terça-feira, 5 de março de 2013

Salafistas dinamarqueses em favor da Jihad na Síria



Jyllands-Posten - Os salafitas da Dinamarca apoiam Jabhat al-Nusrah, um grupo armado próximo da Al-Qaeda, segundo o diário, que fez uma investigação após a morte, na Síria, de um soldado dinamarquês de origem argelina, Slimane Hadj.

Nas suas prédicas e através de vídeos e de fotografias na Internet, o imã da mesquita de Quba de Amager, a sul de Copenhaga, incita os jovens muçulmanos a irem fazer a jihad na Síria.

O jornal notícia, igualmente, que no seu sítio de Internet, o grupo salafita Hjælp4Syrien.dk recolhe dinheiro mostrando um jovem muçulmano armado com uma espingarda e desejando morrer pela causa de Alá.

Avanço Islâmico: O fim do cristianismo na Europa?

(Gospelprime) - Por força da lei, o exterior da antiga igreja luterana Kapernaumkirche continua igual. Mas por dentro em breve o espaço abrigará a mesquita do Centro Islâmico Al-Nour. Foram gastos um milhão de euros na reforma do templo, que exemplifica uma tendência cada vez mais comum na Europa.

A associação Al-Nour, fundada em 1993, reúne a maior parte dos muçulmanos que moram em Hamburgo, Alemanha, berço da Reforma Protestante.  Os moradores da área aceitaram sem problemas esta nova utilização do prédio. Os líderes da Igreja Luterana dizem que tiveram de vender a igreja por problemas financeiros, já que restavam apenas alguns fieis indo aos cultos.

O porta-voz da comunidade muçulmana, Daniel Adbin, comemora que após 20 anos os muçulmanos da cidade terão uma mesquita reconhecida. Até recentemente eles se reuniam em um prédio comum, já que não podiam construir um templo.

Somente na Alemanha, mais de oitocentos igrejas católicas e protestantes  foram fechadas desde o início da década de 1990. No entanto, este fenômeno que é chamado de “Euroislãmização” tem se espalhado por todo o continente.

Os representantes da Igreja Católica na França há décadas alertam sobre as pessoas que estão abandonando a fé cristã e, com isso, abrindo espaço para o crescimento do Islã.

Um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França  o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás. Ao mesmo tempo,  a Holanda, onde surgiu a Igreja Reformada,  tinha  mais de 4200 igrejas cristãs em 2011. Estima-se que 1400 delas não existirão mais até 2020. Mais de 900 igrejas foram fechadas no país desde 1970. Muitas hoje abrigam mesquitas.
Segundo Silantiev Romano, professor da Universidade Estatal de Moscovo e estudioso do Islã, esses dados mostram uma tendência do cristianismo ser extinto na Europa como parte da rápida mudança no mundo. Para o estudioso, essa é uma derrota real para o Ocidente, que está perdendo inegavelmente espaço para o Islã, em um fenômeno de “ocupação cultural”.

De acordo com Romano, a negação dos valores cristãos europeus, mostra que em algumas décadas o Velho Continente poderá estar dividido entre ateus (ou sem-religião) e os muçulmanos.

sexta-feira, 1 de março de 2013

"A vida de Maomé foi a vida de um padrinho, de um gangster"


A vida de Maomé foi a vida de um padrinho, de um gangster. Atacou caravanas de mercadores, saqueou pessoas inocentes, assassinou populações masculinas inteiras e escravizou mulheres e crianças. Violou as mulheres capturadas na guerra após ter matado os seus maridos e disse aos seus seguidores que era permitido ter sexo com os seus cativos e as suas “possessões” (Quran 33:50). Assassinou aqueles que o criticaram, executou-os quando chegou ao poder e transformou-se num déspota de facto na Arábia. Maomé estava falto de compaixão humana. Era um homem obsesso com os seus sonhos de grandeza e não podia perdoar aqueles que estiveram no seu caminho. Maomé era um narcisista como Hitler, Saddam ou Estaline. Era astuto e sabia manipular povos, mas a sua inteligência emocional estava menos evoluída do que aquela de uma criança de 6 anos. Simplesmente não podia sentir a dor dos outros. Assassinou brutalmente milhares de inocentes e pilhou a sua riqueza. As suas ambições eram grandes e como qualquer narcisista acreditou honestamente que tinha o direito de fazer tudo quanto lhe apetecia, de cometer toda sorte de crimes e que as suas acções malignas estavam justificadas. " (Fonte: Apostates of Islam )

Paradoxos da felicidade muçulmana


Os muçulmanos não estão felizes...

Eles não estão felizes em Gaza.
Eles não estão felizes na Cisjordânia.
Eles não estão felizes no Egipto.
Eles não estão felizes na Líbia.
Eles não estão felizes na Argélia.
Eles não estão felizes na Tunísia.
Eles não estão felizes em Marrocos.
Eles não estão felizes no Iémen.
Eles não estão felizes no Iraque.
Eles não estão felizes no Afeganistão.
Eles não estão felizes na Síria.
Eles não estão felizes no Líbano.
Eles não estão felizes no Sudão.
Eles não estão felizes na Jordânia ...
Eles não estão felizes no Irão.

Onde é que os muçulmanos estão felizes?

Eles estão felizes em Inglaterra.
Eles estão felizes em França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes em Espanha.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes nos E.U.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Roménia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.

Eles estão felizes em qualquer país do mundo que não esteja sob governo muçulmano.

E quem é que eles culpam?

Não o Islão.
Não a sua liderança.
Não a si mesmos.
Culpam os países onde estão a viver livremente e bem.

A democracia é realmente boa para eles: uma democracia em que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que não construíram nem trabalharam para ter...

Podem manter os seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, parodiar a nossa política e os nossos tribunais. Geralmente, mordem a mão que os alimenta. A questão é contraditória, paradoxal. Eles tentam trazer o seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor...

Dá para entender?


Fonte: Devaneios a Oriente via Blog Firehead

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ALERTA: Cresce o número de latinos convertidos ao Islamismo

Um número crescente de latinos está optando pelo islamismo. Essa opção é especialmente comum entre as mulheres.

O relatório anual WhyIslam de 2012 indica que 19% dos convertidos ao Islã nos EUA em 2011 eram imigrantes latinos. Destes, mais da metade (55%) eram mulheres.

Uma pesquisa realizada por organizações que acompanham o crescimento da influência muçulmana na América constatou que o número de mulheres islamizadas aumentou 8% desde 2000. Os imigrantes parecem mais propensos a adotar o Islã depois de chegarem aos Estados Unidos.

Nahela Morales, assistente administrativo do Centro Islâmico da América do Norte, responsável pelo projeto WhyIslam, afirma que a maioria dos imigrantes estão longe da família e são atraídos ao Islã pelo sentimento de “pertencimento” . A comunidade muçulmana se mostra receptiva, especialmente para as mulheres. ”Quando eles vão para a mesquita e observam rostos sorridentes, sentem-se bem-vindos”, disse. [como bem mostra nossa categoria "Mulheres no Islã"]

Morales nasceu no México, mas imigrou para a Califórnia e posteriormente para Nova York. Ela é um bom exemplo de como os latino-americanos que se converteram ao islamismo acabam influenciando a levar a religião para seus países de origem. [assim como os mexicanos  pertecentes ao Hezbollah aqui e aqui]

Há três anos ela trabalha com o Centro Educacional Islâmico de Hudson, Texas, há mais de três anos e recentemente liderou uma campanha que distribuiu  literatura islâmica, roupas e produtos de higiene pessoal aos necessitados da comunidade muçulmana da Cidade do México. [onde o Hezbollah tem tido apoio dos cartéis de tráfico de drogas, aqui]

Cerca de um terço do público que frequenta as reuniões religiosas no Centro Educacional Islâmico são latinos. A influência é tão grande que a mesquita oferece tradução simultânea para o espanhol dos seus sermões de sexta-feira e existem grupos de estudos islâmicos na sua língua materna. Anualmente o Centro celebra o “Dia muçulmano latino-americano “.

O Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública acredita que o número de convertidos ao islamismo deverá aumentar significativamente nos próximos 20 anos, em grande parte graças ao movimento migratório de pessoas do sul da Ásia, do Oriente Médio e Norte da África. Estima-se que existiam 5,3 milhões de muçulmanos vivendo na América do Norte e na América do Sul em 2010. Eles devem dobrar até 2030.

Wilfredo Ruiz, natural de Porto Rico, se converteu ao Islã em 2003. Ele é advogado e analista político especializado no mundo islâmico. Além de trabalhar com várias organizações sem fins lucrativos, incluindo a Associação Muçulmanos da América do Norte [grupo ligado a Irmandade Muçulmana, aqui], também é o imã de sua mesquita no sul da Flórida.

Ele explica que o Islã ensina as mulheres e se valorizar numa sociedade cada vez mais erotizada. [As vezes a força como aconteceu com a não-muçulmana funcionária da Victoria's Secrets, aqui] “Sabemos que as latinas buscam proteção e no Islã encontram proteção e respeito”, enfatiza.

Juan Galván, diretor-executivo da Associação Latino-americana Dawah defende que o crescimento entre os latinos deve-se ao que ele chama de “uma compreensão mais profunda do monoteísmo”.

Galván vem e uma família predominantemente católica, religião que ainda predomina na América Latina. Ele acredita que os “ex-cristãos procuram ao Islã porque estão ouvindo falar de um conceito diferente de Deus, mais poderoso, que não precisa da ajuda de um filho”. [Mas, que precisou de servos para matar mais de 10.000 pessoas só em 2012, aqui]

O conceito islâmico de Deus oferece uma alternativa única para as teologias cristãs tradicionais que ainda se mostram dependentes da ajuda de santos ou de pregadores. [Mas, necessitou matar os apóstatas para não desaparecer, aqui] A busca é por Deus não por seus milagres ou favores, ressalta. Com informações Cristianos.com.

Fonte: Gospelprime os trechos em negritos são nossos Blog De Olho na Jihad

Mais um padre assassinado por islâmicos, em Zanzibar, África

Do blog O Desperto Notícias

Após o assassinato de um sacerdote em Zanzibar, o bispo Agostinho Shao adverte: O governo deve agir - grupos islâmicos estão incitando o ódio - os cristãos estão vivendo com medo.

(AIS) - Após o assassinato de um padre católico em Zanzibar no dia 17 de fevereiro, o Bispo local, Agostinho Ndeliakyama Shao, alertou para a crescente violência, religiosamente motivado na ilha semi-autônoma, que pertence à Tanzânia. Em uma reunião com a Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Bispo de Zanzibar enfatizou: "A ideologia divulgada por um pequeno grupo islâmico em Zanzibar afirma que a maioria islâmica não deve tolerar quaisquer outras religiões".

Segundo Dom Shao, as tensões na Ilha (oeste) têm aumentado pouco a pouco nos últimos meses. Padres e bispos têm sido ameaçados. "Nós nos tornamos um alvo para esses fundamentalistas. Já no Natal, um padre foi baleado, e agora outro dos meus sacerdotes foi morto a tiros. Um Xeique que havia apelado para a moderação foi atacado com ácido e está agora no hospital", disse Dom Shao.

A população ficou emocionada no enterro do sacerdote assassinado, Evarist Mushi, no dia 20 de fevereiro. Em todas as dioceses do país as missas foram realizadas na intenção dos falecidos e as orações miraram a paz. Bispo Shao pediu ao governo da Tanzânia medidas preventivas com determinação: "O governo deve garantir a segurança das pessoas e, especialmente, a das minorias. Por muito tempo o ficaram em silêncio. Esperamos que a Comunidade Internacional exorte os governos de Zanzibar e Tanganica para frear a violência".

Padre Andrzej Halemba, diretor de projetos da AIS, falou de uma situação precária em Zanzibar, onde a maioria da população é de religião muçulmana. Em 2012 muitas igrejas cristãs, de várias denominações, foram incendiadas.

O que claramente desencadeou esta onda de violência foi a prisão de membros de uma organização extremista que deseja introduzir um Estado islâmico e a lei sharia em Zanzibar. Padre Halemba afirma ainda que “O desenvolvimento está causando grande preocupação. É óbvio que as forças extremas, que desestabilizam o país, estão em jogo. Mas é precisamente por esta razão que a AIS também busca um diálogo entre cristãos e muçulmanos. Os Bispos da Tanzânia desejam garantir uma cooperação pacífica”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Na "moderada" Bósnia - Pregadores islâmicos exigem que não-muçulmanos paguem impostos por suas crenças

Em Sarajevo, um líder wahabita, Husein Bosnić, também conhecido como Bilal, tem pregado para que os não-muçulmanos da Bósnia,  sérvios e croatas, passem a pagar um imposto de 10%, de acordo com a lei islâmica, também chamado de jizah.
Bosnić, um dos principais pregadores do movimento muçulmano wahabita, declarou no seu sermão, que os seus seguidores "não devem agir contra a honra ou vida dos Sérvios e dos Croatas" se estas nações cristãs estiverem "sob a moldura do Islã".
  
O pregador ainda afirma que "as obrigações deles (dos sérvios e dos croatas sob poder muçulmano) a respeito dos privilégios que têm na nossa sociedade são apenas de serem leais e, uma vez por ano, se puderem, pagarem a quantia que o califa determine, tal como os Otomanos determinaram para os Sérvios - dez por cento.

No final do sermão, de quarenta e quatro minutos, Bosnić declara que "o Islã entrará em cada casa".

A porta-voz da Comissão Conjunta de Defesa e Segurança do Parlamento da Bósnia-Heregóvina declarou que as ameaças são uma clara violação da constituição e que a polícia deveria investigar a fundo o que acontece no meio da comunidade wahabita.

Blog De Olho na Jihad com informações do Atlas Shurugs o vídeo do pregador pode ser visto aqui

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