segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Países asiáticos proíbem emigração para Arábia Saudita

A Indonésia, o Quénia e as Filipinas proibiram suas mulheres de emigrarem para a Arábia Saudita devido aos maus tratos que estas sofrem no centro do mundo islâmico: as emigrantes são altamente exploradas, não recebem salários, seus passaportes retidos, não têm liberdade para sairem as ruas e sofrem abusos sexuais.

Note-se que até a Indonésia, um país muçulmano, o maior do mundo islâmico também proibiu... portanto, imaginem o grau de violência essas mulheres sofrem na Arábia Saudita e em países muçulmanos.

O Quênia, marjoritamente cristão, proibiu não apenas as suas mulheres mas também os homens de emigrarem para a Arábia Saudita.

Recentemente, Madagáscar, Sri Lanka e Filipinas tiveram que repatriar mulheres do Líbano e doutros países árabes pelo mesmo motivo.

Há menos de um ano, o site católico AsiaNews informou que as mulheres nepalesas eram vítimas da exploração e da prostituição nos países árabes. As embaixadas do Nepal na região do Oriente Médio dizem receber grande quantidade de nepalesas pedindo refúgio, queixando-se da violência física e sexual dos seus empregadores. Por isso, o Nepal proibiu as mulheres com menos de trinta anos de trabalhar na Arábia Saudita.
 
Onde estão os esquerdistas pseudo-defensores dos direitos humanos?
 
Fontes:
 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A natureza da "tolerância" no Islamismo.

Os actos de violência que os muçulmanos têm cometido na Europa e nos Estados Unidos são geralmente atribuídos a uma minoria “fundamentalista”, mas na verdade todo o Islão se fundamenta em princípios de intolerância e beligerância, especialmente contra o mundo Cristão ocidental. Conheça alguns pormenores bem esclarecedores…

Por Roberto de Mattei – Fonte: A Vida Sacerdotal
 
Nas terras conquistadas pelo Islão, a opção deixada aos vencidos é a conversão ou a morte. Para os adeptos da religião dos “Livros Santos”, cristãos e hebreus, mas também sabeítas e zoroastristas, definidos como “gente do Livro” (ahl el-Kitab) ou “gente do Pacto” (ahl el-dhimma), está previsto um estatuto privilegiado desde que aceitem submeter-se ao Islão. Tal estatuto jurídico de inferioridade, chamado dhimma, é simbolizado pelo pagamento de uma taxa pessoal que indica o reconhecimento público da subordinação ao Islão.

O pacto de Omar, primeiro sucessor do profeta, introduziu o distintivo para os protegidos: castanho para os madeístas, azul para os cristãos, amarelo para os hebreus e, confinando os dhimmos em bairros especiais, antecipa assim o aparecimento da prática dos guetos.

Os dhimmos, desde que aceitem submeter-se ao Islão, são integrados na comunidade islâmica, mas na condição de uma pesada sujeição jurídica. São excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir os imperativos sociais da charia; o proselitismo religioso é punido com a pena de morte, mas os dhimmos devem aceitar o proselitismo dos muçulmanos, mesmo nas suas igrejas ou sinagogas. Por outro lado, os dhimmos não podem construir edifícios mais altos do que os dos muçulmanos, devem proceder aos funerais dos seus mortos em segredo, sem prantos nem lamentos; é-lhes vedado tocar sinos, expor qualquer objecto de culto e proclamar, diante de um muçulmano, as crenças cristãs. Um muçulmano pode casar-se com uma mulher dhimma, mas um dhimmo não pode casar-se com uma muçulmana; a criança nascida de um casamento misto é sempre muçulmana. A sanção que pune os muçulmanos culpados de delitos é atenuada se a vítima for um dhimmo. Os não-muçulmanos nunca podem ser testemunhas contra muçulmanos, sendo o seu juramento inaceitável. Tal rejeição funda-se, segundo os hadith, sobre a natureza perversa e mentirosa dos “infiéis” que insistem deliberadamente em negar a superioridade do Islão. Pela mesma razão, um muçulmano, mesmo que seja culpado, não pode ser condenado à morte, se for acusado por um infiel. Pelo contrário, aconteceu diversas vezes que houve dhimmos condenados à morte no lugar de muçulmanos culpados.

A rejeição das testemunhas dhimmas é particularmente grave quando elas, caso não raro, são acusadas de ter “blasfemado” contra Maomé, delito punido com a pena de morte. Os dhimmos, incapacitados de refutar em juízo as acusações dos muçulmanos, encontram-se, muitas vezes constrangidos a aceitar o Islão, para conseguirem salvar a vida.

O pagamento do tributo a que estão sujeitos os dhimmos, chamado kharadj, é justificado pelo princípio segundo o qual a terra subtraída pelo Islão aos “infiéis” é considerada como pertencente, por direito, à comunidade muçulmana. Por força deste princípio, qualquer proprietário é reduzido à condição de um tributário que detém a sua terra na qualidade de mero usufrutuário por concessão da umma. A taxa vem carregada de um simbolismo sagrado e bélico: é o direito inalienável atribuído por Alá aos vencedores sobre o solo inimigo. Além da kharadj, os dhimmos são obrigados a pagar outro imposto, a djizya, que lhes é imposta no decurso de uma cerimónia humilhante: enquanto paga, o dhimmo é golpeado na cabeça ou na nuca.

É esta a natureza da tolerância no Islão.

“Guerra Justa, Guerra Santa – Ensaio sobre as Cruzadas, a Jihad islâmica e a tolerância moderna”, Livraria Civilização Editora, Porto, 2002, Capítulo II, págs. 65-68.

domingo, 12 de agosto de 2012

Números reveladores sobre os islâmicos - Destruindo o mito do Islã moderado

Ao criticar o Islã, você com certeza deparou-se com a clássica argumentação que o as ações extremistas são na verdade atos de uma ínfima minoria, e que portanto, o Islã é uma religião de paz, pois a grande maioria dos muçulmanos são pacíficos.  Na verdade, mesmo uma pequena minoria de “1%” dos muçulmanos em todo o mundo, representa cerca de 15 milhões de crentes, portanto, de forma alguma um número insignificante. No entanto, a “minoria” dos muçulmanos que aprovam os terroristas, seus métodos e objetivos, é muito maior do que essa cifra. Na verdade, dependendo dos objetivos almejados, já não existe mais a tal “minoria extremista”.

As pesquisas que serão apresentadas abaixo, demonstram a opinião dos muçulmanos acerca do terrorismo, al-Qaeda, Osama Bin Laden, os ataques de 11 de setembro, a violência em defesa do Islã, a sharia, os crimes de honra e questões relacionadas a integração à sociedade ocidental. Os resultados são reveladores. É um tapa no policitamente correto.



Obs: O The Religion of Peace vem recolhendo esses dados durante anos, portanto, alguns são de anos atrás, sendo assim, pode haver dados desatualizados.
 


Eis a face ocultada dos muçulmanos:

Terrorismo

  • Enquete: 20% dos muçulmanos britânicos simpatizam com o atentado de 07/07
  • Pesquisa: 1 em cada 4 muçulmanos britânicos dizem que os atentados de 07/07 foram justificados.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
 

People-press: 
  • 31% dos turcos apoiam atentados suicídas contra ocidentais no Iraque
Fonte: http://people-press.org/report/206/a-year-after-iraq-war  

Ynet:
  • Um terço dos palestinos (32%) apoiam o massacre contra a família judia Fogel
Fontes: http://pajamasmedia.com/tatler/2011/04/06/32-of-palestinians-support-infanticide/
http://www.ynetnews.com/articles/0, 7340, L-4053251, 00.html


World Publicopinion:

  • 61% dos egípcios aprovam ataques a americanos
  • 32% dos indonésios aprovam ataques a americanos
  • 41% dos paquistaneses aprovam ataques a americanos
  • 38% dos marroquinos aprovam ataques a americanos
  • 83% dos palestinos aprovam  os ataques a americanos e os grupos que realizam as ações (apenas 14% se opõem)
  • 62% dos jordanianos aprovam os ataques a americanos e os grupos que realizam as ações (21% se opõem)
  • 42% dos turcos aprovam alguns ou a maioria dos grupos que atacam os americanos (45% se opõem)
Uma minoria de muçulmanos discordam inteiramente com os atentados terroristas contra os americanos:

Egito: 34%; Indonésia 45% e Paquistão 33%

Cerca da metade dos que apoiam ataques aos americanos foram simpáticos com as ações da Al-Qaeda contra os EUA.

Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Pew Research (2010):

  • 55% dos jordanianos têm uma visão positiva do Hezbollah
  • 30% dos egípcios têm uma visão positiva do Hezbollah
  • 45% dos nigerianos muçulmanos têm uma visão positiva do Hezbollah (26% possuem uma visão negativa)
  • 43% dos indonésios têm uma visão positiva do Hezbollah (30% negativos)
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 60% dos jordanianos têm uma visão positiva do Hamas (34% negativo)
  • 49% dos egípcios têm uma visão positiva do Hamas (48% negativo)
  • 49% dos nigerianos muçulmanos têm uma visão positiva do Hamas (25% negativo)
  • 39% dos indonésios têm uma visão positiva do Hamas (33% negativo)
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 15% dos indonésios acreditam que os atentados suicídas são justificados.
  • 34% dos nigerianos muçulmanos acreditam que os atentados suicídas são justificados.
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
Populud Poll (2006):

  • 12% dos jovens muçulmanos britânicos, acreditam que os ataques suicídas contra civis na Grã-Betanha são justificados. Um em cada quatro jovens muçulmanos da Grã-Betanha apoiam ataques suicídas contra as tropas britânicas.
Fontes: http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Pew Research (2007):

  • 26% dos jovens muçulmanos do Estados Unidos acreditam que os atentados suicídas são justificados.
  • 35%¨dos jovens muçulmanos na Grã-Betanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 42% dos jovens muçulmanos da França acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 22% dos jovens muçulmanos da Alemanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
  • 29% dos jovens muçulmanos da Espanha acreditam que os atentados suicídas são justificados
Fonte: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 8% dos muçulmanos dos Estado Unidos acreditam que os atentados suicídas são justificados (81% dizem que nunca é justificado)
  • 28% dos egípcios muçulmanos acreditam que os atentados suicídas são justificados (38% dizem que nunca é justificado)
Pew Research (2007):
  • Muçulmanos americanos que se identificam mais com a sua religião são três vezes mais propensos a sentir que os atentados suicídas são justificados.
Fontes: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60
 

ICM:
  • 5% dos muçulmanos da Grã-Betanha disseram nas pesquisas que não denunciariam, caso tivessem conhecimento de planos de atentados terroristas contra as autoridades do país.
  • 27% não concordam com a deportação de extremista islâmicos que preguem a violência e o ódio.
Fontes: http://www.scotsman.com/?id=1956912005
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist.html


Federação das Sociedades de Estudantes Islâmicos:

  • Cerca de 1 em cada 5 estudantes muçulmanos da Grã-Betanha (18%) não denunciariam caso algum um comapanheiro muçulmano estivesse planejando realizar ataques terroristas.
Fontes: http://www.fosis.org.uk/sac/FullReport.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


ICM Enquete:

  • 25% dos muçulmanos britânicos discordam que um muçulmano tem a obrigação de denunciar os terroristas à polícia.
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Populus Poll (2006):

  • 16% dos muçulmanos britânicos acreditam que os ataques suicidas contra israelenses são justificados.
  • 37% acreditam que os judeus na Grã-Bretanha são um "alvo legítimo".
Fontes: http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Veja também:
http://wikiislam.net/wiki/Muslim_Statistics_ (Terrorismo)
para as estatísticas sobre o terror islâmico.

Al-Qaeda e Osama Bin Laden

Pew Research (2007):

  • 5% dos muçulmanos americanos apoiam à al-Qaeda(27% são simpáticos ao grupo). Apenas 58% à organização terrorista.
Fontes: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 1 em cada 10 muçulmanos nascidos nos EUA têm
  • uma visão favorável da al-Qaeda.
Al-Jazeera (2006):
  • 49,9% dos muçulmanos entrevistados apoio Osama bin Laden
Fontes: http://terrorism.about.com/b/2006/09/11/al-jazeeras-readers-on-911-499-support-bin-laden.htm

Pew Research:

  • 59% dos indonésios apoiam Osama bin Laden (2003)
  • 41% dos indonésios apoiam Osama bin Laden (2007)
  • 56% dos jordanianos apoiam Osama bin Laden (2003)
Fontes: http://www.forbes.com/2010/02/15/iran-terrorism-al-qaida-islam-opinions-columnists-ilan-berman.html

Pew Global:

  • 51% dos palestinos apoiam Osama bin Laden
  • 54% dos muçulmanos nigerianos apoiam Osama bin Laden
Fontes: http://frontpagemag.com/2010/02/10/blinded-by-hate/
http://pewglobal.org/files/pdf/268.pdf


MacDonald Laurier Institute:

  • 35% dos muçulmanos canadenses são favoráveis a al-Qaeda
Fontes: http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada

Maioria dos muçulmanos concordam com a Al-Qaeda quanto a oposição aos valores ocidentais em países islâmicos:

  • Egito: 88%;
  • Indonésia 76%;
  • Paquistão 60%;
  • Marrocos 64%
Fontes: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

ICM Enquete:

  • 13% dos muçulmanos na Grã-Bretanha apoiariam um ataque da al-Qaeda aos Estados Unidos.
Fontes: http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/guardian-muslims-march-2004.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


World publicopinion – Opinião em relação a Osama bin Laden:


  • Egito: 44% positivas, 17% negativas e 25% uma mistura de sentimentos. Indonésia: 14% positivas, 26% negativas, 21% sentimentos mistos (39% não responderam)
  • Paquistão: 25% positivas, 15% negativas, 26% sentimentos mistos (34% não responderam)
  • Marrocos: 27% positivas, 21% negativas, 26% uma mistura de sentimentos 
  • Jordanianos: 27% positiva, 20% negativos, e 27% sentimentos mistos.
  • Palestinos: 56% positivas, 20% negativas, 22% sentimentos mistos).
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Pew Research (2010):

  • 49% dos nigerianos muçulmanos têm opinião favorável quanto à Al-Qaeda (34% desfavoráveis)
  • 23% dos indonésios têm opinião favorável em relação à Al-Qaeda (56% desfavoráveis)
  • 34% dos jordanianos têm opinião favorável em relação à Al-Qaeda
  • 25% dos indonésios têm "confiança" em Osama bin Laden (em 2003 era 59%)
  • 1 em cada 5 egípcios têm "confiança" em Osama bin Laden
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/ 
Pew Research (2011):
  • 22% dos indonésios têm uma visão favorável da
  • al-Qaeda (21% desfavoráveis)
Gallup:
  • 51% dos paquistaneses sofreram pela morte de Osama bin Laden (apenas 11% ficaram felizes com sua morte)
  • 44% dos paquistaneses veem Osama bin Laden como um mártir
Fonte: http://www.americanthinker.com/blog/2011/05/majority_of_our_pakistani_alli.html 

Populus Limited:
  • 18% dos muçulmanos britânicos ficariam orgulhosos ou indiferentes se um membro da família se unisse a al-Qaeda.
Fontes: http://www.populuslimited.com/poll_summaries/2006_07_04_Times_ITV.htm
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Policy Exchange(2006):

  • 7% dos muçulmanos na Grã-Bretanha admiram a al-Qaeda e outros grupos terroristas.
Fontes: http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist


Atentados terroristas de 11 de setembro

al-Arabiya:

  • 36% dos árabes entrevistados disseram que os ataques de 9/11 eram moralmente justificados; 38% discordaram, 26% não responderam.
Fonte: http://www.alarabiya.net/articles/2011/09/10/166274.html
Gallup:

  • 38,6% dos muçulmanos acreditam que os ataques de 9/11 foram justificados
Fontes: http://elderofziyon.blogspot.com/2008/05/that-tiny-percentage-of-radical-muslims.html
http://www.washingtoninstitute.org/templateC06.php?CID=1154


Violência em defesa do Islã


  • 40% dos indonésios aprovam a violência em defesa do Islã.
Fonte: http://www.thejakartapost.com/detailweekly.asp?fileid=20060728. @ 03

Pew Global:

  • 68% dos muçulmanos palestinos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 43% dos nigerianos muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 38% dos muçulmanos libaneses dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 15% dos egípcios muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 13% dos muçulmanos indonésios dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 12% dos jordanianos muçulmanos dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
  • 7% dos muçulmanos israelenses dizem que os ataques suicidas contra civis, em defesa do Islã, são justificados.
Fonte: http://cnsnews.com/node/53865 (Pew Global Attitudes Projeto de setembro de 2009)

Social Cohesion:

  • Um terço dos estudantes muçulmanos Britânicos, apoiam assassinatos em pról do Islã
Fonte: http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf

Policy Exchange:

  • Um terço dos muçulmanos britânicos acreditam que qualquer um que deixe o Islã deve ser morto
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

NOP Research:

  • 78% dos muçulmanos britânicos apoiam  punições aos editores de caricaturas de Maomé
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY

  • Dos muçulmanos ingleses ouvidos, 29% defenderiram agressivamente o Islã.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


Pew Research (2010):

  • 84% dos egípcios muçulmanos apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 86% dos jordanianos muçulmanos apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 30% dos muçulmanos indonésios apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 76% dos paquistaneses apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
  • 51% dos muçulmanos da Nigéria apoiam a pena de morte para quem deixar o Islã
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

ICM Enquete:

11% dos muçulmanos britânicos consideram aceitável a violência com fins religiosos ou políticos.

http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Terrorism Analysts:

  • 51% das mesquitas nos EUA têm textos extremistas pregando a violência, 30% têm textos classificados como moderadamente violentos, e apenas
  • 19% das mesquitas não têm textos violentos.
Fonte: http://www.terrorismanalysts.com/pt/index.php/pot/article/view/sharia-adherence-mosque-survey/html

Sharia (Lei Islâmica)

  • 83% dos paquistaneses apoiam o apedrejamento de adúlteros
  • 78% dos paquistaneses apoio a morte aos apóstatas
Fonte: http://www.realcourage.org/2009/08/pakistan-78-percent-call-for-apostate-deaths/

Social Cohesion:

  • 40% dos estudantes muçulmanos britânicos querem a Sharia para o país.
Fonte: http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf

ICM Enquete:

  • 40% dos muçulmanos britânicos querem a Sharia no Reino Unido
GfK NOP pesquisa:
  • 28% dos muçulmanos britânicos querem a Grã-Bretanha como um Estado islâmico
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
NOP Research:

  • 68% dos muçulmanos britânicos apoiam a detenção e julgamento de qualquer pessoa que insulte o Islã.
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


Toronto Sun:

  • 62% dos muçulmanos querem a Sharia no Canadá (15% dizem querem torná-la obrigatória a todos)
Fonte: http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada
Worldpublic Opinion:

  • 81% dos egípcios querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa.
  • 76% dos paquistaneses querem leis islâmicas rigorosas impostas em todos os países islâmicos
  • 49% dos indonésios querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa
  • 76% dos marroquinos querem a Sharia imposta em todos os países islâmicos de forma rigorosa
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Worldpublic Opinion:

  • 64% dos egípcios disseram que era "muito importante para o governo, aplicar castigos tradicionais para alguns crimes. Por exemplo, o apedrejamento de adúlteros".
Fonte: http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
Pew Research (2010):

  • 77% dos egípcios muçulmanos são a favor das flagelações e amputações
  • 58% dos jordanianos muçulmanos são a favor das flagelações e amputações
  • 36% dos muçulmanos indonésios são a favor das flagelações e amputações
  • 82% dos paquistaneses são a favor das flagelações e amputações
  • 65% dos muçulmanos da Nigéria são a favor das flagelações e amputações
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010):

  • 82% dos egípcios muçulmanos são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 70% dos jordanianos muçulmanos são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 42% dos muçulmanos indonésios são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 82% dos paquistaneses são a favor do apedrejamento de adúlteros
  • 56% dos muçulmanos da Nigéria são a favor do apedrejamento de adúlteros
Fonte: http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Mortes em defesa da Honra


Ministério da Educação Turco:

  • 1 em cada 4 turcos são a favor do assassinato em defesa da honra
Fontes: http://www.realcourage.org/2009/03/turkey-war-on-women/
http://www.todayszaman.com/newsDetail_getNewsById.action?load=detay&link=170502&bolum=100

 
Civitas:

  • 1 em 3 muçulmanos no Reino Unido concordam que uma mulher deve ser forçada a obedecer as ordens de seu marido
Fontes: http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site 20Download.pdf%
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf


BBC Enquete:

  • 1 em cada 10 muçulmanos britânicos apoiam matar um membro da família que tenha cometido uma "desonra".
Middle East Quarterly:
  • 91 por cento dos crimes de honra são cometidos por muçulmanos em todo o mundo.
Fonte: http://www.canadafreepress.com/index.php/article/43207

  • 95% dos crimes de honra no Ocidente são perpetrados pelos pais e irmãos muçulmanos ou seus parentes.
  • Um levantamento das mulheres muçulmanas nos subúrbios de Paris descobriu que três quartos delas usam o véu por medo da violência que podem sofrer, seja física ou psicológica.
Fonte: http://www.nugget.ca/ArticleDisplay.aspx?e=3402230

Integração à sociedade

Os muçulmanos têm maiores índices de dificuldade de se integrarem a sociedade no Reino Unido (24% dos homens, 21% das mulheres)

Em 2010, 16% dos presos no Reino Unido  eram muçulmanos (os
muçulmanos constituem cerca de 3% da população)


Policy Exchange:
  • 1 em cada 4 muçulmanos no Reino Unido nunca ouviram falar do Holocausto; 
  • 34% dos muçulmanos britânicos acreditam que o holocausto nunca aconteceu.
Fontes: http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site 20Download.pdf%
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf


Civitas UK:

  • 51% dos muçulmanos britânicos acreditam que uma mulher não pode casar com um não-muçulmano
  • Apenas 51% acreditam que uma mulher muçulmana pode se casar sem o consentimento do tutor
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

Policy Exchange:

  • 52% dos muçulmanos britânicos acreditam que um homem muçulmano tem direito de ter até quatro esposas.
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

Civitas UK:

  • 61% dos muçulmanos britânicos querem que os homossexuais sejam punidos.
Fonte: http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf

NOP Research:

  • 62% dos muçulmanos britânicos não são a favor da liberdade de expressão;
Fontes: http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion /main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


ICM Enquete:

  • 58% dos muçulmanos britânicos acreditam que insultos ao islã devem resultar em processo criminal
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Pew Global (2006):

  • Apenas 7% dos muçulmanos britânicos se consideram primeiramente britânicos (81% dizem que são "muçulmanos" e não "britânicos")
Fonte: http://pewglobal.org/reports/pdf/254.pdf

Policy Exchange (2006):

  • 31% muçulmanos na Grã-Bretanha se identificam mais com os muçulmanos de outros países do que com os não-muçulmanos britânicos.
Fontes: http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf http://www.christiantoday.com/article/religion.still.matters.global.survey.finds/28257.htm

Pew Research (2011):

  • Os muçulmanos americanos são quatro vezes mais propensos a dizerem que as mulheres não devem trabalhar fora de casa.
Fonte: http://www.people-press.org/2011/08/30/section-5-political-opinions-and-social-values/

Pew Research (2007):

  • 26% dos muçulmanos americanos não querem integração com a sociedade(43% apoiam a integração)
Fonte: http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf # page = 60

Pew Research (2011):

  • 20% dos muçulmanos americanos não querem integração com a sociedade (56% apoiam a integração)
Pew Research (2011):
  • 49% dos muçulmanos norte-americanos dizem que são "primeiramente muçulmanos" (26% disseram ser primeiro americanos)
Pew Research (2011):
  • 21% dos muçulmanos norte-americanos dizem que há grande quantidade de discrusos extremistas em suas comunidades.
Fonte: http://www.people-press.org/2011/08/30/section-6-terrorism-concerns-about-extremism-foreign-policy/

ICM Enquete:

  • 11% dos muçulmanos britânicos consideram violência para fins políticos aceitável.
Fonte: http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

 



Fonte: TheReligionofPeace.com
 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Extremistas muçulmanos matam 16 cristãos que liam a Bíblia

Roma, 07 Ago. 12 / 04:16 pm (ACI).- Uma nova ofensiva de extremistas muçulmanos contra cristãos volta a tingir de sangue uma igreja na Nigéria, onde ao menos 16 pessoas foram assassinadas enquanto liam a Bíblia na localidade de Otite, no estado federal de Kogi, na região central do país.

Uma dezena de homens armados, a bordo de uma caminhonete irromperam na Igreja Deeper Life Bible na tarde de 6 de agosto. Deixaram o edifício às escuras e blindaram a saída para disparar contra os cristãos que nesse momento estavam na metade da leitura do Evangelho, uma atividade que desenvolviam todas as segundas-feiras.

Às portas da igreja, os assaltantes se organizaram em barricada para evitar que os cristãos fugissem.

Conforme informou Agi Yushau Shuaib, porta-voz da Agência Nacional para a Gestão das Emergências (SELO por suas siglas em inglês), um grande número de cristão foi ferido entre os viandantes e estudantes de uma escola próxima, que por duração de vinte minutos, viram-se surpreendidos pelos disparos.

O jornal italiano Avvenire assinala que, embora nenhum grupo assumiu a autoria do crime, atrás do atentado estaria o grupo fundamentalista islâmico Boko Haram, relacionado com o Al Qaeda, e causador da morte de pelo menos 800 pessoas este ano, entre elas 150 cristãos.

Por sua parte, o chefe de estado nigeriano, o cristão Goodluck Jonathan, condenou os fatos e rechaçou firmemente a petição do líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, que através de um vídeo publicado no Youtube, exigiu do mandatário abandonar o poder, arrepender-se, e renunciar ao cristianismo.

O porta-voz do governador, Ruben Abati, explicou que "Jonathan é líder de muçulmanos e cristãos", e certamente, um indivíduo ou grupo de pessoas não o obrigará a demitir.

O último episódio de violência reivindicado pelo Boko Haram, remonta-se ao domingo passado, no qual oito pessoas –seis soldados e dois civis–, morreram quando um carro bomba colidiu contra uma patrulha de militares em Damaturu, capital do estado de Yobe, ao norte do país.

Neste mesmo dia, no extremo nordeste do país, em Maiduguri, capital do estado de Borno, outros dois homens foram assassinados, um comando armado matou um policial e um oficial empregado de imigração.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Relatório da Jihad - Julho de 2012


Eis os números da Jihad no mês de Julho de 2012:

Número de ataques Jihadistas:  225

Número países atacados: 24

Número de mortos: 1075

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1907

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

terça-feira, 24 de julho de 2012

50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

perseguiçãoNigériaO país se transformou em um campo de extermínio; muçulmanos declaram “convertam-se ou morram”


Cinquenta membros de uma igreja no norte da Nigéria foram queimados vivos na casa do pastor.


O ataque, realizado por homens armados, foi apenas o primeiro de uma onda de violência que se espalhou por 12 vilas e deixou mais de 100 mortos no estado nigeriano de Plateau, região que anteriormente estava fora da área de atuação do grupo islâmico terrorista Boko Haram e é a terra natal da etnia fula, majoritariamente islâmica.

Apesar disso, o Boko Haram assumiu responsabilidade pelos ataques e prometeu mais violência.
O porta-voz americano da Missão Portas Abertas, Jerry Dykstra, alerta que a recente onda de ataques está rapidamente se transformando em um funesto campo de batalha religioso, onde o Boko Haram declara que os cristãos devem se converter... ou morrer.

“A Nigéria está se transformando em um campo de extermínio para os cristãos. Centenas deles já foram brutalmente assassinados pelo Boko Haram, incluindo mulheres e crianças”, explica Dykstra. “Ainda esta semana o grupo afirmou que todos os cristãos deveriam buscar o islamismo ou ‘nunca teriam paz novamente’. O objetivo deles é transformar toda a Nigéria em um país governado e dominado pela lei islâmica da sharia”.

Os líderes da Igreja de Cristo da Nigéria relatam que todas as igrejas da denominação foram totalmente queimadas durante a destruição em 12 cidades.

O estado de Plateau é a terra natal dos fulas, grupo nômade e majoritariamente muçulmano, originalmente apontados pelas autoridades de segurança nigerianas como responsáveis pelo ataque.

Segundo uma reportagem local, o consultor criminal nigeriano Innocent Chukwuni teria dito que a logística sugere que o Boko Haram não poderia ter agido sozinho.

“Não acredito que o Boko Haram teria condições de atacar essas vilas tão de repente. Não conseguiriam sem apoio e cooperação local”, ponderou Chukwoma, segundo a reportagem.

O porta-voz dos fulas negou responsabilidade e não respondeu sobre a possível aliança com o Boko Haram.
A analista da Heritage Foundation na África, Morgan Roach, não acredita no envolvimento do Boko Haram devido ao histórico de violência dos fulas.

“Ataques a povoados cristãos não são novidade no estado de Plateau, uma vez que se sabe que os fulas já atacaram comunidades cristãs no passado”, sustenta Roach.

Ela afirma que, como o estado de Plateau é fora do território do Boko Haram, ela tende a concordar com as autoridades nigerianas. Ela também acredita que as queimas de igrejas são um desvio dos métodos do grupo terrorista, tipicamente mais avançados.

“Caso eles sejam responsáveis, isso seria um desvio das suas táticas anteriores, que tendem a ser mais sofisticadas”, questiona Roach.

“Acredito que convém fazer duas perguntas: O Boko Haram está tentando tirar vantagem da instabilidade de Plateau e se aliar aos fulas? Talvez, mas é preciso mais provas”, opina. “Se for confirmada a ligação do incidente ao Boko Haram, seria um caso preocupante para a segurança do país”.

Mas Michael Rubin, analista de Oriente Médio e Terrorismo do Instituto Empresarial Americano, diz acreditar que o Boko Haram é responsável pelos ataques.

“Ninguém iria se surpreender se o campo de ação do Boko Haram estiver se expandindo. Os jihadistas não podem ser aplacados; são expansionistas”, declara.

Roach teme pelas consequências caso o Boko Haram esteja realmente avançando sobre Plateau e sobre o território fula.


“Será que eles estão buscando expandir sua influência para outras partes do território? Provavelmente", constata Roach. “Certamente iria ao encontro do seu objetivo maior de criar um estado muçulmano”.

Dykstra acredita que a maior prioridade da Nigéria é proteger seus cidadãos cristãos e reforçar a segurança nacional.

“O governo nigeriano precisa se posicionar e proteger os fieis cristãos”, defende. “O Departamento de Estado Americano precisa reconhecer que o que está acontecendo na Nigéria não é apenas devido à pobreza e à injustiça”.

Dykstra estava se referindo a uma reportagem da Reuters de 11 de julho sobre um relatório sobre a Nigéria elaborado pelo Conselho Mundial das Igrejas.

“A pobreza, a desigualdade e a injustiça estão ameaçando desencadear um conflito sectário na Nigéria, explicou uma força-tarefa cristã-muçulmana na quarta-feira”, dizia a Reuters, citando o relatório. “O relatório identificou dezenas de problemas distintos, cuja resolução poderia contribuir para a paz de maneira geral”.

Ainda citando o relatório do CMI, a Reuters prosseguia: “A disparidade de riqueza entre os estados produtores de petróleo do sul e os países pobres em recursos do norte é um dos principais fatores para as tensões regionais, como são também as disputas por terra, como a falta de terra de pasto reconhecida para os pastores de gado do grupo nômade fula”.

O relatório também cita o príncipe Bola Ajibola, ex-ministro da justiça, dizendo, “Na Nigéria, três coisas são entrelaçadas: religião, política e etnia; e as três são ofuscadas pela corrupção, a pobreza e a insegurança”.
Dykstra questiona as conclusões do relatório, inclusive a afirmação que joga a culpa em “missionários bem financiados tanto do islamismo quanto do cristianismo” por aumentar as tensões.

“É ridículo”, critica.

Dykstra ressalta também que os cristãos precisam orar pelos seus irmãos e irmãs perseguidos.
Rubin alerta que terríveis consequências irão se seguir se o governo da Nigéria não colocar um fim na guerra civil auto-anunciada Boko Haram.

“Se não for contra-atacado e derrotado, o Boko Haram pode transformar a Nigéria no maior estado falido do mundo”, lamenta.


Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND: “50 Christians burned to death in pastor's home

www.juliosevero.com

quarta-feira, 18 de julho de 2012

AMIA critica lentidão na investigação de atentado

Nesta quarta-feira, às 9:53 horas uma sirene ecoou pelo bairro de Balvanera, ao lado do centro da capital argentina, para recordar os 85 mortos do atentado terrorista realizado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), ocorrido há 18 anos, no dia 18 de julho de 1994.

Na rua Pasteur, onde a explosão arrasou o edifício da entidade judaica, milhares de pessoas reuniram-se para homenagear as vítimas do atentado. O presidente da AMIA, Guillermo Borger - único orador do evento - acusou a Justiça de lentidão na investigação do caso

"Não existe uma única pessoa processada! A Justiça ainda não levou Carlos Telleldín (que teria vendido o veículo usado como carro-bomba) a julgamento oral e público. Não há pistas novas que permitam esclarecer de forma definitiva a conexão local".

Segundo Borger, "a passagem do tempo é um obstáculo crescente para o descobrimento da verdade". Ele também destacou que "não existe uma pista nova sequer nas investigações...é imprescindível para a AMIA, para os parentes das vítimas e para a própria 'saúde' da República que se investigue o encobrimento das pistas. Sem a ajuda da Interpol, os culpados continuarão livres e gozando de nossas caras".

Segundo ele, é preciso descobrir quais integrantes do governo argentino da época (do presidente Carlos Menem) encobriram pistas. O presidente da AMIA disparou fortes críticas "ao governo teocrático do Irã", suspeito de ter ordenado o atentado, em coordenação com o Hezbollah: "o Irã coloca em perigo o mundo com seu programa nuclear".

Para especialistas que investigam o caso há uma década e meia, além dos parentes das vítimas e representantes da comunidade judaica, existe mais de uma hipótese sobre o atentado. A primeira pergunta é "quem é o responsável?".

Os olhares de suspeita que buscam um culpado no exterior se concentram nos países muçulmanos. Mas, ao contrário do que costuma acontecer, nenhum grupo fundamentalista jamais assumiu explicitamente a autoria do ataque.

A Justiça em Buenos Aires acusa o Hezbollah, que teria agido na Argentina com o apoio da Embaixada do Irã. Mas outros não descartam que teriam sido terroristas vinculados aos governos da Síria ou Líbia. Outras teorias indicavam que os culpados seriam argentinos, integrantes das fileiras dos militares carapintadas (que tentaram levantes militares nos anos 80 e em 1990), conhecidos por seu antissemitismo. Também especula-se que poderiam ser integrantes da má afamada polícia da província de Buenos Aires.

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