sexta-feira, 1 de março de 2013

"A vida de Maomé foi a vida de um padrinho, de um gangster"


A vida de Maomé foi a vida de um padrinho, de um gangster. Atacou caravanas de mercadores, saqueou pessoas inocentes, assassinou populações masculinas inteiras e escravizou mulheres e crianças. Violou as mulheres capturadas na guerra após ter matado os seus maridos e disse aos seus seguidores que era permitido ter sexo com os seus cativos e as suas “possessões” (Quran 33:50). Assassinou aqueles que o criticaram, executou-os quando chegou ao poder e transformou-se num déspota de facto na Arábia. Maomé estava falto de compaixão humana. Era um homem obsesso com os seus sonhos de grandeza e não podia perdoar aqueles que estiveram no seu caminho. Maomé era um narcisista como Hitler, Saddam ou Estaline. Era astuto e sabia manipular povos, mas a sua inteligência emocional estava menos evoluída do que aquela de uma criança de 6 anos. Simplesmente não podia sentir a dor dos outros. Assassinou brutalmente milhares de inocentes e pilhou a sua riqueza. As suas ambições eram grandes e como qualquer narcisista acreditou honestamente que tinha o direito de fazer tudo quanto lhe apetecia, de cometer toda sorte de crimes e que as suas acções malignas estavam justificadas. " (Fonte: Apostates of Islam )

Paradoxos da felicidade muçulmana


Os muçulmanos não estão felizes...

Eles não estão felizes em Gaza.
Eles não estão felizes na Cisjordânia.
Eles não estão felizes no Egipto.
Eles não estão felizes na Líbia.
Eles não estão felizes na Argélia.
Eles não estão felizes na Tunísia.
Eles não estão felizes em Marrocos.
Eles não estão felizes no Iémen.
Eles não estão felizes no Iraque.
Eles não estão felizes no Afeganistão.
Eles não estão felizes na Síria.
Eles não estão felizes no Líbano.
Eles não estão felizes no Sudão.
Eles não estão felizes na Jordânia ...
Eles não estão felizes no Irão.

Onde é que os muçulmanos estão felizes?

Eles estão felizes em Inglaterra.
Eles estão felizes em França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes em Espanha.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes nos E.U.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Roménia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.

Eles estão felizes em qualquer país do mundo que não esteja sob governo muçulmano.

E quem é que eles culpam?

Não o Islão.
Não a sua liderança.
Não a si mesmos.
Culpam os países onde estão a viver livremente e bem.

A democracia é realmente boa para eles: uma democracia em que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que não construíram nem trabalharam para ter...

Podem manter os seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, parodiar a nossa política e os nossos tribunais. Geralmente, mordem a mão que os alimenta. A questão é contraditória, paradoxal. Eles tentam trazer o seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor...

Dá para entender?


Fonte: Devaneios a Oriente via Blog Firehead

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ALERTA: Cresce o número de latinos convertidos ao Islamismo

Um número crescente de latinos está optando pelo islamismo. Essa opção é especialmente comum entre as mulheres.

O relatório anual WhyIslam de 2012 indica que 19% dos convertidos ao Islã nos EUA em 2011 eram imigrantes latinos. Destes, mais da metade (55%) eram mulheres.

Uma pesquisa realizada por organizações que acompanham o crescimento da influência muçulmana na América constatou que o número de mulheres islamizadas aumentou 8% desde 2000. Os imigrantes parecem mais propensos a adotar o Islã depois de chegarem aos Estados Unidos.

Nahela Morales, assistente administrativo do Centro Islâmico da América do Norte, responsável pelo projeto WhyIslam, afirma que a maioria dos imigrantes estão longe da família e são atraídos ao Islã pelo sentimento de “pertencimento” . A comunidade muçulmana se mostra receptiva, especialmente para as mulheres. ”Quando eles vão para a mesquita e observam rostos sorridentes, sentem-se bem-vindos”, disse. [como bem mostra nossa categoria "Mulheres no Islã"]

Morales nasceu no México, mas imigrou para a Califórnia e posteriormente para Nova York. Ela é um bom exemplo de como os latino-americanos que se converteram ao islamismo acabam influenciando a levar a religião para seus países de origem. [assim como os mexicanos  pertecentes ao Hezbollah aqui e aqui]

Há três anos ela trabalha com o Centro Educacional Islâmico de Hudson, Texas, há mais de três anos e recentemente liderou uma campanha que distribuiu  literatura islâmica, roupas e produtos de higiene pessoal aos necessitados da comunidade muçulmana da Cidade do México. [onde o Hezbollah tem tido apoio dos cartéis de tráfico de drogas, aqui]

Cerca de um terço do público que frequenta as reuniões religiosas no Centro Educacional Islâmico são latinos. A influência é tão grande que a mesquita oferece tradução simultânea para o espanhol dos seus sermões de sexta-feira e existem grupos de estudos islâmicos na sua língua materna. Anualmente o Centro celebra o “Dia muçulmano latino-americano “.

O Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública acredita que o número de convertidos ao islamismo deverá aumentar significativamente nos próximos 20 anos, em grande parte graças ao movimento migratório de pessoas do sul da Ásia, do Oriente Médio e Norte da África. Estima-se que existiam 5,3 milhões de muçulmanos vivendo na América do Norte e na América do Sul em 2010. Eles devem dobrar até 2030.

Wilfredo Ruiz, natural de Porto Rico, se converteu ao Islã em 2003. Ele é advogado e analista político especializado no mundo islâmico. Além de trabalhar com várias organizações sem fins lucrativos, incluindo a Associação Muçulmanos da América do Norte [grupo ligado a Irmandade Muçulmana, aqui], também é o imã de sua mesquita no sul da Flórida.

Ele explica que o Islã ensina as mulheres e se valorizar numa sociedade cada vez mais erotizada. [As vezes a força como aconteceu com a não-muçulmana funcionária da Victoria's Secrets, aqui] “Sabemos que as latinas buscam proteção e no Islã encontram proteção e respeito”, enfatiza.

Juan Galván, diretor-executivo da Associação Latino-americana Dawah defende que o crescimento entre os latinos deve-se ao que ele chama de “uma compreensão mais profunda do monoteísmo”.

Galván vem e uma família predominantemente católica, religião que ainda predomina na América Latina. Ele acredita que os “ex-cristãos procuram ao Islã porque estão ouvindo falar de um conceito diferente de Deus, mais poderoso, que não precisa da ajuda de um filho”. [Mas, que precisou de servos para matar mais de 10.000 pessoas só em 2012, aqui]

O conceito islâmico de Deus oferece uma alternativa única para as teologias cristãs tradicionais que ainda se mostram dependentes da ajuda de santos ou de pregadores. [Mas, necessitou matar os apóstatas para não desaparecer, aqui] A busca é por Deus não por seus milagres ou favores, ressalta. Com informações Cristianos.com.

Fonte: Gospelprime os trechos em negritos são nossos Blog De Olho na Jihad

Mais um padre assassinado por islâmicos, em Zanzibar, África

Do blog O Desperto Notícias

Após o assassinato de um sacerdote em Zanzibar, o bispo Agostinho Shao adverte: O governo deve agir - grupos islâmicos estão incitando o ódio - os cristãos estão vivendo com medo.

(AIS) - Após o assassinato de um padre católico em Zanzibar no dia 17 de fevereiro, o Bispo local, Agostinho Ndeliakyama Shao, alertou para a crescente violência, religiosamente motivado na ilha semi-autônoma, que pertence à Tanzânia. Em uma reunião com a Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Bispo de Zanzibar enfatizou: "A ideologia divulgada por um pequeno grupo islâmico em Zanzibar afirma que a maioria islâmica não deve tolerar quaisquer outras religiões".

Segundo Dom Shao, as tensões na Ilha (oeste) têm aumentado pouco a pouco nos últimos meses. Padres e bispos têm sido ameaçados. "Nós nos tornamos um alvo para esses fundamentalistas. Já no Natal, um padre foi baleado, e agora outro dos meus sacerdotes foi morto a tiros. Um Xeique que havia apelado para a moderação foi atacado com ácido e está agora no hospital", disse Dom Shao.

A população ficou emocionada no enterro do sacerdote assassinado, Evarist Mushi, no dia 20 de fevereiro. Em todas as dioceses do país as missas foram realizadas na intenção dos falecidos e as orações miraram a paz. Bispo Shao pediu ao governo da Tanzânia medidas preventivas com determinação: "O governo deve garantir a segurança das pessoas e, especialmente, a das minorias. Por muito tempo o ficaram em silêncio. Esperamos que a Comunidade Internacional exorte os governos de Zanzibar e Tanganica para frear a violência".

Padre Andrzej Halemba, diretor de projetos da AIS, falou de uma situação precária em Zanzibar, onde a maioria da população é de religião muçulmana. Em 2012 muitas igrejas cristãs, de várias denominações, foram incendiadas.

O que claramente desencadeou esta onda de violência foi a prisão de membros de uma organização extremista que deseja introduzir um Estado islâmico e a lei sharia em Zanzibar. Padre Halemba afirma ainda que “O desenvolvimento está causando grande preocupação. É óbvio que as forças extremas, que desestabilizam o país, estão em jogo. Mas é precisamente por esta razão que a AIS também busca um diálogo entre cristãos e muçulmanos. Os Bispos da Tanzânia desejam garantir uma cooperação pacífica”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Na "moderada" Bósnia - Pregadores islâmicos exigem que não-muçulmanos paguem impostos por suas crenças

Em Sarajevo, um líder wahabita, Husein Bosnić, também conhecido como Bilal, tem pregado para que os não-muçulmanos da Bósnia,  sérvios e croatas, passem a pagar um imposto de 10%, de acordo com a lei islâmica, também chamado de jizah.
Bosnić, um dos principais pregadores do movimento muçulmano wahabita, declarou no seu sermão, que os seus seguidores "não devem agir contra a honra ou vida dos Sérvios e dos Croatas" se estas nações cristãs estiverem "sob a moldura do Islã".
  
O pregador ainda afirma que "as obrigações deles (dos sérvios e dos croatas sob poder muçulmano) a respeito dos privilégios que têm na nossa sociedade são apenas de serem leais e, uma vez por ano, se puderem, pagarem a quantia que o califa determine, tal como os Otomanos determinaram para os Sérvios - dez por cento.

No final do sermão, de quarenta e quatro minutos, Bosnić declara que "o Islã entrará em cada casa".

A porta-voz da Comissão Conjunta de Defesa e Segurança do Parlamento da Bósnia-Heregóvina declarou que as ameaças são uma clara violação da constituição e que a polícia deveria investigar a fundo o que acontece no meio da comunidade wahabita.

Blog De Olho na Jihad com informações do Atlas Shurugs o vídeo do pregador pode ser visto aqui

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"Se não matássemos os apóstatas, não existiria Islã"

Nonie Darwish
Reproduzimos um sincero e corajoso texto de Nonie Darwish,  Presidente de FormerMuslimsUnited.org [Ex-Muçulmanos Unidos] e autora do "O Diabo que não conhecemos".

"O ocidente nega-se a se preocupar; e quando seus cidadãos ficam preocupados, estes são reprimidos. São atacados,  processados, ameaçados com deportações e as vezes assassinados".

O líder sunita mais influente do Oriente Médio acaba de admitir o que muitos de nós, que crescemos como muçulmanos no Oriente Médio, sempre imaginamos: que hoje não existiria Islã sem a matança de apóstatas. Yusuf al-Qaradawi, presidente da Irmandade Muçulmana e um dos líderes mais respeitados pelo mundo sunita, recentemente declarou à TV egípcia: "Se eles (muçulmanos apóstatas) tivessem livrado-se dos castigo pela apostasia, hoje não existiria Islã". O que mais chama atenção na declaração, é que esta não foi uma desculpa, foi uma orgulhosa justificativa lógica para preservar a pena de morte para o "crime" de apostasia. Al Qaradawi explicou que não há nenhum conflito moral, nem sequer dúvidas, sobre essa política no Islã. Pelo contrário, afirmou a legitimidade das leis islâmicas baseadas na justiça através do terror, da intimidação, tortura e assassinato, para todos aqueles que abandonarem o Islã.

Muitos críticos do Islã estão em pleno acordo com o Sheik Qaradawi, e afirmam que  Islã não poderia ter sobrevivido depois da morte de Maomé, se não fosse pelo assassinato, tortura, decapitação e a queima de milhares de pessoas - servindo assim de exemplo para outros que pensassem em deixar o Islã. Desde seu surgimento até a atualidade, o Islamismo nunca considerou inapropriada, e muito menos imoral essa política. Uma pesquisa recente, demonstrou que 84% dos egípcios estão de acordo com a pena de morte para os apóstatas, e não vemos nenhum movimento muçulmano moderado contrário a essa lei. 1,2 milhões de muçulmanos sentindo-se cômodos com tal mandamento, lança luz sobre a natureza do Islã.

A diferença com os americanos, que entendem os princípios básicos de sua constituição,  é que a maioria dos muçulmanos não têm nem idéia das leis básicas de sua religião. A maior parte dos muçulmanos elegem a ignorância no lugar do conhecimento quando o assunto é sua religião, e com frequência, negam-se a qualquer crítica a sua crença por medo de serem acusados de apostasia. Enquanto no Ocidente considera-se uma virtude entender a própria religião, fazer perguntas e tomar decisões conscientes, no mundo muçulmano fazer o mesmo é o último pecado, punido com a morte. O que o no Ocidente é orgulho, é um crime terrível sob a lei islâmica.

A principal preocupação dos cidadãos muçulmanos, em qualquer estado islâmico, é permanecer a salvo, vivo e longe de ser acusado de transgredir algum ensinamento islâmico. Em tal atmosfera de medo e desconfiança,  não importa se o apóstata é do governo, um dos amigos, vizinhos ou familiares, haverá proteção ao assassino por ter matado alguém que apostatou da fé.

Não é a toa que os países islâmicos possuem a maior taxa de analfabetismo e carecem de educação: a cultura islâmica criminaliza não só a apostasia, mas também o ato de questionar, de duvidar, dessa forma a ignorância é uma virtude e proteção.

As culturas islâmica e judaico-cristã são opostas quando trata-se do sistema de valores morais - a divisão fundamental entre a moralidade islâmica e a ocidental é que nenhuma religão não-islâmica moderna mata seus apóstatas.

Em um programa de televisão no canal "Al-Tahrir", durante uma discussão dos textos islâmicos de Al-Azhar - a mais importante universidade do mundo islâmico, localizada no Cairo - os estudante afirmaram que "qualquer muçulmano, sem permissão do governo, pode matar, assar e comer o apóstata". Foi confirmado que essa "lição" figura nos livros oficiais do governo egípcio para os estudantes do ensino secundário. O convidado do programa, impressionado, não conseguia crer que os estudantes egípcios do Islã são ensinados que o canibalismo de apóstatas é halal (permitido).

Políticas como essa deveriam ser de grande preocupação para o Ociente. No entanto, o mundo ocidental parece está em estado constante de negação. Negam-se a se preocuparem e quando seus cidadãos preocupam-se os reprimem. São processados (Geert Wilders, Lars Hedegard, Elisabeth Sabaditsch-Wolff, Mark Steyn, Ezra Levant); atacados (Kurt Westergaard na Dinamarca, Lars Vilks na Suécia, Charlie Hedbo revista semanal na França); ameaçados de deportação (atualmente, Imran Firasat , da Espanha para o Paquistão, e Reza Jabbari da Suécia para o Irã, onde ambos, provavelmente serão presos e condenados a morte), tem suas mortes decretas em fatwas (Salman Rushdie, Geert Wilders, Ayaan Hirsi Ali, Wafa Sultan, M. Zuhdi Jasser) e são mortos (Theo van Gogh).

Em vez de enfrentar com seriedade a ameaça do Islã, o Ocidente segue insensível as vítimas. No há indignição dos governos ocidentais, dos meios de comunicação ou das ONG's, acerca do que vemos e escutamos no Oriente Médio: as fotos de centenas de cristãos queimados vivos na Nigéria, ou os vídeos de apóstatas decapitados e queimados vivos que podem ser econtrados facilmente na internet.


Os ocidentais tem investido tempo, esforço e dinheiro para entender o Islã, quando o que precisam é escutar o que os líderes muçulmanos estão dizendo. A prioridade da política externa dos EUA não deveria ser de apaziguamento da cultura islâmica deseperada por aprovação, e sim a proteção de seus cidadãos, de sua cultura e de sua constituição, das teologias moralmente tirânicas.

Blog De Olho na Jihad tradução do diário espanhol Minuto Digital


Rebeldes sírios matam cristão por usar um crucifixo

Um cristão da Igreja Católica Armênia foi assassinado por rebeldes islamistas quando seguia para Aleppo.

A agência Fides, que reportou o caso, pela segurança da família não revelou o nome completo da vítima, afirmando apenas que chamava-se Yohannes (João) e que tinha um apelido armênio. Os católicos armênios declararam-no "um mártir do conflito sírio, pois foi assassinado por odium fidei (ódio a fé cristã).

Yohannes viajava em um ônibus para Aleppo quando um grupo de rebeldes islamitas pararam o transporte para inspeção. Ao observarem os documentos dos passageiros, perceberam que o cristão levava uma cruz ao peito, os terroristas atiraram contra o crucifixo matando Yohannes.

Os cristãos sírios tem clamado por ajuda internacional para barrar os contantes sequestros e ataques contra a minoria.

Blog De Olho na Jihad com informações do Religion en Libertad

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