmo atos generosos, tais como o acesso aos benefícios sociais na Suécia, ou o comprometimento ao multiculturalismo na Grã-Bretanha e Canadá.

Na fundo, o que ofende mesmo o Islão é uma causa interna: a rejeição e intolerância para o mundo não-muçulmano e para tudo o que não seja "islâmico." Esta rejeição e intolerância se fazem presentes deste o começo. E o surto atual é apenas o mais recente na história do islão.



Versão islâmica da história de Maomé ofende os muçulmanos

Tudo é ofensivo e merecedor de derramamento de sangue. Até mesmo a versão islâmica da história de Maomé. Ibn Ishaq, o biógrafo de Maomé, narrou a vida de Maomé no livro chamado Sirat Rasul Allah. Pois bem, dois egípcios coptas fugiram do Egito e se juntaram com o pastor Jones (aquele que gosta de queimar o alcorão) e fizeram um filme que narra a vida de Maomé. Eles se basearam nas narrativas de Ishaq (o filme também retrata a perseguição que os coptas sofrem no Egito). O filme mostra que Maomé não é flor que se cheire (incluindo o assassinato de Umm Qirfa). O filme é de péssima qualidade e ninguém sabia da existência dele. Bem, os islamistas sabiam, e aproveitaram o pretexto para mostrar o melhor lado do islão, organizando ataques às embaixadas americanas em Cairo, no Egito, e em Bengazi, na Líbia. Nesta última, eles mataram 4 diplomatas americanos e mais dez seguranças líbios. O embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens, que havia trabalhado em prol da revolução líbia, foi morto por um morteiro. Um belo modo de dizer “muito obrigado pela sua ajuda.” Estes ataques foram orquestrados para acontecerem no dia 11 de setembro, dia do ataque às torres gêmeas de Nova York em 2001 (11/8/2012, National Post, Reuters). 


Embaixador americano carregado pela multidão após ter sido morto


Preso por caminhar com seu cachorro em um parque
Em Toronto, Canadá. Um homem caminha com o seu cachorro em um parque público, adjacente a um comício do Dia do Al Quds. Um dos participantes se ofendeu. Mas o parque é público ... resultado, ele foi algemado e preso pela polícia, acusado de ser "insensível" e por "incitar desordem." (Blazing Car Fur)

Cléricos islâmicos na Indonésia ofendidos pela camisa da seleção portuguesa e brasileira, e do Manchester United 
Vários cléricos na Indonésia, país considerado como islâmico "moderado", mostraram preocupação com a venda ou uso das camisas das seleções de Portugual e do Brasil pelo fato delas mostrarem uma cruz. Do mesmo modo, eles proíbem a camisa do Manchester United, o clube mais popular na Ásia, pelo fato deles terem como apelido "Diabos Vermelhos." Um clérico disse: "Como um muçulmano não devemos adorar os símbolos de outras religiões ou os demônios." Cômico se não fosse triste. Outro clérico disse: "Isso vai corroer a nossa crença no Islã." (June/2012, bikyamars) Pergunta: O quão frágil eles devem achar sua religião para se sentirem ameaçados por camisas de futebol? 


Grupo Salafista no Egito ofendido pelos tomates: eles se parecem com cruzes após cortados
Associação Popular Islâmica do Egito colocou uma mensagem no Facebook pedindo a seus seguidores que não comam tomate porque o legume é um alimento cristão. "Comer tomate é proibido porque eles são cristãos. [O tomate] elogia a cruz, em vez de Allah, e diz que Deus é três (uma referência à Trindade). [Que Deus nos ajude]. Eu te imploro para espalhar esta foto porque há uma irmã da Palestina que viu o profeta de Alá [Mohammad] em uma visão e ele estava chorando, advertindo sua nação para não comê-los [os tomates]. Se você não espalhar esta [mensagem], saiba que é o diabo que te parou."  (June/2012, NowLebanon) Comentário: então, além de carne de porco, agora vou comer mais tomates!
Cemitério militar da Segunda Guerra dessecrado na Líbia como retaliação pela queima de alcorães
O cemitério tem os restos de ingleses, canadenses e australianos que lutaram contra o nazismo. Por serem infiéis, inclusive o cemitério contém uma cruz (horror dos horrores!), devotos islamistas o dessecraram em retaliação à queima de alcorães no Afeganistão (veja abaixo) (Março/2012, CBC).




Alcorães queimados no Afeganistão resultam em 4 assassinatos
Alcorães foram dessecrados por afegãs presos. Eles foram queimados pelos guardas afegãs sob a supervisão dos soldados americanos. As manifestações de protesto que se seguiram levaram ao assassinato de 4 soldados americanos (mortos por seus correligionários afegãos (23/2/2012, WashingtonTimes).  

Em 2010, pastor americano queima um alcorão: 20 trabalhadores da ONU são assassinados
Pelo menos 20 trabalhadores da ONU foram mortos no norte do Afeganistão quando um protesto contra a queima de um alcorão pelo pastor americano Terry Jones descambou em baderna. PS. Os trabalhadores da ONU não tinham nada a ver com o que tal pastor fez (CSMonitor).

Bíblias são queimadas, e nada acontece
Militares dos EUA queimaram bíblias que haviam sido enviadas para a base de Bagram, Afeganistão, por uma igreja. O motivo alegado foi que esta atitude poderia colocar em risco a vida dos soldados americanos neste país devotamente muçulmano. Não houveram registros de badernas ou assassinatos por causa disto (2009, CNN)

Debate em universidade belga é interrompido por manifestações de islâmicos fundamentalistas
Típico. Eles fazem tudo para impedir o exercício da liberdade de expressão, e civilidade parece ser um termo que não existe no vocabulário deles. O debate entre a secularista Caroline Fourest e o Sr. Hervé Hasquin foi interrompido aos gritos de "apedrejem Fourest." Em 2006, a senhora Fourest externou repúdio à violência que seguiu a publicação das caricaturas de Maomé (8/2/2012, Islam in Europe).



 
Quebra-quebra na Macedônia
Muçulmanos promovem quebra-quebra e queimam igreja ortodoxa após o carnaval quando alguns homens se vestiram com burkas e ridicularizaram o Alcorão. No processo, os baderneiros defecaram na bandeira da Macedônia à frente da prefeitura, substituindo-a com a bandeira verde do Islão (Google News, 31/1/2012)

O que aconteceria se o Didi anunciasse que faria um filme de Mohammed ...

Por Rafik - Blog Rafik Responde ao Islam

Ha poucas semanas atras, o Didi, (que ja foi engraçado, mas ja esta na hora de aposentar de vez) anunciou que iria fazer um filme debochando e blasfemando de Jesus.
Voces devem se lembrar do que aconteceu. Milhares de evangélicos foram ate a Rede Globo, invadiram a propriedade, quebraram tudo, bateram em um monte de gente inocente, puseram fogo em vários estúdios e ainda mataram algumas pessoas que estavam por ali? Quem se lembra disso?
O que? ..... não aconteceu nada disso? .....  Como foi mesmo? ......
Ah! Desculpem-me, eu confundi a historia com uma outra semelhante a esta ...
Vejam bem, os evangélicos não precisaram quebrar nada e nem sequer queimar propriedades e matar gente inocente para mostrar que não estão de acordo com a blasfêmia do Didi.
Munidos das suas redes sociais, tomaram aquela afronta do Didi como um insulto a Deus e ao povo Evangélico e Cristão no geral e protestamos.
O Didi ouviu o nosso grito, através da força da nossa comunicação. Alguns dias depois ele anunciou que desistiu dos seus planos maquiavélicos.
Quantos muçulmanos voces viram protestando por causa do filme do Didi? 


terça-feira, 11 de setembro de 2012

As vítimas brasileiras do 11 de setembro

Em mais esse 11 de setembro, recomendamos a leitura do artigo:

http://olhonajihad.blogspot.com.br/2011/09/in-memoriam-os-brasileiros-mortos-nos.html

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Sera possível criticar o Islam?


Sera possível criticar o Islam?
Alguém ja ouviu ou leu nos livros Gita e Vedas que quem criticar o Hinduismo merece a pena de morte? O próprio Buda se voltou contra o Hinduismo para criar o Budismo!
Existe alguma pena de morte por se criticar o Cristianismo? Certamente não! Centenas de apostatas e ateus escrevem livros afirmando que Jesus nunca existiu e que os discípulos imaginaram toda a historia dos evangelhos. Estes escrevem livros que questionam quase todos os aspectos da Bíblia.
Alguns deles acabam se tornando celebridades como Dan Brown. Ele escreveu o Código de Da Vinci e afirmou que Jesus se casou com Maria Madalena e fundou uma dinastia na França e que acredita que por trás de cada símbolo e código existe uma conspiração para ser desvendada. O povão gosta deste tipo de literatura! Dan Brown agradece e se torna mais rico.
Mas sera que é possível criticar o Islam?
Olhe a sua volta hoje no mundo Árabe: o alvoroço que a revolução árabe esta causando para destronar os seus ditadores do poder. A Tunísia, Egito, Iêmen, Bahrain, Síria, Líbia etc são exemplos da população reagindo contra os seus TIRANOS e na medida em que eles são expulsos do poder ou mortos, a população começa a ELEGER (democraticamente) os seus lideres depois de 20, 30, 40 anos de ditadura.
O resto do mundo que observa PERPLEXO o que esta acontecendo no mundo Islâmico; os radicais muçulmanos estão ganhando as eleições quase toda vez que um ditador é derrubado. Alguns deles são eleitos com 70% dos votos. O mundo “não-muçulmano” se pergunta atordoado: O que esta acontecendo com este povo? Porque eles votam em radicais? 
A resposta para nossa pergunta se torna simples a partir do momento que voce conhece a idiossincrasia (que palavra feia esta, não é?) do povo.
Quando voce recebe uma lavagem cerebral desde que voce nasce (ou se reverte) que a sua religião (o Islam) é perfeita e que abrange todos os aspectos da vida e da morte do individuo e que foi dada diretamente por Allah, para um profeta perfeito, escrito em um livro perfeito, que foi perfeitamente preservado e que guia voce a uma vida perfeita, então so resta uma conclusão: Esta religião esta acima de qualquer criticismo.
Que escolha voce teria? Voce concluiria que a religião é a base da política e quem melhor do que os fundamentalistas (aqueles que levam a serio a religião) para implementar o Islam como ele deve ser implementado?
O Islam é uma religião que somente aceita criticismo baseado em uma so observação: O Governo esta seguindo integralmente, totalmente e completamente o Islam? Porque o Governo ainda não implementou TODO o Islam?
Esta é a única exceção para se criticar o Islam! Pela inabilidade dos governantes implantarem a Sharia (charia) completamente. O Islam demanda exatidão e consistência na execução das suas regras e rituais. O engraçado é que eu sempre ouço meus amigos muçulmanos dizerem que: “Allah somente se esqueceu de nos dizer como eleger o nosso presidente”.
Não foi por esta mesma razão que hoje os Sunnis e os Shiias se matam e se odeiam? Logo depois da morte de Mohamed (Maomé) houve a necessidade de se escolher um líder para o império que Mohamed acabara de criar: os Shiias crêem que Allah escolheu Ali e os Sunnis crêem que Allah escolheu Abu Bakr. A guerra não parou ate hoje.
Quando voce sofre uma lavagem cerebral a ponto de acreditar que NÃO EXISTE NADA na vida de Mohamed para se criticar (mesmo que ele tenha mantido sexo com uma criança de 9 anos, sexo com um cadáver, comandado o estupro de escravas, etc) e que se ele fez algo, o seu comportamento não pode ser criticado como algo inapropriado.
Este é o padrão no mundo Islâmico e isso não me surpreende em nada. A cada dia que estes paises ganham a sua independência dos ditadores, também se tornarão mais fundamentalistas e mais Islâmicos. Eu ja sabia que os fundamentalistas ganhariam uma grande parte do poder quando tudo isso começou.   
Em muitos paises muçulmanos, o fato de alguém criticar o Islam é CRIME punido com a pena de morte. Automaticamente este criticismo se traduz em uma ofensa contra Mohamed e contra Allah.
Recentemente ate “um “ateu” na Indonésia que postou em seu Facebook a expressão “Deus não existe”  pode ser sentenciado a até 11 anos de prisão por quebrar a lei anti-blasfêmia da mais populosa nação muçulmana.” O Islam ate OBRIGA as pessoas a acreditarem em Deus.
Isso cria um outro problema na sociedade: A HIPOCRISIA! A mensagem é que voce pode acreditar no que quiser, mas não deixe ninguém saber o que voce pensa, a menos que isso beneficie o Islam”.  
Não me surpreendeu nada quando alguns muçulmanos começaram a me ameaçar de morte ao criticar o Islam abertamente.
Se o Islam é uma religião que NÃO PODE SER CRITICADA, então onde isso nos ira levar?
Só existe uma coisa poderá convencer a grande massa de muçulmanos perceberem que o Islam não funciona, que o Islam não é a solução mas sim o problema: é permitir que o Islam seja aplicado na sua forca máxima.
Parece uma contradição daquilo que venho dizendo ha anos! Mas não é!
Veja bem, depois de mais de 33 anos da Revolução Islâmica no Irã o povo esta cansado do Islam e milhares de muçulmanos estão se convertendo ao Cristianismo. O mesmo esta acontecendo na Somália. Estes 20 anos de guerra civil e o domínio do grupo terrorista Al-Shabab esta fazendo com que muitos se questionem se o Islam realmente pode resolver os problemas de ódio da Somália.
A lista poderia ser muito longa mas eu gostaria de me concentrar no Irã. Apesar de ser um pais Shiita, o Irã inspirou o mundo Islâmico com a Revolução Islâmica em 1989. A historia é prova de que o governo depois de eleito, implementou o Islam como a base de vida da sociedade. Mais de 30 anos depois o IRANIANO sabe que o Islam FRACASSOU MISERAVELMENTE. O Islam não conseguiu resolver os problemas sociais mais básicos do Irã.
A conclusão obvia é que o Islam não é a solução para o mundo e sim parte do problema do mundo.
O perigo do Islam se torna maior ainda quando esta religião recebe um poder absoluto, que oprime, silencia e elimina qualquer critica as supostas leis de Allah. Mas mesmo assim MILHARES de Iranianos estão abandonando o Islam. Infelizmente a grande maioria se cala e simplesmente procura sobreviver para não sofrer o mesmo tratamento do Pastor Youcef Naderkhani.
David Horowitz acertadamente disse que: “Guerra é a condição natural da humanidade. Sempre houveram guerras desde o inicio. A paz acontecia somente quando havia um acordo entre os poderes, ou um único poder que podia intimidar os possíveis agressores.”   
Minha pergunta então é: O que aconteceria se um sistema autoritário e que não admite criticas como o Islam recebe todo o poder?  
O resultado sera uma mistura de vitória temporária seguida por uma profunda desilusão. Haverá sem duvida uma vitória do Islam militante, porem assim como aconteceu com o Irã, quando se aplica uma cultura de 1400 anos atrás, nos dias de hoje, o Islam mostrara que é incapaz de mudar uma sociedade.
A desilusão vira daqui a uns 30 anos, depois de muito sangue derramado, finalmente o Oriente Médio percebera que o Islam na verdade é o problema e nunca apresentou solução nenhuma para o homem.
Neste dia, milhares e milhares de muçulmanos estarão abertos para outras possibilidades. A grande maioria escolhera o ateísmo porem uma boa parte estará aberto para a verdade de que Jesus realmente é o Senhor do Universo.
Rafik

Relatório da Jihad - Ramadã 2012

Esse grupo de Cristão precisou abandonar suas residências e ir morar escondidos na floresta, após rumores de que um membro da comunidade havia queimado páginas do Corão.

Eis os números da Jihad no Ramadã de 2012:

Número de ataques Jihadistas:  260

Número países atacados: 23

Número de mortos: 1209

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1910

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

Hezbollah treina soldados na Nicarágua com ajuda do Irã

Um meio de comunicação israelense informou que o Hezbollah estabeleceu uma base de treinamento na Nicarágua com o apoio do Irã.

Segundo a Rádio Israel, cerca de 30 membros do grupo libanês Hezbollah estão sendo treinados em uma base no norte da Nicarágua, perto da fronteira com Honduras. O grupo recebe armas do Irã, com o objetivo de se preparar para ataques de retaliação caso os EUA realize um ataque contra as instalações nucleares iranianas.

Em resposta à acusação, o porta-voz do Exército do país latino-americano, Orlando Palácios se recusou a comentar, dizendo apenas que desconhece o assunto.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O que podemos fazer sobre o Islã e a ameaça que ele representa para os valores ocidentais?

O que podemos fazer sobre o Islã e a
ameaça que ele representa para os valores ocidentais?
Texto escrito em novembro de 2006
http://www.thereligionofpeace.com/Pages/WhatToDo.htm
Tradução do parceiro: Infiel Atento


Esta é uma pergunta que infelizmente ouve-se poucas vezes. Aqueles que entendem a história e os ensinamentos islâmicos, e, deste modo, percebem o perigo que ele representa para o nosso futuro, naturalmente, querem saber o que pode ser feito para evitar que isso aconteça.

Nossa conclusão é que educar-se, educar os outros, e falar a verdade sobre a "religião da paz" é o melhor começo. O Islã é o seu pior inimigo no fato em que quanto mais se sabe sobre ele, menos atraente ela se torna ... para todos.
O Islã se espalha como um vírus. Ele se irradia de países muçulmanos, que são demasiadamente doentes para suportá-lo, para sistemas saudáveis, que são saudáveis porque eles tiveram o luxo de se desenvolverem longe do islamismo. Uma vez dentro do sistema hospedeiro, o vírus Islã usa os mecanismos existente para fazer réplicas de si. Com o tempo, o anfitrião faz concessões unilaterais à religião, alimentando-a e apaziguando na vã esperança de que o Islã pode ser pacificado.

Órgãos vitais são cooptados e, eventualmente, se paralizam com o avanço do Islã. Em uma questão de tempo, todo o sistema sofre de uma morte agonizante e assume a condição de uma nação tão doente quanto aquelas que os muçulmanos originalmente saíram (leia, por exemplo, Islão, o Aniquilador de Civilizações). O vírus então procura por novos hospedeiros para canibalizar.

Alguns ocidentais, particularmente aqueles com crianças (e um investimento no futuro), são perspicazes o suficiente para rastrearem como o jogo irá terminar baseando-se nas tendências atuais. Embora muitos muçulmanos sejam pessoas decentes, a própria religião tem sempre uma maneira de trazer os radicais junto com ela. Os radicais então infestam e influenciam a corrente principal - e o resto da sociedade paga o custo.
"O que podemos fazer sobre isso?"
Primeiro, vamos falar sobre o que não deve ser feito sobre isso.

1) Não ferir os muçulmanos. Os ocidentais geralmente não têm problemas com isso de qualquer maneira, e têm mostrado uma contenção notável na esteira dos horrendos ataques terroristas. No fundo: você não conhece nenhum terrorista. Os muçulmanos que você conhece em sua vida privada não são terroristas. Não prejudique-os e nem proteja alguém que faça isso.

2) Não hostilizar os muçulmanos. Os muçulmanos que você conhece pessoalmente provavelmente não são muito diferentes do que você é. Eles têm as mesmas preocupações para o futuro de seus filhos e os mesmos interesses em seguir em frente na vida. Eles não merecem ser perseguidos por causa de uma religião que eles provavelmente não entendem tudo ou que até mesmo não acreditam muito sinceramente nela de qualquer maneira.

3) Não vandalizar a propriedade de muçulmanos. (Pelas mesmas razões.).

4) Não abusar publicamente de cópias do Alcorão. Isto não resulta em nada a não ser de dar aos radicais outro motivo para fazer o jogo de vítima, ficar com raiva, e, talvez, ferir alguém. Também é juvenil e ofensivo. Trate o Alcorão da maneira que você prefere ver os muçulmanos tratando qualquer livro que você considera sagrado.
Se você quer enfrentar o Islã, então você deve ser sincero e objetivo, ao invés de rude e calunioso. Não exagere ou use de absolutos. Não diga que todos os muçulmanos são más pessoas (não são), ou que tudo sobre o Islã é ruim.

A chave para parar o Islã é a educação, porque o quanto mais se aprende sobre esta religião do século 7, menor o seu apelo para o mundo de hoje. Os defensores muçulmanos sabem disso, e é por isso que eles se escondem atrás da censura e proibição de livros no mundo islâmico e os apelos desesperados, mas cômicos, pela ajuda do “politicamente correto” e do multiculturalismo no Ocidente. Organizações muçulmanas, como a CAIR (Conselho Esdatudinense de relações inter-fé), muitas vezes dependem da mentira deslavada para enganar e fazer com que os outros abaixem as suas defesas.

Os não-muçulmanos ocidentais devem entender que não há razão alguma para colocar o Islã ou os muçulmanos acima de qualquer crítica. Na verdade, não há qualquer razão para não fazer isso. A lei islâmicas representam uma ameaça para quase todos os valores de liberdade que o Ocidente tem de mais caro.

Saiba o máximo que puder sobre o Islã por que ele é perigoso. Compreenda a sua história. Saiba como milhares de pessoas podem fazer coisas brutais a cada ano explicitamente em nome do Islã e de Alá, enquanto que um bilhão de outras parecem que nunca se chateam ou ofendem com isso.

Em suma, eduque-se. Então você pode educar os outros. E eles podem educar os outros também. Lembre-se, o Islã não é apenas uma religião, mas também um sistema político.

Escreva para os líderes políticos. Informe-os. Torne-os responsáveis por cada compromisso assumido, e por toda a liberdade perdida, em nome de apaziguamento ao Islã. Exponha as mentiras e duplos padrões. Denuncie a hipocrisia dos países muçulmanos.

Fale a verdade. Fale com muito tato.

Se o Islã ganhar, então a civilização perde ... mas pelo menos vamos perder com honra e lutando.

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