terça-feira, 9 de outubro de 2012

França: Muçulmanos pressionam comerciantes para impedir a venda de bebidas alcoólicas, carne de porco e roupas femininas no mercado


Na cidade francesa de Nimes, já há grupos de muçulmanos salafistas que, nos dias de vendas no mercado de Chemin Bas Avignon, aproximam-se doscomerciantes que vendem bebidas alcoólicas, carne de porco e vestimentas femininas para  "pedir" que parem de comercializar  estes produtos. Alguns dos vendedores já deixaram de frequentar pontos de trabalho no mercado por medo de represálias. As autoridades mostraram-se céticas quanto as denúncias, mas prometeu investigar.

Blog De Olho na Jihad com informações do espanhol Alerta Digital

Blogueira, anti-talibã, de 14 anos, sofre atentado


Li hoje com pesar e revolta que Malala Yusafzai, uma blogueira anti-talibã, de apenas 14 anos sofreu um tetantiva de assassinato. O blog de Malala Yusafzai, foi algumas vezes para nós, fontes de informações preciosas sobre os ataques e crueldades praticadas por jihadistas no Afeganistão.

Malala Yusafzai, de 14 anos, é conhecida no exterior por seu blog, hospedado no site da BBC, no qual denuncia os atos de violência cometidos pelos talibãs no Vale de Swat, onde brevemente tomaram o poder antes de 2009. No ano passado, a adolescente recebeu o primeiro Prêmio Nacional da Paz, criado pelo governo paquistanês, e foi indicada ao Prêmio Internacional para Crianças para a Paz da Fundação Kids Rights. "Malala estava subindo no ônibus escolar depois da aula quando homens armados dispararam contra ela. Ela ficou apenas ferida", declarou o porta-voz da polícia local, Rasul Shah.


O ministro da Informação da província de Jyber Pajtunjua, Mian Iftijar Husain, confirmou o ataque em Mingora, a principal cidade da região de Swat, e acusou "terroristas" de estarem por trás dos fatos. Por sua parte, os rebeldes talibãs reivindicaram a tentativa de assassinato. "Uma bala atingiu seu crânio, mas não alcançou cérebro. Ela está fora de perigo", declarou o dr. Maj Mohamed, do hospital Saidu Sharif de Mingora. Em 2009, o exército paquistanês retomou o controle do Vale de Swat depois de uma grande ofensiva para desalojar os talibãs, que, dois anos, haviam assumido o controle do lugar.


 

domingo, 7 de outubro de 2012

Brasil: Islã martírio e fé na bandeira brasileira

O que reproduzo abaixo são duas imagens da Sociedade Islâmica do Maranhão, postadas em um artigo no qual protestam contra o Detran espalhado pelo país que tem exigido que mulheres muçumanas tirem o véu para a foto da CNH.

As imagens falam por si só:







Relatório da Jihad Setembro de 2012

Muçulmanos mostrando que o Islã é uma religião de paz, ao contrário do que diz o filme ""A Inocência dos Muçulmanos"

Eis os números no mês de Setembro de 2012:

Número de ataques Jihadistas:  204

Número países atacados: 19

Número de mortos: 839

Número de pessoas gravemente feridas nos ataques: 1698

Blog De Olho na Jihad com informações do  The Relion of Peace

Post Mortem dos Protestos Sobre Maomé

por Daniel Pipes
National Review Online
2 de Outubro de 2012


Original em inglês: Post-Mortem on the Muhammad Protests
Tradução: Joseph Skilnik


À medida que a multidão de muçulmanos começa a se dispersar e as missões diplomáticas americanas vão retomando as atividades normais, apresento três considerações finais sobre os tumultos que começaram em 11 de setembro passado e que mataram cerca de trinta pessoas:
O estudo de Annemarie Schimmel "E Maomé É O Seu Mensageiro: A Veneração do Profeta Segundo a Devoção Islâmica".
O filme realmente fez diferença: A administração Obama desonestamente esquivou-se da responsabilidade pelo assassinato de quatro norte-americanos na Líbia ao afirmar que o ataque foi um protesto contra o vídeo "A inocência dos muçulmanos", que de forma imprevisível ficou fora de controle. Em resposta, respeitados analistas concluíram que o vídeo não teve a menor importância, qualquer que fosse o lugar: Barry Rubin desdenha o vídeo como "falso pretexto para as manifestações" no Egito. Michael Ledeen censura o governo por afirmar que "os ataques contra os americanos não são de forma alguma ataques contra os americanos e sim ataques contra um vídeo". "Não se trata de um vídeo", explica Andrew McCarthy, "assim como em episódios semelhantes nos últimos anos não se tratava de caricaturas, ursinhos de pelúcia, queima fortuita do Alcorão, etc". Hussein Haqqani descarta os protestos como uma "função da política, não da religião". Para Victor Davis Hanson, "incidentes" como os do vídeo e outros do gênero "não são nada mais do que pretextos deploráveis para direcionar a fúria reinante nas massas ignorantes e empobrecidas em momentos oportunos contra os Estados Unidos e assim amealhar poder". Lee Smith considera que "culpar o vídeo faz parte de uma complexa campanha diplomática focada no povo". Cliff Kinkaid categoricamente chama o vídeo de "uma operação para desviar a atenção com o intuito de salvar a presidência de Obama". Eu respeito e aprendo com estes escritores, porém discordo quanto ao vídeo. Sim, indivíduos, organizações e governos incitaram as multidões – a bem da verdade, há sempre a necessidade de um instigador para mobilizar os muçulmanos contra alguma declaração, texto, desenho ou vídeo ofensivo. Mas seria um erro ver a multidão como meramente um instrumento de interesses conflitantes (como salafistas contra irmãos muçulmanos no Egito) ou imperativos políticos americanos. A fúria direcionada contra o vídeo foi sincera, verdadeira e persistente.

A pessoa de Maomé adquiriu uma qualidade semelhante a de um santo entre os muçulmanos e não pode ser criticada, muito menos ridicularizada. A orientalista alemã Annemarie Schimmel destacou (em seu estudo em 1985, a respeito da veneração de Maomé) que a sua personalidade é, diferente do Alcorão, "o centro da vida dos muçulmanos". A indignação entre os muçulmanos frente aos insultos a sua pessoa é sincera, observe por exemplo, a notória seção 295-B do Código Criminal do Paquistão, que pune com a execução, qualquer difamação a Maomé, ainda que não intencional. Estes regulamentos têm tanto apoio que dois proeminentes políticos, Salman Taseer e Shahbaz Bhatti, foram assassinados em 2011 meramente por terem manifestado oposição às leis de blasfêmia do Paquistão. O assassinato deles nada tinha a ver com o Ocidente e não tinha o objetivo de desviar a atenção na campanha presidencial americana.

Salman Taseer (esquerda) and Shahbaz Bhatti, dois proeminentes políticos paquistaneses, foram assassinados em 2011 por sua oposição às leis de blasfêmia.
Obama x Morsi: Os presidentes americanos e egípcios apresentaram enfoques completamente diferentes sobre a liberdade de blasfemar em seus discursos nas Nações Unidas na semana passada. Barack Obama insistiu que "em 2012, numa época em que qualquer pessoa com um celular pode espalhar opiniões ofensivas mundo afora com um clique em um botão, é obsoleta a noção de que podemos controlar o fluxo de informações. Assim sendo a questão é como responder. E quanto a isso temos que concordar: não há discurso que justifique a violência sem sentido". Mohamed Morsi discorda: "As obscenidades recentemente lançadas como parte de uma campanha organizada contra santidades islâmicas são inaceitáveis e exigem reações firmes. Temos a responsabilidade neste encontro internacional de estudar como proteger o mundo da instabilidade e do ódio". Em suma, cada lado tem uma abordagem e um método (liberdade de expressão x proibição de blasfêmia) que considera fundamental à sua identidade e que promove com certa reverência. Desde o decreto de Khomeini contra Salman Rushdie em 1989, cada lado pretende impor o seu jeito ao outro, sugerindo que este conflito de propósitos apenas começou.

Tendências: Como alguém que vem se dedicando ao estudo deste conflito desde os tempos de Khomeini, posso averiguar as três tendências mais importantes. Primeiro, cada vez mais muçulmanos se dedicam ao imperativo político de preservar a santidade de Maomé. Segundo, as elites e os governos ocidentais (i.e., jornalistas, advogados, intelectuais, artistas) tornaram-se cada vez mais tímidos com o passar do tempo perante a fúria islâmica, dispostos a se retratar, apaziguar e aplacar; para averiguar um exemplo estarrecedor, veja as efusões na Embaixada dos EUA no Cairo em 11 de setembro passado, quando uma turba se enfurecia bem em frente dela. Terceiro, as não elites ocidentais vem crescentemente reagindo aos islamistas com uma atitude do tipo "Você quer ser insultado, então tome esta!" que inclui queimas do Alcorão, anúncios para "Derrotar a Jihad", caricaturas francesas beligerantemente ofensivas e um prometido lançamento de filmes sobre Maomé.

Juntas, estas três questões me levam a pressupor que o conflito em torno dos valores continuará aquecendo.

 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Islamofobia? Um ocidente rendido

Por Jefferson Nóbrega

Um dos temas dominantes hoje, na 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi a "islamofobia", a palavra da moda. 

Criei uma notícia fictícia para mostrar-lhes o absurdo da situação da qual os países ocidentais são protagonistas, devido o politicamente correto. Imaginem à manchete abaixo: 

Na última sexta-feira, protestos violentos explodiram em todo o mundo cristão. Em Roma, uma embaixada dos Estados Unidos foi icendiada e quatro americanos morreram. Os protestos surgiram depois que um cineasta amador,produziu um filme, que, segundos os cristãos, é ofensivo aos seus valores. O filme de baixa qualidade, mostra Jesus Cristo em cenas polêmicas, curando leprosos, multiplicando pães, ressucitando mortos. Em uma das imagens consideradas mais ofensivas, Jesus aparece impedindo o apedrejamento de uma adúltera. "É repugnante, inflamável, e despresível", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a respeito do filme. O Papa Bento XVI alertou para a violência que pode surgir caso continuem ofendendo a imagem de Cristo. 

 Um completo devaneio, não é? Pois, é esse absurdo que está acontecendo na atualidade. O polêmico filme "Inocência dos Muçulmanos" é simplesmente baseado nos próprios textos sagrados islâmicos, portanto, onde está a islamofobia? Obama, condenou o vídeo classificando-o como islamofóbico, ora, o filme reproduz, por exemplo, o Hadith, Sahi Buchari , onde Maomé, após torturar cruelmente um homem e matá-lo, pega sua filha como escrava sexual. Como o vídeo é islamofóbico? Há islamofobia quando o filme reproduz a história de al-Tabari, VIII, onde o Profeta do Islã assassina uma idosa, amarrando-a à dois camelos e rasgando-a ao meio, por se atrever a desafiá-lo? Eu até compreendo a reação dos muçulmanos frente a película. O que é inaceitável é a reação do mundo ocidental em classificar o filme e as charges como as causas, a ponto de questionar o que tem de mais precioso que é sua liberdade de expressão, para não ofender o sentimento muçulmano. Mas, essa mesma cautela não existe quando trata-se de combater os valores cristãos. 

Agora voltemos a notícia fictícia do início do texto. Se aquele absurdo fosse real, e os cristãos estivessem incêndiando o mundo, sabe como seria os pronunciamentos da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas? Seria mais ou menos assim: 

Os Estados Unidos e os países membros da União Européia expulsaram as representações do Vaticano como resposta a um ataque de católicos contra a embaixada francesa no México. "Já passou da hora da humanidade livrar-se dessa religião retrógrada" declarou Richard Dawkins, convidado de honra da Assembleia. A presidente brasileira Dilma Roussef também condenou o vídeo e a violência cristã "o filme é provocativo, mas nada justifica a violência. Foi por essas e outras que assim que assumi o governo tirei o crucifixo do meu gabinete". Em defesa da liberdade de imprensa os principais jornais do mundo publicarão uma charge em que mostra Jesus Cristo e o Papa, nus. 

Duvidam que essa seria a reação? Estamos diante de um mundo ocidental dividido em três: Primeiro um bando de covarde que teme as turbas muçulmanas. Segundo os lacaios da ditadura esquerdista do politicamente correto. E por último, nós os "intolerantes","preconceituosos" e "islamofobicos" que insistimos em usar nossa liberdade de expressão e pensamento. Não aceitamos a ideia islâmica de que Maomé foi exemplo de vida, e de que Alá é grande, e temos todo o direito de dizer isso, podar essa liberdade é curva-se é submeter-se ao Islã extremista. É entregar a cabeça do ocidente à decapitação.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

União Internacional dos Estudiosos Muçulmanos: O Papa deve pedir perdão pela derrota islâmica na Península Ibérica

O Instituto de Investigação do Oriente Médio (MEMRI) publicou tradução de um comunicado da União Internacional dos Estudiosos Islâmicos (IUMS), que diz: 

"Embora a União [o IUMS] trabalhe para acalmar a ira dos muçulmanos do mundo, [que foi despertada] pelos não muçulmanos ao insultarem o honorável Mensageiro [Maomé], [de modo que] os protestos se limitem a ser pacíficos e não ataquem qualquer embaixada ou local cristão, pedimos ao Papa que se desculpe para com os muçulmanos pela sua conferência [Ratisbona, 2006], a exortação apostólica e as matanças cometidas pelos cruzados no Al-Andalus [Península Ibéria], do mesmo modo como se desculpou com os judeus."

 O IUMS é dirigido pelo xeque egípcio Yusuf al-Qaradhawi, conhecido pelo seu programa na cadeia televisiva al-Jazeera, intitulado "Sharia e Vida" (Sharia - lei islâmica), que tem uma audiência de mais de sessenta milhões de pessoas, e durante algum tempo líder espiritual da Irmandade Muçulmana. Em 2006, considerou que o papa tinha insultado os muçulmanos e incitou-os a expressar a sua ira na sexta-feira (dia sagrado para os muçulmanos) seguinte.

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