domingo, 1 de maio de 2011

Partidos de esquerda brasileiros criticam a prisão de terrorista das Farc's

Editorial - Guzmán Moscardó

Antes que venham as críticas por desvio de assunto, adianto, a notícia nada tem haver com a jihad islâmica (em tese). No entanto, de vez em quando, sempre abrimos espaço neste blog, para denunciar a maior ameaça terrorista na América Latina: A guerrilha comunista Farc.

Terroristas esses que fazem parte do Foro de São Paulo, sendo assim, aliados de todos os governos comunistas da região, incluindo o Partido dos Trabalhadores da presidente Dilma Roussef.

Todos que acompanham as notícias sobre as Farc's sabem perfeitamente que o site de notícias ANNCOLé o porta-voz das Farc, site esse que tem até uma versão brasileira (clique aqui), um dos seus diretores, Joaquín Pérez Becerra, cognome “Alberto”, foi capturado na Venezuela e deportado para a Colômbia.

Segundo o presidente Colombiano Santos, Pérez Becerra "é o líder da frente internacional das Farc na Europa". Como tal "foi o responsável por muitos anos de toda a má propaganda que fizeram da Colômbia na Europa", continuou o governante, "estávamos atrás dele há muito tempo".
 
O detido era procurado pela Polícia Internacional (Interpol) e enfrenta na Colômbia um processo por 'financiamento de terrorismo' e 'administração de recursos relacionados com atividades terroristas'.
 
As provas

Com mais de 700 correios nos PC de Raúl Reyes e 50 até agora encontrados nos do “Mono Jojoy”, a Polícia construiu o processo criminal de “Alberto”, que tem ordem de captura na Colômbia, circular vermelha na Interpol e medida de garantia vigente pelos delitos de concerto para delinqüir com fins terroristas, administração de recursos relacionados com fins terroristas e rebelião. Nos correios se evidencia como o Secretariado sustentava economicamente “Alberto”, do mesmo modo que a “Lucas Gualdrón”, o outro assinalado de fazer parte da engrenagem internacional das FARC e que atualmente está na Suíça.

As reportagens das autoridades de emigração dão conta de que Joaquín Pérez pôde chegar aos acampamentos das FARC entrando pelos países vizinhos em 2003, 2004, 2005, 2006 e 2009, quando realizou sua última visita a “Iván Márquez”. Depois da morte de Reyes recebeu a missão de “repolitizar” as FARC na Europa.
Assim foi a captura
Os organismos de segurança da União Européia já tinham identificada a rotina de “Alberto”, que sempre viajava com sua companheira sentimental. Entretanto, sábado passado ele decidiu tomar um vôo em Estocolmo (Suécia), com escala em Frankfurt (Alemanha) sozinho. Saiu de lá às 9:30 da manhã e, graças aos mecanismo de cooperação internacionais, tanto as autoridades venezuelanas como colombianas souberam que chegaria ao aeroporto internacional de Maiquetía, em Caracas, às 3:20 da tarde, no vôo 524, proveniente da cidade alemã. A rapidez da Polícia da Venezuela não lhe deu tempo de reagir. Agora a Colômbia está agilizando a solicitação de extradição. Esta captura, que é um golpe na estrutura logística das FARC, converte-se em um gesto de valiosas proporções do governo de Hugo Chávez.

O que revelam os computadores de “Reyes” e “Jojoy”

6 de setembro de 2001 - (correio de Olga Marín a Raúl Reyes): Alberto Suécia diz que Ricardo (Granda) lhe havia aumentado o orçamento para 1.500 dólares mensais (...) Segundo isso, os três mil que pensei que eram para três meses foram para dois. Ricardo me perguntou no caso de Lucas (Galdrón) e sendo justo, é mais cara a vida na Suíça do que na Suécia e Alberto recebe 200 mais.
27 de junho de 2002 - (correio de Olga Marín a Raúl Reyes): Juan Antonio está sem dinheiro. Receberam-se as seguintes movimentações: Alberto dois mil dólares, Lucas dois mil e Terraza 2 mil.
1º de junho de 2004 - (correio de “Alberto” a Raúl Reyes): Informo-lhe que um colombiano residente aqui na Suécia há 15 anos decidiu ingressar na organização. Ele esteve colaborando com escritos em ANNCOL e na tradução. Chama-se Gildardo, é filósofo graduado na Universidade de Estocolmo. Ele viaja em 10 de janeiro a Caracas e estará pendente de qualquer decisão.
8 de abril de 2007 - (correio de “Alberto” a Reyes): Me falaram de um tipo que vende armas. Eles já lhe compraram 40 fuzis Fal. Me reuni com ele da web para assuntos de ANNCOL.
 
Após a prisão do terrorista, os partidos comunistas brasileiros mostraram as verdadeiras caras, emitiram notas de repúdio a deportação do líder das Farc.

As notas apareceram em vários sites, como o Portal Vermelho, site Inverta, no Somos Todos Palestinos. O Partido Comunista do Brasil emitiu a nota:

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua indignação com a recente detenção, em Caracas, do militante colombiano Joaquim Pérez Becerra, quando chegava de um vôo procedente da Alemanha, e sua posterior extradição ilegal e ignóbil para a Colômbia. (Site do PCB)
 
O mais preocupante é o site Agência de Notícias Nova Colômbia, uma filial da agência das Farc ANNCOl no  Brasil.

Enquanto isso o opositor venezuelano Alejandro Peña Esclusa segue doente e encarcerado pela ditadura bolivariana na Venezuela. Sob falsa acusação ele adoece sem qualquer atenção da mídia tedenciosa

E para que ninguém diga que tudo isso nada tem haver com a Jihad, lembro-vos que os partidos comunistas latinoamericanos são os principais apoioadores dos terroristas palestinos, iranianos e libaneses, basta passear pela nossa coluna "De Olho na América Latina" e "De Olho no Brasil" e verão do que estamos falando.

Referências:

 
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